Extraído de: Enviadas Por Leitores  - 12 de Agosto de 2009

Doutor é quem faz Doutorado

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No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor.

A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I.

Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo "docentes" e "profissionais" venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos.

Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever.

Pois bem!

Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia "baixado um alvará" pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma "lógica" das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: "o senhor é Advogado; pra que fazer Doutorado de novo, professor?").

1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca!

2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet.

3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final!

4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há "alvará" como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais).

A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.

Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.

Agora o ato é um "decreto". E o "culpado" é Dom Pedro I (IV em Portugal).

Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.

Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!

A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: "Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes".

Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.

Senhores.

Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.

A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.

Falo com sossego.

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.

Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.

Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.

Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.

E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.

Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto.

Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial:

www.planalto.gov.br/ccivil_03/revista/Rev_63/Lei_1827.htm

Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.

Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.

PROF. DR. MARCO ANTÔNIO RIBEIRO TURA , 41 anos, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil.

Comentários (2109)

Antonio Camargo 22 de Janeiro de 2011

Brilhante artigo Dr. Marco Antonio. Dirimiu de uma vez por todas esse controvertido assunto. Enfim um Doutor de verdade! Parabéns.

Arlete Pires Pieri 19 de Março de 2011 - 13:20:35

Parabéns Dr. Marco Antonio. Fico muito feliz quando tenho alguma dúvida e consigo encontrar pessoas competentes e bem informadas que realmente sabem o que estão falando e provam isto através da Lei.

WANDRE... 20 de Junho de 2011 - 13:35:02

O Doutor Março, é Doutor e não sabe que o pronome de tratamento para os Magistrados é MERITÍSSIMO e não EXCELÊNCIA, pois eles estão lá por seus próprios méritos. EXCELÊNCIA, é aquele que foi escolhido entre tantos. É o caso do DEPUTADO, SENADOR. Etc. Estude mais um pouco DOUTOR.

Marco Antonio 21 de Junho de 2011 - 00:36:08

Ahmmm, e você é DOUTOR em alguma coisa? Ele tem TESE DE DOUTORADO, e VOCÊ???????
Tem alguma coisa? Eu falo. não tenho nada, sou apenas um internauta, mas, porem, contudo, todavia, entretanto, sei respeitar quem realmente merece respeito, nem sei quem é o Doutor aí em questão, mas parece que o que ele disse faz bastante sentido. DOUTOR É QUEM TEM TESE DE DOUTORADO. SINTO MUITO SE V.Sa. NÃO CONCORDA, MAS É O QUE É DE FATO. E ME PARECE QUE ELE ESTUDOU BASTANTE HEIN. QUANTO Á VOCÊ, QUEM SABE NÉ?

Marco Antonio 21 de Junho de 2011 - 00:43:03

ahh, o meu comentário é dirigido ao tal WANDRE, que não reconhece que um DOUTOR, é apenas quem tem TESE DE DOUTORADO. Possívelmente ele seja mais um desses que se formaram, se tornaram bacharéis em Direito, mas colocou um placa na porta do escritório dele "DR. Wandré não sei das quantas, ADVOGADO" Afinal, é só mandar fazer a placa, pagar e colocar que o cara virou DOUTOR kkkkkkkkkkkkkk

Raphael Viana Couto 21 de Junho de 2011 - 10:58:15

De fato o tratamento para juízes é Meritíssimo, só Desembargadores e Promtores de Justiça tem o tratamento de Excelência.

RICARDO... 21 de Junho de 2011 - 11:19:25

ESTE TAL WANDRE...

PROVAVELMENTE ELE FOI UM ALUNO MEDIOCRE QUE VIVIA DE ACHAR ERROS NOS PROFESSORES.

Rodrigo Ricardo 21 de Junho de 2011 - 12:14:23

É interessante observar que todos os comentários têm como base a vontade de rebater ou a prepotência de certos profissionais (sobretudo do advogados) ou a sua ignorância perante o fato de que só são doutores aqueles que fizeram o doutorado.

Contudo pode-se ainda fazer uma abordagem linguística.

A palavra "DOUTOR" na língua portuguesa detém nada menos do que 15 significados, segundo o dicionário eletrônico Houaiss. o segundo afirma que "doutor é o homem muito instruído em qualquer ramo".

Não que eu seja à favor do título de Dr. para qualquer advogado ou quem quer que seja, ainda que como estudante de direito não me ofenda ser assim chamado, mesmo antes do diploma, por outrem, como ocorre às vezes por engano.

Contudo basta saber que qualquer um com conhecimento suficiente sobre "tampinhas de garrafa" ou "histórias em quadrinhos" ou qualquer quinquilharia sub-científica, pode ter o mesmo "título", para se desvincular totalmente o código de letras "DR" do formal título acadêmico de Doutor.

Ass(ass)inado: Dr. Fulando de Tal em Novela da Rede Bobo

Rogério Vergueiro 21 de Junho de 2011 - 19:19:45

Façamos assim, quando precisarem ser representados no âmbito jurisdicional, procurem pelos meritíssimos, pelos procuradores de justiça, pelos promotores e depois de continuar sem solução, procurem por um simples advogado, doutor ou não, ele poderá lhe representar.

DOUTOR... 21 de Junho de 2011 - 22:18:51

muita soberba pra pouco artigo. depois se aposenta do MP e vai na OAB pedir a carteira pra advogar... e ai, como advogado deixa de ser "dotô"? com esse título aumentou muito o salário? compensou? foi pago com nosso dinheiro o seu curso pra depois vir rastar papo com a gente, contribuintes? me poupem.

antonio 23 de Junho de 2011 - 15:49:20

A 26 seculos antes da merda dos portugueses darem o ar da craça doutor e quem treina e forma gladiadores o resto e balela ate no caso de senhor tura

Timo 24 de Junho de 2011 - 01:13:03

...contraditório, mas não se podia esperar outra coisa mesmo. A herança genética de "Maria" se faz presente em todo o artigo e em diversos comentários. Se mais operadores estivessem menos preocupados em serem chamados acadêmica ou profissionalmente de "doutores", talvez não tivéssemos tantos "esselentíssimos" promotores, procuradores e magistrados.

Cezar 25 de Junho de 2011 - 12:47:18

esselentissimos faz sentido.
quando lentos.

COELHO DE... 29 de Junho de 2011 - 14:04:53

Mesmo aposentado o titulado não deixa de ser doutor e quem nunca foi continua não sendo, mesmo aposentado.

Marilene Canto Leite 6 de Julho de 2011 - 14:41:56

Entre outros acima, gostei dos comentários do césar e coelho...rsrsrsrs. Ocorre que, com prepotência ou sem prepotência o DOUTOR está certo, sob o ponto de vista do costume arraigado na sociedade e no inconsciente coletivo, uma pessoa formada em Direito, medicina, odontologia, psicologia...ter a prerrogativa de DOUTOR, título conferido apenas aos que fazem doutorado em alguma especialidade de conhecimento, dentre os milhares existentes nas diversas disciplinas do conhecimento. rsrs... atér os nutricionistas querem ser chamados de DOUTORES... que tal?

juli 8 de Julho de 2011 - 21:01:18

Sra.Marilene, ocorre que prepotêncialmente esses Bacharéis querem ser chamados de Doutores sem nunca terem feito Doutorado, você deve ser uma delas...rsrsr, então todos os Bel"s também devem ser chamados de Doutores, afinal também fizeram um Curso Superior.
E mais uma, sob o ponto de vista de costume arraigado na sociedade.... afff tem tantos costumes arraigados na sociedade, e não é por isso que vamos sair por ai matando, roubando e cheirando cola....

che anhaguera 12 de Julho de 2011 - 08:08:30

o unico doutor de verdade que eu conheço e doutor dos fogoes esse chega e e coisa pega fogo mesmo

Maia 20 de Julho de 2011 - 12:06:57

Eu não terminei o segundo grau (ensino médio), moro no interior, meu pai é latifundiário e meus empredados e moradores do interior me chamam de Doutor. EU SOU DOUTOR! .... Advogado não é Doutor, médico não é doutor, nem Juiz é Doutor. É Doutor quem pode. O Dr Marco realmente é doutor, ele estudou, defendeu uma tese e foi titulado. Eu também sou doutor pois meus empregados e pessoas inferiores a mim chamam assim. Médidos, Advogados, dentistas, etc não são doutores, a menos chamem dessa forma. Nenhuma dessas pessoas me forçarão a chama-los de se dirigir como Dr. fulano ou Dr. fulana. EU TRATO COMO FULANO, FULANA, VOCÊ, etc. CHEGA DE IPOCRESIA.

Charles 21 de Julho de 2011 - 12:08:59

Quero ver quando os doutores e excelências chegarem nas trevas se vão exigir serem chamados de doutores por quem estiver estalando o chicote no que sobrou de vocês !!!

"você" já é um tratamento por demais robusto para meros pedaços de carne que perambulam sem sequer terem consciência da razão da própria existência.

Parem de perder tempo nestas discussões imbecis e procurem ajudar ao seu semelhante.

BANDO DE SEMOVENTES !!!

Zsigmond 21 de Julho de 2011 - 15:46:14

Sucintamente passo aqui tão somente para citar a fonte que desmente todo o 'brilhante' conteúdo deste modesto autor.

Lei de 11 de agosto de 1827.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/revista/Rev _63/Lei_1827.htm

Maximus 23 de Julho de 2011 - 12:25:31

Boa Charles, puxa para que tanto besteirol, puxa esse Professor, com intuito de exaltar-se procura um adágio popular para discussão, que besteira, mais se qualifica e enaltece do que discute, vixe esse é "Dotô mermo", tem $ querido, então para a massa não será "dotô", façam como o Charles falou, procurem fazer algo que ajude os necessitados, não

nho tonhô 25 de Julho de 2011 - 21:27:43

ddotô DE VERDADE O TAR DOTÔRZINHO que cê compra dO camelô ai quando cê de um trupicao rOxa geio se PAASA alivea na hora seve pra dar na cacunda dor na batata perna è um beleza (dotôRZINHO) VRIDIO PRETO UAI

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:49:24

oi dotÔ MARÇO eu gostei da espricaçao eu vou te promove de MARÇO PARA ABRIL porque vc abriu a mente dos energumenos mui boa espricaçao DOTÔ abril

Natalia Vilela... 26 de Julho de 2011 - 14:20:17

huashuashusahusahusahuuashuashhashasiuashuuahshuas haushuashsahuuashhasuasuhuash
NHO DOTÔ - na minha opinião vc acaba de ganhar o prêmio joinha do topo comentário..

ai ai - to até chorando de tanto rir.. um abraço!!

nho tonhÔ 26 de Julho de 2011 - 14:35:11

oi qui fia seu nome alembra minha mae eu cheagava da lida com meu pai dispoi de andar treis legua eu falava maeeeeê to COM SEDE ela gritava vai pega agua NATALIA meu fio
talia e mesmo que moringa

Luan Tonioli... 4 de Agosto de 2011 - 16:19:05

Nossa... Como esse Maia é um infeliz!!! "Pessoas inferiores à mim", "Ipocrisia", esses são os que afundam meu belo País.

Hellen 15 de Agosto de 2011 - 16:57:22

"Eu não terminei o segundo grau (ensino médio), moro no interior, meu pai é latifundiário e meus empredados e moradores do interior me chamam de Doutor. EU SOU DOUTOR! .... Advogado não é Doutor, médico não é doutor, nem Juiz é Doutor. É Doutor quem pode."


Hãããã??
Que pessoa sem noção! Eu dei risada da sua "Ipocresia" (SIC)
kkkkkkkkkkkkkkk

Sidnei Tives de... 15 de Agosto de 2011 - 19:29:30

Caro Maia, não creio muito nesta história de erro de Português. Basta que as pessoas se entendem e está valenco. Mas, no seu caso, acho que cabe uma exceção. As pessoas devem ser inferiores ao seu pai, já que é ele que tem o tal latifúndio. O senhor é apenas um aspirante a latifundiário. E aspirante não é doutor, com toda certeza.

Mr. Anta 17 de Abril de 2012 - 19:36:58

Doutor como tratamento é para quem recebe. Seja o "Ipócrita" (sic) (meus Deus quanta risada), o advogado, Juiz, etc.. Por ser tratamento está no plano do respeito e ninguém escolhe, a notoriedade mutias vezes é atingida socialmente e não pode ser negada! Que matéria mais infeliz, Doutor que se auto promove apenas pela titularidade é no mínimo um "pela saco" prepotente!

Doctor 2 de Maio de 2012 - 19:02:24

Senhora Marilene Canto Leite, porque o desmerecimento do curso de Nutrição? - Creio que se ache muito melhor, mas me pergunto se realmente é, porque se fosse, não estaria falando de outros cursos. Doutor(a) é aquele que passou anos estudando para atingir o ápice na sua profissão, vejo que não foi o seu caso.

Elder Sena 10 de Maio de 2012 - 10:53:11

Com todas as vênias ao DR Excelentíssimo membro do parquet ministerial, a de se observar, que o estatuto da advocacia, lei esta passada pelo trâmite legal de uma lei ordinária federal, "aos juízes, aos membros do ministério publico e aos advogados, não há hierarquia" logo, se o ínclito membro ministerial acolhe o fato de ser chamado de Excelência, é de certo que o mesmo tratamento deve ser dispensado aos ilustres advogados.

Luiza 11 de Maio de 2012 - 12:09:27

QUANTA PERDA DE TEMPO, PREPOTÊNCIA E VAIDADE AINDA PERSISTE ESTAR ENRUSTIDA NOS INCAUTOS DA VIDA.

Não choro, não rio ... lastimo pelo show de sentimento negativo de altivez.

Todos, sem exceção, não passamos de meros comedores de arroz com feijão que necessitamos do trabalho uns dos outros para realizarmos os nossos. O que seriam dos "doutores" sem os não "doutores"?

Artigo e alguns comentários que expõe o que há de pior no ser humano - um se achar superior ao outro pelo ter e desvalorizar o ser. Que lástima.

O CONHECIMENTO E O PODER AQUISITIVO SÓ POSSUEM VALOR REAL QUANDO SÃO UTILIZADOS PARA PROVEITO DA COLETIVIDADE E NÃO EM BENEFÍCIO PRÓPRIO.

DURMAM COM O SEU DOUTOR, COMAM COM O SEU DOUTOR E AO CHEGAR A HORA, MORRAM COM O SEU DOUTOR.

Doutor 16 de Maio de 2012 - 21:01:01

Maia, tu é doutor só para aqueles que são subservientes a ti, ou melhor ao teu pai. Pq tu mesmo é um "sem noção"! Estes pobres não devem ter outra opção a não ser te chamar assim, pois devem ser tratados como escravos na fazenda do teu pai.

Doutor é quem defendeu uma Tese de Doutorado, ou quem teve mérito reconhecido em alguma área do conhecimento e ganhou o título de doutor honoris causa de alguma universidade.

Pedro Bó 18 de Junho de 2012 - 00:22:30

Cambada de "Ipróquitas", tomem, é disso que vcs precisavam. Agora vão corrigir os Juízes de alto coturno, que chamam de doutor até os "arigós" do cafundó.

Inacio Vacchiano 9 de Setembro de 2012 - 07:51:06

Este artigo apesar de embasado (mas não totalmente) nos mostra a mente doentia daqueles que estão ligados de uma forma ou outra ao judiciário e seus matizes. Seja pelo complexo de inferioridade e/ou paradoxalmente a arrogância e prepotência.
Entendo que estas pessoas precisem aprender a trabalhar mais sobre si mesmas ao invés de querer tolher todos os títulos do mundo para poderem sentir se preenchidas e respeitadas. Só assim, serão realmente úteis a si mesmas (sentindo-se menos vazias) e ao próximo...
Assim, pelo princípio da dignidade da pessoa humana chamo de Doutor a todos os que se sintam felizes em serem tratados desta forma, mas tenho minhas reservas quanto a pessoas que se acham melhores do que os outros.
Em vários formulários já vi a pergunta: Como você gostaria de ser chamado? (Sr. Dr. Etc).
(Dr. sem título de doutorado) Inácio Vacchiano
Filósofo e Pós Graduado em Direito

WILSON FREIRE 16 de Novembro de 2012 - 19:40:00

WANDRE vá estudar primeiro, aprenda algo, em especial os pronomes de tratamento, depois terá certeza do quão infeliz foi ao questionar o DR Marco Antonio o qual é DOUTOR por DIREITO e MÉRITOS!!!
MAGISTRADOS tem pronome de tratamento de VOSSA EXCELÊNCIA sim,já os juizes que são MERITISSIMOS podendo também ser chamados de V. EXª:
http://www.pucrs.br/manualred/tratamento.php

PARABÉNS ao DOUTOR MARCO pelo brilhante texto !
Os q se sentiram feridos devem ser advogados RECALCADOS por terem certeza, no intimo, que não SÃO e NUNCA SERÃO Doutores de verdade, se não fizerem Doutorado ! kkkkkkkk Estes precisam viver de ilusão, da ilusão que são ALGO que não tiveram MÉRITO/CAPACIDADE/COMPETENCIA para atingir, pobres de espirito, de carater e moral.
E, AINDA há muitos advogados que manipulam a lei, alterando o decreto de D Pedro I, de criação dos cursos superiores no Brasil, para favorecê-los, difundem este decreto da seguinte forma:
A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: "cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado"
A Lei mencionada, em NENHUM momento atribui este titulo, tampouco cita e/ou faz referência aos advogados. (POBRES de espirito, precisam se auto mencionar e manipular um decreto p justificar sua incapacidade de ter um TITULO por MÉRITOS próprios!)
Advogados que difundem este decreto desta forma, padecem de moral e caráter, que ética aprenderam/usam...Fico até assombrado (termoque combina mto bem c a situação, já q estamos falando de um titulo GASPARZINHO, este usado por advogados/médicos).

O q se pode esperar de profissionais dessa estirpe (que manipulam descarada e inescrupulosamente uma lei, c intuito de ILUDIR, ENGANAR e FORJAR provas para ostentar um titulo que não lhes pertence) ?
Aos advogados que talvez "não soubessem" desta manipulação, APRENDAM a ler mais e pesquisar as fontes, ao invés de acreditar em qqer PIADA q se conta...p isso nem é de se estranhar que tantos inocentes acabem sendo presos/condenados erroneamente...

Talvez por isso politicos sejam politicos e...muitos deles façam Direito!

Lamneto que advogados, bacharéis HONRADOS, q lutam c afinco pela justiça e para defender os oprimidos, tenham de conviver com pares inigualáveis e sem moral.
Aos advogados de verdade e q não vivem de ostentar titulos q não lhes pertence, parabéns pela sua profissão e imensurável bem q ela pode trazer a td sociedade.

Aos sem moral q ostentam titulo q não lhes pertence: NUNCA SERÃO, JAMAIS SERÃO (Doutores, sem cursar DOUTORADO).

26 de Março de 2013 - 00:14:55

Titulo no Brasil só serve a costumeira arrogância no Brasil do "você sabe com quem está falando?" Na prática tanto a graduação quanto qualquer curso de pós, restrita ou não, trata-se de um pacote de conhecimentos adquirido e assimilado a prazo. Porque ninguém defende o título de "mestre" só para os que fizeram mestrado? Porque é costume da sociedade chamar de mestre a qualquer pessoa que saiba um pouco mais em determinadas atividades. Assim temos o mestre-cuca, o professor, o guru, o técnico de futebol... eu vejo a luta por titulação pessoal como uma tentativa de exclusão, de se endeusar pessoas que muitas vezes em nada utilizam a linha de pesquisa em suas atividades diárias, principalmente no serviço público.

Calmon 26 de Março de 2013 - 00:53:25

O que é interessante perceber é a capacidade manipulatória que está nas entrelinhas da argumentação postada pelo Marco Antonio. Sem entrar no mérito da questão, pode-se notar que começa com uma situação concreta, assumindo que faltam doutores e mestres nas instituições de ensino. ( Aqui começa a manipulação pois nem sempre os melhores professores serão necessariamente doutores ou mestres - Aliás tem alguns com uma postura sofrível diante das turmas, dando aulas de costas para a turma, não permitindo a interlocussão com os alunos, etc), Na segunda parte usa o método da "desqualificação" denegrindo de forma acintosa D. Maria, a pia. E assim vai. --- Entrando no mérito, cada vez mais vemos que não cabem mais títulos "ad eternum". O que podemos dizer de um cardiologista que tenha feito o seu doutorado há 30 anos? Ou de um advogado que tenha feito um mestrado numa linha do direito civil que há muito já tenha sido superada? O conhecimento é dinâmico e aquele profissional que "terminou os seus estudos" (rs, rs) tá fora do contexto da sociedade atual. Nesse sentido, todos os títulos deveriam ter prazo de validade, e quem não se atualiza constantemente se equivale aos doutores cujos títulos o Marco Antônio buscou atacar.

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André 21 de Março de 2011

Muito boa explicação. Vale considerar ainda que Doutor é titulatura acadêmica, não é ordem de tratamento, portanto é errado tratar juízes e demais autoridades por "doutor". Isso quem faz é puxa-saco ou gente sem senso de republicanismo.

Mirian 21 de Junho de 2011 - 10:09:04

Pq então esse "Rei da Prepotência" mistura tratamento c/ titulatura acadêmica?

Marcos Aurélio 5 de Julho de 2011 - 14:42:17

é porque ele não sabe que excelentíssimo não é para um simples membro do MP, que nem se sabe se é poder, mas, para os chefes de poderes, como o Presidente, Prefeito, Governador, Ministros, Procurador Geral da República e não Procuradores, e etc...

juli 8 de Julho de 2011 - 21:09:18

Miriam, justamente por se tratar de titulatura acadêmica é a prova concreta do uso indevido da nomenclatura de "DOUTOR" aos advogados, medicos, dentistas...etc.
Não achei prepotência da parte do autor do artigo, aliás bastante esclarecedor para aqueles que não tem o dom da pesquisa.
Desde sempre adotei o Ditado de Que só é Doutor que faz Doutorado....

Tania 11 de Julho de 2011 - 14:55:56

1) Parece mais que o Doutor em questão só quis fazer um desabafo por tantos insistirem em não tratá-lo por Vossa Excelência...
2) O artigo não é brilhante, tenho lido alguns artigos brilhantes, aqui mesmo, e este não é o caso, além de ser um assunto "batido", aquém do que se espera de um Doutor, ainda mais com tantos temas controvertidos a rondar o judiciário;
3) discutir a loucura da D. Maria Louca, a existência/vigência ou não da referida lei é ainda mais absurdo se o que se pretende é mudar um COSTUME, que incomoda a alguns, por motivos vários (são "doutores doutorados" que não são anunciados assim, ou são meritíssimos, excelências ou senhores que ficam demasiadamente preocupados com esse 'hábito' tão prejudicial à sociedade...)
4) O comentário vai à altura das "colocações" de quem alardeia o saber da interpretação e nos presenteia com suas pérolas.

Jorge 11 de Julho de 2011 - 18:38:35

Usa terno? Não é pastor? é doutor.

che anhaguera 12 de Julho de 2011 - 07:48:42

defunto tambem usa terno. doutor e quem faz doutorado , agora quando um advo, falar que e doutor vou querer ver a titulaçao

Jorge 12 de Julho de 2011 - 11:49:48

Defuto já era. Nem todos usam terno. Mas, mesmo defunto, estando de terno era pastor ou doutor. KKKKKKKKKKK

che anhaguera 12 de Julho de 2011 - 17:38:18

pastor alemao nao usa terno e pastor e unico pastor bom que conheço, nao gosta de dinheiro e vigia a casakkkkkkkkkkkk

Floriano 6 de Novembro de 2011 - 00:18:53

O tema acima comentado é tipico de pessoas dotadas de certo altruísmo e ostentação. Acho que a maior autoridade que se deve reverenciar é a humildade da pessoa humana.

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 17:39:15

Quando a moral se vê diande de assuntos tão claros e considerados muito evolutivos, é o caminho da consciência que tramita pelas telinhas como um objetivo e salutar de um ditado da biblia sagrada de toda a história da humanidade cada macaco em seu galho apenas esta do linguajar dos deuses de que a voz deles são a de deus(toninhodeolarias).DOUTORADO NADA MAIS NADA MENOS O SABOR DAGUERREOTIPIA COMO FORMA DA FÔRMA DO DEGOTE DE UMA VEZ POR TODAS como a honras ao mérito(toninhodeolarias).

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MARCELO... 01 de Maio de 2011

Ótima colocação.
Só para ilustrar, nem a referida Lei um bacharéi era considerado Doutor.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/revista/Rev _63/Lei_1827.htm

Saber interpretar uma lei é OBRIGAÇÃO de um advogado e usar essa lei como defesa é RIDÍCULO, pois a própria lei diz que para ser doutor é preciso mais que se formar em Direito

vejam o artigo 9º
"Art. 9.º - Os que freqüentarem os cinco annos de qualquer dos Cursos, com approvação, conseguirão o gráo de Bachareis formados. Haverá tambem o grào de Doutor, que será conferido áquelles que se habilitarem som os requisitos que se especificarem nos Estatutos, que devem formar-se, e sò os que o obtiverem, poderão ser escolhidos para Lentes.". HOje os estatutos são as LDB da educação...

paulo bobsin 11 de Julho de 2011 - 21:19:21

Os Estatutos não são a ldb.Não havia na época nenhuma lei que fosse análoga a ldb, nem teleológicamente, nem por qualquer outra forma de hermenêutica possível!O que já havia ná época era um outro estatuto, senão vejamos:

"A criação dos cursos jurídicos, uma exigência da conjuntura em face da independência nacional, era uma decorrência inevitável da militância liberal. Em 1825, o imperador instituiria, por decreto de 9 de janeiro, o ensino dos cursos jurídicos na cidade do Rio de Janeiro, regido pelos estatutos elaborados por Luís José de Carvalho e Melo, Visconde da Cachoeira. Este curso, entretanto, não chegou a ser inaugurado. A questão foi retomada pelo Parlamento em 1826. Um projeto de nove artigos, assinado por José Cardoso Pereira de Melo, Januário da Cunha Barbosa e Antônio Ferreira França, que receberia várias emendas, transformou-se na Lei de 11 de agosto de 1827, ano de fundação da Faculdade de Direito de Olinda, depois transferida para Recife, hoje vinculada a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, atualmente vinculada a Universidade de São Paulo (USP)."

Como podemos ler o estatutoreferido na lei comentada é o das disposições internas da regulamentação profissional;o mais próximo hoje seria o estatuto da OAB que regulamenta o exame de ordem!

now 22 de Novembro de 2012 - 22:57:05

Negativo, paulo bobsin, vc esta enganado.
O grau de Doutor, segundo o Decreto de D Pedro I, atribui o grau de Doutor a quem poderia ser LENTE (professor, estaria habilitado para lecionar em CURSO SUPERIOR) e, não a quaisquer bacharéis. APENAS aos q tiverem conhecimento para ser LENTES (prof de curso superior)! OBVIAMENTE q os Estatutos para atingir o grau de DOUTOR/LENTE q D. Pedro I SE REFERE é o DOUTORADO (defesa de tese e demais itens necessários à aquisição do referido titulo ACADÊMICO) !
E sabemos q um bacharel não estava nem está habilitado p lecionar c a mesma qualidade e quantidade de conhecto de uma pessoa q tem um DOUTORADO.

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Ana Brito 10 de Maio de 2011

Excelente o esclarecimento!
Que certamente também deve servir para Portugal, um país em que há muitos mais doutores do que no Brasil. Aqui, os médicos, os advogados, os contabilistas... os licenciados todos são "doutores"! Quando aqui cheguei, fiquei até constrangida, pois havia tantos doutores e doutoras no ensino, que pensei: - Meu Deus, nunca pensei que em Portugal houvesse tantos doutores!O Brasil é mesmo um país de atrasados! Tantos doutores e doutoras, inclusive no ensino médio, que aqui se denomina secundário.
Bem, tal perplexidade aumentou, quando me informaram que as criaturas licenciadas são tratadas por "doutores", reconhecidos como tais por grande parte da população. Famoso STOR! senhor doutor, ou STORA, senhora doutora.
De qualquer forma, essa "triste figura do doutor sem doutorado, ou, como aqui em Portugal, sem doutoramento" não é uma distorção estabelecida somente no Brasil, mas também aqui, onde a formalidade e todos os formalismos são muito, mas muito mais formais (pleonasmo usado conscientemente) do que no Brasil. Brasil e Portugal, dois países de doutores, sem doutorado, sem doutoramento, sem eira nem beira e muita avidez de serem o que não são.

LUIZ GOMES 22 de Junho de 2011 - 00:51:26

Nobres Colegas;
Estou estupefado com tantas variações de conceitos para dizer que quem é indispensável para realização da Justiça (art 133)e cuida dos interesses mais elevados da cidadania e da democracia, não seja importante dispensar tratamento diferenciado, inclusive com tratamento especial no âmbito do Poder Judiciário, NÃO POSSA SER CHAMADO DE DOUTOR. É sinônimo de respeito e Excelência no seu mister publico. Parabéns ao Daniel Moita.... pelo seu comentário.

Alexandre Carvalho 24 de Julho de 2011 - 21:51:39

"Melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem": em face de muitos dos comentários que aqui foram postados, trata-se de duríssima tarefa. Pobre do professor...

carlos campos 1 de Julho de 2012 - 10:11:05

Brilhante observação de como os brasileiros e brasileiras estão transformando a lingua portuguesa, nesse lixo de palavras erroneas, frases desconectadas, comentarios bobos, etc.
É realmente uma vergonha a educação do Brasil....

SEVALEInãosei? 1 de Julho de 2012 - 21:50:36

parabens! parabens! para-O bem que se quize-se,doze! hoje é! o dia mais feliz da infelicidade politicas que assim me proporcionou, até hoje, pois daqui a pouco vai ser mesmo hoje de honte mas com pensamentos de um dia meiorar, nosso sistema pulitico votando nulo? nas mesmice que encontra nosso congresso nacionar dos brazeleiros, des RÉ-pública FÉDE-rativa do brazir... dos quem! com pode pode para os quem não pode???tumbem podem 2012 2014fazer o que fôr percisso fazer para mudar o contunuismo das cadeiras cativas desta porca vergonha...que chamamu de brazir dos brazeleiros,BRASIL MESMO SÓ NO QUARTÉ. onde estão os valorosos BRASILEIROS, GORA SI É QUE DEU! ou ainda vai dar?...o exame é perciso fazer, e o dedo do DOUTO esta lá esperado para saber o que tem neste cofre! HUM! NÃO mior HUM! HUM ãããm

antoniorodrigues 1 de Julho de 2012 - 22:00:31

ALEXANDRE????????
pobre professores!!!!!né??????....
Ué, espertos politicos, sempre na contra mão de que quanto pior mior... e os pobre professores ganhando mal... êles muito e mutissimo bem...e assim ficam sorrindo de caras de brazeleiros..., pois da SOCIEDADE CONTEMPLADA...não precisam fazerem, tanto pois a conta esta paga(toninhodeolarias).

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Daniel Moita... 11 de Maio de 2011

Prezado Doutor

Cumprimento-o pela galhardia do arrazoado, embora não vislumbre qualquer relevância jurídica ou social. Com sinceridade, o sufixo ao nome, doutor, excelência, ou qualquer ouro está muito mais ligada ao íntimo subjetivo do sujeito que precisa a todo instante alimentar o ego e provar a todos os seus feitos. Normalmente as pessoas que exigem o tratamento são arrogantes e grosseiras com os subalternos, tem poucos amigos e quase nenhuma vida social. Não são respeitadas por admiração, pelo temor de suas reações. Evidente que existem não todos, mas é um perfil natural explicado pela psicologia. Quanto a mim, continuarei chamando meu médico e meu dentista de DOUTOR, porque acredito na excelência do trabalho daqueles cuidam do meu bem mais precioso - minha saúde. Continuarei tratando os magistrados e promotores como DOUTORES, tendo em vista a importância e relevância institucional de suas funções. Da mesma forma, chamarei a todos os meus colegas ADVOGADOS de DOUTORES, pois a única profissão privada prevista na Constituição, cujo escopo é representar os interesses de particulares perante o Estado. No entanto, no seio acadêmico, chamarei sim conforme a titulação (DOUTOR, MESTRE, ESPECIALISTA). Porquanto, me chamam de MESTRE, mas se me chamarem de qualquer outra forma respeitosa, atenderei da mesma forma, sem qualquer recentimento. Não posso deixar de lembrar, LULA é DOUTOR.

Tarcísio 11 de Maio de 2011 - 14:56:12


Excelente! PArabéns...

cassiano 12 de Maio de 2011 - 01:42:20

Muito bom Daniel Moita,talvez só ele queira ser chamado de DOUTOR EM LETRAS MAIÚSCULAS E EM NEGRITO,mas deve se morder de raiva, pois um analfabeto (aos olhos dele)tem titulo de DOUTOR,com documento que o possa comprovar, e quanto a isso, ele o (DOUTOR COM LETRAS MAIÚSCULAS E EM NEGRITO)NÃO PODE FAZER NADA.

Patrícia 12 de Maio de 2011 - 10:53:13

muito bem colocado colega advogado, porquanto o que comumente se vê é: quanto mais acesso à educação menos educado o indivíduo fica...senão como dizer dos humildes que não tiveram acesso à educação e que sempre pedem "licença", "desculpa" e tratam as pessoas como senhores e senhoras?
(só um adendo: ressentimento).
;)abç...

Daniel Moita... 26 de Maio de 2011 - 20:49:32

Oi Patricia ... td bem? Muito obrigado pelas palavras... agradeço também a observação. Att.

Cicero 15 de Junho de 2011 - 16:25:56

Doutor Daniel!

Encaminho resposta que fiz ao comentarista Rodrigo.

Prezado Rodrigo!

Qualquer pessoa tem o direito próprio de se autonominar conforme sua vontade. Você mesmo diz corrigir os que o chamam de doutor para que o chamem "simplesmente" de professor. Antes, meu amigo, permito-me a recomendá-lo a se bacharelar também em letras, já que você diz pensar que as pessoas são invejosas por não estudarem e se acharem inteligentes. Por fim. pessoas como o PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, não demonstram o que aprenderam, vez que são esnobes e prepotentes. Se assim não fossem, o articulista não encheria a si próprio de tantas qualidades e competências em verdadeiro hipertrofismo de seu ego, bastando escrever o comentário - bem articulado, diga-se, de forma impessoal.

Thiago 15 de Junho de 2011 - 18:16:37

Caros Daniel e Cícero,

Evidentemente vocês não pegaram o espírito da coisa...

O Março é sem dúvida esnobe e prepotente, e isso em nada diminui a teoria dele. O que caso é que ele faz jus ao título e vocês não. Simples. A luta dele é contra o pedantismo. Quem se levanta contra ele, automaticamente se faz pedante, a não ser que não seja advogado, afim, ou apaixonado pelo status da advocacia.

Onde dói? Atacá-lo não muda o fato de que vocês não são doutores nem aqui e nem na China. Mas a luta que vocês empreendem nesse fórum é pela perpetuação da ignorância de um povo cujos reis são caolhos.

A sugestão do Março continua valendo: estudem, escrevam, produzam. A preguiça intelectual, contudo, somada à vaidade que lhes conduz a desejar algo que não lhes é de direito (leia-se inveja), moveu-os a escrever contra um texto simplesmente brilhante.

Não há relevância social? Como não? Você perdeu status, meu caro Daniel. Isso torna sua consideração suspeita. Março defendeu os interesses ele, e vocês defendem os seus. Mas qualquer pessoa sóbria é capaz de avaliar a razoabilidade de cada argumento. Discutam idéias.

"Não sejas sábio a teus próprios olhos" (Pv 3.7)

rodrigo 16 de Junho de 2011 - 12:50:44

concordo em tudo o q vc disse Thiago...
eu quero ve esses dois chamarem um Lixeiro de Doutor fulano...
essa mania de querer se algo q nao eh e muita arrogância...
ja q a palavra doutor pra pessoas q desenvolvem altas pesquisas...
e nao quem acha que pode se chamada assim...

Cicero 16 de Junho de 2011 - 13:51:27

Caros correspondentes!

Ao contrário do que os ilustres articulistas entenderam, não há no meu comentário qualquer crítica ao texto do PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, mas, apenas e tão somente, crítica à sua postura de se auto vangloriar. A despeito, membros do Ministério Público (Promotores de Justiça) não têm o tratamento do pronome de Excelência (o que muitos promotores não conseguem aprender de jeito nenhum), sendo este reservado na seara jurídica exclusivamente para Magistrados (Juízes de Direito, do Trabalho, Federais, Militar e Eleitoral), Membros de Tribunais (de Justiça, Regionais Federais, Regionais do Trabalho, Regionais Eleitorais), Ministros de Tribunais Superiores (do Trabalho, Eleitoral, Militar, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Aliás, o pronome foi empregado no tratamento de advogados e médicos, independentemente do doutorado acadêmico, conforme a Lei de 11 de Agosto de 1827, revogada pela Lei 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases).
Entretanto, concomitantemente com os titulados de MESTRES e DOUTORES, os detentores de notório saber na área afim detêm as mesmas prerrogativas que aqueles, conforme estabelece a própria LDB em seu art. 66, Parágrafo Único, a seguir transcrito:
Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.
Parágrafo único. O notório saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a exigência de título acadêmico.
Cabe, por fim, informar aos ilustres articulistas, que nunca tive e não tenho a pretensão de ser chamado de DOUTOR, pois em mais de quatorze anos de advocacia JAMAIS me identifiquei ou assinei qualquer documento jurídico ou particular (mesmo em procurações que me foram outorgadas) com o pronome de DOUTOR. Simplesmente limito a identificação com o número de inscrição da Ordem dos Advogados do Brasil e com a colocação deste sob o meu nome e assinatura.
Sou BACHAREL em DIREITO e ADVOGADO, o que é o bastante.

Thiago 16 de Junho de 2011 - 14:33:19

Cícero,
Retrato-me e parabenizo-o!

Luka 17 de Junho de 2011 - 15:11:25

Concordo: Doutor é quem fez doutorado. Se o médico trata bem de sua saúde, é obrigação extraída de juramento. Se o advogado trata de defender os interesses de seus clientes, não faz mais do que aquilo que escolheu fazer, decorrente de seu juramento. E tudo isso não sai de graça não, sempre alguém vai pagar, o contribuinte. Ou por meio dele mesmo, ou por meio do Estado. Portanto, nessa terra de doutores, há muito poucos servidores talentosos, e há muito mais busca de pompa e poder. Por isso, doutor é quem faz doutorado.

Francisco 17 de Junho de 2011 - 15:53:10

Daniel Moita... Até que foi bem escrita sua resposta... mas me pareceu mais dispeito.

Marcelo Dourado 17 de Junho de 2011 - 23:32:35

Que bacana a vontade de um se sobrepor ao outro em idéias ou títulos! E o resultado disso tudo é o quê?

Hadan 21 de Junho de 2011 - 18:15:29

Ponto ao Daniel. Meus cumprimentos.

silenew 22 de Junho de 2011 - 03:50:31

Caro Mestre Daniel Moita,

O título de Doutor equivale ao reconhecimento da excelência técnica no meio acadêmico, são vitórias duras de conquistar, afinal são anos e anos debruçados em livros e argumentos, não podemos jamais desmerecer tal feito, devemos louvar estas pessoas extremamente intelectualizadas.
Contudo, como o senhor bem nos lembrou, Mestre Daniel, existe tantos outros que se esmeram em suas profissões, que merecem todo nosso carinho, por sua dedicação e capacidade prática, atributos estes tão importantes, porém impossíveis de se mensurar em uma simples denominação.
Um titulo, por si só, não é capaz de fazer um homem melhor, não é capaz de atrair a simpatia e o respeito, podem transformar um tolo em um Rei e ele continuará sendo tolo.
Mesmo que eu, particularmente, considere desnecessário, O Dr. Março poderia explanar sobre este assunto, visto que se empenhou muito buscando conhecimento sobre a matéria, porém, poderia fazê-lo sem pisotear os demais colegas ou expor suas qualificações como exemplo, a sua arrogância e soberba apagou seu brilhantismo intelectual. Por consequência, fica até fácil imaginá-lo exigindo dos porteiros e faxineiros do seu condomínio que o chamem de doutorpena de sob pena de sanções gravissimas.

Silene
Advogada apenas e não doutora, ainda.

PS: O senhor, Mestre Daniel, por sua vez conquistou minha admiração ;D

silenew 22 de Junho de 2011 - 03:51:28

Silene Soares

É isso ai Luka 24 de Junho de 2011 - 20:55:45

O Luka disse tudo, nem precisa mais continuar discussão nenhuma!

milza regina fedatto 25 de Junho de 2011 - 18:40:52

Por mais que possa parecer estranho, Doutores existem de todas as formas, visto que os mais simples chamam de Doutor aquele pelos quais sentem que por um conhecimento a mais lhes é merecido tal tratamento. Nda ha de errado em ser tratado de Doutor, o que me estranha é uma pessoa de tantos concursos e aprovações preocupar-se com tal denominaçao! Sejas tu, chamado de doutor por sua busca em titulos, seja aquele que o menos versado entende ser "douto". Dê-se à honrarias com respeito ao proximo, que mal ha em ser chamado de Doutor? Parabéns, Daniel!

Nelson 4 de Julho de 2011 - 13:50:59

Prezado Dr. Daniel.
Não o conheço, porém já o admiro pela clareza de sua explanação. Quanto ao artigo em comento publicado pelo Exmo. Canastrão, fica o velho e sábio ditado, ou seja, "diga-me com quem andas, e te direi quem és !"

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 10:04:43

DOUTOR?????
Este não foge a luta, até parece que já estivemos tão perto, simplesmente pela escrita de sua mente, confortavelmente é o que é DOUTOR E MAIS*****assim sendo considerado é o exelente esselente ou tris-simo ou no cimo(tuninhodeolarias)

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 10:25:44

DANIEL MOITTA????
PORQUE LOGRANDO ÊXITO!
NÃO FUJA, É TÃO PERFEITO, esta sua explanação, de que algo me contrai, a minha memoria COMO NÃO para o "daniel moita" e sim para as minhas ?????????????????????????????????????????????????? ???????????.e considerações do explêndio homem que um dia conheci e vi, por EXELENCIA SENHOR???????.... NADA ME FEZ PENSAR DIFERENTE...com a tamanha simplicidade como ser humano bem como por justiça ser, do que realmente é, e se faz assim a minha pessoa pensar(toninhodeolarias)e que na sua crênça DENTRE A SERRANIA esta êle,do qual malmente podemos vêr, apenas sentir que lá ele esta e se encontra para que possamos tambem encontrar ele A CIÊNCIA DEUS(toninhodeolarias).

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Rachel 11 de Maio de 2011

Daniel Moita, de que adianta tentar escrever "bonito" se vc mal sabe escrever corretamente? Ressentimento é com dois ss....

Daniel Moita 11 de Maio de 2011 - 21:46:56

Boa Noite Rachel ...

Aliás, Rachel do que mesmo? Devo chama-la por algum sufixo especial? Doutora, sei la?
Grato pela observação.
Penso que tu sejas uma mulher exigente (está correto com X?), portanto, interpretarei o "tentar escrever "bonito" como sendo "você conseguiu". Dessa forma, agradeço o elogio. Sinceramente, fico muito feliz com a tua observação, pois é certeza que você leu o texto com carinho, ainda que para criticar. Lamento apenas que não foi no campo das idéias.

Att.

Do teu amigo,
Daniel

Patrícia 16 de Maio de 2011 - 22:32:26

Parabéns DOUTOR Daniel Moita. O senhor realmente merece referido tratamento,posto que além de coragem, sabe colocar muitíssimo bem as ideias, além de ser muito educado e paciente, conforme demonstrado no trato com a senhora, senhorita, dona... sei lá... Rachel.

leonardo 17 de Junho de 2011 - 17:32:34

Eu chego a ficar triste toda vez que vejo a pessoa escrever de forma tão desengonçada, e ainda se referir a "doutor" como "sufixo". A colega acima tinha razão, você não sabe escrever! Se quer que levem em conta suas ideias, aprenda a expressá-las.

Daniel Moita... 17 de Junho de 2011 - 19:30:25

Leonardo do que mesmo?
Minha manifestação garante a autoria.
Você pode me encontrar em qualquer das redes sociais, ou mesmo na plataforma lattes, onde consta meu currículo.
Ao lançar críticas sobre meu pensamento, tenha a decência e a coragem de se apresentar de forma identificável.
Não tenho a pretensão da perfeição, e me dou ao luxo de errar e aprender.
No entanto, devido aos inúmeros comentários que foram desencadeados após minha manifestação, e a maioria de pensamentos que convergem com minha exposição, tenho convicção que me fiz compreender.
Talvez não a altura de teus conhecimentos e cultura, os quais são facilmente perceptíveis no teu brevíssimo, elucidativo e bem fundamentado comentário.
Aproveito também para agradecer a correção - doutor não é sufixo.
Aliás, corrija a palavra idéias, acrescentando o devido acento circunflexo.

Daniel Moita... 17 de Junho de 2011 - 19:42:11

Ao colocar o acento circunflexo, releia tudo que escreveu... após... experimente o AGUDO.
De qual colega se refere? RAQUEL ou PATRÍCIA?
Colega de que?

Elilson José Batista 18 de Junho de 2011 - 10:09:00

Santa Ignorância: com as novas regras da recente reforma ortográfica, a palavra "ideia" não é mais acentuada (nem com acento "agudo" (anterior,) nem com "circunflexo", o que é pior, como sugerido).

Daniel Moita... 27 de Junho de 2011 - 16:20:44

Tenho muitos defeitos. Mas ser COVARDE e PRECONCEITUOSO, não fazem parte das coisas que me desclassificam como pessoa e/ou profissional. Nunca me esconderei no ANONIMATO. Nunca discriminarei quem faz uso das COTAS, muito menos, que somente pode ter acesso a um computador através de algum programa social.

Nico de quê 14 de Julho de 2011 - 12:06:14

A arrogância que você tanto criticou, Daniel, está evidente em seus "fulano de quê, mesmo?". Lamentável.
Então, para lhe homenagear, resolvi te criticar e não me identificar. Vai dar outro chilique? Nem ligo.
Ah, e não adianta dizer que por isso não vai levar meu comentário em consideração, pois sua arrogância (que fede) provavelmente não te deixa levar em conta comentários que contrariem suas idéias ou critiquem seu comportamento, e não venha me dizer que ao menos fica feliz por eu ter lido seu texto com carinho, pois isso é "conversinha".

Sem mais.

Fulano de Tal 24 de Julho de 2011 - 22:09:44

O Leonardo, decerto, está certo. Fiquei exultante, todavia, com o comentário do Nico de quê, que me inspirou o codinome (perdoe-me, Nico, pelo "Tal" com maiúscula).

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:42:57

homê SE POR AQUI como se ta fulano de tar eu quero se dotÔ vo ponha na porta da minha tapera de taipa PRACA DOTÔ NHO TONHò

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 10:38:55

DANIEL!
Que louvor !
Quanto louvor mestre! sendo mesmo ou memo cinceramente ou até mesmo sinsceramente me ajoelho diante de tão alto louvor mestre DANIEL MOITA?????????.... QUE SUSPENSE ME FAZ PENSAR DIFERENTE daniel!(tuninhodeolarias).

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 10:54:26

DANEIL?
Na medida em que vou lendo, me arregalo!
e tendo a absoluta certeza de minhas ?????????????????????????????????????????????????? ?????????????????????????????????????????????????? ??????????????????(toninhodeolarias)MUITO LONGE DE SER UM moita ou moita deve ser sim muita miuta para pouca conversa???... quando vi e analisei em outros comoportamentos fora deste forum.

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Washington 11 de Maio de 2011

Dr. Márcio por favor tente responder-me uma questão: É possível que um cidadão seja seu próprio advogado como aconteceu no filme americano ´´Mamãe é de Morte``? Está escrito de forma contundente e inequívoca na Constituição brasileira que sou obrigado a contratar um advogado?

Daniel Moita... 16 de Maio de 2011 - 23:15:28

Prezado Washington

No Brasil é preciso ser representado por advogado, salvo as dispensas legais - trabalhista e Juizado Especial Cível. Isso se chama capacidade postulatória. Somente advogados estão autorizados pelo Estado a representar os interesses e os anseios dos particulares diante do próprio Estado. Espero ter ajudado.

Thiago 15 de Junho de 2011 - 18:49:27

Caro Daniel,

o que o senhor e o direito brasileiro chamam de "capacidade postulatória", arrogando a virtude do princípio, eu chamo de "um bom pretexto para não ficar sem trabalho".

A democracia por excelência deve conferir a todo e qualquer cidadão o direito de representar-se perante o Estado. O prejuízo é dele e somente dele. Se ele deseja arcar com os prejuízos, o azar é dele.

Posso concordar que tal princípio traga certos benefícios sociais, mas o senhor há de concordar que ele fere os princípios democráticos de liberdade.

Democracias mais evoluídas já abandonaram o seu argumento, entendendo que é uma desculpa piedosa para garantir o seu emprego.

Nesse caso, as minhas congratulações são pela organização da sua classe, que, pervertendo o direito em benefício próprio, fazem de suas próprias conquistas valores maiores do que o direito alheio. Como eu já afirmei: democracia primitiva.

Geovane Prazeres 16 de Junho de 2011 - 09:09:46

Permissa vênia, mas de todos os comentários que li aqui, este é o mais esdrúxulo: A partir de hoje, por vivermos num país livre, se eu quiser faço cirurgias (mesmo não sendo médico), retiro dentes (mesmo não sendo dentista), faço prédios (mesmo não sendo engenheiro).

Afinal, estudar para fazer tudo isso é apenas sinônimo de uma "democracia primitiva", que visa "garantir o emprego" daqueles que passam anos estudando o que se propõem a fazer.

Realmente... Ridículo este argumento.

Thiago 16 de Junho de 2011 - 14:07:26

Geovane,

Parece-me que houve certa intencionalidade da sua parte em fazer mau uso do meu argumento para tentar ridicularizá-lo.

Eu não escrevi que eu (um não-advogado) deveria ter a liberdade de exercer a profissão. Eu escrevi, e você se fez de desentendido, que em democracias mais evoluídas, eu, embora não seja advogado, teria o direito a um advogado (e não uma obrigação a um advogado).

Quanto à sua analogia, você não foi bem sucedido. Como eu disse, não há no meu comentário a intenção de usurpar sua profissão, só o direito de não contratar ninguém.

Se o prejuízo seria meu, o que tem você com isso? Vais me dizer que está preocupado comigo? Ora, você está preocupado é com o seu emprego.

Diga-me, qual a lei que te impede de arrancar o teu próprio dente? É evidente que o teu serviço saria uma grande porcaria se comparado ao de um dentista, mas se você se acha tão capaz quanto um dentista e acha que pode arrancar teu próprio dente, vá em frente. Os dentistas, ao menos, não fizeram lei tão esdrúxula para defender seus interesses.

Agora, já que você não percebeu, presumindo sua boa fé, ficou mais claro: o direito brasileiro privilegia castas. Nós não temos direito a um advogado, nós somos obrigados a um. Bom pra quem? Pra você!!!

Sandra 16 de Junho de 2011 - 15:38:59

Caro Thiago, existem casos em que você não precisa de advogado como foi anteriormente citado, mas em outros é preciso sim, mas você não é obrigado o contratar um advogado, podendo recorrer a um direito seu e de todos os brasileiros, um defensor público.

Luciana 17 de Junho de 2011 - 16:03:07

Parabéns Thiago, você escreve melhor do que esses advogados aí que ficam pesquisando o google para escolherem as melhores palavras, mas escrevem as simples de maneira errada, rsss Pelo menos você tem conhecimento, argumento e idéia bem elaborada.

Thiago 18 de Junho de 2011 - 10:10:20

Sandra,

Obrigado pela atenção. Conheço a Defensoria Pública (que, aliás, em alguns municípios de meio milhão de habitantes nem funciona adequadamente, em pleno século XXI).

Mas ela resolve as diferenças sociais, não é delas que eu estou tratando. Talvez a confusão seja culpa minha, mesmo, porque fiz uso do termo "contratar", conferindo uma conotação econômica para o problema. Corrijo-me, portanto: o que eu quis dizer foi "constituir um advogado".

Minha peleja é por uma democracia mais evoluída, desarraigada dos ranços de um Brasil, cuja inauguração esteve alicerçada nas bases da desigualdade entre os indivíduos.

Minha teoria não é minha. É o que ocorre em democracias mais evoluídas que a nossa.

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Luciana,
Fico envaidecido.
Obrigado.

Felipe 18 de Junho de 2011 - 15:19:22

A tal da Geovana "Prazeres" nem treplicou depois que viu a quantidade de bobagens que sua resposta continha... bom Tiago, pelo menos a sua resposta mostrou bem o equívoco que ela cometeu na analogia com os engenheiros e dentistas...agora se ela ainda não entendeu...

Alexandre 22 de Junho de 2011 - 14:04:28

Washington,

Você não é obrigado a contratar advogado, jamais, basta resolver extrajudicialmente seus problemas, ou não se envolver em problemas.

Hoje existem as cortes arbitrais, os centros de pacificação social, os juizados especiais cíveis (até 20 salários mínimos) e federais que não necessitam de advogados, resolva por lá seus problemas.


Agora, caso esteja inserido num contexto que exija a manifestação do judiciário e não sejam as causas do jus postulandi (trabalhista e juizados), infelizmente para você, haverá a necessidade de se contratar um advogado, não obrigação, mas necessidade, assim como há necessidade de intervenção cirurgica por médico caso você tenha câncer.

A Constituição veda o exercício irregular da profissão e protege todas as categorias, faça uma leitura, irá lhe engrandecer muito.

O judiciário está abarrotado de petições, agora imagine se fosse obrigado a analisar petições sem nenhum padrão ou feitas por matemáticos, físicos, engenheiros, médicos... este poder do Estado tornar-se-ia um circo.

Toda sociedade necessita de regramentos, inclusive para condicionar o exercício de algumas profissões, caso contrário todo mundo poderia emprestar dinheiro a juro, comercializar produtos sem se regularizar e recolher impostos, ter título de bacharel ou de doutor sem haver lutado pra conquistar, ou seja, tudo na vida há uma certa imposição, mas só é doutor quem quer, só é médico quem quer, e só contrata advogado quem quer ou precisa!

Marcelo 27 de Junho de 2011 - 16:26:05

Caro Thiago:

O direito de não contratar ninguém? Estranho...
Com relação ao mérito, cabe dizer que sua argumentação é válida no âmbito dos Juizados Especiais e também na Justiça do Trabalho.´
Porém, é histórico que o cidadão que postula em causa própria suporta prejuízos desnecessários, que seriam evitados se estivessem patrocinados por profissionais habilitados.
Além disso, os trâmites processuais são complicados, não acessíveis ao cidadão em geral.
Finalizando, eu gostaria mesmo de saber quais são essas "democracias" tão evoluídas que você menciona, nas quais se dispensa o serviço do advogado.

Natasha 11 de Maio de 2012 - 09:26:45

Marcelo, escrevestes pouco, mas com argumentos irrefutáveis. Essas pessoas (leigas) assistem televisão demais, confundemm realidade com fantasia. o direito brasileiro (processual principalmente) é complicadíssimo.

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Patrícia 12 de Maio de 2011

Boa explanação. Contudo há que se acrescentar que, para os bacharéis estudiosos e que por força de lei deixaram de sê-lo, passando após exame da ordem, a advogado, isso não é novidade alguma.
Os tratamentos independemente do título, por norma da boa educação, sempre são respeitados, apesar de incorretos. Como bem lembrado em comentário acima: doutor é titulação acadêmica, portanto, deveria ser utilizado somente nesse ambiente.
MAS OS TITULADOS gostam de ostentar e, o que preocupa nos dias de hoje é que não bastasse o "comércio" educacional para obtenção da graduação, tal já alcançou os das titularidades e, como sempre digo, diploma não é sinônimo de boa educação tampouco de respeito aos outros e, diga-se de passagem, postar comentários ainda que embasados juridicamente, visando enaltecer o currículo reforça a corrida nos "comércios educacionais" e fica muito feio auto propagando não?!
As pessoas deveriam estudar porque gostam- como eu - e não só porque o mercado de trabalho, a instituição acadêmica que frequento ou que quero lecionar exige, senão voltamos aos tempos da monarquia em que, títulos são mais valiosos que as pessoas...

Daniel Moita... 16 de Maio de 2011 - 23:19:11

Oi Patrícia... recebi seu e-mail... agradeço as palavras. Meu e-mail é adv.daniel@terra.com.br ... por favor me mande seu endereço para mantermos contato. Att.

Natasha 11 de Maio de 2012 - 09:33:59

Nossa Patrícia! Que "lição de moral" bem aplicada! O Grande DR. Marcos mereceu. Nós mulheres sabemos que, homens com o ego inflado dessa maneira é porque possui algo pequeno para esconder ou compensar.

F. Antenor Gonsalves 7 de Setembro de 2012 - 18:46:31

O moita é tão mala (sem ofender...) que aproveitou o espaço para promover seu e-mail, pois se recebeu e-mail da colega certamente tem o e-mail dela.
Já que gostam de citar Estados Unidos como exemplo, lá qualquer cidadão pode advogar.
O Thiago é o único equilibrado aqui neste palco, onde cada um quer superar o outro em tudo!
A Assembleia Constituinte de 1988 era formada -em sua maioria relativa em termos de profissão -por advogados e, no absoluto, por cúmplices destes; sem contar (preterição) a vistosa "simpatia" que a OAB angariou na campanha pelas "Diretas Já", o que lhe favoreceu a ser a única profissão prevista nessa Carta: sindicato -advogados em causa própria! O que há de se compreender.
Até então os melhores advogados no Brasil eram rábulas. Trata-se de matéria de Direito qualquer cidadão "representar" a si mesmo diante do Estado, sem intermédio de outrem. O patrocínio do advogado de defesa pelo Estado (é fato, e os presídios estão lotados deles) alimenta uma grande injustiça social, pois há detidos com mais tempo de custódia do que seria a pena máxima correlata ao seu suposto delito.
Quanto às demais profissões, em São Paulo, por exemplo, médico obstetra processa colega dermatologista por ter feito um parto: a briga pelo mercado; mas em toda a região amazônica, destacadamente no lado do Brasil, onde não há médicos em raio de centenas e centenas de quilômetros, militares da área de saúde das Forças Armadas da Venezuela saem em peregrinação ensinando às parturientes ou membros da família e vizinhos a fazerem o parto e não há nenhum conselho ou ordem de quaisquer profissões com interesse classista aí, o que evidencia ou prova que esses conselhos e ordens são meros instrumentos de defesa de classes colocando o lucro acima da vida e da liberdade.
Quanto ao artigo em tela, o debate que gerou trouxe-me à mente um velho provérbio russo ocidentalizado por Pascoal: "A grande virtude das pequenas inteligências é discutir pessoas; a grande virtude das médias inteligências é discutir ocorrências; porém, a grande virtude das grandes inteligências é discutir ideias".
Se o autor do texto em tela é o que diz, deve o ho-mem ser penalizado por dizer a verdade? E ademais, o bom deve ser exaltado, pois que se não o mal prevalece. Presta um grande serviço ao país o tema levantado pelo autor ao suscitar o tema, posto que há casos no Brasil em que pessoas inocentes foram condenadas e detidas por não tratarem esses juizóides por doutor. Doutor não é pronome de tratamento: é titulação acadêmica. Se fôssemos tratar um profissional por doutor pela excelência do seu trabalho eu diria que o DOUTOR ZÉ DA SILVA (o excelentíssimo e humanista gari da minha rua) deveria ter ido representar o Brasil nas Olimpíadas de Londres.
Quanto à analogia do exercício profissional da ad-vocacia (ad vocare) e o profissional da área de saúde (recuso-me a usar o adjetivo de ridícula) é descabível, pois um não-advogado (jamais deve ser chamado de leigo, pois muitos rábulas ou quase todos demonstraram mais conhecimentos do que os bacharelados em Direito), um acusado não tem alterada sua capacidade física e intelectual, enquanto um enfermo em qualquer grau já tem seu metabolismo e suas capacidades físicas e mental alteradas.
Parabéns, Thiago, pela lucidez!

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Michela Espíndola 30 de Maio de 2011

Não se faz necessária tanta discussão acerca do assunto, creio eu, discutir a quem cabe o título não é o mais relevante, mas sim analisar se ao título adquirido confere competência e propriedade no desenvolvimento da profissão. Além disso, caberia também discutir-se que anexa ao certificado em si, deveria vir a utilização de certos valores no trato aos cidadãos. Doutores, se assim querem ser chamados, primeiramente devem ser competentes, mas, acima de tudo, humildes, porque de nada lhes serveria a profissão Drs.(docentes), Drs.(Bacharéis)se não fosse a clientela que lhes proporciona ação.

Michela Espíndola
(Não sou Doutora, sou professora e admiro vossas profissões, bem como a minha.)

Daniel Moita... 30 de Maio de 2011 - 23:10:16

Que ilustre comentário MICHELA. Parabéns pelo posicionamento. Claro e objetivo, em especial no que se refere aos valores no trato dos cidadãos.

Marinho Defenti... 22 de Junho de 2011 - 12:25:39

Senhor Daniel Moita, é Michela Espíndola e não somente Michela, pois ela se identificou por inteiro como o senhor exigiu acima do Leonardo.

che anhaguera 12 de Julho de 2011 - 07:58:50

doutor e quem faz doutorado,quem estudo direito aprende tudo errado

Jorge 12 de Julho de 2011 - 12:02:28

"che anhanguera" Não conssigo entender como que alguém que tenha estudado "direito" possa aprender tudo errado.

che 12 de Julho de 2011 - 17:48:32

o bom de estudar direito , o advogado muitas vezes se ntorna um bom professor de portugues nao e jorge

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 11:10:50

CHE?????????
QUE CIÊNCIA ! não?... transformada em politcamente falando???????????....vemos e analisamos toda hora e a todo momento??? por este campo esta para deus nas cupulas e você entrez nóis??? da para confortar a minha idéia de ao menos assim pensar? EXELENTISSIMO SENHOR PROMOTOR DA RÉ-PÚBLICA DA FÉDE-RATIVA DO BRASSIR CHE-GUE-AVARA-ANHAGUERA, estais no brasil até possso aqui dizer BRASIL??????(toninhodeolarias)olhe o praxe! CHE! THÊ ANHAGUERA, ao morubichaba(tuninhodeolarias).

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Sabrina 15 de Junho de 2011

Pra mim esse Marco Antônio não passa de um pobre coitado que se acha muita merd@ por ter um Doutorado e por isso quer ser reconhecido pelo Título... nunca conheci um "Doutor" tão soberbo!

Luciana Aparecida... 15 de Junho de 2011 - 16:32:02

É que fazer doutorado dispende tanto tempo e dedicação que nos torna um pouco intolerantes com quem não passou pelo mesmo processo e quer ter o mesmo título. É isto: título! Para quem precisa, ótimo, faça-se por merecer . Para quem não precisa, vá viver sua vida!
Luciana - Doutora em Matemática Aplicada!

Thiago 15 de Junho de 2011 - 18:54:18

Sabrina,

ele não quer reconhecimento pelo título, ele quer o reconhecimento do título.

O que você quer é dizer que a reclamação dele não é justa. A soberba dele não anula o bom argumento.

Ele é doutor, porque merece. Advogados sem doutorado não fizeram nada para merecer um título tão nobre para a vida acadêmica.

Ressignificar o título "doutor" é, evidentemente, a maior peleja dos comentaristas contrários à teoria do artigo postado.

Adriana 15 de Junho de 2011 - 20:17:06

Compartilho dos mesmos sentimentos, Luciana. Nós que passamos anos trabalhando em uma tese de doutorado sabemos que ser doutor de verdade é uma tarefa árdua. E tenho certeza que não estás ofendida por eu não te chamar de "Dra. Luciana". Acho que é isso que mais me incomoda com os "doutores" de graduação.
Thiago, fiquei muito curiosa para saber a tua formação. Gostei muito dos teus comentários.

Marcio 16 de Junho de 2011 - 14:18:44

Sobre o comentário da Srª. ou Srtª. Luciana Aparecida, devo dizer que "Deus me livre encontrar alguém que fez doutorado, já que por dispenderem tanto tempo e dedicação os torna um pouco intolerantes com quem não passou pelo mesmo processo".
Recomendo então que não se façam mais "doutorados", para continuarem simples mortais e tolerantes conosco, cidadãos comuns e mortais.

Thiago 16 de Junho de 2011 - 14:57:56

Adriana,

Obrigado.
Eu sou da Teologia.

Quanto a títulos, (neste fórum) prefiro me silenciar. Aqui, se você diz que é Doutor, passa por arrogante. Se você diz que tem o segundo grau, passa por ignorante.

Então, prefiro discutir idéias do que os meus méritos.

Abraços!

Marconi A. Saraiva 21 de Junho de 2011 - 11:01:31

Caros amigos virtuais, depois da leitura de vários argumentos, cheguei a uma conclusão: deveria existir doutorado em cidadania.

Refiro-me à cidadania no aspecto mais amplo possível, consciência dos seus "deveres" e "direitos".

Na maioria dos manuais, livros e artigos, sempre vejo a palavra "direitos" escrita à frente de "deveres". Aqui, inverti essa ordem de propósito, para falar de um dever que acho fundamental: o respeito a qualquer indivíduo, independentemente de titulação ou formação acadêmica.

Conheço muitos mestres, doutores, juízes, promotores, advogados, e a soberba, infelizmente, é algo marcante na maioria deles.

Na minha opinião, títulos não enobrecem quem quer que seja, nem mesmo por conta dos anos de estudo e do trabalho árduo necessário para a construção de uma boa tese de doutorado, que, muitas vezes, na prática, não tem qualquer serventia para nós, pobres mortais.

Cito aqui um exemplo raríssimo, que demonstra sim a nobreza que a alma humana pode e deve alcançar.

Segue o "causo" verídico:

Um dos meus professores, o mais exigente diga-se de passagem, certa feita, participou da organização de uma festa de confraternização em uma grande empresa da minha cidade.

Dessa festa, participaram todos os funcionários da empresa, que, em sua maioria, executavam trabalhos pesados, recebendo a alcunha de "peões".

Meu professor, na falta de garçons, assumiu esse posto. Em dado momento, um dos "peões", querendo ser atendido, dirigiu-se a ele, em grito retumbante: "Ei, garçon!!!"

Uma das autoridades à mesa logo o repreendeu: "Sabe com quem você está falando? Este senhor é o DOUTOR Itanagé, com títulos em várias universidades da Europa. Trate de respeitá-lo!"

Para surpresa de todos, o Cidadão Itanagé retrucou, tirando a sua carteira de identidade do bolso: "Meu amigo, agradeço a deferência, mas aqui não está escrito à frente do meu nome a palavra doutor. Aqui eu sou Itanagé, o garçon, sim senhor, e com muito orgulho, pois estou "servindo" a pessoas que talvez trabalhem muito mais do que eu. Lá na academia, se quiser, pode me chamar de Doutor, mas prefiro que me chame pelo meu nome, pois os títulos não me tornam melhor ou pior do que ninguém."

Todos ficaram perplexos e o Cidadão Itanagé fez questão de atender o tal "peão" durante toda a festa.

Acho que esse é um bom exemplo para o DOUTOR MARÇO ANTONIO, que passou tanto tempo pesquisando para defender a importância de uma coisa que não tem importância alguma, se não puder ser usada para o bem coletivo.

Saudações a todos.

Tenho certeza que, nesse dia, esse homem, silenciosamente, recebeu de todos o TÍTULO DE CIDADÃO.

Finalizando, que sejam formados DOUTORES EM CIDADANIA.

ANGELA... 22 de Junho de 2011 - 18:03:42

Maravilhoso! Parabéns Marconi a Saraiva...

Marcelo 27 de Junho de 2011 - 16:47:18

Desculpem-me, mas não me vejo entrando ou saindo do consultório de um médico sem dispensar a ele o tratamento de "doutor".
Sou advogado, não tenho o título de doutor, e não me importo caso meu cliente me trate pelo nome, o que muitos fazem.
Porém, entendo que essa forma de tratamento é resultado de uma tradição, a exemplo de tantos outros países.
Creio que essa discussão somente existe por um desnecessário sentimento de despeito de profissionais de outras áreas, inclusive de doutores.
Por outro lado, duvido muito que o autor do artigo, que agora é doutor, tenha recusado tal tratamento logo após sua formação em Direito.
Claro que doutor é quem fez doutorado, sem dúvida.
Assim como "coronel" é patente militar...

Letícia 29 de Junho de 2011 - 17:54:59

Oi Doutores. Acabei de me graduar em fonoaudiologia e montei minha clínica sem colocar DRa antes do meu nome. Como a cidade é do interior, não passou credibilidade alguma. Fui chamada atenção por colegas, coloquei o Dra e tudo mudou pra melhor. Agenda lotada.

Gilberto Abreu 1 de Julho de 2011 - 18:27:31

De todos os comentários, na maioria egocêntricos e narcisistas, o seu foi, sem sombra de dúvidas o mais divertido. Confesso que não pude segurar a gargalhada. Parabéns pela presença de espírito !

che anhaguera 12 de Julho de 2011 - 17:54:00

com doutorado mestrado, especializaçoes,phd vai tudo para vala comun com um ultimo titulo aqui(jaz)

nho tonhô 27 de Julho de 2011 - 14:57:41

oi che anhaguera ce ta bao homen eu sei que oce gostade comida capira quarque dia desde um vo leva oce pra comer virado debrusado no fugao de lenha uai

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 15:21:59

O XÊ! Ho! TÁ DOIDHO! -É? QUI ISSO HOME deus qui mi live de guaidys; O sô! Uma ainda vai lá mas home da doidho cume virado ainda mais di brusado? cara que repercução dos mal intendidos tchê? bagunça! mas nem tanto capiria ainda vai lá uma duas trêz, mas na quarta só se for para o quarto durmi, sô! quando subi pelas cabeças dispois de trêz mé arruela desprende muito fácil de parafuso preso tha dhoido NHO TONHô doutô o O CHE ANHANGUERA ou chegueivara aquele c´bano, parece-me que o pseudonimo esta meio cumbinado(tuninhodeolarias)me discurpe de minha desgraçada manifestação imprópia para menores de 18 anyus novyus

Doutor em Sacanagem 27 de Março de 2013 - 01:06:18

Sou doutor em sacanagem, mestre em bandalheira, graduado em vadiagem. Tá vendo.... tenho títulos...

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Fabio 15 de Junho de 2011

Nossa. Concordo que Doutor é quem tem Doutorado, mas esse ai que escreveu este pobre artigo deveria ter a alcunha de arrogante e metido e não Doutor.

Falou tudo 23 de Abril de 2012 - 16:22:28

Matou a pau, é isso mesmo!

Natasha 11 de Maio de 2012 - 09:16:56

Caro Fábio, concordo com você: esse autor além de prepotente é ridículo. Hoje em dia, estão fazendo mestrado e doutorado para esconder falta de conhecimentos, quando não se têm pai desembargador, esconde-se atrás de títulos. DR. Marco possui doutorado, mas pelas mesmas razões pela qual desdenha e critica. Sempre dispenso o tratamento de "doutora", mas creio ser relevante na esfera profissional. DR. Marco no alto de sua grande sapiência nos explique: como um advogado deve ser chamado? Ele nos revelou que já fora advogado, nessa época ele provavelmente fazia questão de ser chamado de DR. É como dizem: "... é um cara que não teve competência para ser juiz". Logo, escreveu esse artigo simplório e mesquinho por frustração.

Sergio Teixeira 4 de Setembro de 2012 - 11:57:35

O autor pode até mesmo não ser prepotente, mas seu artigo dá nitidamente essa impressão.
No entanto, ele está rigorosamente certo: Doutor é quem tem doutorado, não apenas em Direito, mas também em outras áreas.
Assim, existem doutores em Teologia, em Sociologia, em Medicina, etc.
Embora não seja eu mesmo dessa área, tenho muitos amigos advogados e noto que existe entre eles a certeza de quem dentre eles pode usar o "Dr." antes do nome e quem não pode ou não deve.
Eu mesmo não tenho muito critério para chamar alguém de "doutor", porque nunca sei se são efetivamente doutores ou não.
Os que eu sei que têm doutorado, em nossas conversações particulares continuarão a ser "Zé", "Tião", "Bira", "Chiquinha", mas quando em público, não me custa nada chamá-los de "doutores".
E aos advogados mais antigos na profissão, também costumo chamar de doutores.
Os mais novos, recém-saídos da Faculdade, sempre chamo de "Sr." ou de "bacharel" e espero que eles me corrijam.
Isso evidentemente NUNCA acontece.
A propósito, tenho um amigo que é Doutor em Sociologia, Bacharel em Música e Mestre em Etnomusicologia com especialização em Música Brasileira e Latinoamericana, sendo autor de um eficiente método de divisão musical já publicado em Português e em Inglês.
Com toda essa titularidade, ele faz questão de ser chamado por uma abreviatura de seu primeiro nome, e só.
Outro tipo de pessoa com essa quantidade de títulos já se sentiria superior ao Papa...
O interventor de uma firma onde trabalhei era "bacharel em ciẽncias jurídicas, econômicas e contábeis", e mesmo assim era chamado de "doutor".
Em suma, nunca se é "doutor" apenas pelo fato de haver cumprido cinco anos de Faculdade.
Outro título que o povo confunde é o de "Professor", que tem sido estendido indevidamente a todos os profissionais do ensino.

Aldir Avelino Costa 25 de Março de 2013 - 18:06:18

Para mim, O título de Doutor é decorrente de uma Lei que o instituiu.Assim,o título tanto vale para quem faz doutorado, quanto para quem é Advogado. Quem faz doutorado, ao longo do seu curso de doutorado, defende tão somente a tese que ele mesmo escolhe...Ao passo que o Advogado, ao longo de sua trajetória profissional cria teses em defesas processuais, e as defende na maiorias das vezes com sucessos... Ao passo que os representantes do Ministério Público,na maioria das vezes não criam tese de acusação nenhuma,mas simplesmente acompanham o que já vem relatado no Inquérito Policial... Talvez seja essa a grande frustação do "Doutor" Marco Antônio Ribeiro Dutra, o doutor que prepotentemente, talvez tenha assinado o atestado de "loucura" de Dona Maria PIA. Assim, tanto o Titulo de DOUTOR para ADVOGADOS, quanto o Título de DOUTOR para quem faz doutorado, para ambos os casos são válidos, visto que para ambos os casos, são decorrentes de imposição legal, no primeiro caso por Decreto do Rei, e no segundo caso pela LDBE. Veja também, que além dos Advogados, Juízes e Promotores de Justiça, etc...Vereadores, deputados, Senadores, Governadores e Presidente da República...São chamados de Vossas Excelências...Que pecado tem nisso!!!!

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rodrigo 15 de Junho de 2011

o q me causa extranheza e o povo aqui critica a colocação do PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA...
e como ele disse se q ser chamado de Doutor, e so fazer um doutorado...
quem q se chamando de doutor sem fazer um doutorado e pq gosta de coisas fazeis...
Tem um infeliz q disse q Lula e um doutor... onde ele pode se chamado de doutor... o q ele estudou na vida pra se chamado de doutor...
Eu fiz bacharel em Matematica e as vezes alguem me chama de doutor fulano eu me viro e corrijo me chame de prof fuluno... pq nao fiz doutorado pra se chamado de doutor...
e muita falta de respeito quere se tratado de doutor sem de feito nada pra isso... quem faz doutorado tem q estudar, pesquisar, desenvolver e principalmente defender uma tese...
isso custa muito, tem q fica estudo por 2 ou mais anos, durante isso tem q trabalha pra sustentar a familia para depois no final recebe as condecorações...
se quem ainda q se chamado de doutor por que nao entra nessa maratona de estudo acadêmico??
então PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA vc esta corretíssimo no seu Título " Doutor é quem faz Doutorado"
Então Daniel Moita vc se mostra uma pessoa q gosta de respeita os bons costumes...
mas respeita os bons costumes nao se traduz se uma pessoa humilde.
so pq vc chama quem vc que de doutor nao garante a vc o título de doutor... se vc faz questao de se chamado de doutor pq nao faz um doutorado desenvolva uma Tese pra vc defender... ai quero ve se vc vai aguentar 3 anos numa academia...
Obs.: Com sinceridade, embora "eu" não vislumbre qualquer relevância jurídica ou social no seu comentário vc diz q quem q se chamado de doutor e um "sujeito que precisa a todo instante alimentar o ego e provar a todos os seus feitos." vc acha então q quem se esforça durante anos nao merece reconhecimento???
se o q vc pensa e verdade...pq vc comenta isso? "Da mesma forma, chamarei a todos os meus colegas ADVOGADOS de DOUTORES, pois a única profissão privada prevista na Constituição"
vc tb q se Reconhecido pelos outros...
vc so demonstra inveja de pessoas q conseguem realizar um doutorado... pelo menos e isso q eu penso de quem nao estuda e se acha inteligente...

Cicero 15 de Junho de 2011 - 16:24:12

Prezado Rodrigo!

Qualquer pessoa tem o direito próprio de se autonominar conforme sua vontade. Você mesmo diz corrigir os que o chamam de doutor para que o chamem "simplesmente" de professor. Antes, meu amigo, permito-me a recomendá-lo a se bacharelar também em letras, já que você diz pensar que as pessoas são invejosas por não estudarem e se acharem inteligentes. Por fim. pessoas como o PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, não demonstram o que aprenderam, vez que são esnobes e prepotentes. Se assim não fossem, o articulista não encheria a si próprio de tantas qualidades e competências em verdadeiro hipertrofismo de seu ego, bastando escrever o comentário - bem articulado, diga-se, de forma impessoal.

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 01:11:37

Concordo com você Cícero, imagine a situação que no prédio em que trabalha ele até mandou pôr uma placa para que ninguém ali seja chamado de doutor, a não ser ele mesmo! E se a pessoa for doutor mesmo? se ele estiver perto é melhor evitar! Outra coisa, enquanto ele perdeu tempo pesquisando isso, alguém sem doutorado mesmo deve ter feito seu trabalho!

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al 15 de Junho de 2011

Doutor que nada o que importa mesmo é dim dim no bolso!

Luciana Cerqueira 15 de Junho de 2011 - 19:31:45

kkkkkkkkkkkkkk

nhô TONHO 12 de Julho de 2011 - 18:09:32

ate pm vira doto quando pega lalao, lalao fala sei ano doto voi eu nao doto, o lula e doto la em portugà dotô ONORIO CAUSA ele so tem quinta sere, uai adevogadio e mulê E BICHO DA TERRA temtaro fica com minhas trez fazenda

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 15:30:59

NHô tonho! ta vendo não aquele edificio lá?
tá veno? tá não? pois sabe, que lá não tabaei não?
porque? há purque! o cara! me chingou eu de doutô, fiquei cuma baita de uma réiva, que lá não pizei mais não! cara uma coisa dessa pra cima da di eu!, minha nossa sinhora mi livi de guardis, tivi que invoca são biniditos pra me ajuda eu! pensei que isso éra só para jenti que possuice canudo di paper! sabe aqueles molenguinho que dobra dobra etc.POIS a minha situação ficou muito feia perante os que estavam por ali por perto,sabe cuma qui é, um pau di lenha é um pau, mas canudo? DOUTÔ! é mior deixa pra lá esqueça desta bobagem assim assim é mior terminar por diaqui memo sô a réiva qui dá quando não é e julgam que é DRº ONORIZ CAUDA comprida, como FHC. UM onoris CHAMANDO BRASILEIROS DE vagaBundys, da pra aguentar no lombo dele esta expressão(tuninhodeolarias)e quem ajuda apagar o salario dele sou eu tu etc.e outros com o título de vagal

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Aldão 15 de Junho de 2011

Matéria de grande irrelevância, mas ressalato que tratamento em discussão decorre do uso popular (que originou você a partir de Vossa Mercê e, após, o "vósmece" dos escravos...) Na verdade, em um país com os baixos índices de escolaridade, quem completa a universidade merece ser chamado de "heroi", e não "doutor", seja com quantos artigos, em tantas línguas, sejam possíveis um arrogante manejar. Atenciosamente.

Thiago 15 de Junho de 2011 - 19:04:31

Irrelevante para quem não faz jus ao título. É compreensível vossa incompreensão.

Além disso, vc escreveu: "quem completa a universidade merece ser chamado de 'heroi'"... Não mais, meu caro, não mais. Hoje, no Brasil, concluir uma faculdade é tão fácil, que qualquer idiot@ o faz.

A verdade é que num país como o Brasil, em que há baixíssimos índices de escolaridade, as exigências dos cursos superiores são inferiores ao Ensino Fundamental de países desenvolvidos. No Brasil, escreve-se uma colcha de retalhos e chama-a de Monografia.

Aqui, os professores do Ensino Médio ensinam seus alunos a produzir seus trabalhos escolares fazendo plágio. Não porque sejam desonestos, mas porque os próprios professores acreditam que essa é a única forma possível de se produzir, aliás, foi assim que fizeram durante todo seu próprio curso superior.

Sandra 16 de Junho de 2011 - 16:07:45

Você se esquece Thiago que apesar de toda a faciliddae em se entrar numa faculdade, existem sim pessoas que são verdadeiros heróis nessa seara,pois são pessoas que não tem a minima condição de concorrer em pé de igualdade em universidades públicas com quem foi por anos e anos bancado pelos pais e tem que aproveitar sim, toda a oportunidade que aparece. São heróis que trabalham duro o dia todo para poder pagar sua faculdade e ver realizado um sonho que até pouco tempo era para poucos.Idiot@s mesmo são aqueles que apesar de todo mordomia e boa vida oferecida,entram numa faculdade bancada pelo papai e faz dela um grande parque de diversão, onde estudar é o que menos importa, pois o seu "futuro" está garantido. Para esses,comprar uma monografia é legal, plagiar é bacana, mas te digo com conhecimento de causa,o termo "idiot@" é um termo inadequado e por que não dizer,infeliz, para rotular pessoas que se esforçam e que matam um leão por dia na luta pelos seus ideais.

Thiago 14 de Fevereiro de 2012 - 21:58:17

Sandra,

É evidente que você não entendeu a proposição.

Se eu digo que toda grama é verde, isso não significa que eu acredite que tudo que é verde é grama.

Continuo acreditando no que postei. Explico:

(1) Eu não afirmei que é fácil entrar numa faculdade. Foi pior: eu escrevi que é fácil sair.

(2) Aldão escreveu: "Na verdade, em um país com os baixos índices de escolaridade, quem completa a universidade merece ser chamado de 'heroi'". Insisto: depois dos desdobramentos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, quando se facilitou a abertura de cursos superiores, tornou-se muito fácil obter formação superior no Brasil. Concordo que o termo "idiot@" tenha sido infeliz. Mas a ideia é sustentável. Não acho que alguém seja herói somente porque completa um curso universitário. A não ser que essa graduação tenha sido "bem cursada", obter um diploma é muito pouco para se fazer toda essa festa. Qualquer "pessoa desqualificada" (para ser politicamente correto) é capaz de se formar. A minha teoria é que a proporção de diplomas por idiot@s, infelizmente, é grande demais.

(3) Você: "Idiot@s mesmo são aqueles que apesar de todo mordomia e boa vida oferecida,entram numa faculdade bancada pelo papai e faz dela um grande parque de diversão, onde estudar é o que menos importa, pois o seu "futuro" está garantido." Ponto passivo!

(4) Eu não chamei os bons estudantes de idiot@s. Eu disse que até os idiot@s são capazes de se formar. Isso só quer dizer que, se imerecido, diploma é muito pouco.

Não entendi porque tanto alarde, mas eu reconheço que a expressão foi agressiva. Mesmo que os idiot@s sejam dignos de desprezo, não careço eu de ser o agressor.

Por mais desnecessário que tenha sido, o ataque foi contra os idiot@s, e não me pareceu que você seja uma. Considerando, então, que você mesma tenha reconhecido a existência deles, e que eu não me referi a ninguém mais a não ser os próprios, não vejo motivos para sua indignação.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 15:44:15

MUITOS QUE NA FACUL-estão, oo duro é ter que proceguir, chegando colocar, raibam lentes verdes para pastar a grama seca pensando que esta verde? um complemento para o interesado que queria mas dixou para outro que se explicasse é isso?, o que faz quando não encontra apôio um ombro, um mal politico um maugistrado que olhe e pense um pouquinho como andam muitos alunos interessados nos estudos e não em bagunça,bebendo etc etc. etc. não atendo um professor de analises qu acentue comportamentos de alunos probos interessados em progredir,quando ¨UNS SÃO DE UNS¨ E quando uns são de outros, uma vergonha no século XXI, isso parece-me não comporta no excripte universitário, todos que ali estão são capazes sim, mas qual avaliação julgado pelas habilidade aptidões comportamentos de que forma tem como porvir um individuo que presta uma faculdade?(toninhodeolarias)

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Halley 15 de Junho de 2011


Desculpem mas, Doutor é quem fez Doutorado...

nho tonho 20 de Julho de 2011 - 16:45:45

nho tonho formio na anhaguria engenharia di atomaçao e agoria ele ingenhro dotô NHO TONHO MEI PAI ENGENHERO TAMEN TINHA UM ENGENHO DE CANA DIPOIS VIRO BANQUERO NA CIDADE TINHA BANCA FRUTIA

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 16:09:42

NHô tonho adipois dessa mi fio! prestai muitha atenção MEU BIZAVÔ NÃO SEI PRA DIDONDE, FOI PARAR, MAS ELE TEM UM DIPROMA DA ZONA! DA ZONA?
SIM DA ZONA RURAR,ele tambem era desse quadro que tu escreveu e a perfeitura deu a ele o mérito de construir no lugarejo uma sede do engenho! mas o que isso tê dia haver com isso? sim! ele construiu um baita alumbique, e muitos iam lá para cumprar a mardita e prozear o home fico rico, de tanto vende cachaça, recebeu o titulo de DOUTOR CORONÉ xico estrada! é pra vois micê vê, cuma no brazir ser chamado de de DOUTOR É PARA QUEM TEM CARISMA, NÃO IMPORTA CANUDO, QUALQUER UM E CARISMA PODE SIM TER ESTE APELIDO DE DOUTOR QUANDO NÃO TEM CANUDO DOUTOR fernandinho beira mar- NA FORÇA DO PENSAMENTO Você quer falar com quem? sim o doutô tá lá drentro te esperando e assim por diante(toninhodeolarias)

Rochus 11 de Maio de 2012 - 09:54:08

Muito bom, Antônio Rodrigues, o senhor é umm poeta. Gostei do que o escreveu: " Doutor é pra quem tem carisma".

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Leticia Ferreira 15 de Junho de 2011

Doutor eh quem fez Doutorado (2)

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Franco 15 de Junho de 2011

Impressionante como um assunto de importância tão marginal tenha tomado o precioso tempo de tão ilustrado operador do direito (do qual nunca tinha ouvido falar antes - como sou desinformado). Aliás, atualmente é mais fácil achar um bacharel de direito do que um pedreiro. Ser bacharel não dá direito a ninguém de ter tratamento especial, nem entender-se melhor que outros.
Aliás, os auto-proclamados talentos do autor devem estar sendo bem empregados em prol da justiça...Que bom !
Parabenizo o luminar das letras jurídicas e, na primeira oportunidade, lhe entregarei um saco de 50 Kg de confete para auto-homenagens. Grato.

Thiago 15 de Junho de 2011 - 19:11:03

Assunto considerado de importância tão marginal por aqueles que não fazem jus ao título. Essa opinião deverá ser bastante valorizada quando pronunciada por um Doutor. Ainda assim, será uma voz solitária em meio aos doutores que, com direito, reclamam o mau uso do tratamento.

Luciana Cerqueira 15 de Junho de 2011 - 19:32:09

Eu ri muito do saco de confetes.

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 01:34:20

ô Thiago, então é o título do cara e não a idéia que importa, acho que você (ou Vossa Excelencia, Vossa Senhoria, Vossa Santidade,Vossa Alteza, Vossa Majestade, Vossa Magnificência ou raio-que-o-parta)e os doutores é que vão ficar sozinhos com seus sacos de confetes. O mais incrível é que a questão não é a falta de tratamento, e sim o excesso! Fico imaginando a preocupação que toma a mente de nossos "doutores", noite e dia, para uma solução para esse grave problema! é por essas e outras que vamos precisar importar engenheiros, todo mundo que puxa-saco quer ser puxado, e assim ninguém precisa trabalhar! Uma moção de aplausos a todos os Doutores do Brasil!

Thiago 22 de Junho de 2011 - 23:40:08

Antenor,

Primeiro, eu fui um dos poucos aqui que preferiu se calar quanto a ostentação de qualquer título ou tratamento devido a mim. Ninguém sabe quais são meus méritos, e, aliás, nem sabem se tenho méritos. Portanto, a sua ironia dirigida a mim, mediante "Vossa Excelencia, Vossa Senhoria...", etc. não me parece justa.

Segundo, você escreveu: "O mais incrível é que a questão não é a falta de tratamento, e sim o excesso!". Ora, mas é exatamente isso que eu estou defendendo.

Minhas palavras tem sido interpretadas como se eu defendesse que Doutor deve ser chamado de Doutor. E não foi isso que eu escrevi em nenhum comentário.

O que eu defendo é que quem não fez doutorado deveria se colocar no seu lugar, e parar de se achar grande coisa, só porque fez um bacharelado e um exame de ordem para entrar no clube.

Eu concordo que o Março seja arrogante e soberbo. Na verdade, acho patética a forma tão pessoal como ele lidou com o assunto. Mas se é patético para ele, que faz jus ao título, 10x mais patético é alguém que não fez doutorado, exigir ser chamado de doutor.

Esse foi o foco do texto do Março: demonstrar que a classe dos advogados no Brasil é muito mal acostumada. Se ele se perdeu pelo caminho com seu próprio saco de confetes, isso é problema dele, não muda o fato de que advogados fazem o mesmo (mas sem méritos).

Mas me parece que quem mais ficou doído com isso, foram justamente as pessoas que estão acostumadas a serem chamadas de "doutores" e não fazem jus, os advogados.

Meu comentário acima (que você criticou), é só um contra-argumento. Na verdade, minha teoria é de que advogado no Brasil se acha uma classe nobre, superior, e neste fórum estão tentando inverter a coisa toda, tirando o foco de si mesmos para o problema da soberba dos intelectuais.

Fazem o que, na Psicologia, chamam de projeção. Na maioria dos comentários, mudou-se o foco, dizendo que os Doutores são soberbos e querem ser tratados pelo título. A tese não é essa. A tese é que se alguém no Brasil pode ser chamado de Doutor, esse alguém é aquele que fez doutorado, mas jamais um indivíduo, cuja classe está tão acostumada com o saco de confetes sobre si, que fica ofendido porque alguém questionou a praxe.

Enfim, eu não gosto e nem quero jogar confetes sobre ninguém. Mas se eu tivesse que escolher entre um advogado e um Doutor em matemática, não tenha dúvidas de que o advogado ficaria na vontade.

Não são os Doutores que fazem uso excessivo do tratamento, quem o faz são os advogados, promotores e juízes.

Confeteiro 24 de Junho de 2011 - 23:54:44

Jogo meus confetes sobre as palavras do Thiago.

juli Shcul 8 de Julho de 2011 - 22:07:38

Parabéns Thiago, este seu comentário veio acalhar sobre a opinião que tenho das pessoas que se autointitulam de Doutores sem ter defendido uma Tese de Doutorado.
Se assim o fosse, imagine quantos Doutores teria o pais, haja visto o grande número de Bacharéis que temos nas mais diversas áreas.

nho tonho 20 de Julho de 2011 - 16:48:28

la roça onde canta o sabia minha amiga a tesia mato marido adevogadio devendeu a tesia intao ele dotÔ dotô e quem tefende a tesia

Fulano de Tal 24 de Julho de 2011 - 22:30:33

Nho, já dei muita risada... Si ocê num é a rincarnação do Manel de barros, só pode sê... O Carlos Roberto!

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:39:18

oi qui vo fala um negocio pro cê eu so sò o nho tonhô (PHD) que breviaçao de PHoDa uai bao tamen seu dotÔ fulano de tar

nho tonhô 27 de Julho de 2011 - 14:55:56

oi qui na roça toi fala que dotÔ e que nem peru so tem papo e pena no C

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 16:44:53

COITADO DO TONHô nem sabe escrevê e ainda quer aparecer na teveja dinovo! zóia bem tônho, como é rroBu por echelÇencia oia bem acho bem se acho não sei mas sei que diassim axo perú tem um acentinho veja bem cumo é orificio aviu como tem cinco puntinho no i bem cuma no C que não vou muitho com isso diai se escreve diassim ¨ºº¨zóia cuma fica ¨**¨C´? português é isso vá estudar nho tônho, purque eu estudei até o primeiro anú que vi,que ele tinha berne nunca mais pra esta sua escola frenquentei só sei o qu sei graças a vocêis INTERNAUTAS QUE ME DÃO AULAS DE ADJETIVOS QUALIFIFICATIVOS QUE ME ENCHEM DE IDÉIAS PATÉTICAS PARA ASSIM ESCREVER COMO O NHô tônhô ai de riba viu? né tunho(tuninhodeolarias)

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Maria Isabel... 15 de Junho de 2011

Desculpem-me, mas doutor é sim quem fez doutorado. Só fica incomodado com esta frase quem não sabe o que significa este ato. É simplesmente inacreditável pensar que um mero bacharel queira esse título.
DOUTOR É QUEM FEZ DOUTORADO E DEFENDEU UMA TESE!!!
Bacharel em direito é um mero bacharel.

Oneida 16 de Junho de 2011 - 00:25:25

Sr, mais respeito com a classe, quem te disse que eles (advogados fazem quatão do títilo de Dr? Trabalho com inumeros advogados e nunca me exigiram tal tratamento. O importante é ser compentente.

Daniel Moita... 16 de Junho de 2011 - 14:49:51

Parabéns... o tamanho do comentário não reflete a grandeza do pensamento.

Sandra 16 de Junho de 2011 - 16:22:15

Maria Isabel, sou bacharel em Direito, recém formada e te falo com toda sinceridade que título para mim é o que menos interessa e não me considero um mero bacharel, pois sei o quanto foi sacrificante chegar até aqui. Serei delegada( digo, serei, por que tudo que me disponho a fazer, eu faço com total entrega) e quero é desempenhar um ótimo papel, com competência e imparcialidade, seja no papel de Dra ou de Belª.

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 12:07:00

Pois é, concordo com você, Oneida,eu trabalho diariamente com advogados e nenhum deles nunca me exigiu tal tratamento de doutor e ainda, conheço doutores (com Doutorado)que não impôem esta diferenciação, muito embora merecida. Como advogada, me sinto constrangida quando coloquialmente me chamam de "Dra", sei bem que o título não me pertence e procuro esclarecer sempre que posso. Mas, ao meu ver, existe um costume popular chamar médico, advogado, dentista, engenheiro, etc. pela denominação de doutor, talvez pela ignorância da matéria. Assim, acredito que o artigo do Dr. Março Antonio tenha o intuito de corrigir tal costume, ensinando o que é correto e conhecimento nunca é demais. Entretanto, na minha opinião, um profissional deve primar por sua competência e não pelos títulos que possui, estudar para conquistar o mestrado e doutorado é um dos caminhos para evoluir e se esmerar como profissional. É saudável guardar tal ambição, mas ao conquistar tal feito, o profissional não deveria jamais se permitir perder a humildade e o bom senso, pois acredito que respeito e admiração não se impõe, se conquista com simplicidade e sabedoria.

Cesar Freire 21 de Junho de 2011 - 20:54:58

Cara Silene, parabéns pela serenidade e lucidez.
Realmente, é constrangedor ver um membro do MP se dedicar a tal assunto, cuidando de ressaltar seus feitos.
Mais que óbvio a questão cultural no tratamento de profissionais liberais, independentemente da titulação.
Ninguém discute a precisão do título aos dedicados à vida acadêmica.
Afora tanta obviedade, devemos louvar a aula e a riqueza de informações.
Indo além, devemos todos tentar preservar o senso de humildade e respeito ao próximo, inclusive das questões culturais próprias do tratamento "doutor".
No mais, lamentável, constrangedora a disposição do ilustre procurador para a questão.

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 01:47:05

Também digo parabéns a Sra Silene,
trabalho no legislativo e nem imagino como deva ser um presidente exigindo ser tratado de excelencia ou um vereador, delegado, exigindo ser tratado de Vossa Senhoria. sempre tive a noção de que doutor é quem fez doutorado, mas confesso que sempre fiquei constrangido quando ao me dirigir a um advogado, engenheiro, médico, pela ignorância até em meios acadêmicos estarem acostumados ao tratamento de doutor acabava me traindo e tendo de chamá-los assim para evitar constrangimentos. Sou da opinião que essas autoridades, em qualquer grau (e qualquer cidadão) deveria se preocupar em melhorar o nível educacional de seu país, e não na maneira que é tratado.

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 12:54:07

SANDRA QUERIDA!
POSSO? PODENTO TE ABRAÇAR, AQUI nasce MAISE *****
ELIANA CALMON? TENHO CERCETE DISSO como<>a mesma(tuninhodeolarias).

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Franco 15 de Junho de 2011

A propósito: "Mestre", "Doutor" e o escambau são única e tão somente títulos ACADÊMICOS , que não significam absolutamente CULTURA, SUCESSO, SABEDORIA. Eu conheço doutores que falam "para mim fazer" e conheço mestres que não sabem dar aulas.
Títulos acadêmicos e com abrangência intra-muros.
Tanto que o STF tem ministros que sequer especialização fizeram..

Thiago 15 de Junho de 2011 - 19:14:50

Meu caro,
nada disso nega o fato de que produziram um texto científico de reconhecido valor acadêmico: dissertações e teses.
Falar errado ou ser péssimos professores faz deles profissionais deficientes, mas ainda assim, tem DIREITO de ostentar um título que, aparentemente, você não tem.

Franco 16 de Junho de 2011 - 11:46:56

Caro Thiago. Leia de novo o que escrevi. Com calma desta vez.Os doutores podem fazer o que quiser com seu título acadêmico, menos se entenderem no direito de ser reconhecidos como expoentes de excelência. Captou ?

Franco 16 de Junho de 2011 - 12:02:55

A propósito: essa defesa do uso do título seria uma manifestação de revolta ao fato de que são tão poucas as vantagens do título de doutor que .. sei lá, pelo menos ser chamado de "dotô" depois de tanto sacrifício...

Thiago 16 de Junho de 2011 - 14:48:43

Franco,

Realmente, se esta era sua intenção, não havia captado. Mas ainda me parece haver certa confusão.

Explico. Você escreveu que são "títulos ACADÊMICOS, que não significam absolutamente CULTURA, SUCESSO, SABEDORIA."

Absolutamente, não significam mesmo. Mas, via de regra, é o que significam. Só atingiram seus títulos porque foram competentes escrevendo suas teses e/ou dissertações: não sei se "CULTURA, SUCESSO, SABEDORIA" são necessários, mas é preciso leitura, inteligência, disciplina, etc.

O que fica parecendo, pelo seu primeiro comentário, é que você não quer reconhecer isso.

Ilustro. A existência de padres pedófilos, pastores ladrões, médicos mercenários, policiais estupradores e doutores que falam "para mim fazer", somente prova a existência de exceções.

Via de regra, padres, pastores, médicos, policiais, etc., fazem jus a suas vocações, profissões e eventuais títulos.

As exceções não são a regra, e nem maculam a regra. Exceções são só exceções.

Ainda acho que Doutor é quem fez Doutorado. Nisso você concorda? Ou acha justo que advogados, promotores e juízes exijam tal tratamento?

Se não entendi mal, essa é a questão. Se as intenções e sentimentos do autor passam pela exaltação de seu próprio ego, isso não me incomoda. A proposta dele eu acho relevante.

Franco 16 de Junho de 2011 - 17:39:46

Thiago: Doutor é mesmo quem fez doutorado. Mas ser chamado de "doutor" não significa quase nada. O sábio verdadeiro abdica de ser reconhecido, exaltado, emulado, festejado... Conheci certa feita um "Doutor" (mesmo) que abdicava do tratamento. E ele é sábio. Em compensação, conheço outros Doutores (verdadeiros) e "Doutores" (falsos) que , se pudessem, exigiriam ser conduzidos em liteiras à salas de aulas, fóruns e auditórios...Digamos que, muitas vezes, esse negócio de querer ser chamado de "dotô" é sinal de um ego inflado que nem sempre corresponde ao cabedal de sapiência que pensa ter. Só isso.

Luciana 17 de Junho de 2011 - 16:08:13

Nossa, Franco...Eu avalizo...

Fernando Dantas 19 de Junho de 2011 - 00:50:38

(...) conde, condesa, (...), príncipe, princesa, rei, rainha.

O que mudou da Monarquia para a República?

Senhoras e senhores apresento-lhes as doutoras e os doutores!

(Dr.ª/Dr.) Títulos que devem se limitar a Área Acadêmica.

O meu advogado, diga-se de passagem muito competente, fez o doutorado, mas não o chamo de doutor por isso, nem que ele pedisse!

Telma 20 de Junho de 2011 - 16:18:54

Franco, belo posicionamento de ideias! Concordo plenamente mas agora sinto-me irriquieta, pois fico imaginando onde poderia ter começado a eclodir a base para a discussão em tela: se na vontade de ser bacharel; se na vontade de mostrar a todos que é fácil passar em concursos públicos (à custa de muita inteligência ou de uma vida garantida financeiramente); se na disponibilização de tempo e dinheiro pra se dedicar a teses até provar que o bacharelado não merece o respeito que tem... Estou curiosa e confusa confusa, confesso!

Carlos Silva 21 de Junho de 2011 - 10:46:30

Senhores, admiro muto a capacidade dos articulistas aqui presentes de se expressarem, pois embora escrevam coisas que vão em rumos diversos dos outros, sabem e conseguem demonstrar com clareza as suas idéias. Em verdade eu estou aqui mais de metido do que de entendido, mas penso que a questão "Doutor" esgota-se no momento em que a observância de duas idéias devem elucidar de vez a controvérsia: primeiramente observemos se devemos ou se queremos chamar alguém de doutor. Dever é questão legal; querer é questão racional, emocional até. Contudo, emblemática mesmo é a questão de "querer e dever ser chamado de doutor". Penso que dever ser chamado assim é algo que tem a ver com a obrigatoriedade pelo cargo que a pessoa exerce. Agora, querer...isso é mais, muito mais uma questão de orgulho, de auto-estima elevada, de ego, e porque não, de uma vontade insuperável de demonstrar a superioridade social, se é que se pode assim dizer. Abraço amigos.

Gilberto Abreu 1 de Julho de 2011 - 18:36:41

Concordo com você, Carlos. Para mim, Doutor é aquele dentista que cura minha dor de dente, o médico que cura minha doença, o psicólogo que me livra dos pensamentos insanos, o advogado que me livra da pensão alimentícia, a fisioterapeuta que acerta minha coluna e etc. O importante é que nenhum deles me exige serem chamados de "doutores", mas o meu reconhecimento pelo trabalho profissional correto e honesto é, para mim, digno de serem chamados de doutores. Não se trata de uma obrigação, mas sim uma homenagem por respeito e consideração.

Natasha 11 de Maio de 2012 - 09:42:49

Thiago, por favor: "cale a boca", você só fala besteira. O que aconteceu? Não passaste no vestibular de direito? Não conseguiu pagar por um curso de direito em uma instituição privada? Acim. o que escrevestes: "...é só não se envolver em problemas" , em tese, seria o correto, mas existem muitas situações em que você seria arrastado para cenários de crime, mesmo involuntariamente. Inúmeros exemplos, dentre eles: Se algum meliante invadisse a sua casa, além de roubar, quisesse estuprar a sua mãe ou irmã, ou namorada, e você tivesse a oportunidade de golpeá-lo (e ele viesse a morrer), mesmo assim voê teria cometido o previsto no artigo 121 do CPB, e provavelmente seria processado (pelo mesmo cara que esvreveu esse artigo). Tenho certeza que você não gostaria, nem teria capacidade de se defender. Só para lembrar: a Defensoria Pública (bravos e valorosos) é como o SUS. Se você esquecesse seu filho por dois segundos e ele caísse de uma janela você seria preso em flagrante; estaria preso sem saber se seria o caso de um Habeas corpus ou Liberdade Provisória.

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 13:10:32

TELMA QUA PATENA DE OURO em ouros para mim tudo isso? Não! Não acredito mas que kilate minina... Não em formação e sim formado(tuninhodeolarias)

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 13:18:44

CARLOS MUITO BOM MESMO,
Para o um cinco, o que me dizer quando, apenas nasce do fundo da alma como cortezia gentileza, posso escrever amor? e porque não como a pessoa amada são coisas assim que dispertam o grande interece da evolução contrária do seguimento numa coadunação harmônica?(tuninhodeolarias)

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 13:19:20

GIBA pesso- perdão o seu texto é parabenizado O QUE ANTECECE A ESTE. DESCUPA-LHE PEÇO senhor GILBERTO ABREU RECONHECIDAMENTE vem acalhar(tuninhodeolarias). GIBA CLARISSIMO E CLARO .
MAS para o senhor Carlos ainda ficou este complemento expetacular de GILBERTO ABREU a porta da frente de meu palácio e com dignidade
CARLOS SE VALEU? Claro que valeu sim SENHOR CARLOS SILVA PARABENS. mil perdoes por estar assim colocando meu nariz onde não sou chamado!(tuninhodeolarias).

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Carlos Mazza 15 de Junho de 2011

Sim! E daí?
O que importa na vida é ser feliz!Se o Prof Dr. Março é feliz escrevendo esse artigo, ótimo! Sejamos todos felizes cada um de nós no "nosso quadrado". Que sejam todos felizes, os doutores e os "doutores". Ah! Antes que me critiquem, possuo o título de doutor.

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 12:23:40

É o Professor Mazza? Tributarista? Adorei a resposta, cada um no seu quadrado! Pessoas que precisam de titulos assim, precisam constantemente de auto afirmação, na verdade, Freud diria que é pura insegurança pessoal e vazio emocional e existêncial. As pessoas não precisam conhecer seus feitos e titulos, precisam conhecer sua alma, Doutor!

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 12:58:01

Desculpe, Carlos Mazza, quero deixar claro que o final do meu comentário se destina ao articulista Dr. Março, ok!

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Dialas Coelho 15 de Junho de 2011

O artigo do Dr. Marco seria excelente se não tivesse inserido no meio o seu currículo."É Narciso acha feio tudo o que não é espelho"

nho tonhô 25 de Julho de 2011 - 07:07:55

oi qui bacharê DEREITO tem ganha titulo de dotô, UAI ELES NAO CONSEGUEI PASSA NEM INSAME DA OAB vai cosegui devende tese uai dra titulo pra nem que fo so de boca soi

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 13:31:33

É MUITO DIFÍCIL VÊR O BOM TRABALHO, COMO SENDO UM BOM TRABALHO, nem sempre vem de encontro, e os que vem são poucos, E QUANDO FALAMOS DEMONSTRAMOS O NOSSO E JUSTIFICAMOS PORQUE O TRABALHO DEVER SER BOM E O MELHOR? as respostas vem de dentro dos que assim julgam dizem e apontam como perfeito, lembra disso e daquilo que fulano assim fez ou apresentou? sim! lembro sim!- a soma faz com que a glória permaneça nos anais do povo como sendo aquilo que deva julgar(tuninhodeolarias).

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Marcio Lima 15 de Junho de 2011

Senhores.

Em que pese a correição do artigo no que se refere às disposições legais, acredito que alguns comentários podem ser tecidos:
Em primeiro lugar, o articulista está absolutamente correto: Doutor é quem faz um doutorado.

E muito embora pareça auto-promoção do DR. Marco Antônio - e em parte o é, e já chegarei lá - o que está em jogo é a prepotência do bacharel, advogado, médico, dentista, etc em achar-se "DOTÔ".

Por mais que possa parecer razoável a posição do mui respeitoso Mestre (suponho) Daniel Moita, o aparentemente inofensivo tratamento de DOUTOR perpetua uma ruptura social entre o DOUTOR e o homem do povo, assim como o do (quase já) superado (assim espero) CORONEL, que raramente ostentava algum tipo de patente militar, mas jogava na cara (melhor dizendo nos ouvidos) a autoridade que arrogava para si perante os meros mortais.

Não se trata de jogar confetes em quem fez um doutorado, cujo título só deve ser arrogado em seara acadêmica - e isso vale para artigos e comentários senhores - mas sim parar com a exigência de tratamento desigual e de caráter vexatório a quem o faz, por quem quer que seja - e aí incluo qualquer tipo de autoridade.

Vou um pouco mais longe, correndo o risco de ser execrado publicamente: Todo e quaisquer pronomes de tratamento não são, a meu ver, meros sinais de respeito e de boa educação, e sequer podem ser considerados inofensivos; são sim sobrevidas dos títulos de nobreza de outrora, justamente aqueles títulos que separavam os senhores dos vassalos, os ricos dos pobres, os homens livres dos escravos.

Mas permita-me encerrar este comentário com uma crítica, Excelentíssimo Doutor Professor Marco Antônio: como pode ter quase 20 anos de cátedra e meros 41 anos de vida? Desculpe-me mas a conta não fecha.

Sem mais, subscrevo-me

Marcio Lima

advogado, Mestre em Direito do Estado pela UFPR e professor de História do Direito

P.S.: Desculpem-me pelas credenciais expostas, não é auto-promoção, apenas quero esclarecer quem sou a quem for criticar-me pelas minhas idéias

Patrícia 15 de Junho de 2011 - 19:11:52

Professor Marcio Lima, de todos os comentários acima permita que eu possa concordar com os termos do seu.

Ser ou deixar de ser Doutor não faz diferença à quem sabe de onde vem o título ou qual sua serventia. Vale, do ponto de vista dos meus 20 e poucos anos de vida, diferenciar a quem se deve respeitar, pois, qualquer pessoa que me atenda em qualquer balcão de atendimento será chamada de Senhor ou Senhora (conforme o caso). O professor, independente da idade será sempre Senhor. Os médicos ou dentistas, ou até oftalmologistas, que acabaram de sair de sua residência serão os doutores fulanos.

O errado está justamente na prepotência no uso do verbete, já que, até para os lendários "coronéis" (para mim, que nunca vi fora da PM (sic)) que não tinham relação com forças militares, usavam a titulação para meter medo nos seus empregados.

Eu, considerando importante o seu modo de pensar, continuo chamando meus pais de Senhores. Quero que meus filhos me chamem de Senhora. Chamarei ainda meus médicos sem Doutorado de doutores. Meus Professores de Direito, que são advogados ou não, de doutores.

Respeitar qualquer pessoa deveria ter a mesma medida em que queremos ser respeitados. No fim de tudo, respeitados como pessoas com discernimento.

Obrigada por ler até o fim.

Patrícia.

advogada, formada pelo UniCEUB, sem demais títulos.

Luciana Cerqueira 15 de Junho de 2011 - 19:29:34

Pensei que só eu tinha notado o pedantismo.

Marcio Lima 15 de Junho de 2011 - 19:44:11

Cara Patrícia.

Não me oponho de maneira alguma ao tratamento de Senhor e Senhora, que são os mais democráticos, e acho que respeito cabe em todo e qualquer lugar, desde o mais humilde ao Presidente da República.

Me oponho sim ao Ilustríssimo, Excelentíssimo, Digníssimo, Vossa Reverência, etc, etc, etc.

O Direito está impregnado pelo formalismo nas relações. E isso também é um reflexo do Dogmatismo Jurídico que permeia todo nosso sistema judiciário. Ninguém é mais excelente, ilustre e digno do que ninguém, e assim preceitua a nossa carta magna no seu festejado art. 5o.: "Todos são iguais perante a lei...". Pena que na prática a teoria é outra...

Como diria o roqueiro Humberto Gessinger no longínquo início dos anos 90, na canção "Ninguém = Ninguém": "são todos iguais, e tão desiguais, uns mais iguais que os outros"

Adriana 15 de Junho de 2011 - 20:44:47

Marcio, vou apenas comentar uma coisa sobre o que você escreveu. Qual o problema com a idade do Professor Marco Antônio? Não é nem um pouco difícil de entender. Se o professor Marco tem 41 anos ele deve ter terminado sua graduação entre 15 e 20 anos atrás. Considerando que na época não se fazia exigência do título de Doutor para ser professor universitário e ainda hoje em algumas áreas e universidades isso acontence, Marco deve ter começado a lecionar logo após a graduação. Posteriormente, realizou seu mestrado e doutorado.
Caso ainda não conseguiste fechar a conta, dê uma olhadinha no currículo lattes do professor
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visuali zacv.do?id=K4700698H8

Marcio Lima 15 de Junho de 2011 - 21:21:39

Cara Adriana.

Eu apenas citei este fato para ilustrar a falta de modéstia de nosso "festejado" articulista. Eu já havia feito a conta de cabeça.

Não dá para graduar-se em Direito com menos de 23 anos - a não ser que ele fosse um super dotado. Seria esse o caso?

Olhei, para matar a sua - e a minha curiosidade - o currículo lattes do Prof. Marco (e não Março).

Leciona desde 1995, perfazendo 15 anos completos.
Para 20 ainda falta muito...

Os argumentos dogmáticos do professor são perfeitos. A retórica também. Já a citação de seu extenso currículo "en passant" é no mínimo pedante e absolutamente desnecessário, ainda mais quando superlativizado (15 e meio nunca será quase 20).

Mas agradeço desde já pela crítica construtiva. O importante é o debate de idéias, e este espaço serve perfeitamente a este propósito.

Saudações!

Marcio Lima 15 de Junho de 2011 - 22:14:40

Correção.

De março de 95 até junho de 2011 são 16 anos e 3 meses...

20 anos só em 2015...

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 02:45:37

Marcio, também acho a carreira do doutor-com-brasão de-familia meteórica, senão vejamos;
"Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil... após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União..." Com 41!?!? em que encarnação? Imagino que antes de ser Doutor corrigia os flanelinhas quando o chamavam de Dotô!

Dr, Willy Wonka 25 de Junho de 2011 - 00:11:15

Sou Doutor em chocolates, e fico impressionado com a coleção de títulos deste Dr. Marco. Principalmente com os títulos "ex". Por acaso o Guarani tem alguma importância por ter o título de ex-Campeão Brasileiro de 1978?

Luiz Coutinho 29 de Junho de 2011 - 14:48:32

kkk. Ótima observação. Sem dúvida que, a rigor o título de doutor só pode ser exigido por quem tem o devido diploma acadêmico, contudo, por costume, virou sim vocativo, e não apenas um mero título acadêmico. Nunca vi ninguém corrigir um médico por ele se auto-intitular Doutor, é assunto de somenos importância. Parece que o "doutor" queria mesmo era desfilar as suas glórias, conquistas e verdades. Ele parece tão, ou mais, prepotente quanto todos que exigem tratamento imerecido (e aqui não me refiro aos méritos acadêmicos).

Gilberto 1 de Julho de 2011 - 14:27:02

O cara é "ex" porque nimguem gostava dele! Ficava algum tempo, ocupando um cargo e logo o botavam no olho da rua! KKKKKKKK É um dotô em chatice, arrogância, impertinência e falta de profissionalismo, pois ninguem quer o "tar dotô" !!!

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EDSON SAMPAIO 15 de Junho de 2011

Eu, particularmente, nada tenho a falar sobre essa magnífica aula do Professor e DOUTOR MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA; apenas aprender e dela tirar proveitos profissionais. PARABÉNS GRANDE MESTRE!

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Bruna 15 de Junho de 2011

Gente, já dizia minha querida avó do alto dos seus 93 anos: "Doutor é penico"!

Marconi A. Saraiva 21 de Junho de 2011 - 12:27:45

NOTA 10, Bruna. Esse foi o melhor comentário de todos. Se sua avó for viva, transmita-lhe meus parabéns!!!! rsss... Adorei!!!

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 13:50:22

DO BRASIL?????????????????????????????????????
AS PAGINAS DO JUSBRASIL??????????????????????/
Dona ADRIANA, SENHORA ADRIANA, EXELETISSIM SENHORA DONA ADRIANA?????????????????????
E agora?
É! ... E agora???????? estou com a pulga atraz da orelha.........NESTE BRAZIL O QUE MAIS PODEMOS ACREDITAR COMO CORRETO CERTO?????
COMO PODE TER DOIS PATENTEADOS COMO PAI DA AVIÇÃO?
Como devemos! Acreditar acreditando que o brazir dos braseleiros, foi des ou discoberto em 1.500reais, sendo que o TRATADO DE TORDEZILHAS em que ano mesmo foi feito ou realizado????? por estas e outras que no brazir o que mais podemos fazer uma misturinha para gritar pega ladrão, para vêr se no congresso nacional fique parado um para ver o ciro pegar fogo? etc...porque disso pode vir mais?...(tuninhodeolarias).

Marcos Dias 16 de Agosto de 2012 - 10:56:25

Minha mãe também dizia isto. Sou capixaba e penso que esta expressão é regional. Você conhece a origem ou siginificado da frase?

antoniorodrigues 16 de Agosto de 2012 - 16:40:50

~SE~SE~SE~CÊ~=COMO COMO QUE PODE LER DIFERENTE??????????????????????????? SENDO A MESMAS COISA???????????????????????????????<>=.
SERÁ QUE SAI,...MEMO ASSI??? menor esta para MAIOR igual a ponto...ou a opção ainda esta como errada??? Agora quando A MPB...SÃO TROVAS E RIMAS QUE PODEM SER o derivado de uma particularidade!!!-no puro sangue frio de prozas e versos, canticos populares, quando VANDRÉ!!!abriu a boca para cantar!!!! lá estavam quem??? se não a turma do circo bem como quando JESUS...foi posta a multidão....quem estava lá para ver o circo pegar fogo?????... cabe ou cabendo-lhe a nova propaganda do que será que pode vir mais porque disso como insuficiênte??? ou melhor etc.etc.etc.etc.(toninhodeolarias)assim puadhi?????????????????????????????????? ou assim não puadhi!!!!!!!!!!!!!!não é mesmo????.

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jrm 15 de Junho de 2011

O Dr. está com razão, sou advogado há anos mas nunca "fiz conta" se chamam-me de doutor ou não, não faz diferença, em nada acrescenta ser ou não chamado de doutor. O que interessa, e muito, é a honestidade, o amor ao próximo, a dedicação à causa pleiteada. Se é ou não chamado de doutor, é irrelevante.Caro Dr. Promotor, sempre agradeça a Deus por ter inteligência suficiente para galgar seu status, mas lembre-se de que, se cristão, um dia irá prestar contas de seus atos, de seu comportamento para o próximo. A velhice, às vezes o sofrimento na velhice, é uma pura demonstração de que nada somos e temos que procurar sermos temente a Deus e seguir seus mandamentos, pois um dia prestaremos conta. Glorifique a Deus pelo seu alto QI, que é uma dádiva.

Hilton de Aquino 18 de Junho de 2011 - 00:38:38

Faço minhas as palavras de JRM. Também sou advogado, desde 1975, e também nunca fiz caso de que me chamassem simplesmente de Hilton. Aliás, conforme o caso, eu não titulo de Dr. a muitos de meus colegas, pois com eles tenho uma relação de amizade, de respeito e de liberdade para tal. E nunca me reclamaram sobre isto. Já de outros não posso dizer o mesmo, pois os próprios de apresentam com, "Dr. Fulano". Conto até um caso interessante que acontece comigo: toda vez que faço uma ligação telefônica para algum colega e me anuncio como sendo o Hilton, eles sempre perguntam: "quem?"; aí sou obrigado, contra minha vontade, a dizer: "sou eu, Dr. Hilton", ao que me respondem: "ah Dr., tudo bem?" Quer dizer, a própria sociedade nos impingem a "pecha" de Doutor! Mas, particularmente, sou contra.

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Luciana Cerqueira 15 de Junho de 2011

A explicação é boa e conveniente, uma vez que jamais concordei com essa besteira de chamar advogado de doutor, mas achei o articulista pedante, só eu achei isso?

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Guilherme Oliveira 15 de Junho de 2011

E isso ai Dr., é preciso esclarecer essa questão. Sou acadêmicos de Ciências Biológicas e convivo muito com isso, quando até mesmo os acadêmicos do último período de Direito já querem ser chamados de doutores e não tem nem a graduação ainda. Os "Doutores reais" que compõe a grade docente do meu curso IFTO, por vezes dizem que não querem ser tratados sempre com o "Dr." expondo que a titulação acadêmica é uma coisa que qualquer um com força de vontade e perseverança pode alcançar, e que além do mas eles querem acima de tudo ter uma boa relação com seus alunos e dizem que chegar "arrotando títulos" pode distanciar o mesmos, e concluem dizendo que estudaram não para receber um Dr. antes do nome, sim contribuir com a sociedade e ter a oportunidade e buscar um emprego melhor, jus a sua titulação, ou como dizem, as suas noites em claro.

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Valter Soares de... 15 de Junho de 2011

Legal que tudo isso mudou sua vida. Acho que o Sr. perdeu a oportunidade de escrever alguma coisa útil no que tange as Ciências Jurídicas, ao invés de debater quem é Doutor ou não, até para fazer jus a esse currículo "sacerdotal, mega, super,ultra, supra hurricane.

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adriana cristina... 15 de Junho de 2011

O QUE PUDE PERCEBER COM A EXPOSIÇÃO DO DEVIDO ARTIGO FOI A PRESUNÇÃO DO AUTOR E FALTA DE MODÉSTIA DO AUTOR, SOU ESTUDANTE DE DIREITO E NUNCA ACHEI QUE QUALQUER ADVOGADO SEM O TÍTULO DE DOUTOR O FOSSE, ACHO QUE O REFERIDO AUTOR PUBLICOU O DEVIDO ARTIGO COM A INTENÇÃO DE ESCLARECER SOBRE A FORMA DE TRATAMENTO PARA COM OS ADVOGADOS, PORÉM FICA BEM CLARO EM SUA EXPOSIÇÃO A FORMA COMO O MESMO SE ACHA SUPERIOR, MESMO QUERENDO TRANSPARECER HUMILDADE, ESTOU CERTA SR.DR POSSUIDOR DE BRASÃO ITALIANO!? HAHA

Osias 11 de Maio de 2012 - 10:07:51

adriana, isso é típico de promotores, sentem-se inferiorizados por nunca terem passados em concurso de juiz. já reparou como juízes são simples e educados?

Emmanoel Agostinho 18 de Junho de 2012 - 20:50:48

Osias! Osias!

Tu és de que Planêta, por achares os juízes simples e educados? Se fores um deles, peço encarecidamente não emitires um mandaddo de prisão por considerardes desacato o meu questionamento.

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jose roberto lopes 16 de Junho de 2011

O Dr. Março escreveu tudo muito bem, foi claro na sua exposição e esclareceu que "doutor" é quem faz doutorado na Universidade.Porém, nas entrelinhas do seu admirável artigo, mostrou-se um pouquinho exibido, pedante,arrogante. Não precisava. As pessoas cultas e educadas não agem assim, querendo mostrar-se superior. Só faltou dizer a marca do carro e os cartões de crédito que possue...

Geovane Prazeres 16 de Junho de 2011 - 09:13:12

Concordo com você, José Roberto. Entendi o que ele quis dizer (que é um entendimento da maioria), mas acredito que foi um tanto desnecessária as afirmações feitas sobre si mesmo e suas qualificações.

Também, agir de forma a menosprezar seus colegas professores e também seus alunos, só demonstram sua dificuldade em administrar seu próprio ego...

Acredito que os elogios ao Dr. Março deveriam vir dos próprios comentários...

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 13:22:16

PERFEITO, Jose Roberto!Se o Dr. Março fizesse este artigo sem se auto promover, se distanciando do tema, é bem possível que não houvesse tanta controvérsia, afinal, realmente, doutor é quem faz doutorado, qual a dúvida quanto isto?
Ocorre que já existe uma cultura um pouco dificil de mudar, populismo que chama de doutor o médico, o advogado, o dentista, o engenheiro, etc...ao meu ver, o que está errado é os próprios profissionais que se auto entitulam Doutores, sem o devido titulo.

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João Carlos 16 de Junho de 2011

Senhores, que ego atrofiado esse!!!! nossa... que falta de coisas para fazer....
Vou continuar chamando todos os advogados que mereçam de Doutor.... é tratamento consolidade pelo costume, e não será uma opiniãoziha desta que fará tradições se perderem. O signatário será chamado de doutor por imposição de sua 'otoridade', jamais pela deferência de outrem...
Lamentável que tenhamos que entrar em discussões de baixa expressividade, mas isso nos diverte, também...
Aliás, se referencio aos dentistas e médicos como Doutor, e estas classes não tem se preocupado com o pronome de tratamento adequado, prescrito, revogado ou não. Pronome de tratamento que referencie o profissional acima de sua formação acadêmico, somente acontece pelo reconhecimento do elevado grau de crescimento profissional do mesmo.
Há, com certeza, muitos 'doutores' que deveriam perder sua titulação pela insignificância de sua contribuição à ciência e à sociedae....

Claudinei Schultz 16 de Junho de 2011 - 10:21:33

Então chame a todos q mereçam por doutor e não só uma meia duzia de advogados medicos e dentistas. minha avó, doa alto de sua 4ª serie é muito mais doutora que muitos de nós que aqui comentaram.

João Carlos 17 de Junho de 2011 - 15:03:17

Não é a bondade que faz alguém merecer a deferência doutorisca, mas sim a sua evolução intelectual. Há peças escritas por advogados que possuem conteudo utilitário ao meio acadêmico muito maior a muitas dissetações ou teses.
Há no dia-a-dia de médicos a captura de dados e a sua utilização e disseminação no meio em benefício de todos mais valiosos do que muitas dissertações e teses produzidas com dinheiro público.
Há esses doutos meritório, sempre chamarei. Como iniciei, não vou deferir Dr. a pessoa pelo fato da bondade, senão deferiria minha mãe como V. Santidade... e ela merece.

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Ch 16 de Junho de 2011

Excelente colocação do Dr. Marco Antonio, sábio escritor e DOUTOR!
Pelo visto, ofuscou o ego, vaidade, de Muitos "DOUTORES" por ai!

Dr. Samantha,... 16 de Junho de 2011 - 11:28:11

O mais engraçado é que anda coloca a idade pra esnobar mais ainda...ah, esses burgueses...aff!!!

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Rubens Torres 16 de Junho de 2011

Gente....se vcs soubessem como é chato ler o que vcs advogados escrevem.

Como vcs gostam de florear, chega ser ridiculo.

Mas fazer o que né, se essa é a forma de um querer se sobressair sobre o outro que assim seja.

Sem mais..

Rubens Torres
Um simples cidadão sem doutorado.

Ana Carolina 16 de Junho de 2011 - 12:26:12

Rubens,

Também nunca entendi qual o significado de tanto rebuscamento em frases e palavras para se dizer coisas simples. Bom argumentos não necessitam de palavras com sinônimos notadamente somente usados por advogados.

Tenho um primo Doutor (não em Direito, e sim em Ciências Biológicas) e sei o quanto foi penoso, sofrido e estressante o período em questão. E mesmo assim ele continua sendo chamado e tratado da mesma forma de quando se formou professor.

Acredito, sinceramente que a altivez, a pedância e a soberba fazem parte do currículo escolar de quase (eu disse quase) todos os advogados, pois grande parte deles são chatos e pedantes, além de se acharem altamente imprescindíveis.

Santa ignorância.

Luciana 17 de Junho de 2011 - 16:12:17

Sabe porque eles floreiam tanto? Porque argumentos bons, não precisam disso. Outro motivo é o google: eles pesquisam para escrever: uma forma de "aparecer" tanto ou quanto o Doutor...

Luciana Cerqueira 17 de Junho de 2011 - 17:19:35

Eu ri de vocês. Sou advogada, mas sou gente boa, então trato de ser concisa pra não dar trabalho aos juízes nem aos colegas, contudo pego cada peça de 60, até 100 laudas frente e verso que dão vontade de chorar, por isso sou obrigada a dar razão a vocês, advogados, via de regra, escrevem muito porque os argumentos são poucos e ruins.
E a briga dos "doutores" pelo título? Foi minha diversão nesta semana, principalmente ler o artigo e, a cada nova leitura, reparar em mais uma frase autolaudatória do articulista, ele devia fazer um curso de humildade, isso sim.

juiz nho tonhô 30 de Julho de 2011 - 18:34:28

agoria eu jurga este causo ante que vire uma resenha to mundo ta seto tomundo ta erado aquele que sorta a bufunba pra eu vai ficar com razao

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 14:19:55

JUIZ! JUI-NHO TÔNHÔ, CADA DIA MIOR, preciso saber se oxe miorô das cadeira? ... por um acauso ainda tem ai o vidinho preto do doutô se pra tu foi bom?
perciso que mi mandi pelo curreio, a sobrinha pois por cá, tá dificil é de se achar, adepois que tu botou o recadinha nesta coisa do diabo da tevezinha que tem um monte de letrinha na frente dizendo que é só bate, nos se cuminica até com deus?... Intão adispois que você fez tal pronunciamento, fui correndo lá feirinha do trilho do trem, mas não encontrei mais nada, sumiu sô, vidinho preto não tinha mais não? sô então se tu tem mandi pa eu resolve o pobrema da excadeiro do véio, viu sinhô juiz nho tonhô,to esperano thau, outra coisa diga pa cumada bem mior nãothau(tuninhodeolarias).

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Paulo Silveira 16 de Junho de 2011

Defender o próprio direito de ser chamado de doutor, retirando o dos outros, é fácil e agradável.

Haverá um dia que mesmo quem já defendera sua tese de doutorado, não pedirá tal tratamento. Onde os educados, abastados e que tiveram mais oportunidades não farão questão de (nós) "exijamos o tratamento que conquistarmos". Exigência a qual explica muito do próprio comportamento que critica.

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danny 16 de Junho de 2011

Esse ridículo só não falou de um negócio chamado de costume ou praxe.

Carlos Alberto 16 de Junho de 2011 - 21:35:22

Mais uma que se acha Doutora. rsrsrss!!!
Triste Brasil...

Ate mais

Senhora Advogada.

Aécio 18 de Junho de 2011 - 13:40:08

são respostas como essa da Sr(a). danny que conseguimos enxergar os vexames que o autor do artigo tem passado com seus colegas de trabalho.

ursa 5 de Julho de 2011 - 17:03:25

não achamos que somos, simplesmente somos e cada vez mais porque podemos aprender , brincar e induzir com argumentos em cada causa. De quê adianta ser um rato de biblioteca estudando opiniões alheias para dizer EU ESTOU CERTO EM BASE... de outros? hahahahaha.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 17:19:31

URSA! URSA só pra não dizê que não falei de flôres! é um achado muitho expiciar,entre os que aqui deletaram como importante! e são mesmos, deletaram? sim deletaram para minha supremacia em saber e conhecer alguns apaguei, outros ficam,, mas este seu texto é uma das maravilhas bem acentuada que vi.Um dito profundo e com sabedoria de primor veio atôna pelo explendor assim colocado DE QUÊ ADIANTA SER UM RATO DE BIBLIOTECA ESTUDANDO OPINIÕES ALHEIAS PARA DIZER ESTOU CERTO EM BASE...DE OUTROS? SEM RIZOS ursa,, para mim é com virtude que acho que atua em seu pensamento assim como o meu congratulo,mesmo em meus pecados veniais originais de quanta sou tolo,mas que entendi como uma filosofia que muitos seguem sempres as dos outros para dizer e mostrar quem é, numa mesmice de beber e poder soltar a franga, ou ter que fumar ou pitar para aparecer um pouco importante na vida, quem pensa diferente engana-se a si próprio, e quem AGE DE FORMA DIFERENTRE DOS DEMAIS COM SABEDORIA ESTA REGRADO DE UMA RAZÃO INESPLICÁVEL DE CONHECIMENTOS PRÓPIOS DE QUE VALE APENA INTEDER PARA DEPOIS SABER(TUNINHODEOLARIAS) URSA você é você bem como eu sou eu e nada mais minina que arrépios mas assim foi querida ursa se talvez como psidonimo que valeu a nota 10(tuninhodeolarias)

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André Pinheiro 16 de Junho de 2011

Proclamo a criação do CDL, em concordância com o F. Veríssimo, Código de Defesa do Leitor. Deveríamos ser poupados de tanta pusilanimiedade, que adianta ter feito doutorado, eu pergunto ao doutor?? Será que é para irradiar soberba e deselegância?? Eras adimirado por ser do MPF, eras admirado por ser doutor, mestre, apenas em silêncio. Mas ao abrires tua boca( figurado) vomitastes o asco de tua seiva.Lamentável. Prefiro o Lula e meu oftalmologista como doutores pois me contagiam com a leveza de suas almas.

FRANCISCO... 19 de Junho de 2011 - 13:53:22

Que bacana essa sua manifestação André.
Sábias palavras.
Meu abraço.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 17:33:48

SE FRANCISCO GOSTHIOU,intão prefiro L-U-L-A LÁ, dinovo na cazinha dele pra não simoiá, é uma cachurrinha que tenho por estimação, e gostar dos animais, cococococococococo lula, lula lula, vem vem cá vem preciso de vois micê lula lula lulaaaaa vem vem vêm esta triste lula vou ter que levar no vete! para consultar acho que a probrezinha vai chegar até 2014 bem de saúde, probrezinha lula cococococococo vem lula! ¨**¨ zóia bem é a minha cachorinha ok???? não vai me dizer que tem arguem por ai com este nome, ai não se estou arrumando pras cabeça, mas gosto muito da lula e quero que ela fique boa por muitos anos(tuninhodeolarias).

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norma maria... 16 de Junho de 2011

Nada modéstio o Doutor Marco! Na atual conjuntura do País, doutor é o profissional competente, e que zela pela sua profissão, exercendo com dignidade e honestidade. ESSE SIM É QUEM DEVE RECEBER O TÍTULO DE DOUTOR.

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Valentina 16 de Junho de 2011

Aos Doutores que fizeram Doutorado: Isso mesmo! Exijam que os chamem e tratem Doutores!! Exijam!!!E ai... de quem o não fizer!! Ah propósito, Doutores "Sandálias da humildade" irão vocês para outro lugar a não ser debaixo da terra??
Que show ridículo de holofotes.

Pietra Dollamita 16 de Junho de 2011 - 13:54:07

Muito bem Valentina.

JOSE... 7 de Maio de 2012 - 00:04:27

O título "DOUTOR" É CONFERIDO ÀQUELE QUE CONCLUIU O DOUTORADO EM ALGUMA CIÊNCIA.

CONTUDO NÃO HÁ RAZÃO PARA TANTA POLÊMICA EM SE REFERINDO AO TERMO QUANDO É DIRIGIDO AOS FORMADOS EM DIREITO, MEDICINA OU OUTRO CURSO SUPERIOR.

SÃO VÁRIAS AS HIPÓTESES PARA O USO DESSE TERMO.

A PRIMEIRA É RELATIVO AOS USOS E COSTUMES. OU SEJA, AS PESSOAS SÃO CHAMADAS DE DOUTORES QUANDO POSSUEM UM TÍTULO ACADÊMICO SUPERIOR.

QUANDO PESSOAS, EM RESPEITO À OUTRA DE GRANDES CONHECIMENTOS E VASTA ERUDIÇÃO, OU AINDA DE ACORDO COM SUA PROFISSÃO, EMPREGAM O TERMO DOUTOR. SÃO USOS E COSTUMES.

EXEMPLO: O PASTOR, O DOUTOR, O PROFESSOR, O SENHOR, PADRE. SÃO FORMAS RESPEITOSAS E ATÉ CARINHOSAS DE TRATAMENTOS.

NA VERDADE, NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A CHAMAR ALGUÉM DE DOUTOR (MESMO OS QUE DEFENDERAM TESE DE DOUTORADO), PROFESSOR, MESTRE, PASTOR, PADRE, SENHOR. CONTUDO OS COSTUMES E A BOA EDUCAÇÃO AINDA PREVALECEM ENTRE AS PESSOAS DE BOM SENSO E EDUCADAS. QUEM É CAPAZ DE DIRIGIR-SE A UM PADRE E CHAMÁ-LO TÃO SOMENTE PELO SEU NOME? GERALMENTE ANTEPÕE O TERMO PADRE. NÃO É MESMO?. E POR QUE MOTIVO? PELOS COSTUMES, PELA EDUCAÇÃO SOCIAL QUE RECEBERAM, PELO RESPEITO,ETC.

HA CASOS EM QUE A LEI PRECEITUA QUE DETERMINADOS PROFISSIONAIS SERÃO CHAMADOS DE DOUTORES, DE ACORDO COM A IMPORTÂNCIA DO CARGO. TAIS COMO MINISTROS, DEPUTADOS, SENADORES, E TANTOS OUTROS. CONTUDO SEUS FILHOS, OU OUTROS PARENTES, NUNCA EMPREGAM O TERMO DOUTOR QUANDO EM CONVERSAS INFORMAIS.

E ASSIM, EXISTE OU DOUTOR QUE DEFENDEU TESE; O DOUTRO QUE É CHAMADO ASSIM EM RAZAO DE SER FORMADO EM CURSO SUPERIOR, O DOUTOR QUE ADQUIRE VASTOS CONHECIMENTOS, E ATÉ AQUELES QUE ASSIM SÃO CHAMADOS POR RECEBEREM UM TÍTULO HONORÍFICO. COMO EXEMPLO TEMOS O CASO DE CAETANO VELOSO. RECEBEU EM PASSADO NÃO MUITO DISTANTE O TÍTULO DE DOUTOR, MAS NEM POR ISSO ALGUÉM É OBRIGADO A DISPENSAR-LHE ESSE TRATAMENTO, A NÃO SER POR CONSIDERAÇÃO OU RESPEITO. TODAVIA, COM OU SEM DOUTOR, O TÍTULO NÃO LHE SERÁ ARREBATADO. ASSIM, NÃO DEVE SER CENSURANDO OU REPREENDIDO AQUELE QUE SE NEGA A EMPREGAR O TERMO; BEM COMO NÃO DEVE SER EXECRADO OU CONDENADO AQUELE QUE O UTILIZA DE ACORDO COM SUAS ATITUDES E POSTURAS, USOS E COSTUMES. ESPERO HAVER CONTRIBUÍDO.

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Cicero 16 de Junho de 2011


Resposta às críticas imoderadas ao meu simplório comentário anterior.

Caros correspondentes!

Ao contrário do que os ilustres articulistas entenderam, não há no meu comentário qualquer crítica ao texto do PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, mas, apenas e tão somente, crítica à sua postura de se auto vangloriar. A despeito, membros do Ministério Público (Promotores de Justiça) não têm o tratamento do pronome de Excelência (o que muitos promotores não conseguem aprender de jeito nenhum), sendo este reservado na seara jurídica exclusivamente para Magistrados (Juízes de Direito, do Trabalho, Federais, Militar e Eleitoral), Membros de Tribunais (de Justiça, Regionais Federais, Regionais do Trabalho, Regionais Eleitorais), Ministros de Tribunais Superiores (do Trabalho, Eleitoral, Militar, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal).
Aliás, o pronome foi empregado no tratamento de advogados e médicos, independentemente do doutorado acadêmico, conforme a Lei de 11 de Agosto de 1827, revogada pela Lei 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases).
Entretanto, concomitantemente com os titulados de MESTRES e DOUTORES, os detentores de notório saber na área afim detêm as mesmas prerrogativas que aqueles, conforme estabelece a própria LDB em seu art. 66, Parágrafo Único, a seguir transcrito:
Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.
Parágrafo único. O notório saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a exigência de título acadêmico.
Cabe, por fim, informar aos ilustres articulistas, que nunca tive e não tenho a pretensão de ser chamado de DOUTOR, pois em mais de quatorze anos de advocacia JAMAIS me identifiquei ou assinei qualquer documento jurídico ou particular (mesmo em procurações que me foram outorgadas) com o pronome de DOUTOR. Simplesmente limito a identificação com o número de inscrição da Ordem dos Advogados do Brasil e com a colocação deste sob o meu nome e assinatura.
Sou BACHAREL em DIREITO e ADVOGADO, o que é o bastante.

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Francisco 16 de Junho de 2011

Parabenizo o autor pelo ótimo artigo. Ao ler o texto, ficou claro que a intenção do autor não é se gabar de sua titulação, mas sim criticar o uso indevido de uma titulação de natureza acadêmica, o que faz de maneira fundamentada. Porém, acredito que o problema não está em ser chamado por alguém de doutor, mas em exigir o tratamento de doutor quando não o é. Doutor não é aquele que realiza seu trabalho com presteza e esmero, tal argumento trata-se de um discurso demagógico por parte daqueles que não aceitam perder o "status" de doutor, é uma mera desculpa na qual só vou acreditar o dia que eu ver um desses falsos doutores chamando um padeiro ou um pedreiro de doutor. "Mas é um padeiro!" diriam. Pois bem, se ele faz seu trabalho com competência e qualidade também seria merecedor do título de doutor, uma vez que sua profissão não é menos digna.

Luka 19 de Junho de 2011 - 17:23:34

E tem muito pedreiro e padeiro trabalhando melhor que certos advogados por aí. Trabalhando melhor que médicos, dentistas, contadores, etc...Vc tem razão.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 17:41:14

EM UM DIA QUALQUER, se apresentava em minha área de trabalho um rapaz, muito habil e bem de proza;
Vinha ele do Rio de Janeiro para prestar serviços.
Pois bem!
Na qualidade de que assim via este cidadão, dispertou ir até o mesmo para conversar!
e que para minha surpreza chameilhe de DOAUTOR!
EDUCADAMENTE me respondia;- Não? Não sou doutor, e nunca mais fale assim. Perguntei! porque? Lá no Rio de Janeiro doutores é muito conhecido por hotário! agora fico na pensante DOUTÔ por DOUTOR, que mal faz isso por conotãção de repugnância!(tuninhodeolarias) não

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Igor 16 de Junho de 2011

O Dr. Marco Antônio fala na soberba da exigência de tratamento como Doutor pelo advogado, mas pelo contexto não abre mãe de ser tratado como Excelência. Para mim o contexto todo é minimizar o tamanho do advogado.

Luka 19 de Junho de 2011 - 17:25:01

E qual é o tamanho do advogado? Onde está a norma social que ele é maior ou melhor do que outros? O Dr. Acima tem razão. Doutor é quem faz doutorado. Quem faz juz, quem busca e não quem acha que pode...

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João Paulo Azambuja 16 de Junho de 2011

Belíssimas explanações, de todos, talvez aqui se encontre a arte de advogar, aonde possamos defender nossas teses e nossas ideologias, contudo se atendo ao presente artigo, não há o porquê de não chamar um advogado de Doutor, pelo fato do mesmo não ter um doutorado, e se for por este fato tem mais lógica em chamar um advogado de doutor, pelo seguinte fato quem faz doutorado no final tem que defender sua tese né, e o advogado que todo dia defende suas teses perante um juiz, um promotor e um advogado adverso, quem faz doutorado defende apenas uma única vez sua tese, o advogado diariamente tem que defender, sem esquecer que enfrenta uma prava de exame de ordem, para poder ser advogado, que alguns doutores das nossas cortes superior sequer passariam.
Termino por fim citando um artigo encontrado na internet "Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais à resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução."
Como alguém defende que o advogado não é doutor, me insurgo defendendo que Advogado é Doutor.
Ahhh, antes de tirarem conclusões dêem uma olhada neste artigo. http://www.professorsimonassi.com/index.php?option =com_content

Francisco 16 de Junho de 2011 - 17:14:06

Caro João, não confunda uma tese de doutorado com uma ação judicial... São coisas BEM diferentes... Vc leva em média uns 4 anos pra fazer uma boa tese de cerca de 400 páginas com referências bibliográficas de ponta e uma verdadeira inovação no marco do Direito, tirando que deve defender a tese numa banca com pelo menos 5 doutores verdadeiros, e não advogados... Os advogados são tão doutores quanto os bancários, analistas de sistemas e eletricistas... Doutor é uma titulação e não um pronome de tratamento qualquer... Mas ressalto que o problema não está em chamar alguém de doutor, mesmo não o sendo, o problema está em exigir ser tratado por uma titulação que vc não têm...

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Vivi 16 de Junho de 2011

Meninas não namorem um Doutor como esse! Não deve ter tempo nem para as modestas rapidinhas. Até porque, modéstia não é uma palavra encontrada no dicionário dele.
Mas, ao assunto: SIM, só é doutor quem faz doutorado. Que novidade esse 'ser' nos trouxe? Será que suas 'teses' e 'grandiosos' trabalhos trazem novidades como esta?
Me diverti muito lendo os comentários.
A propósito, respondendo a uma pessoa que não lembro o nome, eu também o achei pedante. Não falou nada de mais além de se autopromover e ganhar o ódio dos bacharéis, dos sem título e dos 'sem o que fazer'. Rs, rs.....

Viviane

Daniel Moita... 16 de Junho de 2011 - 17:11:13

Olá... também dou muitas risadas com os comentários. Me incluo naquele "sem o que fazer" ante a falta de outra alternativa mais adequada. Aproveito pra dizer a todas as meninas que podem namorar comigo, não sou doutor, e tenho muito tempo para muitas "rapidinhas", as quais, sendo interessante, podem ser convertidas em "extensas", mas no mesmo número.... Desculpem, não pude deixar de brincar... gostei do senso de humor... faltava esse toque.... Obrigado.

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 13:37:54

hehehehe...adorei, bom humor finalmente!

Comedor do Daniel... 24 de Junho de 2011 - 21:19:28

E aí Daniel, vamos para trás da Moita para eu dar uma rapidinha em você?

Senso de humor.....

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Ricardo Vieira 16 de Junho de 2011

Parabéns pelo artigo, doutor. Eu sou farmacêutico e doutor em Genética e Biologia Molecular e às vezes esqueço o título de Doutor, pois minha profissão se sobrepõe: professor. As pessoas me chamam "professor Ricardo" e não "doutor Ricardo". E fica tudo muito bem. Estranho é que na época em que eu não tinha doutorado e não era professor eu era tratado de doutor... Eu, em particular, não me encuco com isso e chamo de doutor advogados, médicos, dentistas, todo mundo... Sem traumas, ninguém estranha.

Viviane 16 de Junho de 2011 - 17:09:54

Viu gentem, pois é....... assim, simples.... Não há novidade!

jeferson 21 de Junho de 2011 - 15:46:30

Parabens Doutor Ricardo, seu respeito e sua humildade o fazem realmente um verdadeiro DOUTOR

iara 21 de Junho de 2011 - 21:13:23

Li alguns comentários e parabéns Prof.Ricardo pela sua colocação.Trabalhei na UFRJ e sempre tratei todos os profissionais pelos seus títulos(ex.Residente por Doutores ;Médicos Professores por Professores ) aliás não poderia ser de forma diferente pois participei inúmeras vezes do sacrifício desses profissionais,com horas de estudo,pesquisa , dedicação e defesa de tese. Sempre chamarei meu médico,dentista,advogado pelo título de Doutor. Não tenho problema algum e dificuldade para tal. E parabenizo o autor pelo artigo.

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Alexandre M. Vaz 16 de Junho de 2011

Parabéns pelo Artigo.

Contudo, em meu humilde entendimento, alguns pontos relacionados à sua carreira poderiam ter sido deixados de lado. Mas, de qualquer forma, a ideia foi repassada. Realmente não entendo essa insistência de muitos bacharéis em Direito em acharem que fizeram um curso mais difícil (ou com um conteúdo mais importante ou interessante) do que qualquer um dos vários existentes no Brasil.

Falo isso pois conheço pessoas que fizeram dois ou mais cursos, estando dentre eles o de Direito. Ademais, já estudei vários assuntos relacionados à área.

Um abraço a todos!

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Luciano 16 de Junho de 2011

Não deve haver muito trabalho na procuradoria em Mogi das Cruzes... ou um certo DOUTOR anda se aproveitando dos colegas procuradores. Quanta arrogância hein!! Vai trabalhar D-O-U-T-O-R MARÇO ANTONIO.

Carlos Alberto 16 de Junho de 2011 - 21:29:56

Mais um que se acha Doutor. rsrsrss!!!
Triste Brasil...

Ate mais

Senhor Advogado.

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Demian 16 de Junho de 2011

Quanta formalidade. Eu sou eu, e pode me chamar de você. Se você é Doutor, Bacharel, Excelência ou Senhoria, tanto faz. Mais importante do que discutir seu título, seria colocar o seu conhecimento em favor de nosso país. Quanta bobagem se discutir isso. Doutor é qualquer um que estaciona o carro e paga algumas moedas pro guardador.

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Jhonnata Cremonezi 16 de Junho de 2011

Parabéns, Caro Doutor!!!
Brilhante explanação sobre tão grande dúvida, do qual raras pessoas possuem notório saber!!!
Jhonnatas Cremonezi (acadêmico de Direito - 7º período).

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GERALDO... 16 de Junho de 2011

PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, sempre concordei com sua opinião. Agora, tente chamar um juiz de direito("DEUS") no interior do Ceará, sem o título de DOUTOR?? e nas petições: excelentíssimo senhor "doutor" juiz de direito da comarca...! e num escreva não!!!

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 02:29:15

Geraldo, então esses caras sãomuito ignorantes, em documento por tanto pronome? é exercicio de português? se eu fosse Juiz ia era corrigir um cara que escrevesse para mim "excelentíssimo senhor doutor..." é só "Excelentíssimo Juiz..." tá loco!

José Fernando de... 25 de Junho de 2011 - 13:39:28

Caros amigos! Doutor é quem tem doutorado.Advogado é simplesmente um bacharelado aprovado no exame de ordem.Bacharéu em direito nada é mais do que um 0 a esquerda. Digo isto, porque sou bacharéu em direito e não consigo trabalhar, ainda não fui aprovado no exame de ordem .

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Lorca 16 de Junho de 2011

Prefiro ganhar na loteria e continuar sendo um zé ninguém a ser chamada de "doutô", o que vale nesta vida horrorenda são apenas dolares e euros no bolso...ahhhh que inveja do Palocci

Luciana Cerqueira 17 de Junho de 2011 - 17:23:34

kkkkkkkkkkkkkkkk

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 13:42:02

kkkkkkk ... Que bom, saber ler!

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Lorca 16 de Junho de 2011

...constatei que somos todos uns deserdados das opíparas putocráticas invólucras do entardecer ...

Marconi A. Saraiva 21 de Junho de 2011 - 14:04:36

Hein??? kkkk....

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Dr. João Ninguém 16 de Junho de 2011

Discussão de merda, essa!

Um Doutor promotor facista, que nada enxerga além do umbigo.

Ninguém tem nada mais importante à fazer?

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Gabriel... 17 de Junho de 2011

Prezados PSEUDOdoutores, tambem não sou doutor, ainda estou me formando, mas com muito estudo pretendo tirar meu doutorado para contribuir de forma direta ou indireta no crescimento da sociedade.
Já morei fora, conheci vários países e tenho a impressão de que o Brasil é uma das poucas nações que tem esses dilemas RIDÍCULOS. Quer chamar de Doutor o seu médico? Chame e peça um atestado de ignorância também, pra apresentar no serviço. Você não mede uma pessoa pelo título que ela boçalmente e geralmente erroneamente ostenta, mas pelas suas realizações como ser humano. Uma coisa que não podemos deixar de mencionar nessa discussão é que Portugal deixou essa herança nojenta em nossa terrinha e que graças a alguns membros dessa gentalha(seja médico, BACHAREL em Direito(passe na OAB antes de se chamar de advogado, ok?) etc. o mito se eterniza. E vale lembrar também que só em países, estados, e/ou cidades onde a ignorância prevalece, é que esses cânceres da sociedade conseguem SEM MÉRITO NENHUM ter tratamento diferenciado. Todo respeito ao estado do Ceará, mas se é esse o caso por aí, sim, a ignorância reina soberana nessa terra.
Eu chamo o vigilante de doutor, meus professores, amigos, e terei o maior prazer de destronar o primeiro babaca que vier dizer que por ser bacharel de direito/medicina etc, automaticamente se torna doutor. Não vou dizer o nome do meu pai(Doutor de verdade) porque não preciso, mas vou dizer que ele, depois de uma denúncia minha, demitiu uma assessora que exigiu(veemente) ser chamada de doutora por estagiários. PSEUDOdoutores, mais estudo e menos prosopopéia flácida para acalentar bovinos, ok? O mundo desenvolvido não tem espaço para tanta imbecilidade, mas o Brasil ainda chega lá.

Vivi 18 de Junho de 2011 - 09:13:03

Muito bem... enfim, discussão tolinha, coisa de país colonizado.

Silene Soares 21 de Junho de 2011 - 13:45:18

Vivi...estou na hora do almoço, ficar aqui discutindo é melhor que ir no shopping gastar meu dimdim...hehehe...sabe como é!?

Vivi 21 de Junho de 2011 - 15:08:37

Hm... questionável hein! Rs... mas de qualquer forma, fiquei boba de ver que essa discussão ainda está tomando o tempo das pessoas com esse assuntinho. Tem coisa muito mais importante acontecendo em nosso país. O Autor, se não conseguiu a simpatia dos leitores, conseguiu ao menos chamar a atenção. Portanto, tiro o chapéu para o poder de persuasão que ele tem. Rsrs.

silenew 21 de Junho de 2011 - 15:50:07

Eh, preciso economizar...hehehe
Bem, se a intenção era causar polemica com o ar soberbo assoprado nas entrelinhas do texto, temos que admitir: ele conseguiu! O ilustre Doutor desconhecido está tendo seu momento de fama.
Quanto a mim, acabou o descanso, dra ou não dra, trabalho é o que não falta, isto sim é importante...hehehe

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O povão 17 de Junho de 2011

Meu Deus!!!!
Tamo f... mesmo, esse povo aí em guerra por causa de quererem que todos os chamem de doutores! Tenho um primo que estudou mais de 10 anos de engenharia elétrica para se tornar doutor e nem pede para ser chamado disso. O homem quase foi para o Japão fazer o doutorado, mas não foi por causa da família. Agora esses cabras que estudam uns aninhos em facudade pagou passou, fazem tese de copiou-colou, copiou-colou,... exigem serem tratados por doutor. Só se for doutor de foge da pexeira.
Meu primo é o único que conseguiu a tal de justiça social atavés dos estudos e não precisou ficar como nós no sertão do nordeste: morrendo nas mãos dos jagunços de fazendeiros e matando eles também, pois é só assim que conhecemos o que é justiça, na ponta da bala ou na lâmina do facão. Até hoje não vimos nenhum dos jagunços ou seus mandantes presos, é só a tal da tese do HC. E tese por tese sou mais a minha, que se mexer nas minhas terrinhas, com minha família ou com meus amigos de roça, não tem para doutor do papel ou de hospital, tem é para os urubus. Nesse país não existe lei, tem legislação, não existe justiça, tem judiciário. Homem e mulher estão em falta, mas sobra muito doutor.
O povão.

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Bruno 17 de Junho de 2011

Muito bom o texto. Mas como também sou chato fui conferir seu CV no site do CNPq. Lá não constam seus 300 artigos, textos, livros, etc... Acho que você digitou um "0" a mais.

Luciana Cerqueira 17 de Junho de 2011 - 17:24:18

Também sou chato... kkkkkkkkkkkk

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antonio gabriel... 17 de Junho de 2011

Quem dera que este entendimento chegasse ao alcance de todos. Seria bom que a GLOBO, divulgace isto nas chamadas: CIDADANIA A GENTE VER POR AQUI.
Parabens Dr. Março, pela aula de CIDADANIA.
Gabriel.

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Ronaldo Tovani 17 de Junho de 2011

Realmente o Dr. Março Antonio tem razão. Só é doutor e, consequentemente, só pode utilizar o título de doutor quem fez doutorado. Da mesma forma que só pode utilizar o título de "professor" quem fez livre-docência, algo que me parece ele mesmo ainda não sabe. Além disso, e ainda que não se tenha feito qualquer menção a respeito, os membros do Ministério Público, da União (como ele), ou dos Estados, não são "autoridades", como o são os delegados de Polícia e os magistrados. E assim vamos aprendendo!...
Ah! E ao invés de ser afixado nas paredes da sede da Procuradoria em Mogi das Cruzes essa bobagem toda (de que só é doutor quem fez doutorado), deveriam afixar, isto sim, o horário de trabalho que os membros do Ministério Público da União deveriam cumprir e geralmente não cumprem.

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carlos eduardo 17 de Junho de 2011

existem questões mais importantes a serem esclarecidas e certamente somente aqueles que se ocupam em cargos públicos tem tempo para análise sem importância como essas...num pais onde "Tiriricas" viram membros de comissão de educação....o que se esperar....vivam os Drs.Mestres Tiriricas

Dejair 17 de Junho de 2011 - 10:43:08

De todos os comentários este foi o melhor. Parabéns.

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giovanne 17 de Junho de 2011

Meus professores Doutores nunca fizeram questão de qualquer tipo de tratamento específico, mesmo merecendo por titulação. Já os advogado... rum, vejam só o tamanho da discussão simplesmente por deixar claro o que é lógico: Doutor é quem faz doutorado, o resto é puro costume, se eu não quiser tratá-lo como, que se dane. Mas advogado quer empurrar seu falso título de doutor goela abaixo em todo mundo. Fica claro quem é o arrogante assim.

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Leocadius 17 de Junho de 2011

O cara é muito vaidoso! Dá para ver claramente que ele não suporta que outros que não tenham os títulos acadêmicos que ele tem sejam chamados de doutores. Para mim esse cara é muito arrogante e vaidoso.

O chamamento de "doutor" não precisa estar estabelecido em lei ou decreto algum, trata-se de um costume fortemente arraigado na cultura brasileira. As pessoas chamam médicos e advogados de doutores por hábito e pelo reconhecimento de que são pessoas estudadas. Nada tem a ver dizer que a OAB proíbe que advogados sejam assim chamados. O que a OAB diz é que não se pode exigir o tratamento "doutor". Enfim, o cara é um vaidoso. Deve se achar a estrela mais importante da galáxia. Só ele e poucos outros quase tão bons como ele podem ser chamados de doutor. Tenha paciência!

(...)Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos (...)

(...) Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros (...)

(...) Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são)...

Me dá vontade de vomitar ver esse monte de puxa-sacos dizendo que o Excelentíssimo Doutor colocou um ponto final na questão.

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vani Ribeiro 17 de Junho de 2011

Bom dia, DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA!

fantástica a explicação! o que mas me impressiona hoje em dia pricipalmente no serviço público é o "monte de doutores que tem)qualquer um que tenha uma comissão, mesmo que pequena, faz questão de ser chamdo de Dr(a).

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Paulo Andre 17 de Junho de 2011

Achei o artigo totalmente irrelevante

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andrea 17 de Junho de 2011

Prezados/Prezadas,

Penso que na comunidade acadêmica, a titularidade é essencial para a formação do "SABER" bem como, importante para o conhecimento e constitui valor agregado ao indivíduo, tanto na esfera pública como na esfera privada, não significando inteligência.

No âmbito da esfera pública, a titularidade é tão importante quanto a ética, a honestidade e a retidão no trato com os recursos e instituições públicas eis que, está diretamente vinculada ao interesse coletivo e bem estar social.

Espero que os "Doutores" que receberam recursos públicos para acobertar as despesas com o doutorado, retornem com um bom trabalho e cumprimento de horário no serviço público que é destinado ao povo, ora contribuintes.

Salvo engano, percebo nas notícias veiculadas acerca da corrupção no Brasil, que o problema não é "estar" Doutor como muitos Membros do Legislativo, Executivo, Judiciário, Promotores, Médicos, Dentistas, Advogados, Delegados,Fiscais,Gerentes gostam de ser tratados.

No Brasil, todo aquele que tem posição social e ou econômica relevante é tratado de "Dr.", a uma por ignorância daquele que assim o trata, geralmente o famoso "puxa-sacos", a duas pelo receio/medo da reação negativa dos "Drs.".

Já nas escolas ou congressos, seminários/ comunidade acadêmica, etc, o tratamento correto é de Doutor para aquele que detém o título.

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José Marcos S... 17 de Junho de 2011

A pesquisa é interessante, mas serve apenas para desmistificar uma lenda corrente nos meios acadêmicos. Na essência, retórica e formalismo inútil. Não que a forma e as solenidades não tenham a sua importância e valor, pois que marcados pela tradição e pelo esforço pessoal, mas alguém aqui também já ouviu falar em usos e costumes?

Pois bem, "Doutor" também é quem o povo diz que é, basta sair às ruas ou consultar o dicionário:

doutor
dou.tor
sm (lat doctore) 1 Aquele que recebeu supremo grau em uma faculdade universitária. 2 por ext Bacharel, advogado. 3 pop Médico. 4 Aquele que ensina. 5 iron. Homem que tem presunção de sábio. D. angélico: designação dada a Santo Tomás de Aquino. D. da Igreja: teólogo que, pela santidade de sua vida e pureza de sua doutrina, foi declarado doutor. D. da lei: no judaísmo, após o cativeiro babilônico, expositores autorizados da lei, em sua maioria fariseus. D.-da-mula-ruça: médico medíocre; curandeiro. D.-das-dúzias: doutor medíocre, indivíduo que tem o grau científico mas que pouco sabe. D. de capelo: o que tem o respectivo grau. D.-de-raízes: curandeiro que procura raízes e plantas medicinais no mato para vendê-las nas feiras, onde também dá receitas. D. honoris causa: distinção que as universidades ou faculdades conferem a pessoas preeminentes, a fim de que tenham parte nas honras de que gozam os diplomados por essas instituições. D. seráfico: São Boaventura, que, pelo misticismo dos seus escritos, mereceu esta designação.

Fonte: Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa

Daniel Moita... 17 de Junho de 2011 - 19:46:46

Parabéns... sem dúvida, o comentário mais elucidativo.

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Dellano Silva 17 de Junho de 2011

Não importa se o autor foi pedante ou não, doutor é quem fez doutorado. E pronto. Certa vez conheci um rapaz que ao passar no vestibular para medicina colocou em sua página de uma rede social: "Dr. Fulano de Tal"
Talvez o autor não fale de advogados que exijam serem chamados de Doutor, mas de advogados (e por que não outros profissionais de áreas "prestigiadas"?) que utilizam do título de Doutor em seus cartões de apresentação, na faixada de seu escritório, e pior, que se acham Doutores.

Renato Bezerra 15 de Maio de 2012 - 09:37:03

Claro que quem faz Medicina é Doutor. Quem diz o contrário não tem a cultura suficiente para fazer tal comentário. O nome doctor surgiu antes dos cursos de doutorado. Doutor, originalmente, significa médico. Em um segundo sentido, significa os que foram aprovados em curso de doutorado.
------------
turco: doktor
inglês: doctor
============
1. (Medicine) a person licensed to practise medicine
2. (Social Science / Education) a person who has been awarded a higher academic degree in any field of knowledge
3. (Life Sciences

Renato Bezerra 15 de Maio de 2012 - 09:38:05

...
3. (Life Sciences

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Dellano Silva 17 de Junho de 2011

Oops... Corrigindo: fachada

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Mônica 17 de Junho de 2011

Guerra de narcisismo.

Falecia 18 de Junho de 2011 - 23:08:56

Brilhante descrição!

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Paulo Fiorin 17 de Junho de 2011

Discussão sem fim.
Entendo que Doutor é quem faz Doutorado, pela sua titulação é louvavel, afinal são quatro anos de dedicação. Parabéns aos que o tem.
Um Professor (com "P" maiúsculo) de Direito Penal certa vez disse (à época era Doutorando) que aquele que mais tem cultura é o que deve ser exemplo de humildade e respeito para com os outros, senão não é digno de título nenhum. Será que é isso mesmo? Será que é esse o caso?
Como comentou Carlos Mazza, logo acima: o importante é ser feliz, se ele é feliz assim ótimo.
Cada um sabe onde encontrar a sua felicidade.

Abçs.

Falecia 18 de Junho de 2011 - 23:09:48

Nessa linha de pensamento o autor do titulo também não é doutor...rs

Paulo Sérgio Fiorin 19 de Junho de 2011 - 12:38:17

Nem tampouco quem escreve, pois nem se identifica, nem estabelece sua posição, sem comentários...
Se conheces a Constituição Federal sabes o que fala sobre o anonimato. Mas, tudo bem.
Se és feliz assim, ótimo.

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Paulo Fiorin 17 de Junho de 2011

Retificando: louvável.

nho tonhô 27 de Julho de 2011 - 14:49:18

oi qui se tiver que iscoe entre se um narfabeto inquar lula e um dotÔ que nem odotÔ FERNANDO HENRIQUE eu perfiro se o nalfabeto lula dotÔ e que nem peru so tem papo e pena no C

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bruno 17 de Junho de 2011

não vejo muita diferença entre o pedantismo do autor ao enumerar suas variadas conquistas acadêmicas e profissionais (muitas das quais não tem pertinência nenhuma com o texto) e o pedantismo daqueles que, sem doutorado, exigem ser tratados como doutores.

Thiago 18 de Junho de 2011 - 13:33:58

Bruno,

Pois eu vejo. Em Caderno H, Mário Quintana nos lembra que "Esses que pensam que existem sinônimos, desconfio que não sabem distinguir as diferentes nuanças de uma cor..."

Contudo, até mesmo no uso de uma só palavra podemos reconhecer sentidos bem distintos. Note-se o caso do termo "pedante".

O pedantismo do autor se revela na vaidade e no ego inflado. É vaidoso pelos méritos que tem. Não reconhecer seus méritos seria despeito. Não precisamos lamber suas botas, mas fazer barulho aqui no fórum como alguns estão fazendo, parece-me tão patético quanto lamber botas.

Já o pedantismo dos advogados, promotores e juízes que exigem o mesmo tratamento revela uma pretensão inadequada, o que poderia ser chamado até de charlatanismo.

Nos dois casos há vaidade. No primeiro, pelo que se tem. No segundo, porém, vaidade por algo que gostaria de ter, finge que tem, mente para si mesmo que tem, acha ruim quando é questionado se tem, mas no final das contas, não tem.

bruno 20 de Junho de 2011 - 18:40:16

Thiago,

Óbvio que há diferenças nos dois tipos de vaidade em questão. Onde não vejo diferença alguma é no ridículo em que os dois lados recaem ao assim agir.

Fabio 7 de Maio de 2012 - 16:36:03

Boas palavras Thiago. Entretanto, salvo as formalidades. Doutor e mestre deixe para as formalidades acadêmicas, o restante é pura vaidade.

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Renato Faria 17 de Junho de 2011

Só para lembrar, o Estatuto da Advocacia e OAB (Lei FEDERAL n° 8.906/94), em seu art. 6° é categórico quanto ao tratamento RECÍPROCO existente entre Juízes, Promotores e Advogados.

Portanto, para o Promotor (ou qualquer membro do Ministério Público) se dar ao "luxo" de ser chamado de Excelência, que então dispense o mesmo tratamento ao causídico.

Por fim: "A soberba é a falsa impressão de poder". Pensem nisso.

Abraço a todos.

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Roberta 17 de Junho de 2011

Eu gostaria de saber, se o Doutor que escreveu o tal artigo, abordaria o tema se não tivesse feito Doutorado, o que pra mim ficou claro foi uma evidente vaidade, e além disso muito lindo, eu advogada criminalista chegar para um delegado e tratá-lo como Senhoria, pelo amor de Deus...para mim, médicos, dentistas, advogados, delegados, advogados serão tratados como Doutores e numa audiência, o juiz será excelência..uma bobagem essa matéria...minimizar a classe???

carlos 16 de Janeiro de 2012 - 14:03:53

Os nicos minimizados são os verdadeiros doutores que são equiparados as classes vaidosas

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sandra regina 18 de Junho de 2011

Não sei o porquê de tanta discussão... Estudamos "Pronomes de Tratamento".
Antigamente, médico e advogado eram chamados Dr. pelas pessoas humildes e sem estudo.
Evidentemente que quanto mais se estuda o "leque" vai se abrindo e verificamos que erramos.
O brasileiro (inclusive eu - risos...) precisa estudar mais.
Boa Sorte!

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 17:57:50

VENSK- SANDRA A MARAVILHA QUE O MUNDO ME MOSTROU, apenas por poucos dias, mas valeu belos e bons momentos saudades VENSKI(TUNINHODEOLARIAS).

Roberta 20 de Maio de 2012 - 13:32:51

Não precisa de ter muito estudo, qualquer juiz em todas, literalmente em todas, audiências, me tratam como Doutora, e assim se repete, nos cartórios, delegados, desembargadores, policiais...continuo achando isso uma tremenda bobagem...Eu só sei de uma coisa , tenho muitíssimo orgulho de ser advogada e para mim isso basta...mui feliz pela profissão escolhida a mais bela de todas.
Att.

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José Fausto de... 18 de Junho de 2011

Não creio que essa discussão irá nos conduzir a um consenso. Há muito tempo utilizamos, inadvertidamente, a expressão "doutor" para designar pessoas em posição destacada. Acho que foi por isso que os acadêmicos cunharam a expressão 'professor doutor' para distinguir o "doutor" com título de doutorado do "doutor" com outros títulos. Em minha opinião o que conta é a produção final e não o título de quem realizou o feito, haja vista que nem todos os agraciados com o premio Nobel tinham grau de doutor.

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Silvio Sousa 18 de Junho de 2011

Seguramente o Nobre Doutor poderia utilizar sua sapiência para discutir assuntos mais importantes à Nação e a própria instituição a qual integra. Vale o conteúdo e o que se pode fazer com ele em prol da sociedade em coisas realmente relevantes.

Aécio 18 de Junho de 2011 - 13:33:16

Estou em acordo com você. A solução não é enfrentando colegas que se encontra ao redor para fazer essas remarcas, e sim informando ao povo o eq é um bacharel, um mestrado e um doutorado. Assim eles serão mais convencidos que médico é médico e advogado é advogado.

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FERNANDO... 18 de Junho de 2011

Excelente colocação. Padre é padre. Médico é médico. Dentista ...
Doutor é um título concedido (conquistado) pelo profissional que fes Doutorado.
SOU MÉDICO e não cobro que me chamem de DOUTOR.
Curioso é que por "costume" assim as pessoas o fazem.
Muitos dos meus paciente me interpelam assim:
Médico vim lhe consultar porque...
FERNANDO NASCIMENTO - CREMAL 2642

roberta 1 de Julho de 2011 - 11:52:43

Então Médico, o Sr. não deveria deixar que lhe tratasse como Doutor, a matéria acima,se refere quem é Doutor... e o Sr. não é....todavia, eu sempre tratarei um médico, um advogado, um dentista como Doutor...agora o Sr. tem que contestar quando seus pacientes lhe tratam como doutor, já que o Sr. concorda com a matéria...
Att.

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Aécio 18 de Junho de 2011

Excelente artigo. Faco parte desses pensadores!
Mas que ainda gostaria de fazer uma nota que as estorinhas se repetem, mesmo no video elaborado pela JusBrasil: http://www.jusbrasil.com.br/apoiadores
Video mostrado no canto superior direito da pagina.

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Marcelo Williams 18 de Junho de 2011

Caramba! Por que o autor perde tempo com assunto de tão pouca relevãncia? Já sei: FICA INCOMODADO COM AQUELES QUE SÃO CHAMADOS DE DOUTORES, sem ter tido a oportunidade de estudo como ele teve. Além do mais, ESQUECE QUE NÃO É SO MAGISTRADO E MEMBROS DO MP QUE DEVEM SER CHAMADOS DE EXCELÊNCIA! DEFENDO QUE OS DEFENSORES PÚBLICOS TAMBÉM ASSIM O SEJAM!!!

Defensor Público 27 de Março de 2013 - 00:52:17

LEI COMPLEMENTAR Nº 80, DE 12 DE JANEIRO DE 1994
Organiza a Defensoria Pública da União, do Distrito Federal e dos Territórios e prescreve normas gerais para sua organização nos Estados, e dá outras providências
Art. 44. São prerrogativas dos membros da Defensoria Pública da União:
Art. 89. São prerrogativas dos membros da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios:
Art. 128. São prerrogativas dos membros da Defensoria Pública do Estado, dentre outras que a lei local estabelecer:
XIII - TER O MESMO TRATAMENTO RESERVADO AOS MAGISTRADOS E DEMAIS TITULARES DOS CARGOS DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA;

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Ana Sales 18 de Junho de 2011

Um articulista escreve sobre a inapropriação de se atribuir um título a pessoas que não fazem jus a esse título, e essas pessoas se enfurecem tanto com isto que o acusam de pedante!? É um fenômeno típico da ignorância: matar o mensageiro da má notícia.
É direito dele anunciar seu título no artigo... digo mais: é sua obrigação. Porque um não-doutor seria tachado de invejoso por fazer tal artigo, mas ele deixa bem claro que tem propriedade e autoridade para defender sua ideia. Aos despeitados, que exigem ser chamados de doutores sem a devida contrapartida, só resta uma alternativa: abrir os livros e conquistar o título.
Infelizmente, Dr. Março, o MPU não é generoso em doutores, e é ainda menos generoso em membros que partilham de seu respeito ao mérito acadêmico.
Digo isto por experiências pessoais.

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David Vier 18 de Junho de 2011

A questão que o Prof. Dr. Março Tura apresenta nada mais, nada menos é do que "colocar os pontos nos is". Quem não se deu conta disso ainda (como se percebe em certas opiniões acima, que "cheiram" a nostalgia dos tempos do Brasil Colônia/Império), são exatamente os que carecem dessa titulação. Por outro lado, os que merecem o título, na maioria das vezes, ficam constrangidos em fazer uso dele, diante da imensidão do saber a adquirir ainda - é o consagrado "Sei que nada sei". Em países desenvolvidos, que primam pela Educação, essa discussão sequer existe. Lastimo que, enquanto o assunto não for sacramentado em foro competente, continuaremos a nos embalar no berço excêntrico do analfabetismo. Parabéns, Dr. Tura pelo esse seu novo assopro nas cinzas da ignorância.

antenor morini... 22 de Junho de 2011 - 02:17:28

Então senhor David, já que achou tão importante o artigo, distribua para os mendigos, flanelinhas, feirantes e toda sorte de brasileiros que vivem à mercê dos "foros competentes" e vão chamar qualquer um que use terno e carro novo de doutor. Em países desenvolvidos jamais se exigiram o título de doutor e qualquer Juiz mandaria o "doutor" procurar o que fazer.

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mario zunino 18 de Junho de 2011

Desde que comecei a frequentar os fóruns, estranhei ser chamado de DR., rapidamente corrigo o tratamento deferenciado. Acho que se trata mais de cultura social e educação para se tratar no relacionamento, a exemplo dos médicos. Nada obstante, o excelente arrozoado, apenas, me intrigo, porque levar tal pesquisa, tanta coisa importante para ser tratado, acredito, lá no fundo da vossa consciência deve haver algumas marcas a ser perdoadas, transformadas e curadas.

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LUIZ ANTONIO 18 de Junho de 2011

Muito bom para esclarecer a população de maneira geral. Conheci médicos que se não fossem chamados de doutores, simplesmente não atendiam. Tomara que também leiam este artigo.

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Falecia 18 de Junho de 2011

Doutor....que importancia tem esse simples ? Deve ter assunto mais proveitoso senhores para gastar seu nobre tempo.

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Falecia 18 de Junho de 2011

RESOLUÇÃO COFEN-256/2001

O Conselho Federal de Enfermagem-COFEN, no uso de suas competências e atribuições legais;

CONSIDERANDO que o uso do título de Doutor, tem por fundamento procedimento isonômico, sendo em realidade, a confirmação da autoridade científica profissional perante o paciente/cliente;

CONSIDERANDO que o título de Doutor, tem por fundamento praxe jurídica do direito consuetudinário, sendo o seu uso tradicional entre os profissionais de nível superior;

CONSIDERANDO que a exegese jurídica, fundamentada nos costumes e tradições brasileiras, tão bem definidas nos dicionários pátrios, assegura a todos os diplomados em curso de nível superior, o legítimo uso do título de Doutor;

CONSIDERANDO que a não utilização do título de Doutor, leva a sociedade e mais especificamente a clientela, a que se destina o atendimento da prática da enfermagem pelo profissional da área, a pressupor subalternidade, inadmissível e inconcebível, em se tratando de profissional de curso superior;

CONSIDERANDO que deve ser mantida a isonomia entre os profissionais da equipe de saúde, e que o título de Doutor é um complemento, ou seja, um "plus", quanto a afirmação de um legítimo direito conquistado à nível de aprofundamento de uma prática terapêutica, com fundamentação científica;

RESOLVE:

Art. 1º- Autorizar aos Enfermeiros, contemplados pelo art. 6º, incisos I, II, III, IV, da Lei 7.498/86, o uso do título de Doutor.

Art. 2º- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se disposições em contrário.


Rio de Janeiro, 12 de julho de 2001

Gilberto Linhares Teixeira
COREN-RJ Nº 2.380

Presidente João Aureliano Amorim de Sena
COREN-RN Nº 9.176
Primeiro-Secretario

JOICE... 25 de Março de 2013 - 18:49:24

kkkkkkk. Ë risível os Conselhos se concederem títulos. É o mesmo que eu acordar e decidir que devo ser chamada de Rainha.Os médicos e advogados são chamados de Doutores, sem precisar de nada disso!

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Falecia 18 de Junho de 2011

RESOLUÇÃO n.º 23/2000


Adequar a Decisão n.º 04/93 que trata da utilização do Título de DOUTOR pelo profissional Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional, e dá providências.


O CONSELHO REGIONAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL DA 8ª REGIÃO - CREFITO-8, na conformidade com competência em vista prevista no inciso II, do art. 44, da Resolução COFFITO-6, tendo em vista deliberação do Plenário em sua 23ª Reunião Ordinária, realizada em 09.10.2000, em consonância com a luta até então desenvolvida pelo Egrégio Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional -COFFITO, e


CONSIDERANDO o teor da Decisão n.º 04 de 18.06.93, onde o Colegiado do Crefito-8, RECOMENDOU aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais, a "utilização do título de DOUTOR", e


CONSIDERANDO o deliberado pelo Sistema COFFITO/CREFITOs, em sua reunião realizada em sua Sede Administrativa no Distrito Federal, e ainda,


- A não existência do direito positivo brasileiro, consubstanciado na Lei n. 5540, de 28.01.68, e no Decreto-Lei n. 465, de 10.02.65, de preceito legais disciplinado e concessão do título de Doutor;


- Baseando-se em que o uso do título tem por fundamento procedimento isonômico, sendo, em realidade, a confirmação da autoridade científica profissional perante o paciente;


- Que o título de Doutor tem por fundamento praxe jurídica do direito consuetudinário, sendo de uso tradicionalmente entre os profissionais de nível superior;


- Que a praxe jurídica, fundamentada nos costumes e tradições brasileiras, tão bem definidas nos dicionários pátrios, assegura a todos diplomados por cursos de nível superior, o legítimo direito do uso do título de Doutor;


- Que a não utilização do título de Doutor leva a sociedade e mais especificamente a clientela a que se destina atendimento da prática terapêutica, pelo profissional da área, a pressupor subalternidade, inadmissível e inconcebível, em se tratando de profissional de nível superior;


- Que deve ser mantida isonomia entre os componentes da Equipe de Saúde e que o título de Doutor é um complemento, um "plus" a mais, a afirmação de um legítimo direito conquistado nível de aprofundamento em uma prática terapêutica, com bastante fundamentação científica,


- A inexistência na língua portuguesa e na legislação própria das expressões FT e TO, o que por lógico torna inadmissível a utilização de tais abreviaturas como identificação do profissional da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, respectivamente;


- Que expressões outras que não Fisioterapeuta e / ou Terapeuta Ocupacional, dificultam e não identificam de forma clara e objetiva o profissional da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional;


DECIDE:


Art. 1º - Recomendar que os Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais, na sua atuação profissional, usem o título de Doutor, por se tratar de um direito legítimo e incontestável. Outrossim, decide ainda, não reconhecer as abreviações FT e TO, como identificadoras dos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais.


Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.


Curitiba, 09 de outubro de 2000.


Dr. Abdo Augusto Zeghbi


Dra. Maria Luiza Vautier Teixeira

Presidente


Diretora-Secretária

DR. 24 de Junho de 2011 - 15:15:12

Parabens Falecia,vc nos trouxe informações legais que eu desconhecia e que, realmente fiquei convencido que título de DOUTOR não é somente pra quem fez doutorado.

Parabens!

roberta 1 de Julho de 2011 - 11:55:58

Eu tb adorei...parabéns pela informação Felecia

ursa 5 de Julho de 2011 - 17:12:11

Ufa!! por fim alguém perdeu um tempinho pra explicar algo para pessoas TAO INCOMODADAS com nossa profissão!! Já estava ate pensando em processar o Juiz quando ele se referir a minha pessoa como Dra. hahahahhaha

Natanael Salles 11 de Maio de 2012 - 01:54:57

Hahaha, quanta ignorância por parte desses órgãos reguladores... Isso não tem eficácia de lei, meus senhores ignorantes. Se eu estiver sendo tratado por um TO não preciso chamá-lo de Doutor. Ademais, ainda discordo do autor do texto, Doutor é um pronome que se dá em âmbito acadêmico, também não deve ser levado a outros lugares de maneira obrigat'roia.

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Falecia 18 de Junho de 2011

Alguem liga se a enfermeira que está aplicando uma injeção para dor intensa é doutora ou não? alguem liga se o fisioterapeuta que está tratando de sua dolorosa mialgia é doutor? alguem liga se o médico que está tratando de sua horrivel dor na coluna é doutor? alguem liga se o Terapeuta ocupacional que está cuidando de uma pessoa acamada é doutor? Minha gente vamos gastar nosso precioso tempo com assunto mais importante. Estes profissionais e os advogados e outros que pleiteiam o título são doutores quando resolvem nossos insoluveis problemas. Afinal são doutores nas suas areas..o que há de mal nisto???????

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Falecia 18 de Junho de 2011

Talvez aos poucos que tem doutorado se incomodem de tantos usando o seu titulo de doutor.Parece que estão discutindo grandes homens sobre quem fica com o brinquedinho...

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Fernando Dantas 19 de Junho de 2011

(...)conde, condesa, (...), príncipe, princesa, rei, rainha.

O que mudou da Monarquia para a República?

Senhoras e senhores apresento-lhes os doutores e doutoras!

Fernando Dantas 19 de Junho de 2011 - 01:20:23

Acrescento:

(Dr.ª/Dr.) Títulos que devem se limitar a Área Acadêmica.

O meu advogado, diga-se de passagem muito competente, fez o doutorado, mas não o chamo de doutor por isso, nem que ele pedisse!

César Freire 22 de Junho de 2011 - 11:47:39

Só muita terapia para vencer tanto orgulho. Ou muita vida pela frente, quem sabe.
Vai, amigo, pega o ar e chama o profissional de doutor. Vai que não dói.
O mundo acadêmico, de um modo geral, não é tão despeitado e preocupado com essa "exclusividade".
O mundo jurídido, advogados principalmente, usam como tratamento, sim, ninguém pretende se arvorar dono de título acadêmico, ainda que use, ou melhor, peça/exija o tratamento, para satisfazer ego ou manter distância.
O que impressiona é a dificuldade que os menos ignorantes tem de entender que doutor não é somente quem fez doutorada.
É tão difícil assim entender isso?

Mario Vasconcelos 18 de Maio de 2012 - 21:31:08

Sou advogado militante a mais de 35 anos e até o momento não me preocupei com tal distinção. Nosso escritório atuou e atua na defesa de milhares de clientes, isto é que legal. Há! ia esquecendo não sou chamado de ... sequer pelo nossos colaboradores.

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clayton pifer 19 de Junho de 2011

SOU ADVOGADO E NUNCA LIGUEI PARA ISSO.
SEI QUE MEU BANCO PODE COLOCAR DR. NA FRENTE DO MEU NOME NO TALAO DE CHEQUES...
SEI QUE OS FLANELINHAS ME CHAMAM DE DR. PQ ANDO DE CARRAO.
QUE TODO MUNDO ME CHAMA DE DOUTOR PQ TENHO DINHEIRO OU MESMO PQ NA MAIORIA DAS VEZES APARENTO TER, O QUE ME LEVA A CRER QUE ESTOU EM UM PAIS DE CONTRADIÇOES.
SEJA COMO FOR, TUDO NAO PASSA DE RESPEITO OU GRATIDAO...
LI ACIMA QUE ATE ENFERMEIROS TEM DESER CHAMADOS DE DOUTORES...
ACREDITO QUE DOUTOR EH QUEM ESTUDA MUITO ALGO, OU FAZ POR MERECER NAQUELE MOMENTO....

TENHO CERTEZA QUE OS QUE SAO CONTRA CHAMAR UM ADVOGADO DE DOUTOR, QUANDO ESTIVE LASCADO, FERRADO ESTRIPADO E PRECISANDO MAIS DE UM ADVOGADODO QUE DO PROPRIO CRISTO CHAMARA UM ADVOGADO DE DOUTOR COM AQUELES OLHINHOS DE AGRADECIMENTO...
SEI DISSO PQ QUANDO ESTAVA NO HOSPITAL VENDO UMA FISIOTERAPEUTA CUIDANDO DE MINHA FILHA, NEM SABIA SE ERA PRA CHAMAR DE DOUTORA MAS, TODO MUNDO QUE CUIDAVA DELA EU CHAMAVA DE DOUTORA, PQ EU ERA GRATO, EU ERA UMILDEMENTE GRATO.
CHAMO JUIZES OU PROMOTORES DE DOUTORES OU EXCELENCIA QUANDO OS VEJO EM SEUS MAIORES MOMENTOS DE BRILHANTISMO, RESPEITO, DIGNIDADE HUMANA, PESSOAS CAPAZES, A ESTES CHAMO SIM COM TODO CARINHO E RESPEIO DO MUNDO DE DOUTORES...
O DENTISTA QUE ME CUROU, O MEDITO, O RAPAZ QUE COLOCOU O GESSO NA MINHA PERNA AQUELA VEZ NO PS, A FISIOTERAPEUTA, A FONOAUDIOLOGA DE MINHA FILHA, SAO DOUTORAS AO CUBO!!!
AS ENFERMEIRAS NA UTI, CUIDANDO DAS CRIANÇAS COM TAMANHA MAESTRIA, SAO O MAXIMO , DRA.S!!! TODA ELAS...
E ASSIM ENTENDO A PALAVRA DR.
CABE A QUEM DE CORAÇAO RESPEITO OU CORDIALIDADE RECONHECE O TRABALHO DE CADA PROFISSIONAL...
AOS QUE CHAMAM RICOS DE DOUTORES, AO SEU RECONHECIMENTO PROFISSIONAL,

roberta 1 de Julho de 2011 - 11:58:30

Exatamente Dr. concordo em gênero, número e grau...

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clayton pifer 19 de Junho de 2011

ESTOU EM UM PAIS QUE POSSO FALAR PRA TODO MUNDO QUE FIZ DOUTORADO EM ALGUM LUGAR, E ATE ESCREVER NO CURRICULO, QUE TODOS VAO ACREDITAR...
CHEGA DISSO DE COISAS PEQUENAS...
VAMOS TRABALHAR EM PRO DE UMA VIDA MELHOR...
DO BEM ESTAR DE TODOS, NA POLITICA TEM TANTO DR.,

silenew 21 de Junho de 2011 - 14:16:58

Tive que conter o riso no escritório, seu é muito lógico e o senhor tem um otimo senso de humor, no fim das contas!

juiz nho tonhô 30 de Julho de 2011 - 18:42:56

oi eu vo estuda tanto que negume pra fala comeu vai te me chamar anssim doto ecelentissimo inlustricimo merediccimo santicimo mestre phd v ossa elencia , no finar pergunta cume seu nome eu vo te tanto tito mais serei ainda um desconhecido viva o lula analfabeto mias querido do mundo

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Fernando Dantas 19 de Junho de 2011

Se é tão importante o título de doutor, eu questiono: em uma audiência onde sou a parte requerente, tendo eu o doutorado, mesmo estando representado por meu advogado, caso o juiz se dirija a minha pessoa deve fazer chamando-me por Dr. Fernando? E se me chamar simplesmente de Sr. Fernando, posso pedir-lhe que me trata por Dr. Fernando?

Fernando Dantas 19 de Junho de 2011 - 01:37:38

Acrescento:

Soaria como desacato à autoridade?

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 18:00:11

somos todos inguais perante e sobre a lei

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 18:05:49

desacato toridade policial, NÃO VALE, tem muitos que dobram se desdobram e não acontece nada, porque será apenas para um doutor juiz etc.é corrrespondido como desacato? historia tem muitas, é levado até, e depois do até, sabe cuma que é? se tem sai logo e si não tem fica intão ou então cuma fica)tuninhodeolarias)

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Ola 19 de Junho de 2011

Nesse país de bandidos, doutor é quem tem dinheiro. O povo é tão desonesto quanto os que se intitulam maldosamente.

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FRANCISCO... 19 de Junho de 2011

Parabéns Dr. Março pelo seu Doutorado.
Já ouvi falar de um Rapaz que confundia os Doutores com apenas 12 anos.
Ele disse: "aprendei de mim que sou manso e humilde" ...
Abraço forte.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 18:24:31

FRANCISCO (o dia que sai de casa mamãe falou bem diassim? e diaasimemo rezei oorei humildemente amem(tuninhodeolarias)

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Adão R S Medeiros 19 de Junho de 2011

O autor deste artigo está acobertado pela razão: só é DOUTOR quem conclui o doutorado. Isso eu já sabia antes de concluir minha graduação em Direito.
Entretanto o tratamento de Doutor dispensados aos advogados, médicos e outros profissionais é uma questão de cortesia, respeito ao profissional. Essa questão lembra-me duas situações: a primeira quando um cliente entrou no meu escritório, sentou-se, não deu nem "boa tarde" e disparou: porque eu tenho que "te" chamar de doutor? VOCÊ fez o doutorando "aonde"? Encarei o fato como uma tremenda falta de educação do sujeito e renunciei o mandato. A segunda situação foi quando me especializava, os alunos eram chamados de doutores pela coordenadora da pós, o engraçado é que ela é Doutora Livre Docente e eu, apenas um pós graduando "lato sensu".
Enfim continuarei a chamar juízes, advogados, médicos entre outros de doutores, não por possuírem doutorado, mas por estima, consideração e respeito.
Assino minhas petições como Dr. Adão R S Medeiros, Advogado, seguido do número da OAB, mas não exijo tratamento de doutor, principalmente fora das dependências do fórum até porque não importa como sou chamado, desde que seja de forma respeitosa, atenderei o chamado.

Celia 24 de Junho de 2011 - 02:01:18

Adão o título de doutor foi atribuido aos aos santos da igreja que conheciam e discorriam sobre a DOUTRINA CATÓLICA. O TERMO DOUTOR VEM DE DOUTRINA. Antes da existência dos cursos de pós-graduação, mais especificamente do chamado "doutorado" já havia doutores, pessoas versadas na doutrina de qualquer ramo do saber teológico, legal ou científico.
Aqueles que defendem tese deveriam ser chamados "NOTÁVEIS".

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Aldiney Brito 19 de Junho de 2011

Que isso?!!! Nunca li um artigo tão arrogante, prepotente e, principalmente, tão desnecessário....que perda de tempo, estudou tanto, tem tantos títulos e perde tanto tempo com uma baboseira dessas...e, aliás, quem estava interessado em saber a idade do Dr...rs rs rs

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VERISSIMO... 19 de Junho de 2011

gostaria de saber se o titulo de doutor que o procurador deevende com tanta soberania e parecendo estar com despreso aos que não cursaram o doutorado vai diminuir a qualidade dos advogados ou melhorar a qualidade desses doutores arrogantes?
não basta ter doutorado, é preciso ser humilde acima de tudo para saber aplicar alei! que vergonha DOUUUTORRRR.... SEJA HUMILDE "EXCELÊNCIA"

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 18:36:39

POR EXCSSEL~ENCIA VIRTUOSO DOUTORRRRRRRnão vergonhoso e nada no desconforme, e sim proveitoso SINHô doutô VERRISSIMO, MERECENDO A PATENTE DE CORONÉ VERISSIMO(TUNINHODEOLARIAS)

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Lucia 19 de Junho de 2011

Que pena que o Doutor com tantos títulos como estampa neste artigo, perca tempo com um assunto tão pouco interessante... Lamentavel.

Vivi 21 de Junho de 2011 - 15:13:09

Faço minhas as suas palavras Lucia! Aleluias!

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Maycon Muniz 19 de Junho de 2011

Prezados amigos, doutores, senhores, advogados, colaboradores, visitantes, etc...
Poderia usar uma linguagem mais polida, porém creio que os quase 200 comentários anteriores já o fizeram sem sucesso, pois a prepotência prevaleceu em detrimento do debate sadio e educado sobre o artigo do EXCELENTÍSSIMO PROF. DOUTOR MARCO ANTONIO, para o qual, apesar de não compartilhar a mesma ideia (o que nota-se facilmente no sarcasmo em caixa alta), demonstro meu respeito por se tratar de um artigo vindo de tão graduado autor.

Foi relegado ao oblívio o simples fato de que aos mestres, doutores, filósofos, professores, qualquer um que seja, todos com letras minúsculas, propositalmente, para remeter à igualdade, não foi dado o direito de promover diminuindo os demais. Mesmo porque monografias, teses de doutorado, escritos, lições, entre outros, não podem pretender encerrar, com qualquer grau de definitividade que seja, um assunto, ainda que o mesmo seja irrelevante como no presente caso, pois em se tratando de apredizado acadêmico, inexiste conclusões, mas, sim, meras considerações finais.

Noutro giro, percebi que os comentários mais calorosos se firmaram nos trechos do artigo discutido onde o nobre autor cita o direito positivado como argumento.

Desta forma, tomei a liberdade de transcrever o trecho do Manual de Redação e Estilo da Presidência da República Brasileira,que diz o seguinte: "doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações"

A leitura do trecho supracitado deixo claro que Advogados e Médicos são doutores não pela seu grau acadêmico, mas por costume, que aliás, é também fonte do direito com poder de criar e até revogar normas positivadas, e que no presente caso tem o condão de transformar um "título" em pronome de tratamento, de forma que se torna inútil argumentar a idoneidade ou não da Dona Maria (Pia ou Louca) ou do Decreto do Imperador.

Não posso olvidar que o termo "doutor" remonta origens milenares, em que a raiz dok-, da qual provém a palavra latina docere, que por sua vez derivou em doctoris, que significa "Mestre, o que ensina".

Não pretendo ser doutor com título ou sem eles, mas aprendi com a história que um Mestre, diga-se o maior deles, que há muito andou por essa Terra, quem nunca foi adjetivado de doutor, sequer escreveu teses, ensinou-nos a maior de todas as lições, qual seja a que devemos amar e respeitar uns aos outros, independentemente de qualquer situação e que aquele que se enaltece humilhando o próximo resulta humilhado em sua própria arrogância.

Fernando Dantas 20 de Junho de 2011 - 10:15:06

Gostaria que você pudesse me responder:

Se é tão importante o título de doutor, eu questiono: em uma audiência onde sou a parte requerente, tendo eu o doutorado, mesmo estando representado por meu advogado, caso o juiz se dirija a minha pessoa deve fazer chamando-me por Dr. Fernando? E se me chamar simplesmente de Sr. Fernando, posso pedir-lhe que me trata por Dr. Fernando?

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 19:12:02

DEUS É DEUS e deus pode ou poderá ser deuses, e gora se eu botei o nome NA CACHORRINHA LULA, vem vem vem lula COCOCOCOCOCOCOCOCCO, E PARA O MEU cãozinhoÉFEAHCE. SAI SAI SAI SAI SAI já pra fora vamo se não vai na marra vai sai éfeahce e agora nomes são livres para aos animais, mas para as mulheres não podem ser iguais ao de homemmmmm, já pensou colocar o nome para uma criança do sexo feminino de claudionor, sebastião, pedrão, cuma fica isso no quadro de que os meus estimados cães a CADELINHALULA vem cocococococo-L ula vou levar para o veterinario vêr, talvez não seja nada, pois o meu cãozinho EFEAHCE esta muito bem, apenas precisa de umas palmadinhas sai, sai já pra cazinha vai.Este meu cãozinho coloca o narizinho onde não é chamado(tuninhodeolarias)

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gilvan 19 de Junho de 2011

BOA NOITE DR DANIEL MOITA. CEGO NÃO É AQUELE QUE NÃO VÊ, MAS AQUELE QUE NÃO ENXERGA. EXCELENTE MEU COLEGA O SEU COMENTÁRIO. PODE SE CANDIDATAR A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. TU SERÁS IMORTAL. UM FORTE ABRAÇO

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Marcos Fraga 19 de Junho de 2011

Interessante artigo. Mas creio que mais grave ainda é a situação dos médicos. Devemos deixar de chamá-los de doutores ??? Mas considero inócua essa discussão. Isso faz parte da nossa cultura. Não que eu concorde com a desigualdade tremenda (10 % de miseráveis, vivendo com menos de R$ 80,00). Mas a nossa classe mais abastada e os intelectuais, gostam de contar com os seus privilégios. Disso ninguém duvida. E se alguém ousar questioná-los, vai pra fogueira. Há coisas que, infelizmente, não conseguimos mudar. A corrupção que domina a classe política dominante é uma delas. E ponto final.

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Sidnei 19 de Junho de 2011

Relutei para fazer um comentário sobre assunto sem qualquer relevância.
Seria bem mais proveitosa uma discussão relacionada com a morosidade e a burocracia que trabalham os "doutores, excelências e outros sabichões".
Como tratam os leigos e ignorantes, que sedentos de justiça os procuram?
É muito egocentrismo e vontade de aparecer. Exaltar tantos títulos e conquistas profissionais,
para escrever uma pilhéria?
Só o valor moral nos distingue.

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Daniel Florêncio 19 de Junho de 2011

Não surpreende o texto arrogante, prepotente, recheado de vaidades.
Estamos acostumados com a grande maioria dos componentes do judiciário e MP.
Pedantes, intolerantes e principalmente:
Estudaram e estudam tanto, que esqueceram suas missões, são adeptos da burocracia e discursos sem relevância.
Apesar de pouco interessados nas opiniões humildes e simplistas, deveriam ouvir o que pensam deles.

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Paulo Melo 20 de Junho de 2011

Gostei muito desse texto e do digradear dos internautas. Se você quiserem conhecer doutores de verdade,primeiro visite as faculdade de medicina. Acabam de passar no vestibular e já se entitulam os Deuses, ou melhor os Doutores.
também faça turismo nos interiores do Brasil, inclusive Unaí-MG, a maioria nem acaba a graduação, já faz pose de Doutor? Acesse www.unaimg.com.br e conheça um pouco mais dessa terra de corrupção e os fora da lei. Falei, assinei e o jusbrasil publicou Paulo Melo

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ROGÉRIO... 20 de Junho de 2011

ILUSTRE PROMOTOR, BOM DIA!

OPORTUNAMENTE E COM TODO RESPEITO AO TEOR DA MATÉRIA, COMO ADVOGADO GOSTARIA DE APRENDER UM POUCO COM O SENHOR PARA SABER COMO ME COMPORTAR NO EXERCÍCIO DE MINHA PROFISSÃO PERANTE CLIENTES, PESSOAS COMUNS E OPERADORES DO DIREITO, ASSIM, OPORTUNAMENTE VENHO INDAGAR COMO V.SA. SE COMPORTAVA QUANDO CLIENTES, JUÍZES, ADVOGADOS, SERVENTUARIOS, PESSOAS COMUNS ETC., O INTITULAVAM DE "DOUTOR"??

A) FAZIA AS DEVIDAS CORREÇÕES, INFORMANDO QUE POR NÃO POSSUIR O DOUTORADO NÃO ERA PARA SER CHAMADO DE DOUTOR?
B) ACEITAVA O TÍTULO DE DOUTOR POR JÁ TER O DOUTORADO QUANDO SE GRADUOU EM DIREITO?
C) NÃO ATENDIA QUANDO ERA CHAMADO DE DOUTOR?
D) NRA

QUANDO ADVOGADO, HÁ MAIS DE 20 ANOS ATRÁS, V.SA. TENTOU MUDAR ESTE "MAU HÁBITO" IMPLANTADO PELA D. MARIA " A LOUCA"???

O QUE O PROMOTOR FEZ???


PODERIA NOS CONTAR COM MINÚNCIAS??

SDS.,

ROGÉRIO M. - ADV.

Celia 24 de Junho de 2011 - 01:55:42

Dr. Rogerio, parabéns pela sua argumentação.

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Luciana Cerqueira 20 de Junho de 2011

Este foi o artigo mais engraçado que já li na internet, o mais divertido, notadamente os comentários.
Só tenho um reparo a fazer: os ditos "doutores" escrevem errado demais, ao invés de se preocuparem com suas teses de doutorado que, via de regra, não tem nenhuma serventia, deveriam se preocupar era em relembrar a Cartilha Caminho Suave ou, para os mais antigos, a Cartilha Sodré.

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Fernando Dantas 20 de Junho de 2011

Alguém se habilita a responder?

Se é tão importante o título de doutor, fora do meio acadêmico, eu questiono: em uma audiência onde sou a parte requerente, tendo eu o doutorado, mesmo estando representado por meu advogado, caso o juiz se dirija a minha pessoa deve fazer chamando-me por Dr. Fernando? E se me chamar simplesmente de Sr. Fernando, posso pedir-lhe que me trata por Dr. Fernando?

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João Evangelista... 20 de Junho de 2011

Senhores,
Meu ilustre pai, analfabeto, mas muito sábio, dizia: na terra de cegos que tem um olho é rei.
Para esse em discussão, quão apropriado.

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Franco 20 de Junho de 2011

SÓ PARA LEMBRAR:
LULA É DOUTOR "honoris causa" da Universidade de Coimbra;
Teses de Doutorado servem para que mesmo ? Se alguém lembrar de algum progresso da humanidade que começou com uma tese de doutorado, me diga. Pois a impressão que se tem é que esses importantes estudos são como moscas que não ultrapassam as janelas das academias...

xpto 22 de Junho de 2011 - 20:06:16

POIS É, FRANCO:LEMBRANDO QUE O "DITO CUJO" NASCEU DE MÃE QUE "NASCEU" ANALFABETA. ALIÁS COMO TODOS NÓS.(é elementar, Dr. Watson). QUANTO AO ARTIGO DO SR. MARCO ANTONIO (ELE, ANTES DE TUDO É SENHOR - OU NÃO É?)ENTENDO QUE O CABOTINISMO FOI O DESFÊCHO DE SUA IDENTIDADE CABOTINA. SOMENTE ISTO!!

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 19:15:22

MUITHO ELIMENTAR ALIMENTADO PRAZEROSAMENTE SALUTAR AMIGO ¨**¨zóia bem W*O*T*I*S*Ã*O, bem agora é só pra vê cuma que fica, proponente a prospicio é disso com isso alem dadieu nisso(tuninhodeolarias)

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João Evangelista... 20 de Junho de 2011

Senhores,
Será que Cícero, que advogava com coragem e tamanha sabedoria, tinha doutorado?
Paulo, grande advogado jusnaturalista, o que mais escreveu do Código Natural, tinha doutorado?
E Jesus Cristo, o maior sábio de todos os tempos, ostentava esses títulos?
Gente vamos ser humildes.

Cicero 24 de Junho de 2011 - 13:54:57


João Evangelista!
Respondo até por coincidência de termos nomes de doutores em filosofia e em santidade. Um articulista acima já mencionou o "MENINO DE 12 ANOS ENSINANDO OS SÁBIOS E DOUTORES DA ÉPOCA". Esse MENINO cumpriu a missão que seu PAI lhe confiou e, sem nunca intitular-se de DOUTOR, nos deixou há 2.000 ANOS e até hoje é lembrado por mais de 1.000.000.000 de pessoas, todos os dias, em todos os países da terra. Não detinha o título de DOUTOR.
Já em nosso plano, de nossa TERRA BRASILIS, um mineirinho SEM TÍTULO DE DOUTOR, um tal de ALBERTO SANTOS DUMONT, voou, comprovadamente (ao contrários dos tais norte-americanos irmãos Wright), pela primeira vez, com um objeto de sua invenção. É, inventou o tal de avião que hoje é objeto de defesa e ataque de todos os países desta terra, e o meio de locomoção mais rápido até hoje existente para centena de milhões de seres humanos. Não era DOUTOR.
Não sendo DOUTOR, ALBERTO SANTOS DUMONT, doou todos os seus prêmios, recebidos em dinheiro, para os operários que com ele trabalhavam e para os pobres da cidade de Paris. Não era DOUTOR, mas tinha a personalidade e a alma de PHD.
Cicero de Barros -Porto Velho/RO.

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Antonio Augusto 20 de Junho de 2011

O tal do Prof. Dr. Março, que eu também nunca tinha ouvido falar, deve estar rindo até agora por conta destes comentários. Seja DOUTOR, MESTRE, EXCELÊNCIA, o que importa é o caráter. Sou advogado e algumas pessoas me chamam de Doutor, especialmente as mais simples. Não me importo de não ser chamado de doutor (e faço até questão de não ser chamado disso), como tb não me importo de ser chamao de DOUTOR.
O fato é que houve mais de 191 comentários após o artigo, sendo que 50% destes comentários estão voltados ao insulto, seja pq alguém escreveu uma palavra errada, seja pq não está usando as novas regras gramaticais.
Eu, por exemplo, não faço a mínima questão de usar as novas regras gramaticais, pelo menos por enquanto, pois tenho outras coisas mais importantes a aprender.
Tenho certeza tb que muita gente ai digita errado e, com a velocidade que estamos vivendo hoje, não dão tanta importância se digitaram errado, principalmente nestes fóruns, em sites de relacionamento, etc.
Eu procuro digitar corretamente, mas se não saiu certo, não há tanta importância também.
Para finalizar, espero que utilizem este fórum da forma mais adequada, pois vejo que certas pessoas apresentaram algum despeito e até inveja.
Eu estava pesquisando neste site sobre a não publicação do edital de licitação. Usei uns 40 minutos do meu tempo neste fórum e juro que me arrependi.

Rafael 20 de Junho de 2011 - 13:32:34

Hahahahah.. pois é Antônio, gosto do seu comentário, é difícil entender porque tanto tempo e atenção estão sendo dedicados a esse artigo. Já acumala 4 mil "Curtir" no FaceBook e mais de 200 Twitts.

O que dá para perceber é que esse tema anda engasgado na garganta do brasileiro. Parece que faz recordar a arrogância e prepotência - sempre injustificadas - que muita gente já sofreu por aí. É de parar para refletir.

Cicero 24 de Junho de 2011 - 13:56:43


Um articulista acima já mencionou o "MENINO DE 12 ANOS ENSINANDO OS SÁBIOS E DOUTORES DA ÉPOCA". Esse MENINO cumpriu a missão que seu PAI lhe confiou e, sem nunca intitular-se de DOUTOR, nos deixou há 2.000 ANOS e até hoje é lembrado por mais de 1.000.000.000 de pessoas, todos os dias, em todos os países da terra. Não detinha o título de DOUTOR.
Já em nosso plano, de nossa TERRA BRASILIS, um mineirinho SEM TÍTULO DE DOUTOR, um tal de ALBERTO SANTOS DUMONT, voou, comprovadamente (ao contrários dos tais norte-americanos irmãos Wright), pela primeira vez, com um objeto de sua invenção. É, inventou o tal de avião que hoje é objeto de defesa e ataque de todos os países desta terra, e o meio de locomoção mais rápido até hoje existente para centena de milhões de seres humanos. Não era DOUTOR.
Não sendo DOUTOR, ALBERTO SANTOS DUMONT, doou todos os seus prêmios, recebidos em dinheiro, para os operários que com ele trabalhavam e para os pobres da cidade de Paris. Não era DOUTOR, mas tinha a personalidade e a alma de PHD.
Cicero de Barros -Porto Velho/RO.

antoniorodrigues 18 de Abril de 2012 - 19:27:26

CICERO(marianodepaula?) saudades,um amigo, SEU TEXTO ME COMOVEU LINDO POR DEMAIS SEM DEIXAR AQUI MINHA MOÇÃO DE APLAUSO, sendo que no momento fico na apoplexia, longe de minha faculdades que do instante me maravilhei pelo brilhante texto que me comoveu(tuninhodeolarias)podes andar pela a purpura deste tapete onde meu sangue escorreu sim é puro e condiz com um proposito de ser tão relevante como escreveu e saber des mininnho puro e bonso de coração são os pequenos sabios inteligentes que brotam naturalidade sem temores(tuninhodeolarias)

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Poliana Marques 20 de Junho de 2011

Antonio Augusto concordo plenamente com você, pois seria muito mais produtivo se as pessoas discutissem ideias ao invés de ficarem se agredindo e tentando demonstrar que são melhores que as outras. De tudo que li, só 10% das pessoas realmente debatem e argumentam sobre o texto acima exposto, que na minha humilde opinião, foi muito bem escrito. Quanto ao assunto "Doutor é quem faz doutorado", entendo que legalmente não há respaldo para essa denominação, entretanto, em razão da formalidade existente no direito e até mesmo do costume social não vejo exagero, prepotência ou arrogancia no trato respeitoso que hoje existe. Não é só um título que o advogado, médico, dentista etc. têm, que autoriza esse tratamento, mas uma questão de formalismo e respeito mesmo. Doutor, verdadeiramente é para quem tem doutorado, mas, não está errado, por uma questão de saudosismo e cordialidade empregar esse tratamento a uma pessoa, independente da profissão. Ainda não me formei, mas já passei na OAB e quando for advogar não me importarei se me chamarem ou não de doutora, apenas não consigo ver o preciosismo que algumas pessoas têm em relação a isso. Não dá mudar essa tradição depois de séculos. Quem não gosta de ser tratado com respeito e gentileza? É ruim ser chamado de doutor só porque você tem doutorado? Se o objetivo do texto era apenas informar que não existe decreto nenhum que autorize essa denominação, que ótimo, porque isso ficou bem claro. Agora, isso não fará mudar a realidade e acho que nem precisa. O que não pode ocorrer é pessoas prepotentes e arrogantes exigirem de outros esse tratamento. Como disse anteriormente, é uma questão de respeito e formalismo, coisa que nem todo mundo tem e que nem por isso devem ser recriminadas. Bom, essa é minha opinião e creio que este seja um espaço para que possamos discuti-las, de maneira a engrandecer o conhecimento de cada um, a partir da opinião alheia, ou pelos menos, nos fazer refletir.

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Neusa Indignada II 20 de Junho de 2011

Falando em Doutor....Doutor o Advogado!

EXAME DE ORDEM - Doutores

Eu disse que homens justos iriam fazer a Justiça prevalecer. Projetos, Ações, Depoimentos, Artigos.

Ouvi uma vez de um dos Presidentes da OAB aos Advogados, entupam o Judiciário de Representação contra juízes que vocês verão se não tomarão providências.

E vos digo:
Entupam o Judiciário brasileiro de ações contra esse Exame Inconstitucional que vocês verão que muitas famílias terão a paz que a OAB tem retirado cerceando seus filhos de entrarem no mercado de trabalho.

Tanto o valor da inscrição cobrada de seus associados, acima dos parâmetros normais, quanto este Exame esdrúxulo com fins
meramente arrecadatórios é uma recordação dolorosa do Autoritarismo, época da ditadura.

Não tem como fugir, ou faz ou faz o que a OAB quer, mesmo que firam frontalmente as nosmas Constitucionais.

No art 27 do regulamento geral da OAB é dito que estágio profissional de Advocacia é meio adequado de aprendizagem pratica. Oras, se é um meio adequado de aprendizagem pratica o estágio, porque então a prova? E mais, se o estagiário for reprovado, quer dizer então que o regulamento geral estrapola o dizer que o estágio é meio adequado para aprendizagem prática?

Afinal, o estágio é meio adequado ou não de aprendizagem prática??????????????

antonio augusto... 20 de Junho de 2011 - 16:19:25

Apesar de sua indignação Neusa, eu não concordo com ela. Primeiramente, importante ressaltar que o curso é de DIREITO. Portanto, não é uma faculade de advocacia. Ao término do curso, a pessoa estará habilitada a ingressar na Magistratura, Ministério Público, Cartórios e, inclusive, exercer a advocacia, desde que se submeta e tenha êxito no exame da ordem.
Não vejo inconstitucionalidade na lei federal. O que eu vejo é muita falácia daqueles que não conseguem acertar no mínimo 50% de uma prova e tentam justificar sua frustração (ou incapacidade).

Neusa Indignada II 20 de Junho de 2011 - 23:31:34



antonio augusto.

Importante ressaltar também que 85% a 90% dos bacharéis são consideradas por pessoas como o Senhor de incompetentes, porque serã?

Resposta: Reserva de Mercado, e cofres cheios. Arrecadações anuais de R$60.000.000,00 sessenta milhões provindas das incrições no valor de R$200,00 reais retiradas dos bacharéis para que estes passem pela tortura deste famigerado exame de desordem. A OAB vai querer aprovar ou reprovar?

A Lei é Infraconstitucional, um Exame de Desordem que causa dano a honra e a imagem dos Bacharéis, que fere o Princípio da Isonomia entre outros direitos fundamentais contidos na Constituição Federal.

Exame que não capacita e nem aufere conhecimento, mas sim deixa milhares de famílias desempregadas.

Para Presidente da Republica, Deputados, Senadores, não há requisitos nem de curso Superior, e o que é Direito?

O que é Direito antonio augusto?

Quer ver uma OAB protegendo o bem da Sociedade? Que ela fiscalize os seus inscritos.
A Competência de avaliar é da Universidade e do MEC, logo. considero que há falta de censo de Justiça, isso sim vem ocorrendo no Brasil quando se trata de uma unica classe: a do Direito.


Comentário de Vasco que todos deveriam analisar:


1. VASCO VASCONCELOS -ANALISTA E ESCRITOR BRASÍLIA-DF disse
13/11/2010 às 6:13 PM
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Brasília, 13 de novembro de 2010

OPINIÃO

Os 80 anos da Egrégia OAB
Símbolo de lutas, histórias e brasilidade
"Os abusos, que destroem as boas instituições, têm o privilégio fatal de fazer subsistir as más." (Pierre-Édouard Lémontey)


Na qualidade de operador do direito faço minhas as palavras cristalizadas no Novo Dicionário Aurélio o qual explicita que "Advogado é o "Bacharel em direito legalmente habilitado a advogar, i. e., a prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo". A palavra advogado é derivada do latim, advocatu, etimologicamente, vem do latim "advocatus", formado de "ad" (para perto) e "vocatus" (chamado), em outras palavras, aquele que é chamado pelas partes para auxiliar em suas alegações. Nas fontes históricas podem ser encontrados também os termos "advocati" "postulande" "patronus", "togadus", "causidicus", "oratores" dentre outros.
A advocacia é uma das mais antigas profissões. Ora endeusada, ora execrada, porém nenhuma outra profissão mostrou-se tão polêmica e tão cobiçada, ao longo dos anos, conforme a época e suas circunstâncias. Acompanha o desenvolvimento da Justiça e do Direito desde os primórdios da sociedade. O Digesto, conhecido pelo nome grego Pandectas, é uma compilação de fragmentos de jurisconsultos clássicos, livro da codificação romana, já definia advogado como "aquele que expõe ante o juiz competente a sua intenção ou a demanda de um amigo, ou para bem combater a pretensão de outro" (em Liv. III, Tit. I e II).


A propósito na antiga Roma a advocacia já era super conceituada, elevada ao nível de múnus público, cumprindo, assim, a missão voltada ao interesse social. Marco Túlio Cícero dizia ser a profissão do advogado, ‘nobre e régio labor’.

Robespierre considerou-a como ‘o amparo da inocência e o açoite do crime’.
Dito isso, é com muito orgulho, ufanismo e alto espírito de brasilidade que dedico hoje este espaço para falar dos 80 Anos da Ordem dos Advogados do Brasil -OAB, uma das entidades mais representativas e mais importantes do nosso país.
Segundo os historiadores a fantástica idéia de se instituir a classe dos advogados brasileiros foi de iniciativa do então parlamentar constituinte, meu conterrâneo, baiano, Francisco Gomes Brandão Montezuma, formado pela faculdade de direito de Coimbra. No ano de 1831 quando retornou da França, após ter sido exilado, e depois de ter reassumido sua cadeira no Parlamento, Montezuma iniciou a luta pela criação e uma entidade de classe para os advogados, desencadeando assim aprovação, pelo Imperador D.Pedro II, cujo Estatuto do Instituto da Ordem dos Advogados Brasileiros, em 1893, sendo que tal Estatuto só entrou em vigor após a promulgação do Decreto nº19.408/1930.


Antes da sua criação ocorreram 03(três) investidas na época do Império e na Primeira República para se criar a OAB. Foram apresentados 03 (três) anteprojetos de leis, sendo o 1º apresentado em 20 de agosto de 1880 por Saldanha Marinho e Batista Pereira; o 2º em 1911 por Celso Bayma e o 3º em 1914, por Alfredo Pinto.


Com o advento da vitória do movimento amado que levou ao pico do poder Getúlio Vargas, um dos seus primeiros atos, juntamente com o Ministro da Justiça Oswaldo Aranha, foi a Edição em 18 de novembro de 1930, do Decreto nº 19.408 e no seu artigo 17 criou a Ordem dos Advogados do Brasil -OAB, a saber : "Fica criada a Ordem dos Advogados Brasileiros órgão de disciplina e seleção da classe dos advogados que se regerá pelos Estatutos que forem votados pelo Instituto da Ordem dos Advogados Brasileiros e aprovados pelo governo".


Sua estruturação foi feita através da Lei nº 4.125, de 27/04/1963, que criou o primeiro Estatuto da OAB, a qual foi revogada pela Lei nº 8.906/94 de 04 de julho de 1994, que Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


Está insculpido em seu art. 44 "A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), serviço público, dotada de personalidade jurídica e forma federativa, tem por finalidade: I -defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas;" (…)


OAB tem natureza jurídica especial e única, sui generis, sendo pessoa jurídica de direito público interno, que executa serviço público federal, porém não equiparável à autarquia nem à entidade paraestatal. O art. 139, § único, do antigo Estatuto da OAB dispunha que "Não se aplicam à Ordem as disposições legais referentes às autarquias ou às entidades paraestatais".


De acordo com dados extraídos do Portal da OAB-SP., http://www.oabsp.org.br/portaldamemoria/…/a-criaca o-da-oab/ "o processo de instalação da OAB, foi descrito pelo Desembargador André de Faria Pereira como "um verdadeiro milagre" dado o fenômeno paradoxal que se observava: ao mesmo tempo em que o governo concentrava os três poderes da República em suas mãos, entregava pra órgãos da própria classe dos advogados a disciplina e a seleção de seus membros, uma aspiração que vinha desde o século XIX".


A idéia da instituição da palavra "ORDEM" foi inspirada nos portugueses, haja vista que tanto em Portugal quanto aqui no Brasil, o órgão de classe dos advogados se chama de "Ordem" . Segundo Paulo Luiz Netto Lôbo, ensina: "Na tradição francesa, a palavra Ordem, que foi adotada na denominação da entidade brasileira, vincula-se à organização medieval,como conjunto estatutário que ordena um modo de vida reconhecido pela Igreja, semelhante à Ordo Clericorum ou às ordens de cavalaria".


Durante esses 80 anos de militância a OAB vinha se notabilizando como grande guardiã da Constituição e do Estado de Direito, cumprindo com determinação, pertinácia e denodo sua missão na luta permanente da pela ética no exercício da política da transparência dos gastos públicos e pela moralidade pública, ou seja bandeiras perenais na defesa dos legítimos interesses da sociedade brasileira, respeitando todos os Princípios Constitucionais.


Uma das entidades de maior credibilidade e respeitabilidade deste país era indubitavelmente a Ordem dos Advogados do Brasil -OAB. Ela sempre esteve à frente dos grandes acontecimentos nacionais que transformaram nossa história a exemplo da questão dos direitos humanos, a anistia, a campanha das diretas-já, a convocação da Constituinte e o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Ou seja participou intensamente desses momentos, sempre na defesa da ordem jurídica e da liberdade democrática.


Assegura o art. 133 da Constituição: "O advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei".
É motivo de júbilo, ufanismo, orgulho e de brasilidade para todo e qualquer cidadão brasileiro, independentemente de ser operador do direito ou não, zelar pelas nossas instituições.

A OAB uma das entidades guardiãs da Constituição Cidadã, vem se notabilizando a cada dia pela nobre missão de "defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas, também promover, com exclusividade, a representação, a defesa, a seleção e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil "conforme está estampado em seu artigo 44 da Lei nº 8.906 de 04 de julho de 1994 que "Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


OAB vinha cumprindo com maestria o dever constitucional de defender as nossas instituições e o povo brasileiro, símbolo de luta notadamente nos grandes acontecimentos nacionais, a exemplo da Anistia Ampla e Irrestrita, o inesquecível Movimento Das Diretas Já, Convocação da Assembléia Nacional Constituinte, no impeachment do Ex-Presidente Fernando Collor de Mello, na conquista da Autonomia Política do Distrito Federal, esta última em conjunto com a Associação Comercial do DF- ACDF; no combate a proliferação de Medidas Provisórias, na cassação do ex- Governador do DF, José Roberto Arruda, na recente aprovação, por unanimidade, do projeto ficha limpa pelo Senado, em fim sempre presente na incansável luta pela ética na política e a moralização do Estado, livre da corrupção.


Destarte, no momento que a OAB está comemorando os seus 80 anos de criação, cuja sua principal missão está sendo desviada, afrontando a Constituição e o Estado de Direito, motivada pelo lucro fácil com a imposição do seu caça-níquel, famigerado Exame da OAB, quero felicitar-me com todos seus dirigentes e com todos operadores do direito do país, no qual me incluo, por mais esse importante evento.


Rogo à Deus que os raios que fagulham do horizonte continuem iluminando suas mentes, na trajetória de êxitos e sucessos, cumprindo com zelo, dedicação, pertinácia, denodo, e competência, suas missões rumo a não se deixar seduzir se fazendo as vezes em cadeia nacional de televisão, de representante da inquisição, com vistas a recolocar a nossa colenda OAB, no patamar e da dimensão de outrora, haja vista OAB é um órgão de fiscalização da profissão, não é sucursal do Ministério Público ou da polícia; não é Universidade portanto não tem poder de avaliar ninguém, muito menos Juiz para dizer quem está apto ou não para o exercício da advocacia.


E por falar em abuso, (Exame da OAB), foi por isso que em meados de 2009, a Juíza da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho, concedeu um mandado de segurança a seis bacharéis em Direito proibindo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de exigir deles a aprovação no exame da entidade para que obtenham o registro profissional. A magistrada considerou inconstitucional a exigência de aprovação em exame de ordem da OAB. De acordo com a juíza, a Constituição "limita o direito ao exercício da profissão à qualificação profissional fixada em lei", informou a Seção Judiciária do Rio de Janeiro da Justiça Federal. Maria Amélia argumentou que "qualificação é ensino, é formação".Neste aspecto, o exame de ordem não propicia qualificação nenhuma, tampouco serve como instrumento de medição da qualidade do ensino obtido pelo futuro profissional", afirmou, na sentença. A juíza da 23ª Vara Federal do Rio citou ainda resoluções da Justiça que anularam perguntas de provas, "algumas por demais absurdas".


Não faz muito tempo o Desembargador Lécio Resende, então Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios/ TJDFT, afirmou numa entrevista concedida ao Correio Braziliense: Exame da OAB, "É uma exigência descabida. Restringe o direito de livre exercício que o título universitário habilita".


Recentemente no artigo O Exame da OAB da lavra do Juiz Federal Vladimir Souza Carvalho disponível na internet no BLOG DIREITO E CIDADANIA http://tcc-direitoecidadania.blogspot.com/2010/08/ o-exame-da-oab.html afirmou que mesmo com 32 anos de magistratura, seria reprovado no Exame da OAB.


(…) "A Ordem dos Advogados do Brasil, contudo, encara o formado como douto. Não é nem como doutor. É como especialista, não em uma matéria, mas em todas, invariavelmente em todas, ao exigir a aprovação em prova objetiva elaborada para passar a paulada na grande maioria dos bacharéis. E o pior é que as pessoas, que comandam tal tarefa -quase dizia fuzilamento -não se submeteram a tal prova, e, com todo o respeito devido, se tivessem feito, ou se fossem fazer (não é desafio, é realidade), não seriam aprovadas. E ao assim afirmar, não estou ofendendo o cabedal de conhecimento de nenhum membro da diretoria da OAB, seja regional ou nacional, porque eu, apesar de ser membro de um tribunal, com trinta e dois anos de exercício na magistratura, também seria reprovado"

(…) Se há algo de podre no reino da Dinamarca, há algo de estranho, de profundamente estranho, nas provas da OAB, algo que precisa ser revisto, porque, da mesma forma que os marinheiros se forjam no mar, como diria Machado de Assis, o advogado se forja é no foro, na atuação nos feitos, e não na resposta a perguntas de bolso, formuladas por quem nunca pisou no foro, nem nunca viu um processo ou participou de uma audiência
Conclamo a todos dirigentes da OAB e todos operadores do direito, juristas épicos, homéricos, rumo a resgatar e acima de tudo humanizar a OAB. Está insculpido no seu Estatuto que dentre os objetivos está a defesa da Constituição e do Estado de Democrático de direito, além é claro da boa aplicação da lei e rápida administração da Justiça. Não há nenhuma menção que deva ou possa a OAB, usurpar prerrogativas do Ministério da Educação, ao impor o seu caça-níquel Exame da OAB, sob o falso argumento, medíocre, que é para proteger a sociedade.

Um bom advogado se faz ao longo dos anos de experiência forenses e não através de um exame cruel, nefasto, excludente, cheio de pegadinhas, feito para reprovação em massa, verdadeiro mecanismo de exclusão social, que só visa os bolsos dos bacharéis em direito sem dar a contrapartida. Atitudes desta natureza não condizem com uma entidade da importância e credibilidade da octogenária OAB.


Segundo o nobre Professor de Direito Constitucional Dr. Fernando Machado da Silva Lima, http://jus.uol.com.br/revista/texto/8651/a-inconst itucionalidade-do-exame-de-ordem, "A OAB que sempre foi um baluarte em defesa da liberdade democrática, não pode ser titular de um poder absoluto, que não admita qualquer necessidade de justificação e que não aceite qualquer controle.


Se a Ordem não for capaz de justificar juridicamente as suas decisões e o seu Exame de Ordem, ela perderá, cada vez mais, a sua credibilidade e a sua razão de ser, mesmo que a mídia a auxilie, de maneira extremamente eficaz, divulgando as suas manifestações e impedindo a divulgação das críticas. Se os dirigentes da OAB não forem capazes de justificar juridicamente o Exame de Ordem, contestando, uma a uma, as razões enumeradas, deveriam, evidentemente, mudar de opinião, reconhecer a sua inconstitucionalidade e cessar esse atentado contra a liberdade de exercício profissional da advocacia.

Dessa maneira, estariam cumprindo a disposição do art. 44 de nosso Estatuto, já referida, porque incumbe à OAB a defesa da Constituição. O próprio advogado, em seu juramento (art. 20 do Regulamento Geral da Advocacia e da OAB, de 16.11.94), promete defender a Constituição.

O Exame de Ordem é inconstitucional, porque contraria as disposições dos arts. 1º, II, III e IV, 3º, I, II, III e IV, 5º, II, XIII, 84, IV, 170, 193, 205, 207, 209, II e 214, IV e V, todos da Constituição Federal. Além disso, conflita com o disposto no art. 44, I da própria Lei da Advocacia (Lei n° 8.906/94). E, finalmente, descumpre, também, disposições contidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n° 9.394/96), em especial, as constantes dos arts. 1º, 2º, 43, I e II, 48 e 53, VI".


Esse tipo de exame além de ser abusivo é uma verdadeira afronta ao art. 5º XIII da CF: "é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.

A desfaçatez é tão gritante que ainda há figuras pálidas de plantão que afirmam que a excrescência do Exame da OAB, é qualificação. Doutores, a colenda OAB não é universidade e sim órgão de fiscalização da profissão, a exemplo do CREA, CFA, CFO, CFM, e não têm competência para avaliar ninguém; isso sim é uma afronta à Constituição.


Quem qualifica é a Universidade devidamente reconhecida e fiscalizada pelo MEC? ou a OAB?


Como pode a OAB, usurpar prerrogativas do MEC, em pleno Estado de Direito?

Não é um engodo a OAB, sem adquirir uma só unidade de giz, um só quadro negro ou verde, sem contratar um só professor e sem ministrar uma só aula, sem ministrar uma só palestra, sem ensinar o ofício, afirmar que ela é quem qualifica o Bacharel em Direito, para o exercício da advocacia?


A OAB não tem alçada constitucional para avaliar ninguém; muito menos punir por antecipação milhares de Bacharéis em Direito, soterrados em dívidas do Fies já devidamente qualificados pelo Estado, aptos para o exercício advocacia em flagrante contradição a bandeira da OAB ou seja sem o devido processo legal violando a Constituição e o Estado de Direito. (art. 5º LIV-LV CF) numa verdadeira afronta à Constituição Federal, notadamente art. 5º inciso XIII CF: "é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer". Art. 205 CF. "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 43. da LDB -Lei 9.394/96 "a educação superior tem por finalidade (.); inciso 2 -formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais.


Assegura o art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais) "Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de advogado, conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas.
Tal estorvo vem gerando fome, desemprego, miséria, angústias e doenças psicossociais, causando incomensuráveis prejuízos à nação, desrespeitando os Direitos Humanos, e o pior ainda há figuras pálidas que não foram submetidos ao famigerado Exame da OAB, com interesses escusos, que defendem essa absurdidade. Desafio os dirigentes da colenda a OAB, hoje na contramão da história, estender a mesma prova infestada de pegadinhas e ambigüidades para todos os relacionados na lista sêxtupla recém remetidas ao STJ, até porque nenhum deles prestou o aça-níquel famigerado Exame da OAB.

Seria uma ótima oportunidade para eles provarem do próprio veneno, sentirem o sabor do "fel" numa forma de aprimoramento, a fim de sejam dirimidas todas as dúvidas e críticas relativas eventuais favorecimentos ou em interesses subalternos, modificando-se, parcialmente, a atual sistemática de investidura nos Tribunais, de forma a torná-la mais transparente e objetiva.


Ora, não é porque o Juiz não decide a lide que o cidadão ou entidade irá tomar o lugar do Juiz.


Não é porque a OAB não fiscaliza os seus inscritos que outra entidade irá tomar o lugar da OAB.

Não é porque o MEC não fiscaliza as universidades que a OAB, irá tomar o lugar do MEC.


Temos que respeitar a Constituição e o Estado de Direito. No dizer de José Afonso da Silva, atribuir a qualquer dos Poderes atribuições que a Constituição só outorga a outro importará tendência a abolir o princípio da separação de Poderes’ (‘Curso de Direito Constitucional Positivo’, 23ª Ed. Malheiro SP, p. 67.


O fato da existência de quase 1.100 cursos de direito em nosso país e a falta de fiscalização pelo MEC, não dão direito nem a OAB nem seus mercenários de afrontar a Constituição, (mil vezes os jovens nos bancos das universidades do que nos bancos dos réus).

Não sou contra a melhoria do ensino. Fiscalizar Universidade dá trabalho não gera lucro.

Fechar Faculdades de Direito que não prestam a OAB não tem peito, até porque prefere o lucro fácil, e manter o corporativismo despótico e sua reserva imunda de mercado.


"Data-Venia", OAB só se preocupa em TOSQUIAR vergonhosamente com altas taxas R$ 250,00 (RO) em 2009, fiz reduzir para R$ 200,00, porém superiores às taxas de concurso de Juiz do TRF que são de apenas R$ 100,00 e salários de R$ 22 mil), ou seja faturando rios de dinheiro para suprir os quase 30% (trinta por cento) dos advogados inadimplentes, e para patrocinar suas mordomias, livres de prestar contas ao TCU, jogando ao inferno e ao banimento milhares de operadores do direito como disse devidamente qualificados aptos para o exercício da advocacia e ainda pasmem, há advogados que não prestaram Exame da OAB, e vivem copiando modelos de petições na internet, que defendem a excrescência desse famigerado exame, sem nenhum argumento jurídico plausível, claro, com medo da concorrência.


Meus nobres causídicos se realmente esse tipo de Exame qualificasse alguém, questiono: por que a OAB, foi contra a provinha do Exame de admissão ao Quinto Constitucional exigida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro/TJ/RJ, para os apadrinhados da OAB e do Ministério Público, ao ponto da OAB questionar a inconstitucionalidade de tal Exame junto ao Conselho Nacional de Justiça que incontinente julgou inconstitucional?

Onde está a coerência da OAB?

Ou é correto ela se utilizar de dois pesos e duas medidas?

OAB tem que parar com essa ciclotimia de contradições e aberrações.

O pior de tudo é deparar a mídia impressa e eletrônica censurar matérias contrárias ao pecaminoso, abusivo, restritivo, inconstitucional, caça-níquel Exame da OAB, e conceder espaços somente aos mercenários, sem ouvir o outro lado da notícia. Ou seja uma mentira repetida várias vezes em horário nobre da televisão acaba virando "verdade".

Aliás esse tipo de Exame é tão lucrativo que há um bando de figuras pálidas infestando as Comissões da Câmara dos Deputados e Senado Federal, querendo estender esse tipo de Exame para outras profissões. (TUDO POR DINHEIRO FÁCIL), sem dar a contrapartida.

Se a moda pega amanhã, irão exigir o fim do Ministério a Educação e passar a ocupar o Edifício Sede do MEC e anexo para impor suas regras nefastas na área de educação.

E como diz a canção do Gonzaguinha

É!
A gente não tem cara de babaca
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação…
É! É! É! É! É! É! É!…

Por tudo isso exposto, suplico aos dirigentes da OAB, abolir essa excrescência do nosso ordenamento jurídico.

A colenda OAB tem que se limitar a fiscalizar os seus inscritos e puni-los exemplarmente, fato que não está acontecendo veja o que relatou a REPORTAGEM DE CAPA DA REVISTA ÉPOCA Edição nº 297 de 26/01/2004 "O crime organizado já tem diploma e anel de doutor. Com livre acesso às prisões, advogados viram braço executivo das maiores quadrilhas do país. O texto faz referência aos advogados que se encantaram com o dinheiro farto e fácil de criminosos e resolveram usar a carteira da OAB para misturar a advocacia com os negócios criminosos de seus clientes. Destarte, quero suplicar mais uma vez, os senhores Ministros do Egrégio Supremo Tribunal Federal -STF, órgão guardião da nossa Constituição, julgar urgente, Recurso Extraordinário (RE) 603583, que visa banir essa excrescência do nosso ordenamento jurídico, haja vista que a submissão dos bacharéis ao Exame de Ordem atenta contra os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade, do livre exercício das profissões, bem como contra o direito à vida.

Conforme o recurso, impedir que os bacharéis exerçam a profissão de advogado após a conclusão do curso universitário também representaria ofensa aos princípios da presunção de inocência, do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa não obstante a violação aos artigos 1º, inciso II, III e IV; 3º, incisos I, II, III e IV; artigo 5º, incisos II e XIII; 84, inciso IV; 170; 193; 205; 207; 209, inciso II; e 214, incisos IV e V, todos da Constituição Federal.

A abolição do famigerado Exame da OAB, significa mais trabalho, mais renda, diminuição das desigualdades sociais, tornando a OAB, humanizada e parceira dos Bacharéis em direito ao invés de algoz.


Nos ensina o mestre em direito constitucional, Dr. Fernando Lima "De acordo com o art. 209, as instituições privadas de ensino devem ser autorizadas e avaliadas pelo poder público, e não pela OAB, evidentemente. Portanto, o ensino, fiscalizado e avaliado pelo poder público (MEC), qualifica para o exercício profissional. Dessa maneira, o bacharel recebe um diploma, de uma instituição de ensino superior, que de acordo com o art. 48 da LDB -Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que é uma lei complementar -, atesta a sua qualificação profissional, o que significa, evidentemente, que ele está apto a exercer a sua profissão, devendo antes, contudo, inscrever-se na OAB, a quem competirá apenas a fiscalização do exercício profissional, e não uma reavaliação de sua qualificação.


Doutores, os maiores juristas deste país, como Ruy Barbosa, Pontes de Miranda, Nelson Hungria, Hely Lopes Meirelles, Vicente Rao, José Carlos Moreira Alves, Sobral Pinto, Levi Carneiro (1º Presidente da OAB), Teixeira de Freitas, Clóvis Beviláqua, Barbosa Lima Sobrinho, Tércio Lins e Silva, Evandro Lins e Silva, Délio Lins e Silva, Pinheiro Neto, Márcio Thomás Bastos, Afonso Arinos, Seabra Fagundes, Raymundo Faoro, Rubens Approbato, Maurício Correa, Evaristo de Macedo, João Paulo Cavalcanti Filho, Miguel Reale, Fernando Lima, e nenhum dos Ministros do STF, STJ, TST, TSE, etc, não precisaram se submeter a essa excrescência, do pernicioso Exame da OAB, para se tornarem famosos.


Afinal a OAB está comemorando no próximo dia 18 de novembro, 80 anos de relevantes serviços prestados ao país.

É motivo de júbilo e preocupação com o seu futuro. Todos nós brasileiros, temos o dever moral, ético e cívico de preservar as nossas instituições.

E é pelo amor, pelo respeito que tenho por essa egrégia octogenária entidade, que convoco a todos: Vamos resgatar a velha OAB, os ideais dos seus mentores intelectuais.

Vamos torná-la transparente, prestar contas junto ao Tribunal de Contas a União em respeito ao art. 70 parágrafo único da Constituição, vamos abolir o quinto constitucional, pois estou convencido que a melhor forma de investidura de Ministros junto ao STJ, STF, nos demais Tribunais Superiores, seria via o consagrado Princípio Constitucional do Concurso Público o qual configura-se um dos pilares mais importantes de um Estado Democrático de Direito.

Em regra, conforme está insculpido no art. 37-II CF o ingresso no Serviço Público dar-se-á, mediante a realização do concurso, onde se busca é garantir a igualdade de condições de todos os candidatos.

Ora, se para ser advogado a OAB, insiste em afrontar a Constituição ao impor o seu caça-níquel, cruel, humilhante famigerado e inconstitucional Exame da OAB, imaginem senhores para ser Magistrado.

Vamos parar de plantar factóides, com falácias, impropérios estapafúrdios, mesquinhez, iniqüidades, com insultos rasteiros depreciando a competência dos jovens bacharéis em direito, tachando-os de "adevogados" "divogados"; "vão estudar vagabundos que vocês passam" isso senhores não são argumentos jurídicos, não tem sustentáculos jurídico; o mercado é seletivo e só sobrevivem os bons; e a OAB tem poderes para advertir e até banir dos seus quadros os maus advogados conforme prevê o art. 35 do se Estatuto.

A fila anda, o Brasil é de todos nós, dando oportunidades a todos sem discriminação, sem deboche,sem cinismo, sem promiscuidade, oxalá voltar aos bons tempos de outrora, rumo a tão sonhada, Humanização da OAB, pois ela precisa ser parceira dos bacharéis em direito o invés de seu algoz, respeitando o livre exercício profissional que o título universitário habilita (art. 5º-XIII CF), enfim expurgando do nosso ordenamento jurídico com a máxima urgência a excrescência super lucrativa do pecaminoso, abusivo, restritivo, cruel, humilhante, famigerado, inconstitucional o CAÇA-NÍQUEL Exame da OAB, verdadeiro mecanismo de exclusão social, em respeito aos Direitos Humanos.


A propósito a Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem está previsto que toda pessoa tem direito ao trabalho e à proteção contra o desemprego. Os documentos que o Brasil é um dos signatários, impõem a obrigação de tomar medidas para garantir o exercício do direito ao trabalho como meio de prover a própria vida e existência. Artigo XXIII. 1. Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.


Por derradeiro, que a colenda OAB e demais órgãos guardiões da Constituição, mirem-se na teoria da justiça aristotélica"

"Com efeito, a justiça é a forma perfeita de excelência moral porque ela é a prática efetiva da excelência moral. Ela é perfeita porque as pessoas que possuem o sentimento de justiça podem praticá-la não somente em relação a si mesmas como também em relação ao próximo". (Ética a Nicômaco, Livro V, Aristóteles).


Parabéns, com ressalvas à Colenda OAB pelos seus 80 anos de existência, ela ainda é credora da sociedade brasileira por todas as lutas sérias defendias e há de reconhecer os erros e abusos que vem sendo praticados, uma vez que está em jogo a vida de milhares de bacharéis em direito, já devidamente qualificados pelo Estado (MEC), que devem exercer o livre exercício da profissão, cujo título universitário habilita.

É melhor reconhecer o erro dessa pútrida exclusão social, do que continuar errando, agindo na contramão a história, e maculando a nossa colenda OAB, notadamente na defesa dos direitos humanos, "assistir os desassistidos e integrar na sociedade os excluídos." Conclamo mai uma vez os seus dirigentes, a respeitarem a Declaração Universal dos Direitos da Pessoa Humana, aprovada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1948, Artigo XXIII

-1 -Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, à justas e favoráveis condições de trabalho e à proteção contra o desemprego. Por último a privação do emprego é um ataque frontal aos direitos humanos.

E é por tudo isso exposto que sou a favor da Humanização da OAB, e do fim do caça-níquel, excludente, cruel, nefasto, pernicioso, inconstitucional, famigerado Exame da OAB.
Isso sim, é defender os Direitos Humanos


Como ve antonio augusto, há aqueles que percebem o porque de tantas reprovações e abusos, assim como o Nobre Vasco há outros que não se cansam de clamar por justiça em nome dos milhares de bacharéis desempregados, e rechaçados com a palavra "Incapacidade" entre outros adjetivos que prefiro não mencionar aqui.

O EXAME DA OAB É INCONSTITUCIONAL E FERE A NOSSA COSNTITUIÇÂO FEDERAL... ABAIXO O EXAME DA OAB!

Neusa Indignada II 20 de Junho de 2011 - 23:35:19


Errata: afere conhecimento

Riale Cardoso 27 de Junho de 2011 - 23:26:24

A prova da OAB deve continuar existindo, para o bem do Direito. A academia, por mais qualificada que seja, ainda não consegue colocar no mercado um profissional acabado, competente o suficiente para atuar como advogado.
Imaginem um causídico recém saído da universidade ter de enfrentar nos tribunais Procuradores, Promotores e Juízes que para tal se submeteram a rigorosos testes de seleção, que exigiram anos de estudos dedicados. Seria um massacre.
Alguém poderá argumentar que provas não medem a capacidade de ninguém, mas a seriedade que delas se leva faz com que os bacharéis estudem com afinco, afinal os "adversários" dos advogados são muito bem formados.

XPTO 3 de Julho de 2011 - 00:45:37

PUTZ. DNA. NEUSA INDIGNADA, POR SUA "BRILHANTE MONOGRAFIA", DEVE SER COROADA DOUTORA DESDE JÁ E DISPENSADA TOTALMENTE DO EXAME DA ORDEM. PARECE-NOS QUE É O SEGUNDO OU TERCEIRO TRABALHO DESSA MOÇA ATACANDO NOSSO ÓRGÃO DE CLASSE. E TAMBÉM NOS PARECE TER UMA DOR DE COTOVELO INCOMENSURÁVEL. IGUALMENTE AO SR. MARÇO(?)É UMA CABOTINA!!!

Raquel 15 de Julho de 2011 - 14:09:51

cada cabeça uma sentença, mas, sou contra o exame da OAB, e uma maneira de extorquir de quem levou 5 anos para estudar por um titulo. Aquele que sai diplomado do estbelecimento cujo MEC foi seu fiscal esta apto a trabalhar na area, se com maior ou menor carga de inteligencia o futuro é quem vai dizer pelo seu desempenho de muitos anos nas salas de aula, aliás, realmete sábio é CARLOS CHAGAS, SANTOS DUMONT, os grandes inventores, estes não precisaram do vomito alheio e não passaram por exames de OAB ou qualquer que seja para testarem conhecimentos, eles mostraram conhecimentos, sabedoria... sejam um deles...OAB fabrica de dinheiro e o povo aceita...mesmo e o doutirado, livros, dinheiro saindo pelos ralos,

DOUTOR!!, deveria levar este título quem descobre, inventa, cria...vivam os sábios que deixaram grandes obras e descobertas para formarem os menos inteligentes...que se arrastam após eles e se acham os bons...

luiz alberto 17 de Abril de 2012 - 23:30:05

Raquel, pelo que consegui perceber você não pertence a linhagem de CARLOS CHAGAS SANTOS DUMONT e outros, tais como, os que mostraram conhecimentos e, ...

antoniorodrigues 29 de Julho de 2012 - 20:05:03

E QUE MA MO GRAFFFFmaria, é de prima um deste alimenta um casal de fio burro como dadieu,um. Brincadeira de mal gosto, mas o perdão ainda existe, para pessoas diplomaticas do uso da boa cenosa ao cenotáfio das propabilidades(tuninhodeolarias).

dr.joão burro 29 de Julho de 2012 - 22:33:10

ATÉ EU, DR. JOÃO BURRO, SEI QUE O TUNINHODEOLARIAS DEVE SER INTERNADO PELO LONGA FICHA DE BABOSEIRAS QUE ESCREVE. INTERNEM O HOMEM, PÔ.

antoniorodrigues 30 de Julho de 2012 - 13:59:02

TENTAREI O CONSERTO DESCONCERTANTE?????
Inté outro dia, enquanto as forças tu sobrepôe hoje, quando for o dia de amanhã!!!!!veras que ainda ai esta e te orgulha desta mesma citu-ação, a cada dia que passa... ao te olhar, com meus próprios olhos conseguir enchegar o que hoje enchergo...saberá o que foi que fiz para que meus frutos deram-me resultados... Pode se perguntar, será que isso vale ou valeu apena por tão pouco a sobrepujança em cima do que não presta...Porque! E! Para que, de que forma assim pode ser bem colocada a minha idéia de soar e dar o fruto necessario de uma áre como o "B" sabendo que neste mesmo moram tantos que de mim precisam ou podem precisar... NÃO???.. pelos caminhos deles andou, sabe bem tu o que plantou para orgulho deste EU paspalho como estar aqui não sei porque...se valor tivese...PENSE BEM NO MUNDO VIVEMOS DE INTERPRETAÇÃOES Acredito nisso que apenas isso se comporte com suas originalidades humanas e confirmando esta sua dicertaçãozininha,valeu SIM A !MAMOGRAFIA! ora colocada, de seus poucos caracteres que te sobram...como o bem alaimentado(tuninhodeolarias)escrever mal ou mau a má tem qualidades inesplicaveis para um ser humano como pode DE BAIXO? CONSEGUIR! CONSEGUINDO NÃO SE VE MAIS NADA por onde passou!!!! para frente e sempre BOMrediculoREDICULARIZAR por onde tem que passar(tuninhodeolarias).

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Alan El Hawat 20 de Junho de 2011

Concordo com o autor do artigo. E aqueles que aqui defendem a liberdade de escolher como ser chamado devem fazer um doutorado para ter as prerrogativas. Nada mais justo. Se o autor é prepotente ou não, o que importa? Ele escreve a verdade com base em fatos.Isso basta. As características pessoais dele não têm relevância para a interpretação do texto, a meu ver muito bem elaborado, diga-se de passagem. Bem como, o erro de português" ressentimento"... Todos os dias leio petições e despachos com erros piores que estes, nem por isso rebaixo o conhecimento e elucidação de ideias das pessoas por causa disso. O Brasil, infelizmente, ainda é um país de mediocres. Estudam, estudam e cada vez são mais invejosos e despreocupados com as questões que envolvem o coletivo. Parabenizo o autor pelo seu artigo e pela sua carreira jurídica.Rechaço todos que aqui se aproveitaram para desvistuar a real discussão.

Riale Cardoso 27 de Junho de 2011 - 23:36:11

Essa questão de escolher ser chamado de A ou B, não existe. Ninguém é obrigado a chamar algum profissional pelo título. Basta que se trate por "Senhor" ou "Senhora" e ponto.

Bandeira 18 de Abril de 2012 - 17:15:55

Concordo com Alan El Hawat... portanto não critico o autor pelo seu erro de português, eu sou formada em direito deveria ser eximia, mas, tenho problemas em guardar os ss, sc, xc, e, estes esses e x afora, vivo errando, às vezes esqueço de corrigi-los e na pressa envio a ms. com certeza levo muitas chacotas, mas não estou nem ai,sei da minha dificuldade e assimilar, tenho que estar sempre com o aurélio,mas quando se trata de texto que se torna mais exigível para o leitor, claro que corrijo vária vezes,digo quando texto para órgãos públicos ou com destino certo que deve ser bem posto, para boa representativide...é errado até pensar assim mas ms. geralmente escrevemos apressadamante, imaginem, fiquei perdida numa palavra extermamente comum, EMPRESÁRIO, digitei com z, claro que vi em seguida mas se eu enviasse seria um cáus, quando digito, entro tanto no assunto que escrevo sem verificar ortografia, sei que é errado mas... fazer o quê...devo sim, procurar sempre escrever com atenção... quero apenas justificar uma malvadeza entre internautas que deeria ser banido dentre aqueles que se ACHAM BONS.
Também aproveito para responder ao Alberto que me enviou a mensagem... o que eu quis dizer sobre doutorado, creio ter interpretado de forma pessoal, pois, doutorado bem sei que é aquele que se aprofunda mais num certo terma ou assunto ou trabalho específico, distinto, mas, o que eu quis mostrar é que não é o título que leva a pessoa ao patamar da sabedoria ou um degrau a mais da inteleigência, considero inteligente aquele que estuda, APRENDE e consegue um título a parte, destacando-se numa especialidade que ele próprio escolheu porque achou mais fácil vencer por aquele caminho...então especillizou, sabe mais sobre algo, o que, não deixa um leigo vir a ser inteligente e auto didata, estudar, estudar não receber um título mas ser senhor de certos trabalhos pela própria experiência de longos anos, o que também não deixa de ser longa para àquele que enfrenta a faculdade dia a dia. O motivo de eu me expressar é que tem diferença entere inteligente e SÁBIO, realmente é diferente,o sábio tem mentalidade superior, que são os inventores, e, a estes deveriam dar títuloos de doutores, pois relamente são doutores.
Eu fiz, especialização, mestrado e estou indo para doutorado, sabe porquê... porque na atualidade tem valor para concursos,para chegar a frente dos outros, só para isto é que serve... e tenham certeza, está dando dinheiro a muitos formados que dão aulas por ai afora, tudo se inclina a interesses, e estes que se acham, pensam que um título de doutor os leva a ser mais gente... ou diferente do fulano que só tem título de bacahrel esta engaqnado...titulo BACHAREL é o tudo...o resto escolhemos por opção...

Bandeira 18 de Abril de 2012 - 18:15:21

Quem foi o primeiro advogado no mundo, o primeiro médico, o primeiro engenheiro, estes sim são doutores,se debateram até o desfecho de suas invenções, seus estudos, sabemos que a atualidade os considera como rudes porque cada vez mais se redescobrem os caminhos mais fáceis de se resolver um assunto, Vejamos o caso do estudioso LOMBROSO que olhava pela aparência da pessoa para fazer o julgamento, será que não está cheio deles com título de doutorado,alguém vai perceber mais tarde,enfim cada um na sua...na sua época, agora é epoca dos títulos de doutorado mesmo que sejam lombrosos da vida,esgotou-se o título bacharel, então, vamos ao doutorado, realmente o estudo está banalizado, até porque agora em se falando de OAB que se aproveita desta situação para ganhar dinheiro pelos exames dos já formados,ganhar estatus nas nossas costas como fiscais do direito.Defendo fazer o exame na própria faculdade por uma equipe da OAB antes do aluno receber o título bacharel, assim evitaria o enriquecimento ilícito da OAB, (será que a OAB continuaria...) e seria mais justo perante os olhos da honestidade, e, podem ter certeza não seria tão banalizado o CURSO DE DIREITO como a OAB o faz... Grandes advogados do passado não fizeram OAB...não fizeram doutorado.. cada dia mais advogados e cada dia mais banalizado, cada dia mais gastamos para poder usar nosso curso, nosso diploma JÀ CREDENCIADO,piór, PELO Mec, PELO próprio ESTADO E QUE a OAB nos desmerece...Pessoal, também ainda estou aprendendo e chego ao ^DOUTORADO^. Lombroso também foi estudioso.o que serviu na época para alguns, com certeza não serviu para os feios e, eles também eram gente e sabiam disso só eles sabiam e alguns ligados a eles. Interpretem como quiserem...
VAMOS BATALHAR PARA QUE OS EXAMES SEJAM EFETIVADOS NA PRÓPRIA FACULDADE NO ÙLTIMO ANO DE ESTUDO, SEM COBRANÇA DE VALORES, SERÁ QUE A OAB CONTINUARIA A EXIGIR OS EXAMES!!... ai sabemos qual faculdade melhor prepara o aluno..
desculpem não sei onde é o ponto de interrrogação neste computador...

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 15:46:29

Salve lindo o pendão da esperança,
Salve o simbolo augusto da paz
Tua e nobre missão parabens PÁTRIA MÃE E ÉS GENTIL OU JENTIL. eu ainda mereço o seu cobertor desta bandeira(toninhodeolarias)

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antonio 20 de Junho de 2011

Tenho alguns milhões de dólares e sou chamado de doutor por advogados, delegados, médicos e políticos. Em geral adoro! Isso é o Brasil...

edson grotkowsky 20 de Junho de 2011 - 22:11:20

Ahh...! Antonio deve ser pseudonimo; vc deve ser o "Lula" lá...rsrsrs

Neusa Indignada II 20 de Junho de 2011 - 23:38:53

edson

antonio deve ser um dos... da OAB!
Só pode ser o que gasta nosso dim dim...
Por isso os milhões ($$$___$$$)

Uma Bacharela inconformada.

Neusa Indignada II 20 de Junho de 2011 - 23:42:49

antonio:

Como consegue dormir sabendo que muitas criancinhas passam fome? E você com esses
milhões de dolares.

Como vocês conseguem viver olhando somente seus umbigos?

Vou dizer uma coisa antonio, há muito que se fazer neste planeta, sem um meio ambiente equilibrado seus milhões de dolares de nada valerão.

antonio 21 de Junho de 2011 - 03:55:57

o lula ja tem mais dinheiro em conta que minha familia quase o dobro so perde em patrimonio. somos phd em ganhar dinheiro. durmo 10 horas por noite.

Raquel 15 de Julho de 2011 - 14:26:13

Antonio...
Ja vem de berço!! ou ganhou de seu trabalho, atualmente, se não tiver um pouco do berço e muito dificil ficar rico. Qundo se consegue esta proeza pode ter certeza o pézinho esta próximo da cova a menos que seja um parlamentar que descaradanmete enriquece rapidamenter do nada... ou melhor do venha a nos o vosso reino e o teu que se dane.. MAS parabéns áquele que consegue formar fortunas de suas próprias mãos, tiro meu chapeu quer seja ele de curso superior ou não, um exemplo é o Sivio Santos... o que consegue fortuna sem um curso superior é mais inteligente não é mesmo...

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João Evangelista... 20 de Junho de 2011

Senhores,
Tenho orgulho de ser brasileiro e discordo prontamente de ser chamado de medíocre.
Mais medíocre, é quem acha e continua residindo entre nós. Por favor se arretire para as terras não medíocres.

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Victor 20 de Junho de 2011

Bom, como isso é um forum de discução, li muitos comentarios sobre DOUTOR. Bom acho isso ridiculo, quem quer ser mestre vá estudar, faça um MESTRADO, quer ser Advogar, estude faça Direito, quer ser Deputado, Senador, se candidate e tenha muitos votos. Quer ser Médico, faça medicina. Acho muito banal essa discução de quem médico, advogado, etc.. querem ser chamados de DOUTORES, ou seja serem doutrinados. Que besteira isso. Tenho absoluta certeza de que quem debate esses assuntos sao sempre recem formados ou ainda academicos, que quererm se vangloriar com o tal titulo que nao a compete. basta fazer como o Senhor, Professor Doutor Março lhes disse. Estudem e estudem mesmo para ter o tão sonhado titulo e se conter a merecer o mesmo tratado. Não sou formado em nada, e nao brigo ou discuto sobre os tais chamados. As vezes me chamam de senhor, eu sempre digo SENHOR TÁ NO Céu. Faça o merecimento. Você é você e eu sou eu. Senhor, doutor, dignissimo, Senhor Juiz, Promotor, Meretissimo, Excelentissimo, seja la o que for.

Médico é Médico, Advogado é Advogado E haja advogados hein, quantos e quantos, um em cada esquina. Doutor é Doutor, Mestre é Mestre e Pós-Graduado é Pós-Graduado.

Se quiserem me snobar falando mal, eu pouco me importo. Eu apenas vivo minha vida, com muita felicidade, trabalho feito um condenado, pago minhas contas, e levo a vida sem stress sem ser snob, e muito menos me achar. Cada um na sua e todos na nossa. Viva a vida com humildade e profissionalismo, seja ético e competente isso é que vale.

Abraços

DOUTOR... 21 de Junho de 2011 - 21:40:50

Victor, se vc só vivesse sua vida, não tava aqui metendo o bedelho onde não é chamado, correto? tem muito advogado mesmo, e cada vez mais bacharel que não da conta de passar no exame querendo entrar, que nem vc. hehehehehe vá viver sua vida.

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João Evangelista... 20 de Junho de 2011

Senhores,
No dia em que completei 50 anos,28.08.2003),resolvi voltar novamente para a sala de aula, terminei o segundo grau e me ingressei numa faculdade de direito e me formei.
Hoje sou feliz pela escolha, porém decepcionado com o ambiente. No ambiente do censo comum existe pessoas sinceras, humildes, acolhedoras.
Diferentemente dessa área superior, a qual muitos pensam que é Deus, outros já tem certeza.
Esses devem repensar a situação e procurar conhecer pessoas humildes para se acertar.

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Almir 20 de Junho de 2011

Acho um tremendo absurdo um bacharel, especialista ou mestre, por ser advogado, exigir o tratamento de Doutor.
Essas normas de Conselhos Profissionais, que asseguram o direito ao tratamento de Doutor aos médicos, fisioterapeutas, enfermeiros etc, são verdadeiras piadas.
Quanto ao Exame de Ordem, é legítimo. Os bacharéis em Direito que estudem para serem aprovados.

zé doutor do povo 20 de Junho de 2011 - 18:29:05

será que em cada ação, ataque ou defesa, o advogado não defende uma tese? não fiz doutorado ainda... mas acho que a tese real é muito mais importante do que a meramente hipotética. Muito embora fico vislumbrado com o brilhantismo da razão de alguns MESTRES...

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EURIDES 20 de Junho de 2011

MEUS PARABÉNS DR. DANIEL MOITA.
NADA TENHO A ACRESCENTAR. FAÇO MINHA (TODO TEOR)TUAS PALAVRAS.

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cristiane gastao 20 de Junho de 2011

O Decreto Imperial regulamentou o curso de Direito no Brasil, certo! Depois desse Decreto teve mais alguma lei que regulamentasse o curso de direito e revogasse o Decreto de D. Pedro I? Não achei nada a respeito, se alguém souber me diga por favor.
A Lei de Bases e Diretrizes apenas estabelece os cursos de graduação e teses de um modo geral.
Até onde sei, Lei Geral não revoga Lei Especial.
Se até hoje não existe uma nova Lei que regulamente os cursos de Direito no Brasil, sendo assim, o Decreto Imperial de 1827 ainda é válido.
Sinto muito, mais esse é um título que foi concedido a mim sim, por D. Pedro I e não por D. Maria Pia, sou apenas uma ADVOGADA, honro muito o meu título, tenho muita personalidade para usar o Dra. na frente do meu nome, dignifico muito minha profissão. Tenho pena dos despeitados que não se conformam com isso.

edson grotkowsky 20 de Junho de 2011 - 21:28:45

É isso aí DRª Cris!!!!seu fundamento esta corretíssimo. É por força do decreto Imperial de 1827 mesmo!!!Estamos falando de advogados e não bachareis..., estou contigo...

DOUTOR... 21 de Junho de 2011 - 21:38:12

Parabéns Dra. Cristiane Gastão, tou contigo, quero nomeá-la para me defender e olha que também sou "dotô" advogado... e esses invejosos que não são é que se danem...kkkkkk muito bom.

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zé doutor do povo 20 de Junho de 2011

Uma vez, um antigo barbeiro, profissão hoje denominada cabeleireiro, me disse que eles, os barbeiros, eram originalmente os DOUTORES, pois alé de cortar cabelos, arrancavam dentes e medicavam os doentes. É bem verdade que os fatos mudaram e deve-se dar a Cesar o que é de Cesar e quem estudou tem seus méritos. Mas, nem todo estudo do mundo é capaz de superar o doutorado da humildade e a grandeza dos que realmente SABEM; porque é sabido que o diploma não faz o homem. Ora, vamos nos preocupar mais com o destino desta Nação e com as coisas realmente erradas, quem sabe consigamos que nosso povo um dia tenha uma ética educacional que realmente respeite a maioria dos cidadãos.

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Lindemberg Borges 20 de Junho de 2011

Caros colegas, passando por este site me deparei com o assunto sobre quem é realmente detentor do mérito de ser chamado de DOUTOR. Me vieram à tona antigas indagações dos tempos de eu menino sobre o comportamento humano.
Entre elas estava a questão de tantas pessoas que meus pais conheciam e eram tratados de tal forma. Quando já em estado adulto me conscientizei das motivações pelas quais alguns padrões originariamente criados para definição de posições sociais, profissões, etc. serem modificados conforme a conveniencia de um grupo ou em determinado período de transição social.
Ocorre que na prática entendo ser de direito o título a um certo profissional conforme o estabelecido em Lei e como tal por lógica o direito é de quem fez doutorado.
Por outro lado, algumas pessoas se sentem valorizadas em ambientes de acordo com o trato. Mas entendo também que essa consideração deve ser seguida da devida capacidade de disseminar seu ofício como dedicação honrosa e eficaz.
Portanto, aos merecedores, o devido tratamento da forma que melhor lhes couber ; aos prepotentes, esnobes, reflexão sobre seus caprichos e autoavalição quanto a sua real utilidade na formação de uma sociedade digna .
Me entristeceu muito o rumo que os debates foram traçando, pois neles percebi a necessidade de muitos de se sobreporem aos outros.
É importante que reflitamos sobre nossos anseios, ambições, egoísmos e possamos nos dar uma chance para com melhor serenidade debatermos essas questões de forma mais proveitosa, com menos agressões.
Ao motivador do debate em tese, gentilmente manifesto minha impressão de que nos pareceu a exposição do assunto de forma um tanto esnobe, mas aproveito o momento para lhe parabenizar pelos seus títulos, o que me poderia deixar um tanto deprimido por me encontrar dois anos mais velho e até o momento o que tenho por conquista profissional é somente um cargo alcançado por concurso público, mas o qual valorizo independente da esfera ou da disponibilidade remuneratória a qual se encontra enquadrado.
De toda forma, se aqui me encontro entendi como estratégia profissional manter-me como tal a desempenhar da melhor maneira possível respeitando minha posição como servidor público e me dedicando ao máximo para a satisfação da sociedade a quem eu devo a prestação de minha conduta.
Por outro lado, como imediador da contenda que se formou, entendi o ponto exposto pelo Doutor Março quanto ao que se vê na prática nos que fazem questão de se intitularem de Doutores, pois vemos diariamente a arrogancia de inúmeros profissionais do direito que mesmo após bacharéis não fazem jus quanto a sua capacidade profissional de atuação.
A todos os que transitam neste debate, meus cordiais votos de paz, serenidade, refelexão sobre sua real utilidade durante o estágio neste planeta e me desculpem humildemente por quaisquer erros de concordancia, grafia, etc.

Lindemberg Borges 20 de Junho de 2011 - 19:49:35

" Todo discurso é vão se não seguido da ação ". Normalmente crio meus próprios provérbios, filosofias e tal. Mas esse achei muito conveniente, de Demóstenes ( Filósofo grego, um dos principais criadores da noção de democracia) . E traduz bem o que considero como base para se manter uma democracia firme, sem in terpretações equivocadas, o que o mundo inteiro fez até hoje, ou seja, muito discurso dos que se posicionaram como detentores do conhecimento em razão da evolução humana. Mas que de útil vemos pouco se a referida raça tende a se extinguir por suas vaidades, egoísmos e tal

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Alberto Lima 20 de Junho de 2011

O texto é bom para leitura, parabéns ao escritor.
Porém, vale ressaltar a origem do termo DOUTOR, ora em questão. Aos ignorantes de plantão: DOUTOR, vem de DOUTO, pessoa que é conhecedora profunda de um assunto, tema, ou questão. Neste sentido, comparado ao leigo, os advogados, magistrados, representantes do parquet e demais bacharéis de direito, são por sua formação estudiosos e conhecedores profundos da lei. Se por sua vez são doutos em matéria de direito, são também leigos, como o povo em geral, na área médica, com exceção de poucos que tem as duas formações academica.
A questão aqui parece ser de respeito. Basta que cada cidadão respeite a profissão dos outros, e estude um pouco mais, né?! Não custa nada estudar...

edson grotkowsky 20 de Junho de 2011 - 21:18:55

Sr. morde e assopra Alberto Lima! necessário cuidado ao tratar como ignorantes pessoas as quais não conhece, principalmente quando se escreve "formações acadêmica"....

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MARCUS... 20 de Junho de 2011

Meu caro amigo, em um país como o Brasil chegar a ostentar um título de Bacharel em Direito ou de advogado devidamente inscrito na Órdem deveria ser tratado como Vossa Santidade e não apenas Doutor. Com o devido respeito, que bela perda de tempo dedicar-se a um artigo sem a menor relevancia para a sociedade.

edson grotkowsky 20 de Junho de 2011 - 21:09:22

Boa Marcus...!

antonio 21 de Junho de 2011 - 04:06:57

o povo tudo esta ligado como nos efeitos domino e borboleta

DOUTOR... 21 de Junho de 2011 - 21:32:59

MARCUS, já sou seu fã. Advogado defente tese e por isso deve ser tratado por doutor, do mesmo jeito que exige o tratamento do "dotô" autor de tão agressivo texto contra os advogados, defensores dos fracos e oprimidos pelo sistema. Agressão gratuita.

antonio 23 de Junho de 2011 - 15:41:24

voces deram relevancia. A 26 seculos antes da merda dos portugueses darem o ar da craça doutor e quem treina e forma gladiadores o resto e balela ate no caso de senhor tura

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Claudia Bastos 20 de Junho de 2011

Doutor é de fato é quem faz doutorado. Não importa o tratamento. Advogar não agrega o titulo, mas a sensação de dever cumprido.Lutar pela ética e Justiça social, poder abraçar a causa nobre de cada ser que anseia por justiça, e vivenciar o resultado é a melhor tese que cada profissional pode defender, sua melhor honraria.

TONY 24 de Junho de 2011 - 01:50:36

Claudia, o termo doutor é derivado de DOUTRINA.
Não tem nada que ver com defesa de tese. Este título é dado aos doutores da igreja porque conheciam e interpretavam a doutrina católica. Os judeus tratam seus rabinos por DOUTORES porque são aqueles que conhecem as Leis Judaicas.

gilberto 5 de Julho de 2011 - 00:38:16

O importante de tudo isto, que gerou esta discução, é de que devemos sempre nos lembrarmos de que, embora importante o título acadêmico de qualquer natureza,é estar sempre aberto ao aprendizado e que em muitos casos vale mais o esclarecimento do que a instrução. Abraços a todos.

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 15:51:53

GIBA!
EXELENTE GIBA.

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edson grotkowsky 20 de Junho de 2011

Acho que mais ele quer se aparecer do que realmente mostrar conhecimento, visto que o tratamento correto para membros do Ministério Público é ilustríssimo e não excelência!!!

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Joaquim 20 de Junho de 2011

Caros colegas,

Não dei conta de ler todas as msg aqui postadas, mas de uma coisa tenho certeza, aprendi muito com vocês, mesmo discordando de muita coisa.

Para não delongar e desviar o foco, o Dr. Março tem toda razão, isso eu aprendi tardiamente no ano de 1997, quando chamava todos de doutores: médicos, dentistas, advogados e principalmente delegados.

Hoje, nada mudou, continuou chamando assim, mesmo sabendo que eles, na grande maioria não o são. Na verdade muitos não fazem questão que os chamemos de doutor, mas a maioria, mesmo sabendo que não são, fazem questão, principalmente os delegados.

Quanto aos erros de português dos colegas, acho que não devemos nos preocupar com isso, primeiro porque sabemos que a nossa língua é uma das mais difíceis e do outro lado, esse não é o foco da discussão; mas deixo aqui um macete, antes de enviar a msg leia-a.

Peço desculpas aos colegas professores de português.

Abraço.

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Cidadão 20 de Junho de 2011

Parabéns pelo trabalho, bastante elucidativo.
Sua mensagem deveria ser passada às universidades e a todas a entidades de classe, para superarmos essa tradição ridícula e arrogante. Particularmente, sou contra qualquer tipo de pronome de tratamento "específico", acho mais do que suficiente e respeitoso o pronome Senhor(a).

Joaquim 20 de Junho de 2011 - 21:48:25

Obrigado, mas o objetivo não era esse. Desculpe se fui ridículo e arrogante. O Brasil é grande!!!!

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Jorge Luis 20 de Junho de 2011

Acabo de concluir que devo pedir desculpas ao Dr Março, por nunca ter lido seus artigos antes. O fato é que nunca levei muito a sério esta discussão sobre o título de Dr, que para mim não torna automaticamente superiores os advogados, médicos, magistrados, promotores, delegados e outras pessoas que exercem profissões em que a ética e o respeito são igualmente importantes. Penso que o tratamento respeitoso é positivo e mantém vivas as profissões e o foco na importância com que devem ser tratadas as questões humanas. Todavia, observo com pesar que as profissões estão muito vazias de sentido, muitos profissionais têm na sua atividade apenas um meio para obter rendimento ou status, e não uma importante oportunidade para oferecer contribuição à sociedade, de forma nobre, fraterna e altruísta.Por tais razões chamam hoje em dia de herois algumas autoridades que fazem bem feito um rotineiro dever, e dão crédito a quem fala verdades corriqueiras como se fossem a solução para todos os problemas, talvez o mesmo tipo de pessoas que no passado inspiraram Rui Barbosa em seu famoso escrito: "de tanto ver triunfar nulidades..." Enfim, não vejo motivo para nos envergonhar de sermos chamados de doutores sem que seja este o significado técnico, se justo for o motivo não serão necessários os trezentos artigos, 22 diplomas e três vice campeonatos na Bahia, para que um profissional atenda bem as pessoas que com ele se relacione.

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Ana 21 de Junho de 2011

Frescuras a parte, Dna. Maria ou não, o caso é que agora já virou COSTUME (fossilizado, incrustrado, jurispridenciado) da nossa cultura jurídico-tupiniquim e seguramente não haverá Cristo nessa terra de doido que irá fazer com que qualquer (mas qualquer mesmo) "borrabotas", como diria meu avô - dentista e Dr. sem doutorado - deixe de chamar até o menos ilustre porta-de-cadeia lá da Sé de DOUTOR.... faz parte do folclore, pegou, não tem jeito. É meio ridículo mesmo, mas o que fazer com os médicos, vets, dentistas e outros tantos que até fazem questão de serem chamados assim? Doutô delegado, Doutô senador, Doutô pra lá, pra cá - bastou ter onde cair morto, já fica se achando, rsrsrs. Eu sou formada em Direito, não fiz doutorado, e desde a faculdade já me chamavam assim... acho engraçado e até gosto. Afinal, é a ÚNICA profissão do país que exige a DROGA do exame de proficiência além do curso já reconhecido pelo MEC. A ÚNICA. Pelo menos essa gracinha a gente merece! =0)

SANTOSSDOUSAM 21 de Junho de 2011 - 05:35:43

Está claro o pedantismo, a inveja e o burocratismo desse membro do PARQUET (vcs sabem o que é parquet...)que quer ser o único DOUTOR DO MUNDO! Autoritário e cheio de subjetivismo não sabe interpretar o cenário jurídico da época do império onde DOUTOR era o mesmo que ADVOGADO, sinônimos quer os invejosos gostem ou não.

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antonio 21 de Junho de 2011

meu avo era chamado coronel.eu meu pai e meu filho de doutor. esse eo brasil

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 16:05:43

MEU CACHORRINHO DE DOUTOR FHC. E AGORA> SALUTAR OU SÓ LUTAR do mesmo comportamento digno de seja assim.

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Moacir 21 de Junho de 2011

Resumindo a ópera: Para desespero dos "doutores advogados, medicos, dentistas e quem tem muito dinheiro,DOUTOR E QUEM FAZ DOUTORADO, se quer ser DOUTOR de verdade, FAÇA DOUTORADO!!!

TONY 24 de Junho de 2011 - 01:46:52

DOUTOR É PARA QUEM ESTUDOU A DOUTRINA DE QUALQUER RAMO DO CONHECIMENTO.
DOUTOR VEM DE DOUTRINA!

nho tonhô 25 de Julho de 2011 - 07:15:50

eu estudei latrina num cursu profisilizande etao eu so dotÔ RESPONDE NAO PRECISA FICA BRABO UAI

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 16:03:57

TONHO ISSO ME ARRÉPIOS TONHO NÃO exelentissimo ilustre apresentado brilhante famijerado juiz mestre em deusado na criação parlamentar deste parlamento em fim em suma grande miminu,me faz rir. isso té bom di mais sô vixi i si é cara.QUEM SI FORMA EM NESTE CURSO É DOUTOR E PODE CHEGAR A UM DOUTOR? OU VAI aos troncos e barrancos chegado e se apresentando uau(toninhodeolarias).

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Geanne 21 de Junho de 2011

Doutor é quem tem doutorado. (final) kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkk

nhô tonho 14 de Julho de 2011 - 19:31:59

SABE QUAL A DIFERENÇA dotô e do burro , O BURRO AJUDA A GENTE GANHA DINHEIRO EO DOTO TOMA UAI

nhÔ quin 20 de Julho de 2011 - 17:15:29

enao cupanhi a deferença e que o dotô FALA burro nao mais ta bao tamei uai

nho tonhô 25 de Julho de 2011 - 21:49:08


È nao nho quim adeferença e que burro so tem na roça e doTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTÕ EM QUARQUE LUGÂ

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 16:17:14

NHO TONHO PROCUROU NA INTERNETE- O TAR DO BURRO TARADO, ele sim é doutor e que doutor pode douta com tudo aquilo imaginou onde, se um pedofilo fosse assim julgado uai vixi...apenas por descontração de minha fraca cabeça de sempre(tuninhodeolarias)

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Raelson Cavalcante 21 de Junho de 2011

Parabéns, Drº Marco Antonio, o que observo de sobra são bachareis e advogados de letra minuscula, (para) não dizer ANALFABETOS posando com titulo de doutor. As vezes faço a dolorida pergunta. Drº qual foi mesmo o seu doutorado? E nasce o constrangimento...mais a arrogancia é maior e persistem em quererem ser tratados de tal maneira. Um grande abraço.

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Murillo 21 de Junho de 2011

Por que será que quando comecei a ler o artigo já sabia que ele era doutor?

O bom é que nos últimos parágrafos ele começa a colocar o currículo (passei em quarto não sei aonde, em terceiro não sei aonde, fui integrante de não sei o quê...)Qual a relação disso com o tema do artigo?

Que cara pedante.

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João Adilson 21 de Junho de 2011

Em que pese a inexistência de qualquer ato normativo que autorize o uso do termo "doutor" como tratamento para o advogado, deve-se considerar o significado de "consuetudinário": "indica tudo o que é de costume enraigado ou que já faz parte da própria tradição ... Nesse sentido é que se diz Direito Consuetudinário, para indidicar a regra ou a praxe jurídica que não vem em textos, mas se firma no hábito, na tradição, no uso". (De Plácido e Silva). Portanto, trata-se apenas de uma forma respeitosa de tratamento, embora alguns insistam em trazer à baila uma discussão tão somente para atingir determinada profissão.

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Joaquim 21 de Junho de 2011

Acho que ele aproveitou para fazer sua propaganda...e mostrar que realmente merece o título.
Na verdade tirou uma "ondinha".

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Mirian 21 de Junho de 2011

Para o DOUTOR DANIEL MOITA. PARABÉNS!!

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Eduardo 21 de Junho de 2011

Ah, que me desculpe.
Mas seu texto é de alguém extremamente prepotente.
Precisa menosprezar os colegas pra se sentir melhor.
Isso é ridículo.
Quando era advogado, não gostava de ser chamado de Drº?
Ou isso só ocorreu após fazer Doutorado?
Dizer que os professores da instituição a qual foste coordenador sequer sabiam escrever, é tremenda falta de respeito com os colegas.
Além disso, questiona que ninguém o chama de "Excelência".
Humildade. O senhor necessita de humildade.
Que alguém lhe conceda uma dose de humildade, por favor.

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SEBASTIÃO... 21 de Junho de 2011

A tradição e a cultura, faz com que nos chamemos de Doutores mas isso não "infloe" e nem "contriboe"

Jorge 12 de Julho de 2011 - 12:30:02

Sebastião. Concordo em número, gênero e "degrau". Todavia, perdoe-me, ouso a discordar da grafia, por Vossa Excelência, utilizada, vez que o correto é: "infrói" e "contribói".

che anhaguera 14 de Julho de 2011 - 19:39:38

muitos doutores e sò um professor de português, VIVA OS COMUNAS, NA DITADURA DOUTOR PROMOTOR, JUIZ MINISTRO SO STF SE BORRAVA PRA CORONEL E GENERAL, FOI METELUGICO OS ARTISTAS,ESTUDANTES, QUE FORAM A LUTA ESSE NEGOCIO DE TITULO E MERA BESTEIRA OONDE PELE, LULA, TIRRIRICA ENTRA MUITOS DOTORES NAO CHEGA NEM NA PORTA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

pc 20 de Julho de 2011 - 17:10:39

titulo e igual nome bonito todo mundo quer ter

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Natalia Vilela... 21 de Junho de 2011

eu penso que essa discussão é muito válida. Para a academia. Para a vida real, não importa de fato. No tête-a-tête com o juiz, na lida diária da causa, no embate das argumentações, não importa ser doutor, doutora, vossa mercê, sinhá, mano, véio e afins...
Os Rábulas do passado comprovam isso...
Importa a excelência do trabalho. E só isso.
Agora, dizer que promotor de justiça tem q ser chamado de EXCELENCIA foi hilário....
husahuashusahusahusahu
ô EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO: vá trabaiá!!!!!

silenew 21 de Junho de 2011 - 14:36:42

hahahaha..... realmente, faz favor!!!hhehee só faltava essa!!!

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jeferson 21 de Junho de 2011

Caros colegas advogados, doutores e senhores.
A preocupação de quem deve ser chamado de DOUTOR creio eu que é apenas dos que possuem este título, que serve apenas para contar mais pontos ao ingressarem em algum concurso publico.
A irresignação por parte dos titulados deve ser porque ao tornarem-se professores em universidades em cursos de direito por exemplo, devem ficar desiludidos pois, alguns alunos e funcionarios destas instituições lhes chamam por chaman-lhes por professor ou senhor.
Por outro lado de que adianta um título de doutor de uma pessoa que defendeu uma unica tese, para os futuros formandos em direito que pretende serem advogados. Certamente um professor que atua ou ja atuou como advogado vai ensinar melhor seus alunos, sem enche-los de teorias e balelas que so servem para encher a cabeça e dificultar mais o grande aprendizado que estes bravos estudantes terão que saber futuramente para poderem assim exercer esta nobre tecnica que só os operadores do direito sabem, ou devem saber.

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Asciutti, Cesar... 21 de Junho de 2011

Muito feliz sua colocação.

Como mestre e acadêmico, que sou, dou-te saudações honrosas por límpidas informações à tantos "doutores" e poucos Doutores.

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Toshinobu Tasoko 21 de Junho de 2011

Dr. Daniel,
Sua tese é convincente. Parece-me algo científico. Entretanto, quero ver o senhor mudar a cultura brasileira. Não vai conseguir de jeito nenhum. Fácil, é só dizer como o senhor disse, sem necessidade de comprovar, que o advogado é Doutor pela Universidade de "Tsunami" e estamos conversado. Por outro lado, qual é a serventia disso? Existe alguma penalidade por dizer isso? É claro que se alguém dizer que é advogado, sem o ser é crime de falsidade. E o Lula, Dr. Honoris Causa. Pois é, isso está me parecendo mais um daqueles debates inúteis que não servem para nada.

antonio 22 de Junho de 2011 - 00:28:16

pede pra sair japa

che anhaguera 14 de Julho de 2011 - 19:47:41

pra se doutor neste pais nao precisa estudar tem que ter dinheiro eai o povao ja chama de doutor,se pobre e estudou povao fala aquele ali e advogadinho de porta de cadeia

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joão de saboia... 21 de Junho de 2011

PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA...
Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo "docentes" e "profissionais" venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos...

ae, professor...
vai procurar o que fazer, existem muitos fatos, mais importantes, no dia a dia do cidadão, para você se preocupar nas suas profissões...ah, escolheu qual mais se adapta...ae, sou advogado militante e não ligo para os afagos da vida profissional...Ex., MM., Dr., etc...só faço questão de ser respeitado como cidadão brasileiro!

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ALEXANDER 21 de Junho de 2011

Concordo 100%. Acho ridículo alguém buscar argumentos do século passado para dar um jeito de ser considerado doutor. Sou Mestre. Se eu quiser ser doutor, terei que fazer por onde. Não tenho nenhum complexo nisso. Talvez algum dia eu faça! Isso é o famoso jeitinho brasileiro! Uma vergonha!
Parabéns!

Paulo.... 22 de Junho de 2011 - 13:50:11

Paulo Pavanin,

Ter doutorado significa também ter educação, e isto verifiquei que falta em você.

Qualquer advogadinho? Gostaria que alguém se referisse assim à sua profissão? A intenção de humilhar alguém não condiz com a educação de um cidadão.

Não sou advogado, mas pela Constituição Federal, nossa carta magna, eles são indispensáveis à justiça, portanto, mesmo que alguns prejudiquem a imagem de tão importante carreira, devem ser respeitados, mas não chamados de doutores, basta isso!

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Paulo Pavanin 21 de Junho de 2011

Parabéns pelo texto, Só chamo de Doutor que fez doutorado, mesmo porque é muito difícil chegar no Doutorado ... Para poucos e bons ...

Me desculpe-me más eu não chamo qualquer advogadinho de doutor não ... primeiro eu pergunto fez doutorado. rs

Natalia Vilela... 21 de Junho de 2011 - 15:22:08

QUALQUER ADVOGADINHO?!?!?
É
logo se vê que você não é um...
Mas bem que gostaria né??
Já tentou o exame de ordem quantas vezes?
Pois é..
Se o Sr. fosse advogado saberia que que nao exitem "advogadinhos"...
Aliás... é sempre bom salientar que a justiça só anda por que existem advogados.
Os homossexuais, por exemplo, só tem a união estável reconhecida, o direito de pensao por morte, o direito de adoção graças aos advogados, que com coragem, não se acanharam diante dos NÃOS dos juizes e dos pareceres do ministério público e perseveraram no ingresso de ações que buscassem esses direitos..
É graças aos advogados ...
Por que, como vc não deve saber, o juiz nao pode julgar se a causa nao for levada a ele.
E quem leva a causa? (Valendo '1 milhão de reais...)
Doli uma...
Doli duas...
O ADVOGADO!!!
Engraçado é que o juiz com certeza vc chama de doutor.
Quero so ver se não, na hora H, se vai ter a coragem de perguntar: Vossa Excelência tem doutorado? - NÃO. - Humpf!
hashuahuashsahu
Parabéns ao autor desse texto ridículo..
Me fez dar várias risadas..
um abraço a todos... e volto a dizer:
VÁ TRABAIÁ!!!! huauuahshu

Natalia Vilela... 21 de Junho de 2011 - 15:22:46

QUALQUER ADVOGADINHO?!?!?
É
logo se vê que vc não é um...
Mas bem que gostaria né??
Já tentou o exame de ordem quantas vezes?
Pois é..
Se o Sr. fosse advogado saberia que que nao exitem "advogadinhos"...
Aliás... é sempre bom salientar que a justiça só anda por que existem advogados.
Os homossexuais, por exemplo, só tem a união estável reconhecida, o direito de pensao por morte, o direito de adoção graças aos advogados, que com coragem, não se acanharam diante dos NÃOS dos juizes e dos pareceres do ministério público e perseveraram no ingresso de ações que buscassem esses direitos..
É graças aos advogados ...
Por que, como vc não deve saber, o juiz nao pode julgar se a causa nao for levada a ele.
E quem leva a causa? (Valendo '1 milhão de reais...)
Doli uma...
Doli duas...
O ADVOGADO!!!
Engraçado é que o juiz com certeza vc chama de doutor.
Quero so ver se não, na hora H, se vai ter a coragem de perguntar: Vossa Excelência tem doutorado? - NÃO. - Humpf!
hashuahuashsahu
Parabéns ao autor desse texto ridículo..
Me fez dar várias risadas..
um abraço a todos... e volto a dizer:
VÁ TRABAIÁ!!!! huauuahshu

Patricia 21 de Junho de 2011 - 23:43:00

Senhor Paulo Pavanin,

O senhor deve ter muita inveja de quem estuda, principalmente de advogado. Pelo seu texto o senhor não tem diploma. Em primeiro lugar porque diz: "só chamo de Doutor "que", certamente quis dizer "quem" fez doutorado",...e, em seguida, completa a frase observando que: " é muito difícil chegar "no" Doutorado ...". Veja bem, o senhor escreveu: "CHEGAR NO", ora, quem "chega no" é porque vai montado....Então, vamos lá, o certo é chegar "ao"....por aí se conclui que o senhor jamais seria um bacharel e muito menos poderia ingressar em um curso de pós-graduação.
Estudar é muito bom. Comece por uma boa Gramática.
Saudações!

antonio 22 de Junho de 2011 - 02:41:44

natalia e patricia os advogados do meu pai eos delegados da cidade (tambem de meu pai)me chamam de doutor estudei muiiito pouco doutor no brasil deveria ser igual a antigamente so para quem tem posses e poder e nao para quem estudou algumas decadas (advogadozinhos, doutorantes, medicos e outros inferiores a nos)

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Tércio Almeida 21 de Junho de 2011

Acompanho a opinião dos colegas acima que sustentam tratar-se de costume cuja mudança não teria finalidade alguma a não ser rubustecer a vaidade dos autênticos Doutores, como o ilustre autor do artigo. É certo que mesmo os Doutores que o são de fato devem ter suas ideias e opiniões constantemente submetidas a reexame e análise acerca de seus reais propósitos e finalidades. O verdadeiro saber científico destina-se ao bem comum e não para mero engrandecimento pessoal. Se a humanidade outorga a determinadas pessoas títulos o faz por considerá-las a serviço de sua evolução e aprimoramento. O título nada mais é do que uma insígnea de serviço ao bem comum, para que compartilhe com seus semelhantes seus nobres conhecimentos e valores e jamais para os reter consigo.

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Denys Marcel de... 21 de Junho de 2011

Acho que o "DOTOR" em questão deve ter escrito de seu trono no Olimpo. Talvez seja por isso que nas entrelinhas de sua "DICERTAÇÃO", ache que está acima do bem e do mal. Caro "DOTOR", O senhor é de barro e deitará da mesma forma que os subalternos que não podem ser chamados de "DOTOR".

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José Roberto 21 de Junho de 2011

Doutor é quem faz doutorado, ou quem defende teses?
Mas, aqui pra os mais esclarecidos, no decurso do tempo ou vida profissional o "Advogado" não defende teses, não faz tudo aquilo que um "Doutor" faz sendo ou não? Meus nobre colegas, se existe um decreto por D.Pedro aferindo este atributo a todos os bacharéis em Direito, penso que a discussão é mais uma coisa fúteis de ponto de vista jurídico, porque não leva ninguém a nada. Ora, o cidadão não ganha mais ou menos se for ou não doutor, pois não sou doutor, mas ganho mais do que alguns doutores que têm títulos etc.

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Wellington Sousa 21 de Junho de 2011

Quanto ranço meu irmão. Tanta raiva é bastante prejudicial, inclusive ao fígado. Algumas risadas de vez em quando desopilam o fígado e o tornam mais resistente às doenças. Não guarde rancores de seu passado.Vá buscar o momento exato em que você foi humilhado ou execrado, supere-o e siga adiante. Freud explica, sistematicamente.Aliás, em seu extenso currículo faltou acrescentar que você é ADVOGADO. Faça-o. Sds.

DOUTOR... 21 de Junho de 2011 - 21:21:03

o melhor comentário, sem dúvida, é o seu. a maioria que nao concordam com o tratamento de doutor ao advogado é pq tem inveja. vão à uma audiência e tratem o "meretríssimo" por senhor ou então o "dotô" promotor por vc, ou melhor, numa DP chamem a otoridade por vc, pra ver se não saem presos... só engrossam com os advogados que estão aqui pra defender os seus direitos, inclusive quando são maltratados.

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Wellington Sousa... 21 de Junho de 2011

Parabéns!!! Prof. Doutor!
Sou estudante de direito do nono seméstre da faculdade Dom Pedro II, aqui na cidade de Salvador/Ba., e policial civil(investigador) sou constantemente "obrigado" de certa forma, a chamar delegados de "Doutor" que ficam chateados se não são tratados como tal. Vou divulgar esse esse texto esclarecedor aqui em Salvador, especialmente, nas delegacias.!!! Valeu!!!

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Luiz Souza 21 de Junho de 2011

Putz, que exibidinho esse Março não?

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Penha 21 de Junho de 2011

Interessante debate, mas está correta as colocações que de fato o título de doutor deve ser apenas para os portadores de título superior. Mas será que é um título que diferencia o indivíduo? Conheço doutores (que defenderam teses) que não possuem nenhum valor técnico (fico pensando quem julgou a tese deles) por outro lado tenho pessoas conhecidas que doutores "práticos" que defendem fantásticas teses na vida, sem o mencionado título. Por razões similares, postei a discussão abaixo: Is the PhD a wast of time? A pergunta publicada pela revista "The Economist" - dezembro/2010, vem causando polêmica no mundo todo. Qual a sua opinião?
Veja um dos pontos publicados:
"Universities have discovered that PhD students are cheap, highly motivated and disposable labour. With more PhD students they can do more research, and in some countries more teaching, with less money "

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Relton 21 de Junho de 2011

Cultura é importante, mas nem sempre é diferencial... Diferencial é atitude! Doutor que faz questão de ser chamado de Doutor, pra mim, é o mesmo que milionário que quer fazer documentário de sua fortuna.

De todos os comentários que li, o que achei mais realista é que o que manda mesmo é o "din din" no bolso! Aí garanto que o título, ou a forma na qual é chamado, não faz qualquer diferença!!!

Alguém aqui sabe se posso registrar "Doutor" no primeiro nome do meu filho (ou serei "barrado" no cartório?). Assim, ele será chamado de Doutor segundo nome, sem precisar discutir tanto um assunto tão irrelevante...

Um abraço e bom trabalho a todos!

antonio 22 de Junho de 2011 - 00:26:04

dr.tura o senhor e um fanfarrao pede pra sair

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Luiz Teotony do... 21 de Junho de 2011

Por primeiro, cumprimento o DR. TURA, pelo envio do CURRICULUM VITAE, para o mundo todo.

E nesse peripasso, aos comentaristas, que cuidem da prudência.
E por fim, lembrar que o vocábulo doutor, é gênero, isso significa dizer que existem espécies, que são três: doutor como qualificação profissional, essa vem da Constituição dos cristãos, que fala em doutores das leis (onde se enquadra o advogado - homo forensis), dentre esses, nomino dois, a)- Santo Agostinho; b)- São Tomaz de Aquino.

Doutor por defender uma causa(defesa técnica quem faz é advogado, não custa lembrar que todo profissional do direito é advogado, excetuando-se alguns ministros do STF, e após novel legislação, o ingresso na magistratura e no ministerio publico.

Doutor como título acadêmico, cuja função era pesquisar; com a extinção da cátedra, dirigiu-se para a educação.

E finalmente, o Doutor Honoris Causa, título conferido pelas mais conceituadas universidades européias (no Brasil,pouquíssima cecedem essa honrraria.

Celia 22 de Junho de 2011 - 12:35:37

Luiz, felicito-o pela exposição esclarecedora com referência ao assunto em pauta, no presente fórum.
Os que lhe são contrários, o fazem por uma questão simples de inveja.

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Harry 21 de Junho de 2011

Incomoda "tanto" para um "verdadeiro" doutro, que os advogados em geral recebam esse título? Qual é o problema? Promotores, Juizes, mesmo sem ser doutores são assim chamados pelo costume. Antes de ser doutor, o autor da matéria provavelmente era chamado de doutor e não reclamava disso, não é mesmo? Os médicos também, mesmo sem doutorado foram eternamente chamados de doutor. Então, sujiro deeicharmos de lado essa choradeira, que de temepos em tempos aparece (sempre por alguém que alcançou o grandioso título). Temos coisas mais importantes para nos preocupar. Podem acreditar.

antonio 22 de Junho de 2011 - 00:23:12

nao parece

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Celia 21 de Junho de 2011

Data venia, Dr. Marco, o termo DOUTOR, do latim "DOCTORE", é um termo que vem de "DOCTRINA", isto é, DOUTRINA. Portanto, "doutor" é aquele que tem formação intelectual sustentada por um conjunto de princípios básicos de um certo sistema. Todos os cursos que instruem seus pupilos em qualquer doutrina forma DOUTORES. Desta forma, os rabinos são os DOUTORES DA LEI JUDAICA e a partir desta premissa a IGREJA CATÓLICA atribuiu o título de DOUTOR a diversos santos que desenvolveram a DOUTRINA CATÓLICA, como SANTO AGOSTINHO, SÃO TOMÁS DE AQUINO, SANTO ANTONIO, SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA, SANTA CATARINA DE SENA, SANTA TERESA D'AVILA e outros.
Em sendo assim, os cursos jurídicos transmitem a seus discentes o conjunto de princípios (doutrina) do DIREITO. O mesmo faz a Filosofia, os cursos de Ciências, de Política, de Teologia etc....
DESTA FORMA, ADVOGADO É "DOUTOR".

Patricia 22 de Junho de 2011 - 00:12:05

ERRATA:

Todos os cursos que instruem seus pupilos em qualquer doutrina formam DOUTORES.

Robson Matos 22 de Junho de 2011 - 08:17:56

Quanta celeuma! Dá até uma tese de doutorado! (risos). Diante do brilhante texto do Doutor, acredito que devemos fazer várias interpretações. A sistemática e a teleológica, entendo, mais apropriadas. Afinal os conceitos e suas consequências têm variadas interpretações e senão sentimentos. Jurídica, social, psicológica. Enfim. Só me resta imaginar que o importante mesmo é ser um bom profissional na área em que atua. Estudando, mantendo-se atualizado e principalmente tratando bem as pessoas e zelando pela qualidade de seu serviço. Gosto mesmo é de ser tratado pelo meu nome, esse título ninguém vai me tomar. Quem sabe um dia eu não consiga ser um doutor, porque de fato é assim que meus amigos, meus clientes e meus familiares me tratam e com sensatez sempre procuro informá-los de que doutor é quem tem doutorado. E olha que muita gente já sabe, mas por respeito e costume (fonte de nosso direito inclusive) o tratamento sempre coube. E vida a democracia brasileira, com palavras, gestos, opiniões e teses (de doutorado).

Celia 22 de Junho de 2011 - 12:33:21

ANTES DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E DOUTORADO JÁ HAVIA DOUTORES COMO OS RABINOS SÃO DOUTORES E OS SANTOS DA IGREJA CATÓLICA POR QUE ERAM VERSADOS EM SUAS RESPECTIVAS DOUTRINAS RELIGIOSAS. USARAM O TERMO DOUTOR PARA QUEM DEFENDE TESE POR NÃO HAVER UM TÍTULO MAIS ADEQUADO PARA SUA DISTINÇÃO. ENTÃO, SE PODE ENTENDER COMO DOUTOR IN STRICTU SENSO, PARA AQUELES QUE DEFENDEM TESE E HÁ OS DOUTORES IN LATU SENSO PARA AQUELES QUE ESTUDAM AS DOUTRINAS DE SUAS ESCOLAS E QUE OS FAZ DIFERENCIAR-SE DOS QUE CURSAM ESCOLAS TÉCNICAS.

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antonio 22 de Junho de 2011

celia e patricia parem de fumar crack e voltem a estudar. jesus ama pouco mas ama voces.

Celia 22 de Junho de 2011 - 12:26:29

Você deve fumar crack para estar receitando a droga para os outros.
Além de drogado é ignorante e invejoso.
VÁ SE TRATAR, OU MELHOR, ESTUDAR QUEM SABE CONSEGUE POR UM MILAGRE UM TÍTULO DE DOUTOR...
MAS SEM FUMAR CRACK PORQUE A DROGA AFETA A MEMPÓRIA.

Celia 23 de Junho de 2011 - 13:17:17

"SENHOR" ANTONIO, NÃO MISTURE CRISTO COM "CRACK"...É BLASFÊMIA!

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:56:19

Falou a doutora em teologia kkk

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leidiane 22 de Junho de 2011

Para que tantas discussões, ora no final tudo vira merda! O que isso significa? Hora e méritos, apenas aqui nessa terra, pois todos nós seremos devorados por vermes depois da morte, e o que um mero diploma"zinho um papel provando que você é "doutor", "excelência", ou seja lá o que for vai poder fazer? NADA, absolutamente nada! Acima de tudo sejamos humildes!

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Sandra Selma Souza 22 de Junho de 2011

Doutor para mim é aquele que tem humildade.
É ridícula essa discussão,já que as pessoas estão habituadas a chamarem os advogados, os médicos, e outros profissionais que não têm doutorado de doutores.
Concordo com Leidiane.
E tem mais, alguém aí já ouviu falar de competência?
Pois é, até para sermos humilde precisamos ter competência. Muitas pessoas têm diploma de doutor, porém não tem competência. Escrever é muito diferente de exercer.

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Bruno Rossignolli 22 de Junho de 2011

Creio que se trata do ponto de vista do escritor. Aliás interpretação está justamente adstrita ao pensamento de cada. Sou advogado e não faço questão nenhuma de ser chamado de Doutor, assim como também uso a recíproca com quem o faz, afinal título seja do que for não especifica caráter de quem quer que seja, o que realmente anda em falta numa grande parte da população brasileira. O resto é choradeira de quem quer ser o que não é!

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Richard Manso 22 de Junho de 2011

Parabéns! Tenho a mesma opinião, Doutor somente quem fez Doutorado. Estou em um, e a tese é realmente sofrida.

GINA 23 de Junho de 2011 - 13:08:18

DR. RICHARD,
O TERMO DOUTOR É ATRIBUIDO ÀQUELE QUE CONHECE A DOUTRINA DE UM DETERMINADO RAMO DO CONHECIMENTO, SEJA ELE LIGADO ÀS LEIS (OS RABINOS SÃO DOUTORES DAS LEIS JUDAICAS), SEJA À TEOLOGIA (OS SANTOS DOUTORES DA IGREJA CATÓLICA, OU DAS CIÊNCIAS EM GERAL... DOUTOR - DOCTOR - DOCTRINA - DOUTRINA.
A DEFESA DE TESE DEBERIA DAR O TÍTULO DE "NOTÁVEL" ÀQUELES QUE FOSSEM APROVADOS EM SEUS EXAMES RESPECTIVOS.

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Velocino Sandi 22 de Junho de 2011

Diante de tantos comentários interessantes falta saber: quem vence? Os prós ou os contras? Não é mais interessante cada um cuidar de si? Se fulano é prepotente, se beltrano é arrogante, se cicrano é humilde, pouco importa. O que importa é como eu posso contribuir para melhorar o que está ao meu redor melhorando a mim mesmo. Tantas futilidades, para quê? O que levo daqui ao morrer? Nada, muito menos os títulos que adquiri. Cada um é dono do seu nariz, se não estiver prejudicando ninguém, que viva da forma que quiser, reivindique o que quiser e que pague suas contas e seja feliz.

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wilson moreno 22 de Junho de 2011

o q. entendi,somente aqueles q.gostam de titulos,se ofenderam c/ o Prof.Alias,gostaria q. algum dos "Doutores"respondese.Advogado é p/fazer justiça,ou livrar criminoso da cadeia?

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Bruna 22 de Junho de 2011

Que hilário esse artigo.
Realmente, contribuiu para a minha formação acadêmica, posto que estou há dias de fazer a Prova de Ordem, espero que umas das questões seja: Advogado é Doutor??

Blá blá blá, Doutores, Doutoras, sejam os que tenham Doutorado e afins, Respeitem-se uns aos outros! Advogadozinho? Lembrem-se: em algum momento da vida precisaremos de um ADVOGADO E DE UM CAIXÃO! Tão certo quanto 1 1 = 2. Ou os Doutores da matemática já mudaram o entendimento?

Façam jus ao salário que vocês ganham, SENHORES EU DISSE, NÃO DOUTORES! Em nada contribui, aumenta, títulos acadêmicos, se na prática a teoria é desvirtuada!!

Vamos trabalhar: 13:39 no horário de Brasília!

Abraços fraternos à todos os ADVOGADOS/ BACHARÉIS EM DIREITO/PROMOTORES/JUÍZES QUE FAZEM JUS AO CARGO!

GINA 23 de Junho de 2011 - 13:06:02

...ou quem sabe todos precisem de um médico....psiquiatra?

ANGELA 24 de Junho de 2011 - 12:13:18

Sra Gina
Médicos...psiquiatras...ou talvez uma maior elevação espiritual, que deixaria todos esses pormenores em segundo plano...não concorda?

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Alexandre Noleto 22 de Junho de 2011

Prezados Doutores, Mestres, Bacharéis, Licenciados, secundaristas e...

Doutor é quem fez doutorado, nada mais.
Analiso o artigo em comento como de grande valia, uma vez que atualmente, as tais "rádio peão" tem conquistado inúmeros adeptos. "Rádio peão"? Sim, notícias inexistentes ou mentirosas que são repassadas de boca em boca e se transformam numa verdade absoluta, tal como a lei do império que garantiu a bacharéis em direito o título de doutor.
Vez ou outra escuto ainda que a tal lei do império também deu este título de doutor a economistas, médicos e, salvo me engano, a engenheiros.
Num primeiro plano compete destacar que o título de doutor não se limita a 4 (quatro) anos de estudo profundo em livros, não, ou vocês se esqueceram dos anos de estudo em duas línguas estrangeiras e no aperfeiçoamento da língua portuguesa para não se envergonhar perante a qualificação?
Para aqueles que não fizeram mestrado ou doutorado não perderei tempo explicando o que é qualificação.
Fui advogado durante 4 (quatro) anos e jamais obriguei que me chamassem de doutor, pelo contrário, tamanha a minha ira acerca da popularização de tão importante título, que corrigia àqueles que assim me intitulavam e explicava o real significado.
Realmente, muitos advogados não se intitulam de Doutores, mas não corrigem aqueles que assim os dirigem, pois faz bem ao ego, estou errado?
Semana passada, comentei com um amigo que estava custeando meu mestrado no importe de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) mensais, acrescidos dos livros, fotocópias e combustível, e o cidadão afirmou categoricamente: "Para que gastar tanto com isso?" "Por que não compra um Honda Civic?".
Estudo porque gosto e pelo fato de que ser chamado de Doutor sendo Doutor traz grande satisfação, sem falar que com este título poderei comprar um honda civic à vista, principalmente por eu ter vindo de família pobre e, sem os estudos, dificilmente compraria algo de grande valor.
Outra questão a se destacar é que o doutorado é extremamente difícil de se ingressar e tem um custo muito elevado, dessa forma, imagino que muitos prefiram investir em viagens, roupas e carros a buscar ter este título e transformar o Brasil num país desenvolvido e não consumista.
Certa vez quase fui preso em audiência, pois um magistrado insistia que eu o chamasse de Doutor, e eu assim não lhe dirigia porque ele sequer tinha especialização, e ele entendeu que isto fosse uma ofensa.
Caros colegas que ainda não somos mestres ou doutores, não é soberba é conquista! É direito de quem lutou tanto e se sacrificou tanto para ter este título não querer que meros bacharéis sejam assim intitulados.
Ser Doutor é caro e exige abdicar de muitos prazeres, tais como bares, festas, carros de luxo e outras coisas, mas principalmente, ser Doutor exige muito estudo não só nos 4 (quatro) anos, mas durante toda a vida.
Quero me tornar pós-doutor até meus 32 anos, para que eu seja valorizado no mercado de trabalho da docência e como palestrante, pois nada mais justo do que uma pessoa estudada ser recompensada por isso.
Sei que indubitavelmente terão alguns ou inúmeros erros de português, mas se prendam às discussões sobre o tema e não a fatos para humilhar os demais, assim como vi em inúmeros comentários.
O Brasil precisa de PhD's, Livres-Docentes, Doutores, Mestres e especialistas, para que nossa educação, não só dos livros, mas a cidadã, construa um país com melhor distribuição de renda, maior igualdade social e com menos preconceitos e atitudes hostis, fato este vislumbrado em vários comentários neste pequeno espaço da internet.
Nós estamos muito preocupados em agredir, em ofender, em humilhar, mas pouco fazemos para melhorar nossa educação.

Grato e me desculpem caso haja no texto conotação ofensiva.
Por fim, doutor é quem fez doutorado, então façamos igual, façamos doutorados, mestrados para evoluir a educação do nosso país.

ANGELA... 22 de Junho de 2011 - 18:31:40

Realmente, doutor é quem fez doutorado...e classe é pra quem tem...parabéns!!!

Celia 23 de Junho de 2011 - 12:59:24

SRA. ANGELA,
DOUTOR É O VERSADO EM ALGUMA DOUTRINA. E PARA SER VERSADO EM ALGUMA DOUTRINA OBVIAMENTE TEM DE ESTUDAR E MUITO....

ANGELA 24 de Junho de 2011 - 12:10:46

Sra. Célia
Eu diria que estudar apenas e tão somente, não deveria ser o objetivo...deve existir algo além da gramática...

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batista rodrigues 22 de Junho de 2011

TENHO DOIS CURSO SUPERIOR E DIVERSAS ESPECIALIZAÇÕES MAS "SEI QUE NADA SEI" POIS O QUE TENHO A APRENDER E MUITO MAIS DO QUE SEI.

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 03:12:50

sapiente batista!!!!!! acredite mais é por ai o caminho dos grande bem feitores na vida(tuninhodeolalrias)

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Dantas 22 de Junho de 2011

GOSTARIA QUE ALGUÉM PUDESSE TIRAR ESTA DÚVIDA.

Em uma audiência onde sou a parte requerente, tendo eu o doutorado, mesmo estando representado por meu advogado, caso o juiz se dirija a minha pessoa deve fazer chamando-me por Dr. Fernando? E se me chamar simplesmente de Sr. Fernando, posso pedir-lhe que me trate por Dr. Fernando?

Celia 23 de Junho de 2011 - 12:57:51

DR. FERNANDO,
Interessante a sua pergunta. Relendo o artigo que se refere ao tratamento das partes em audiência, descobri que há um equívoco de interpretação. Determina que as partes sejam tratadas por senhor ou senhora como forma de urbanidade, isto significa que não podem ser tratadas por "TU" ou "VOCÊ". Já "DOUTOR" é o título que a sociedade ou o decreto imperial (no caso dos advogados) confere ao indivíduo. Temos como exemplo cidades do interior em que a parte ou a testemunha é o médico de todos, o juiz não vai tratar o "Dr. Antonio" por Sr. Antonio. O mesmo ocorre se uma das partes ou testemunhas forem os PASTORES ou PADRES, BISPOS.
Alguém iria tratar Dom Odilo, ou Dom Evaristo Arns por SR. ODILO, SR EVARISTO?
E com relação a "DOUTOR", reitero esta palavra vem de DOUTRINA. Os que estudam as diversas doutrinas de qualquer saber seja filosófico ou científico têm o título de DOUTORES.
Vários santos da igreja católica tonaram-se doutores porque eram profundos conhecedores da doutrina católica. O mesmo ocorre com o Judaísmo, pois todo rabino é DOUTOR das Leis,porque é versado na doutrina de sua religião.

antomio 23 de Junho de 2011 - 15:14:41

ai do juizinho que nao chamar eu meu pai ou meu filho de doutor.

Celia 24 de Junho de 2011 - 00:14:32

ANTONIO,

"CHAMAR EU"????? QUE HORROR!
VOCÊ NÃO PODERIA SER DOUTOR JAMAIS....VÁ ESTUDAR MEU CARO!
COMPRE UMA BOA GRAMÁTICA..
OU SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ ESTUDANDO PELA CARTILHA DO MEC:
OS LIVRO TÁ EM "S"IMA DA ME"Z"A!!!!

antonio 24 de Junho de 2011 - 05:39:55

Em minha mesa esta escrito doctore e na sua

antoniorodrigues 18 de Junho de 2012 - 16:34:25

SENHOSR ANTONIO, lembra da historia em que o internaura escreve, O DOUTOR FOI ADENTRANDO PELA FAZENDA A FORA e mostrando a cédula, O SITIANTE APENAS EDUCADAMENT PEDIA POR FAVOR ANTES DE ENTRAR PEÇA LICENÇA>.....obrigado amigo internauta por fazer o uso de sua patente neste forum mas que no momento é oportuno sim parabens genio abç(toninhodeolarias)

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Paulo Melo 22 de Junho de 2011

Meu caro amigo, se você estive na academia sem sobra de dúvida, o doutor lhe pertence, por direito. Agora como representante de um cliente. E como funcionário, Sr. Eé o minimo que qualquer cidadão que respeita o proximo deve trata seus semelhantes. A vaidade está matando o homem. Destruindo o meio ambiente e isolando pessoas. Que Deus tenha piedade, dos vaidosos e dos egoista. Paulo Melo www.unaimg.com.br

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Sérgio 22 de Junho de 2011

TUDO QUE ESTÃO RESPONDENDO CONTRA O AUTOR PODE SER RESUMIDO EM: "ELE SE ACHA", "A DISCUSSÃO É IRRELEVANTE", "PASSOU A SER COSTUME", ETC.

SE DEPOIS DE LER ESSE ARTIGO, ALGUÉM AINDA NÃO ESTIVESSE CONVENCIDO, ACABA COMPLETAMENTE CONVENCIDO AO VER AS RESPOSTAS DE QUEM É CONTRA.

NENHUMA RESPOSTA COM CONTRA-ARGUMENTOS TÉCNICOS, OU DO MESMO NÍVEL.

REALMENTE, DOUTOR É QUEM FAZ DOUTORADO!

Bruno Rossignolli 23 de Junho de 2011 - 10:55:33

Não há necessidade de contra-argumentos técnicos... trata-se meramente de interpretação. Esse senhor que se intitula doutor interpretou o decreto imperial como lhe convia... portanto doutor é quem tem dignidade e honra para ser assim denominado e ponto.

antomio 23 de Junho de 2011 - 15:03:02

interpretou! 02 pede pra sair

Bruno Rossignolli 23 de Junho de 2011 - 20:52:06

O que vai sair é a genitália que te botou no mundo... cavalo do demônio!

antonio 24 de Junho de 2011 - 05:30:53

jesus te ama pouco bem pouco mas ama.

ANTÔNIMO 26 de Julho de 2011 - 01:09:10

"JESUIIS"! TONHO: EM OUTRO COMENTÁRIO VOCÊ DESCULPOU-SE COM UM "ME DESCULPE-ME" SONORO.VOCÊ NÃO PRECISA PEDIR PARA SAIR. JÁ SAIU HÁ TEMPOS DO CONCEITRADO ILUSTRADO. VOCÊ É APENAS UM ENTENDIDO.

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sara oliveira 23 de Junho de 2011

Perdão. Achei o seu artigo muito ruim, primeiro, porque o tema é fútil; segundo, porque, o artigo parece uma propaganda de você mesmo.

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Celia 23 de Junho de 2011

ESTÃO CONVENCIONANDO QUE DOUTOR É O QUE FAZ DOUTORADO. NA VERDADE AQUELE QUE FAZ A DEFESA DE TESE É O INDIVÍDUO COM NOTÁVEL SABER EM UM ASSUNTO DETERMINADO, NÃO ABRANGENDO A TOTALIDADE DA DOUTRINA DE SUA ÁREA DE CONHECIMENTO.
OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO PODERIAM MUDAR O NOME PARA CURSO DE NOTÁVEL SABER E OS APROVADOS COM DISTINÇÃO DEVERIAM SER INTITULADOS COMO "OS NOTÁVEIS".
DOUTOR VEM DE DOUTRINA E DOUTRINA É MAIS DO QUE UMA ESPECIALIZAÇÃO EM DETERMINADA MATÉRIA. DOUTRINA É AMPLA, ABRANGE A UNIVERSALIDADE DE CONHECIMENTO EM UMA ÁREA DO SABER. A TESE É ESPECÍFICA SOBRE UM ASSUNTO DENTRO DE UM SETOR DO CONHECIMENTO.

jeferson 23 de Junho de 2011 - 23:46:30

Ele relatou!
A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.

Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.

Agora o ato é um "decreto". E o "culpado" é Dom Pedro I (IV em Portugal).

Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.

Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!

A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: "Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes".

Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.

Senhores.

Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.

A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.

Falo com sossego.

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.

Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.

Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.

Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.

E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.

aristides romão... 21 de Julho de 2011 - 20:00:24

não sou doutor , e nem advogado, mas uma coisa tem que se comentar, quem passa em um concurso federal varias vezes , no minimo é notavél , e se defende tese, com certeza tem generalidade suas convicões e se alcança o alvo, é um ilustre, nossa pátria está cheia de ministros tomando desisões anti sociais, achando que é democratica, juristas fazendo leis para formigueiros se entrosarem, sem necessidades , porém concordo que uma faculdade de 5 anos , não pode dar poderes a ser chamado de notavel, sem atualizar no seu comhecimento,

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Celia 23 de Junho de 2011

VAMOS ENCAMINHAR UMA CARTA À OAB/SP PEDINDO PARA QUE O "SENHOR" D'URSO, ENCAMINHE UM PEDIDO AO "SENHOR" OPHIR PARA QUE ESTE DETERMINE QUE ADVOGADO E SOMENTE ADVOGADO NÃO É DOUTOR (PONTO E BASTA!).
O "SENHOR" OPHIR, O "SENHOR" D'URSO E DEMAIS COMPONENTES DA SAGRADA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, A PARTIR DE HOJE NÃO SERÃO MAIS CHAMADOS "DOUTORES".
TAMBÉM DEVEM DETERMINAR QUE JUIZES, PROMOTORES, DELEGADOS TAMBÉM NÃO SEJAM CHAMADOS MAIS "DOUTORES".
CUMPRA-SE!

Frederico 25 de Junho de 2011 - 15:41:42

Apoiado.

E quem disse que a OAB é sagrada?

Façamos uma coleta para matricular esta Celia num curso de humildade junto com o Marco Antonio.

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joaquim ramos filho 23 de Junho de 2011

Chega deste assunto.

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joaquim ramos filho 23 de Junho de 2011

Não quero mais receber comentário sobre este assunto.

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FIM 23 de Junho de 2011

Pronto! Já basta! Causa encerrada!!! Vamos procurar assunto mais produtivo? Obrigado.

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Celia 24 de Junho de 2011

http://www.forumjuridico.org/topic/945-advogado-se m-phd-e-doutor/page__st__40

Não obstante todo o inconformismo quanto ao direito ao titulo de doutor para os advogados, as opinioes que nem esse direito são vagas, sem fundamento legal e sem base fatica. Vejamos:

Niguém contestou efetivamente (plausivemente) a revogabilidade da lei que garante o direito ao título. Neste ponto, concluimos: Para a lei 11 de agosto de 1827 ser revogada ha dois caminha a revogação expressa (por outra lei) nada existe ou a revogação tacita, também, nada existe, pois a referida lei é especifica para os advogados e só outra lei da mesma categoria poderia revoga-la (a lei de diretrizes do MEC é geral e não prevalece sobre lei especifica - questão de hermeneutica juridica).
Já quanto ao fundamento na tradição milenar de usar o título nada, ABSOLUTAMENTE NADA foi contestado. Ressaltamos que o costume é fonte de direito.
Por fim, a ação na qual um magistrado pleiteia o titulo/tratamento de doutor, ha três pontos importantes para lembrarmos: 1º a setença só faz coisa julgada entre as partes, portanto, em nada afetando os demais; 2º O magistrado não é advogado (sem amparo da lei 11 de agosto) e 3º o direito ao uso do título em nada tem haver com poder de obrigar alguem a tratar os advogados por Doutor (aqui é questão de educação).
Portanto, advogado é doutor.

Doutor Aguimar.

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Celia 24 de Junho de 2011


http://www.academus.pro.br/implementos/eticas/im pressao_etica.asp?codigo=60nome_categoria=EXERCICI O DA ADVOCACIA -UTILIZAÇÃO DO TÍTULO DE DOUTOR -INEXISTÊNCIA DE TITULAÇÃO ACADÊMICA -ÉTICA E TRADIÇÃO. Ainda que não constitua infração à ética, é desaconselhável ao advogado que não tenha titulação acadêmica arrogar-se o tratamento de doutor, e disso fazer exacerbada publicidade. Da mesma forma, também é desaconselhável ao advogado recusar esse tratamento, quando dirigido por terceiro, dada a consideração e o respeito profissional da advocacia. Precedente: processo nº 1.815/1998. Processo E-3.221/2005 -v.u., em 18/08/2005, do parecer e ementa do Rel. Dr. BENEDITO ÉDISON TRAMA -Rev. Dr. OSMAR DE PAULA CONCEIÇÃO JÚNIOR -Presidente Dr. JOÃO TEIXEIRA GRANDE.

antonio 24 de Junho de 2011 - 00:53:44

A semhora nao e e nunca sera. nem pedindo a sua majestade ou rainha dilma.

Celia 24 de Junho de 2011 - 01:32:32

Não o conheço e o senhor não me conhece....Apenas analiso o seu texto em que se percebe nitidamente sinal grave de inveja daqueles que são advogados.
NA HORA EM QUE NECESSITAR DE UM ADVOGADO É O PRIMEIRO A TRATÁ-LO POR "DOUTOR"... CONHECI MUITA GENTE QUE SE RECUSAVA A TRATAR ATÉ MÉDICO DE DOUTOR, MAS NA HORA DA "DOR DE BARRIGO" SÓ FALTAVA DIZER "VOSSA SANTIDADE, ME AJUDE!"...
E NA DELEGACIA É O PRIMEIRO A CHAMAR O DELEGADO "DOUTOR FULANO"...E DELEGADO É UM SIMPLES BACHAREL....QUERO VER CHAMAR O DELEGADO POR "SENHOR FULANO"...QUERO VER FAZER O MESMO COM UM JUIZ OU UM PROMOTOR....vai acabar tendo de trocar de roupa (AS CALÇAS), que vergonha!

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Helton 24 de Junho de 2011

Prezado DOUTOR MARÇO, Ilustríssimo, Digníssmo, Excelentíssimo, Magnânimo ou sei lá qual as outras formas de tratamento que V. Sa. prefira que lhe chamem ou que o Sr. se enquadre, seja humilde, que qualquer uma destas formas que forem dispendadas ao Senhor, desde que , com repeito, será bem vinda. Abraços.

Aproveito este, para prestar o meu apreço e estima pelo Sr.

Cordialmente, EU, um Zé ninguém, sem título nenhum, mas respeitado pelos que me conhecem.

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Tania Maria... 24 de Junho de 2011

Admito que vivemos numa Democracia,com direito de falar o que quisermos, todavia, ficar de blá,blá..quem é ou deixa de ser doutor é muita perda de tempo, com tantas coisas mais importantes para se discutir como por exemplo,maltratos com crianças; população moradoras de rua sendo maltratadas,e outras mazelas mais. Acordem para o outro menos favorecido

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kenedy urzedo de... 24 de Junho de 2011

Acho que os promotores precisam valorizar mais sua própria função de servidores públicos.
É evidente o ressentimento com os advogados.
Porém, fiquei preocupado, pois o autor do texto não nos informou qual a punição que, como coordenador de curso de direito, aplicou aos professores que não sabiam escrever e mentiam aos alunos.
Queremos saber, já que com certeza não ficaram impunes.
Por outro lado, como pode um funcionário público, da justiça brasileira, o símbolo da ineficiência, ter tanto tempo para fazer tanta coisa que não é da sua função?
Qual o tempo que sobra para o exercício da promotoria? Afinal é para isso que lhe pagamos.

ANGELA 24 de Junho de 2011 - 12:20:21

VIXE!!! Será que tem resposta???

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Fernando Tirolli 24 de Junho de 2011

Prezados,
Lendo atentamente o artigo do Dr. Março, ocorreu-me que o mesmo pode ser falso, isto é, não foi escrito pelo mesmo.
Prestem bem atenção no tom ostensivamene provocativo. Não poderia ter sido escrito por alguém com tal formação. Beira o sarcasmo, como se fosse uma provocação.
O redator me pareceu ser uma pessoa disposta a expor algum aspecto da personalidade do mencionado Doutor, em perspectiva exagerada. Talvez para ridicularizá-lo. Assinando como se ele fosse. Por o assunto ser bastante polêmico e pela forma agressiva como foi redigido, este artigo gerou, até o presente momento, 371 comentários e ainda continua reverberando pela Internet.Mais comentários virão.
Em tempo: Estava admirando a clareza de raciocínio, precisão na utilização das palavras, argumentos sólidos do comentariasta Thiago, mas me decepcionei com o exemplo utilizado por ele para demonstrar a facilidade em se concluir uma universidade, ao afirmar que qualquer "idiot@" o consegue. Sabemos que não é bem assim. Não é fácil concluir um curso superior, mesmo o "papai" bancando. Segundo informações (não checadas) temos no Brasil apenas 4% da população com nível universitário concluído. Nada se consegue sem sacrificio. Nem mesmo um pronome de tratamento especial. Mas ainda assim, reconheço pelo texto de Thiago, o mérito de escrita apurada e grande conhecimento em vários assuntos.Somos humanos, todos temos falhas. Mas todos estamos em busca de melhorar a cada dia.

antonio 24 de Junho de 2011 - 16:11:58

estou perplexo um bacharel que pensa!

Thiago 24 de Junho de 2011 - 20:13:19

Caríssimo Fernando,
Apesar da crítica (em parte merecida; acho, porém, que mais pelo "idiot@" do que pela ideia), e muito embora minhas participações não pretendessem o elogio, devo gentilmente lhe agradecer sua fineza pra comigo. Grato.

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Marcelo Carvalho... 24 de Junho de 2011

Caros colegas,

Prof. Dr. Março Antônio

Sem polemizar, parabenizo pelo texto, pois, até então, não tinha lido nada com tantos detalhes legislativos, pondo,ao menos por enquanto, uma pá de cal nessa acalorada discussão.
Abraços,
Marcelo Carvalho da Silva
Graduando em Direito - Salvador/BA

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Sabrina 24 de Junho de 2011

Chegaaaaaaaaaaaaaaa! Não aguento mais e-mails com esse assunto! hehehehe Vamos mudar o disco! =P

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:27:35

sabrina u cê a trezada menina toma um cha de meliça uia sò

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João Evangelista... 24 de Junho de 2011

É bem conhecido na minha cidade, um consultório veterinário denominado de "Doutor do Bicho",sob a batuta do Médico Veterinário Felipe Serapião. Será que devo mostrar a ele essa legislação visando a induzi-los a não usar o nome de DOUTOR?

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kelly 24 de Junho de 2011

Acabo de divertir-me muito com o artigo e mais ainda com os comentários....
Mas há de se convir.... especialmente para aqueles que já defenderam sua tese de doutorado, que essa diferença é significativa.
Acabo de defendê-la e ainda estou tentando me recuperar.... não que eu vá portar por aí o título ou querer ou exigir que alguém me denomine de tal forma.
Mas só quem passou por um doutorado pode ter a compreensão do significado disso.
Em todas as áreas do conhecimento, em todos os domínios da ciência, trata-se de algo a parte, especial.
Não que alguém que defenda os direitos alheios também não deva ser considerado, assim como aquele que salva vidas, constrói prédios ou mantém nossas bocas sãs.
Mas sinceramente, uma coisa não tem nada a ver com a outra!
Uma coisa é thesis!
Outra é praxis!

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MOACYR... 24 de Junho de 2011

E O QUE MUDA SER INVOCADO COM O TERMO "DR".

PURA PERDA DE TEMPO FICAR TROCANDO FARPAS. DR. N~EO É DR. ETC. E TAL.

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JOÃO ANDRÉ 24 de Junho de 2011

Brilhante o seu artigo Dr. Marco Antonio, brilhante ! Aliás, no Brasil, basta você encostar o carro que nego vai chamando de Doutor. Não é verdade ? Então.....

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JOÃO ANDRÉ 24 de Junho de 2011

Brilhante esse seu artigo Dr. Marco Aurélio, brilhante ! Aliás no Brasil, basta você encostar o carro que nego já vem correndo e chamando de DOUTOR. Não é verdade ? Então .....

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Tânia Botter -... 24 de Junho de 2011

Caro Março. Comecei a ler o seu artigo porque eu sempre informo isso aos meus funcionários e aos clientes. Pensei que ali encontraria alguém se manifestando sobre aquilo que há tempos eu prego: o título de doutor é dado a quem faz doutorado. Sua explicação em nada acrescentou para mim, vez que eu já tinha conhecimento.
O que muito me surpreendeu, foi sua forma de expor o assunto. Senti como se o senhor estivesse muito bravo, dando bronca em alguém que "ousou" chamar um profissional de "doutor", sem que o profissional fizesse por merecer.
Notei que, apesar de tanta escolaridade que o senhor informa ter, falta-lhe algo que não é ensinado nos bancos escolares: HUMILDADE.
Boa sorte.

antonio 25 de Junho de 2011 - 04:45:37

A senhora esta desempregada. talvez lhe de uma vaga na vargas advogados associados ou na vieira nascimento oque me diz

antonio 25 de Junho de 2011 - 04:46:15

A senhora esta desempregada. talvez lhe de uma vaga na vargas advogados associados ou na vieira nascimento oque me diz.

Tânia 25 de Junho de 2011 - 10:34:52

Senhor Antônio, pelo visto, desempregado está o senhor. Sou Advogada com muito orgulho. Não quero ser empregada do povo, só por isso não sou funcionária pública, como o são juízes, promotores, desembargadores ou qualquer outro que preste concurso público para trabalhar para a população.Mas, se eu quiser, serei, vez que EU tenho Q.I. para passar em qualquer concurso. E o senhor, será que tem? Pela sua resposta gratuitamente agressiva, descabida e desproporcional ao caso em tela, percebo que o senhor nem sabe o que é Q.I., quanto mais tê-lo para ser aprovado em qualquer concurso, mesmo que seja para limpar bumbum de animais em zoológico como fazia o molusquinho. Sua resposta é típica de simpatizante de esquerda, por aí se percebe o porquê de lhe faltar Q.I. Vá procurar sua turma e me esqueça, pois, não me dou ao trabalho de responder a pessoas desprovidas de Q.I.

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:46:01

eu lhe afirmo que seu sonho e ser uma de minhas empregadas.(trabalho de responder kkkk)

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Dr, Willy Wonka 25 de Junho de 2011

Sou Doutor em chocolates, e fico impressionado com a coleção de títulos deste Dr. Marco. Principalmente com os títulos "ex". Por acaso o Guarani tem alguma importância por ter o título de ex-Campeão Brasileiro de 1978?

Quanto aos advogados: será que eles se importam mesmo em serem chamados de doutores? Eu já ficaria contente só em receber os 20% de cada processo.

No juízo final, o Diabo vai ganhar a causa, por que no céu não tem nenhum advogado... hahahahahahahahahaha

led 25 de Junho de 2011 - 00:38:01

O senhor e um genio diferente da celia.

Celia 25 de Junho de 2011 - 17:30:58

led...mais um invejoso ou invejosa?

Dr. Willy Wonka 25 de Junho de 2011 - 17:45:50

Celia "baba ovo" sem modéstia.

Você é mortal como todos no planeta. Se acha que ser chamada de doutora é o mais importante para você, por que não assina Dra. Celia?

Infelizmente muitos advogados (não todos) se acham superiores e acreditam que estão acima de todos os outros habitantes do Brasil. Lembrem-se "doutores" advogados, que sem os produtores rurais (grandes e pequenos) os restaurantes finos que vocês comem não alimentariam seus corpos; sem as fábricas de tecidos e sapatos, vocês não teriam as roupas engomadas que sempre usam; sem um oprário em uma usina hidroelétrica, não teriam energia para alimentar suas TVs LCD.

Espero que vocês pensem um pouco e se dêem conta de que vocês são importantes (assim como garis, pedreiros e faxineiros), mas não são indispensáveis.

E no final de suas vidas, o que vai restar? Uma lápide, que vocês não poderão reclamar se não estiver escrito "Doutor(a)".

Ubicate, Celia.

Beijos de teu admirador secreto.

Celia 25 de Junho de 2011 - 19:40:55

DOUTOR WILLY WONKA,
NÃO ME IMPORTO COM O TÍTULO, APENAS COLOQUEI NESTE ESPAÇO O QUE APRENDI SOBRE A QUESTÃO DO TERMO "DOUTOR" QUE É PROVENIENTE DE "DOUTRINA" E NÃO É DEVIDO APENAS A UMA DEFESA DE TESE (CONHEÇO MUITOS PROFISSIONAIS QUE DEFENDERAM TESE E NÃO DEIXARAM DE SER MEDÍOCRES)...NÃO ME IDENTIFICO COMO DOUTORA PARA NINGUÉM. GOSTO DE ESTUDAR E ESPERO PARAR DE FAZÊ-LO SOMENTE QUANDO FOR PARA O OUTRO LADO DA VIDA. AO MESMO TEMPO NÃO GUARDO PARA MIM AQUILO QUE APRENDI POIS TAMBÉM SOU PROFESSORA. POR ISSO PARTICIPEI DESTE DEBATE, REITERO, APENAS PARA TRANSMITIR O QUE SEI SEM PRETENSÃO DE OFENDER QUEM QUER QUE SEJA, FOI APENAS UMA CONTRIBUIÇÃO AO FÓRUM. AO MESMO TEMPO APRENDI COM OUTROS QUE NESTE ESPAÇO COLOCARAM SUAS OPINIÕES QUE, A MEU VER, SÃO LÓGICAS, SENSATAS E SEM PRECONCEITOS CONTRA OS PROFISSIONAIS QUE SÃO INTITULADOS POR "DOUTORES" E ESTES NÃO SÃO APENAS OS ADVOGADOS, MAS TAMBÉM, OS MÉDICOS, DENTISTAS, VETERINÁRIOS, ENGENHEIROS, FISIOTERAPEUTAS, FONOAUDIÓLOGOS, ENFERMEIROS COM CURSO SUPERIOR, ECONOMISTAS, PSICÓLOGOS E OUTROS...
PORÉM, ESTÃO CRITICANDO APENAS OS ADVOGADOS E CONTRA ISTO EU ME REBELO, POIS TAIS CRÍTICAS DEIXAM ANTEVER UMA CERTA PONTINHA DE INVEJA.
É A MINHA OPINIÃO.
TOUT COURT!
Celia

Dr. Willy Wonka 25 de Junho de 2011 - 23:10:20

Querida Celia

Tudo bem, mas não precisa gritar. Quando digitas em caixa alta, isto significa que estás gritando, e gritando, perdes a razão.

Tenho consciência de que não são somente os advogados que são tratados por "doutores", como você e outros já mencionaram, mas são os advogados os que mais reclamam se não recebem tal tratamento. Faça uma estatística dos comentaristas anteriores que identificaram suas profissões e/ou titulações. Quantos eram médicos? Quantos engenheiros? Quantos advogados?

Analise a resposta e verás que quem mais se incomoda em perder este (muito questionável) "direito" de ser chamado de "doutor" são justamente os advogados.

Advogados tem um rei na barriga, sim. Quem vai de gravata para a faculdade não pode ser certo mesmo. É neste instante que inicia-se um processo de exclusão social (neste caso, inverso) em que os acadêmicos de direito separam-se dos demais universitários. O que acontece se um estudante de direito vai assistir aula de camiseta e calça jeans no seu último ano de curso? E por acaso é a roupa que qualifica o profissional? (procure sobre Gandhi e a audiência com o governador inglês).

Podes argumentar que é para "acostumar-se" com o exercício da profissão. Então engenheiros deveriam ir de capacete, médicos de roupa esterilizada e guarda-pó, e assim por diante.

Quanto a inveja, ela é um dos venenos da alma, assim como o orgulho. Se criticas os demais por achá-los "invejosos", deverías primeiro fazer uma auto-crítica e eliminar seu "orgulho".

Apesar de tudo que escreveste, sinto compaixão por você (veja que compaixão é muito diferente de pena) e espero que sejas uma pessoa melhor a cada dia.

Tenho certeza que serás, quando perceberes que você, eu e todos os demais somos, no fundo, muito insignificantes.

Veja este link:

http://www.youtube.com/watch?v=TebZjWst67c

Beijos de teu admirador secreto.

Celia 27 de Junho de 2011 - 15:25:29

SR. WILLY,
ESCREVO EM MAIÚSCULA POR SER MAIS RÁPIDO E FÁCIL. ASSIM NÃO TENHO DE COLOCAR A MAIÚSCULA QUANDO INICIO A FRASE....É MAIS CÔMODO.

xpto 23 de Julho de 2011 - 16:40:03

CÉLIA: GENIAL SUA RESPOSTA. VEJA QUE TAMBÉM ECONOMIZO TECLADO. O SR. WILLY "CHOCOLATE" SURRUPIOU O "DR." DO ARTISTA ORIGINAL PORQUE TEM SUA INVEJAZINHA. NÃO ACEITE O BEIJO DELE PORQUE DEVE TER SAPINHO.E DOS BRABOS!

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 03:03:45

celia não SENHORA CELIA- salutar salutar é preciso mais que isso MUITO SALUTAR AMIGO WOTSON(tunionhodeolarias)

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Rodrigo 25 de Junho de 2011

Eu fico impressionado como as pessoas no ramo do Direito gostam de vaidade e de aparecer. O autor desse texto também AMA aparecer e se acha o "cara". Tudo porque ficou lendo, lendo, lendo milhões de livros e fazendo resumão deles, como se ter um mestrado ou doutorado exigisse alguma coisa a mais do que tempo. Parabéns por seus milhões de artigos DOUTOR, uma pena que não poderá levá-los para o caixão quando morrer.

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:40:54

Oque nos somos eo que levamos bobinho

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:25:32

nois vai tudo come grama pela rais os mai rico vai pro micro ondas

antoniorodrigues 21 de Maio de 2012 - 07:35:02

MAIS RICO??????nho tantan
Microscóbreos em caixa alta? antes da briga e depois sim o microande de preça precisso ir rápido para casa,resolve esta pendenga que por um acasso ainda querem ou estão de olho gordo para cima de quem será? como primeiro você,tu,ele tambem eles,agora nesta peleia? quem manda é? ou causo de puliça né intão pra se mior tá aqui o seo o teu e tambem os deles, E SUMAM DE MINHA FRENTE, amizade amesada, negócios apartes thau e benção(tuninhodeolarias)que choradeira para tanto desespero acha não SENHÔ DOUTO NHÔ TO-tó-tó-tó-tó-TÓTONHO, me descurpe,sinhor e não mande pra frente dos tribunais por não te dizer ASSIM DOUTOR NHO TONHO!!! SOU AAAAAAAGAGAGAGAGOefnho deu para entender VOU EXCLARECER SOU FANHÔ douto. se der rizada da dieu eu vou mandar te prender por desrespeito O PRONOME DO CASO RETO.good na google e se good na lei de merds que somos mesmos iguais nesta porcaria que escreveram bem diassim somos iguais perante a lei dos homens(toninhodeolarias)ígual não é inguais

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Vanilton Braga 25 de Junho de 2011

TÓPICO ENCERRADO!

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Luciano Gondin 25 de Junho de 2011

Eu nunca, em tempo algum, gostei de ser chamado de "doutor". Sempre achei que isso acabava formando um abismo ante o meu cliente. Acredito mesmo que na vida cada função tem sua importância, é preciso existir o médico, o lixeiro, o motorista, o piloto de avião. Fui derrotado no meu intento, ao pedir que não me chamassem de doutor, fui preterido não pelos meus pares mas sim por aqueles para quem disse que tal tratamento me incomodava, pois as pessoas não me elevavam e sim, sem motivos, se colocavam em patamares inferiores ao meu (em suas mentes). Nosso dever é servir, ajudar com nossas habilitação técnica àqueles que precisam. Entendo e aceito que doutor é quem tenha concluído o seu doutorado, porém acho absolutamente boba tal discussão, tal qual acho tolo se afixar um aviso, ou o que o valha, dizendo que os que não tem tal título não devem ser assim tratados. Fica até indelicado, visto o mandante de tal ordem ser um detentor do tal título. Infelizmente eu não posso proibir que as pessoas, entre elas colegas, magistrados e, claro, clientes, me chamem assim. Eu perderia uma parte importante do meu dia falando "não me chame de dr, afinal não o sou!". Prefiro concentrar meu tempo sendo o mais correto e eficaz possível para com meu constitui, prefiro lhe dar a vitória sonhada, a satisfação desejada. Um dia, e é o meu grande objetivo, terei um doutorado em meu currículo, mas garanto-lhes: tal curso servirá não para que eu proclame aos quatro cantos que sou um legítimo "Doutor", mas para abastecer-me de conhecimento para que eu melhor possa atender a todos que confiam em meu trabalho. Conhecimento sem humildade para mim, um adorador de "romeu e julieta" é igual a queijo sem goiabada - não dá. Um abraço para todos.

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Waltervan Ribas 25 de Junho de 2011

Entendo que seja justo uma pessoa que estudou durante um longo tempo de sua vida, para se tornar um profissional capacitado naquilo que faz, receber as honrarias de direito, seja bacharel, mestre, doutor, enfim...
O que não se pode é generalizar como ocorre desde os primórdios até hoje no Brasil.
Não entendo de leis mas, o que se percebe é que muitas pessoas hoje querem mais o status da denominação, esquecendo de fato a sua missão como profissional.
A humanidade está repleta de história de seres que nunca exigiram ou buscaram qualquer tipo definição antes de seus nomes. Intelectualmente incapazes? Jamais! Tereza de Calcutá, Jesus Nazareno (o maior de todos os doutores), Francisco de Assis, abriu mão de uma vida de doutor, e outros não tão conhecidos. Com certeza aí próximo de você tenha alguém de Mérito.
No final das contas Doutor ou não o destino final é igual pra todos. E aquele que se faz humilde será elevado, aquele que se eleva...
Bom final de semana a todos.

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Frederico 25 de Junho de 2011

...sou analfabeto na seara "internet"! Confesso que, basicamente, recebo e encaminho e-mails, e pronto! Se passar dessa esfera, encontro dificuldades... Pois bem; o que me faz sair do meu pequeno arcabouço digital e pela 1ª vez "postar" um comentário, é a indignação que me assola após a sofrida leitura da "TESE" supra, apresentada pelo "EXCELENTÍSSIMO DR." colega. No meu entendimento, as considerações apresentadas remetem o leitor a uma só conclusão: H*I*P*E*R*E*G*O! É correto afirmar que uma legião de estudantes matriculados no curso de Direito no Brasil sequer ouviram falar na Reforma Ortográfica, e mesmo assim obtiveram aprovação no vestibular. E pior, se provenientes de família abastada, certamente serão agraciados com o famoso "PAItrocínio", que culminará com o festejado título de DOUTOR! Mas cá entre nós, peço venia para afirmar que a verdadeira vocação de ADVOGAR (invocar para si o Direito) é inerente ao indivíduo que milita na árdua, porém edificante seara da Advocacia... e é a eles, com títulos ou sem títulos, que honrosamente me refiro, e mais, continuo me atrevendo a denominá-los: DOUTORES!!!

Frederico seu babaca 25 de Junho de 2011 - 13:06:55

Prezado Frederico

Se é assim, tens que referir-se aos garis também como doutores, pois não imagino indivíduos que mais militam na árdua, porém injustamente depreciada, atividade de recolher o seu lixo, e de milhões de brasileiros, todos os dias. Então passe, de agora em diante, a referir-se, honrosamente, como DOUTORES.

Parabéns por estar no grupo dos recém atingidos pela inclusão digital. Você afirma que só usa internet para receber e encaminhar mails, mas duvido que nunca tenha olhado uma foto de mulher pelada.

Seu curso EAD de direito deixou você com pequena base de argumentação.

PS. Você é um candidato ao título de puxa-saco do século.

Abraço

Frederico 25 de Junho de 2011 - 14:31:12

... prezado que nem sequer se identificou; em que pese a douta argumentação proferida, mantenho minhas convicções pautadas na realidade do Brasil! Forte abraço...

Frederico 25 de Junho de 2011 - 15:30:42

Frederico

Solicito o obséquio de que vossa senhoria dirija-se a defecar em um ecossistema clímax.

Ou traduzindo...

Vá cagar no mato!

O que sabe você da realidade do Brasil?

E quem garante que você é "Frederico"? Veja, eu também sou...

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:36:05

frederico 1 e 2 pede pra sair.

Thiago Ribeiro 9 de Maio de 2012 - 18:12:32

Sensacional o comentário do Frederico, todo o meu respeito aos Advogados.

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Rosa Palharini 25 de Junho de 2011

Concordo plenamente com o comentário de DANIEL MOITA!!! Ser ou não ser "Dr", não é importante. O mais importante em qualquer profissão é SER COMPETENTE, INTELIGENTE e ter HUMILDADE.
Ora, alguém já chamou "JESUS" de doutor????
Já conheci muitos "doutores"...que...sem comentário!!!

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telma aparecida... 25 de Junho de 2011

..rsrsr
Qdo no posto de gasolina o frentista lhe disser...uma lavadinha no vidro ai "DR"...mostre para ele esse estudo....rsrsr. Conhecimento é bom... mas sem "revolta"... rsrsr- um "DR" aprende acima de tudo ser tolerante... ser "DR" da vida (que demora /- uns 80 anos) é melhor que tudo....bjs!!!

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:30:22

abandone o crack telma. jesus te ama pouco mas ama.

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Obi Nobi 25 de Junho de 2011

A meu ver, este artigo apresentado é uma farsa.

Os indícios mais evidentes são:

1) A incoerência entre as informações prestadas pelo autor e o seu (suposto) currículo Lattes, principalmente no número de publicações anunciado;

2) A "assinatura". Existe uma grande diferença entre "Marco" e "Março". E duvido que seja erro de digitação, uma vez que o "ç" está distante do "c" no teclado, e a outra possibilidade de fazer "ç" (digitando , c) aparentemente não seria feita acidentalmente, principalmente por que o suposto autor já deve estar bem acostumado a assinar seu nome. Quem nunca viu nos camelôs as pilhas "DUBACELL". Um nome errado já elimina a possibilidade de ação em juízo.

3) Apesar de atacado com paus e pedras, o autor não publicou nenhuma réplica em sua defesa.

Talvez alguém tenha percebido algo mais...

antonio 25 de Junho de 2011 - 17:28:41

4 ele estar usando outro nome nos comentarios

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Celia 25 de Junho de 2011

O PROBLEMA DO TRATAMENTO DE "DOUTOR" PARA ADVOGADO OU MÉDICO SE PAUTA ÀS VEZES POR UMA PONTINHA DE INVEJA QUE CERTOS INDIVÍDUOS TÊM DAQUELES QUE ESTUDAM E SE PROJETAM POR SEUS CONHECIMENTOS. PORTANTO, NÃO É O QUE SE FALA MAS "COMO" SE FALA. JÁ VI GENTE QUE CHEGAVA PARA O MÉDICO E O TRATAVA POR "SEU" FULANO....E FAZIA QUESTÃO DE FRISAR O "SEU", JÁ QUE TRATAR O MÉDICO POR "DOUTOR" SERIA HUMILHAR-SE. PORÉM, CERTA VEZ VI UMA JOVEM DENTISTA TRATAR UM MÉDICO MUITO COMPETENTE, ESTUDIOSO, MESTRE EM DERMATOLOGIA, DESTA MANEIRA ....E ELA QUANDO ATENDIA O TELEFONE DIZIA: AQUI É A "DOUTORA" FATIMA...UM DIA PERGUNTEI-LHE QUEM ERA O MÉDICO QUE HAVIA FEITO A CIRURGIA PLÁSTICA EM SEU NARIZ E ELA RESPONDEU: MEU IRMÃO, "DOUTOR" ALEXANDRE....DAÍ EU OBSERVEI QUE ELA HAVIA TRATADO POR "SENHOR" O DOUTOR JOÃO G. ...ELA FICOU SEM JEITO, PORÉM, NUNCA MAIS CHAMOU O DERMATOLOGISTA "SEU JOÃO"...

PONCIO... 27 de Junho de 2011 - 08:52:14

é a mais pura verdade, acredito ter sido o comentário mais sensato, nobre colega. Tenho uma colega advogada de outro estado que sempre me liga para pedir favores junto aos Tribunais Superiores. Ela sempre fala "sr. fulano, bom dia, aqui é a doutora ciclana"...kkkk, impressionante né? também já percebi, dos meus clientes, o que fazem questão de frisar o "senhor" ou "seu" fulano de tal, são os que tem algum estudo, nível superior, normalmente por inveja. Certa vez uma cliente, professora formada em geografia, assim que lhe entreguei o cartão, por solicitação dela, "doutor?", "mas o senhor não fez doutorado, que coisa feia", me disse dessa forma. Aí lhe disse quem lhe garantia que não? mas pra resumir, disse que todo dia fazia um doutorado, pois, todo dia defendia uma "tese" e que naquele dia estava a defender a tese da vida dela, a tese dela. Mas que não se importasse com o tratamento, o que importava eram os problemas dela e os meus honorários. Encerrou a conversa e foi embora. Perdi uma cliente? ou me livrei de um rolo? certos clientes é melhor não ter. Quando o sujeito te procura com um problema jurídico e quer discutir como te tratar, então o problema dele não é jurídico, é de personalidade, logo, oriento a procurar um psicólogo, não a mim, sou doutor para problemas jurídicos, não psicológicos ou psiquiátricos. Parabéns DOUTORA Célia. Adiro-me aos seus pensamentos.

nho tonhô 25 de Julho de 2011 - 21:57:56

cecia eu tumei fui no medico ele pergunto nho tonho que ce ce tem home eu falei dotô EU TO Co ZOIO nuviado

antoniorodrigues 21 de Maio de 2012 - 07:46:17

de tu acredito!,o que mais não para acreditar NÚ come! Se não podem te come. ai dentro de quatro paredes pensou que era o bam bam bam e tomou mesmo no c´ tho tonho! nho tonho!

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Rogério Mello 25 de Junho de 2011

O autor do artigo está certo. Sou advogado à onze anos e nunca usei o título de Doutor, ou mesmo na formaabreviada: Dr.

Peço à todos os advogados que leram que parem de se referir à membros do MP como doutores, e também aos da magistratura, e peço à todos, inclusive ao autor, que quando estiver para ser operado por um cirurgião que não fez doutorado, chame-o pelo nome, ou de Sr, ou mesmo de " Seo" médico... Vamos ser coerentes! Nunca mais chamaremos um juiz de direito (Com minúsculas mesmo, pois eles não nos chamam de Advogados)ou um promotor de justiça de doutores, a não ser que os apresentem o devido diploma registrado, na forma original ou em cópoia autenticada.

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Rogério Mello 25 de Junho de 2011

Desculpem-me os erros acima: Sou advogado há onze anos. forma abreviada. Após o fechamento do parentese, deve-se dar um espaço.

nho tonhô 30 de Julho de 2011 - 18:56:39

oi qui rogerio uce agora falou a v erdade dos parente tem que ter espaço uai parente bau morra 1000 km de distança

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Celia R Silva 25 de Junho de 2011

Caros colegas e internautas,

Quero expor minha opiniao, porem peco desculpas, pois meu teclado hoje se desconfigurou e nao funciona a acentuacao.


Vamos aos fatos: Entre no site de alguma empresa de recolocacao profissional tal como Catho e Manager. Faca uma pesquisa e veja qual o salario oferecido para advogados. Eu localizei curriculos de "doutores" com 13 anos de experiencia, com salario de 4 mil reais. Ah, tudo bem, para aqueles que acham que este e’ um super salario … E o que dizer de advogados com salario de R$ 800,00 ??? Sim, eu tenho uma amiga que trabalha num super escritorio famoso, desses que vemos nos cabecalhos de defesas importantes, com dezenas e ate centenas de paginas, onde seus advogados assistentes - sim, sao "doutores", com "carteirinha" vermelha de advogado e tudo -recebem R$ 800,00 reais por mes o "Tick refeicao" o "Tick transporte" !!!!!!!!!!!

Do que adianta ser Doutor ???? Um pedreiro cobra 120,00 por dia de trabalho. Isso da R$ 2.640,00 por mes. Uma faxineira diarista, em qualquer bairro de classe media de Sao Paulo, cobra no minimo R$ 70,00 por dia para limpar um apartamento de 50 m2, ou seja, cerca de R$ 1.540,00 mensais. A baba que cuida do meu filho, nao aceita menos de R$ 1.000,00 reais mensais para trabalhar 6 horas por dia. Certa esta ela, porque para cuidar de um filho exige muito mais que titulo disso ou daquilo. Eu pago com toda vontade do mundo, sem um pingo de pena. Queria eu poder pagar mais.

Voltando ao assunto principal, do que adianta a exigencia de alguns colegas (desde que sao estudantes -ai que gente nojenta) de serem chamados por Doutor e na VIDA REAL serem tratados como peao ? Nos grandes escritorios de advocacia, 90% dos advogados sao tratados como qualquer um, tanto que muitas vezes sao registrados de "paralegal", "assistente juridico", e por ai vai…

Eu sou advogada e nunca gostei de ser chamada de Doutora, muito embora nunca fui deselegante em interromper um cliente no meu escritorio, que nunca vi na vida, para corrigi-lo. Com o tempo, sempre peco para estes clientes me chamarem pelo nome e nunca, mas nunca mesmo, faco uma chamada telefonica -"aqui e’ a doutora Celia".

Agora eu percebo, que os clientes, quanto mais simples e humildes sao, sentem-se seguros ao estarem acompanhados por um "doto" ou "Dotora". Existem alguns clientes que por mais que eu peca, nao mudam o tratamento. Vejo que esse tratamento vem de decadas, e acredito que nunca mudara, pois trata-se de habito na cultura brasileira.

No que tange ao procedimento do Doutor Marco, (com cedilha), no meu ponto de vista, colocar uma placa na reparticao publica informando que ninguem sera chamado de Doutor, e' no minimo deselegante. Pode ser que ele tenha algum colega que, apesar de ser apenas Advogado ou Delegado, brilhe mais que ele. Lamentavel. Eu que nao gostaria de conviver no meu dia a dia com alguem tao soberbo e arrogante.

Com o devido respeito `as posicoes divergentes, o RESPEITO DE VERDADE, nao guarda relacao alguma com sobrenome, posicao social ou titulo. Respeito e admiracao a gente adquire fazendo um trabalho decente, digno e honesto.

Desculpem-me a falta de acentos, teclado desconfigurado. Na segunda-feira vou chamar meu tecnico de informatica confianca, o Mauricio Ribeiro, que, apesar de nao ser chamado de DOUTOR, exerce com excelencia e merito sua profissao.

Ass. Celia R. Silva
Pessoa comum do povo, que independentemente de ser chamada de doutora ou nao, trabalha para pagar as proprias contas e as do governo tambem.

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soemes barbosa 25 de Junho de 2011

Até que enfim uma luz sobre o assunto! Não me conformo em ver certos advogados serem chamados de doutor! Eu sempre imaginei que esse não é um pronome de tratamento, mas uma titulação àquele que faz o doutorado. De fato, isso vale pra todas as profissões. Aliás, consertar esse equívoco é uma questão de justiça para quem realmente faz jus ao titulo.

Átomo da Sillva 25 de Junho de 2011 - 19:03:23

Caro soemes daqui!

Vc deve ser uma daquelas pessoas recalcadas por não poder ser advogado, e que só fica buscando argumentos nas falacias dos outros.

Físico nuclear 25 de Junho de 2011 - 23:28:14

Preado Átomo:

Nem se perderes teus elétrons serás uma pessoa positiva. Te ioniza e cai fora.

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Dr. Willy Wonka 25 de Junho de 2011

Para acabar com esta discussão fútil, vejam este link.

http://www.youtube.com/watch?v=TebZjWst67c

Abraços a todos, vivam em paz.

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Maurílio 26 de Junho de 2011

Não parece difícil entender o motivo da extrema vontade de se tornar acima dos demais mortais:o claro complexo de inferioridade. Tudo isso me faz lembrar a história do engenheiro que ao visitar uma fazenda no interior de Minas,deu de cara,sentado na porteira um garoto.E na natural arrogância, solicitou ao garoto abrisse a porteira.O garoto na sua pura inocência, perguntou quem era ele e teve como resposta que era o "doutor".O garoto, numa atitude típica da idade questionou:o que é "doutor"? e o "doutor" na sua prepotência, respondeu:"doutor é o homem que sabe de tudo". O garoto de pronto respondeu:"então sabe abrir cancela".Concluindo,basta o sujeito acreditar que aprendeu alguma coisa,nessa terra Brasil, torna-se "doutor".

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Vinícius Fernando... 26 de Junho de 2011

Caro e irreprochável jurista,
Zeteticamente falando, geralmente este tipo de comentário nada acrescenta, tanto faz a pessoa ter doutorado ou não, o que importa é o seu cabedal de cultura. Eu já vi muito professor com pós-doutorado não ter um cabedal de cultura aceitável para ser chamado de pós-doutor e um professor com somente graduação em direito e advogado militante de dar inveja nesta casta que se acha melhor do que os colegas de profissão e resolve diminuí-los na divulgação que só quem faz doutorado é quem deva ser chamado de doutor. Por acaso o Doutor sabe o que é ser discípulo de Pirro, ou seja, ser Zetético do Direito?

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carvalho junior 26 de Junho de 2011

O QUE IMPORTA SE O ADVOGADO DEVE OU NÃO SER TRATADO COMO DOUTOR, SE AO FINAL O QUE VAI VALER SÃO SEUS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS COM A VIVÊNCIA PROFISSIONAL. O DIPLOMA DE DOUTOR NÃO MUDA NADA PROFISSIONALMENTE, A NÃO SER PARA CONTAR PONTOS EM CONCURSOS OU CURRICULUNS. ASSIM COMO NÃO EVITA QUE JUIZES E PROMOTORES COMETAM OS ABSURDOS E ABUSOS TODOS OS DIAS VIVIDOS POR NÓS.

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Antonio Fernando... 26 de Junho de 2011

O articulista precisa voltar aos bancos escolares.
Na verdade o termo doutor advém de DOUTRINADOR, justamente em homenagem aos advogados, que constituiam na ROMA antiga a chamada "comunis opinium doctorum"... ou seja, formavam a doutrina, posto que a jurisprudência, outra fonte do direito, era fruto da atividade dos pretores. Portanto, o título de doutor nada tem a ver com a recentíssima qualificação acadêmica. Mais não falo porque não vale a pena aqui, machucar vaidades acadêmicas absolutamente inócuas, até para combater tradições milenares...

antonio 26 de Junho de 2011 - 17:18:00

Advogados nao aos chefes dos gladiadores sim. mas explicar isso para um bacharel bitolado e complicado nao perca seu tempo antonio adoro asse nome

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HUGO... 26 de Junho de 2011

Ressalto, aqui, e o faço com respeito, a velha ensinaça das Escrituras Sagradas, de que 'a humildde precede a honra'. Ademais, anotando o que disse alhures, de que 'quanto mais eu sei, mais eu sei que nada sei'. Com efeito, o DD Procurdor não esconde suas qualidades acadêmicas, seu brilho profissional e a sua importância no cenário jurídico, ainda que isso custe o 'desprestígio' dos demais. Alfim, a letra mata. A sensibilidade e perspicácia, a empatia e humildade, projeta, excele o homem a patamares de admiração e respeito. E o DD Procurador perdeu a oportunidade, porque o que se depreende da exposição do Dr. Tura, (bem escrito, vinque-se) nada mais e nada menos é do que a importância de tê-lo, não a importância em aplicá-lo. Poderia ter explordo este lado, já que a ciência está para isso. Hugo

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Dorival Macêdo 26 de Junho de 2011

É bem verdade que o título de Doutor é concedido àqueles que defendem a tese de Doutorado, porém não é menos verdade que o Sr. DANIEL MOITE e o Sr. CÍCERO estão com inteira razão, ao manifestarem-se a respeito do comportamento do douto membro do Ministério Público da União, que faz questão de "destacar-se" como superior aos demais profissionais.
Entretanto, conheço uma pessoa com o título de Doutor, e que está caminhando para um título de PhD (Pós-Doutorado), que quando chamada de Doutor, diz ao seu interlocotor que é para chamá-la de Professor.
Vejam como são as coisas, a simplicidade sobrepõe-se à arrogância.
EM TEMPO: sou Advogado, e nunca exigi que me chamassem de Doutor, porém faz parte do costume, tanto nos meios jurídicos, inclusive por parte de membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, chamarem o Advogado de Doutor.
O que não pode - penso eu - é o Advogado EXIGIR ser chamado de Doutor, quando não possui tal título, mas se o chamam, nada o impede de aceitar tal tratamento que, aliás, é-lhe dispensado também pelos Membros do MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO.

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antonio 26 de Junho de 2011



A palavra "doutor" é uma das mais antigas das existentes em português e se repete em inglês (doctor), em espanhol (doctor), em francês (docteur), em italiano (dottore), em alemão (doktor) e, com ligeiras variantes, praticamente em todas as línguas modernas.

Suas raízes mais remotas podem ser rastreadas até entre o primeiro e o segundo milênio antes da nossa era, nas invasões indo-europeias, que nos trouxeram a raiz dok-, da qual provém a palavra latina docere, que por sua vez derivou em doctoris (mestre, o que ensina). Desta raiz indo-europeia provém, da mesma forma, o vocábulo grego dokein do qual se derivaram outras palavras da mesma família, tais como dogma, ortodoxia, paradoxo e didática. O termo "doutor" também é tradicionalmente usado nos países de língua portuguesa e para referir-se a médicos e advogados. No Brasil e em Portugal, vem de uma longa tradição também referir-se a advogados, promotores, juízes (magistrados) e mais recentemente os Solicitadores uma vez que o acesso à profissão carece de Licenciatura, sendo que grande parte possui já mestrado e outros profissionais do Direito como "doutores". Mais amplamente, no Brasil especificamente, costuma-se usar o tratamento "doutor" na línguagem popular como fórmula de reverência e respeito. Esse hábito não é recomendado pelo Manual de Redação e Estilo da Presidência da República Brasileira,[1]; que diz o seguinte: "doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações"[2].

Existem discussões, às vezes propagados até em alguns cursos de Direito, de que o título de doutor também teria sido conferido aos advogados por meio de atos normativos. O primeiro diz respeito a um alvará, baixado por Dona Maria, a Pia que dava o título de Doutor aos advogados portugueses nas cortes portuguesas, mas esse alvará, segundo alguns, nunca existiu. O outro ponto diz que o título teria sido dado aos advogados por meio de um decreto de Dom Pedro I, na lei de criação dos cursos jurídicos no Brasil. O artigo 9o dessa lei, que é de 11 de Agosto de 1827 (pouco tempo anterior ao ainda vigente Código Comercial de 1850), diz o seguinte: "Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos cursos, com aprovação, conseguirão o grau de bacharéis formados. Haverá também o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes". Essa lei diz apenas que os que completarem os cinco anos do curso de direito serão bacharéis. Para a obtenção do grau de Doutor, seria necessário o cumprimento do estabelecido nos estatutos - esses estatutos dizem respeito as regras estabelecidas pelas faculdades de Direito existentes na época - e, apenas quem conseguisse esse título poderia se candidatar as Lentes (cargo equivalente hoje ao de Livre

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:19:03

em capirês dotô EU SO FHODA ANTIGAMENTE ESCRIVINHAVA COM PH QUE ABREVIADO (phd) NHO TONHÔ phd

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antonio 26 de Junho de 2011

esse mata o doutor e mostra o pau!

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fernando sauai 26 de Junho de 2011

Requisitos para a obtenção do grau de doutor

Os requisitos para a obtenção do grau de Doutor variam significativamente de país para país. A seguir, apresenta-se uma breve descrição sobre a estrutura dos cursos de doutorado em diferentes países representativos da América e Europa.

Doutoramento (português europeu) ou doutorado (português brasileiro) é um grau académico concedido por uma instituição de ensino superior universitário, que pode ser uma universidade, um centro universitário, uma faculdade isolada. Com o propósito de certificar a capacidade do candidato para desenvolver investigação num determinado campo da ciência (no seu conceito mais abrangente).

Neste grau académico espera-se que o aluno adquira capacidade de trabalho independente e criativo. Esta capacidade deve ser demonstrada pela criação de novo conhecimento e será validada por publicações em bons veículos científicos ou pela obtenção de patentes. É essencial para a seleção ao doutorado a demonstração de qualidades e experiência em pesquisa. Um bom currículo acadêmico na graduação é condição indispensável.

[editar] Portugal

Em Portugal a obtenção do título de doutor está regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho.[4] Há contudo áreas, como a do Direito, onde o costume atribui o título de Dr. aos advogados e, inclusive, aos novos Solicitadores. Os licenciados que fizerem o Mestrado são denominados Mestres (na prática continuam a ser tratados por Doutores) e a realização do Doutoramento atribui o título de Professor Doutor em Direito.

[editar] Estados Unidos da América

Nos Estados Unidos, o doutorado tradicional por pesquisa (research doctorate) requer a conclusão de um trabalho extenso de investigação científica que represente uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento na área de estudos em que o trabalho se insere. O grau mais comum de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos é o de Philosophiæ Doctor (Ph.D.) ou Doctor of Philosophy, literalmente traduzido como "Doutor de Filosofia", mas concedido na realidade em praticamente todas as áreas de conhecimento, incluindo engenharia, computação, matemática e estatística, ciências naturais, ciências sociais e humanas, além de filosofia propriamente dita.

Algumas universidades americanas outorgam porém outros títulos de doutor por pesquisa equivalentes a um Ph.D., em particular os graus de Scientiæ Doctor (Sc.D.) ou Doctor of Science ("Doutor de Ciência"), concedido nas áreas de engenharia e ciências naturais, Theologiæ Doctor (Th.D.) ou Doctor of Theology, para candidatos na área de teologia, e Scientiæ Juris Doctor (S.J.D.), traduzido normalmente em inglês como Doctor of Juridical Science ou Doctor of the Science of Law e outorgado a candidatos que se especializam no estudo da teoria e ciência do Direito.

A admissão em um programa de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos (Ph.D. ou equivalente) normalmente requer a conclusão prévia de um curso de graduação de quatro anos em uma universidade americana levando aos graus de Bachelor of Science (B.S.) ou Bachelor of Arts (B.A.). Bom desempenho acadêmico no curso de graduação (medido através do Grade Point Average ou GPA), excelentes cartas de recomendação, experiência de pesquisa na área e scores altos em exames padronizados como o Graduate Record Examination (GRE) também são requisitos usualmente exigidos para admissão.

Diferentes diplomas de graduação obtidos no exterior são também aceitos para fins de ingresso em programas de pós-graduação nos Estados Unidos desde que considerados equivalentes em rigor e conteúdo a títulos similares obtidos em universidades americanas. Alunos estrangeiros cuja primeira língua não seja o inglês e que não tenham concluído seu curso de graduação em uma instituição onde o inglês seja a língua padrão de instrução devem entretanto fornecer evidência adicional de proficiência na língua inglesa, normalmente através da obtenção de uma nota mínima em exame padronizados como o Test of English as a Foreign Language (TOEFL).

Estritamente falando, a conclusão prévia de um curso de Mestrado não é mandatória para o ingresso em um programa de doutorado nos Estados Unidos. Entretanto, em muitos casos, os alunos admitidos no programa possuem "a priori" ou adquirem "in cursu" ao grau de Doutor um grau adicional de Mestre, por exemplo Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), obtido normalmente um ou dois anos após o bacharelado. Em geral, as universidades históricas norte-americanas (por exemplo, Harvard, Yale, ou Princeton ) possuem uma seção de graduação denominada college que concede bacharelados e uma ou mais escolas de pós-graduação (graduate schools) que outorgam títulos de mestre e de doutor por pesquisa.

As contribuições, resultados e conclusões de um trabalho de doutorado por pesquisa devem ser sistematizados em uma tese (Ph.D. dissertation) que é examinada oralmente, normalmente em sessão pública, por um painel de especialistas na área incluindo um professor orientador do aluno (chamado advisor), pelo menos um membro externo à universidade ou departamento ao qual a tese foi submetida, e mais um ou dois membros internos também pertencentes ao corpo docente do departamento. Em alguns programas entretanto, o exame oral final é aberto apenas a convidados, enquanto a apresentação pública da tese pelo candidato se dá em um seminário de pesquisa realizado separadamente .

Além da tese e aprovação no exame oral final, normalmente se exige também para a concessão do grau de Ph.D. que o candidato curse diversas disciplinas avançadas de pós-graduação (graduate classes), complete um ou dois semestres de estágio-docência (teaching internship) e seja aprovado em um ou mais exames preliminares de qualificação (qualifying exams) que visam a avaliar conhecimentos gerais e específicos do aluno na sua área de pesquisa (major field) e, possivelmente, outras áreas afins (minor fields). Dependendo do programa, os exames de qualificação podem ser orais, escritos, ou, na maioria dos casos, uma combinação de ambos.

Após a aprovação no(s) exame(s) de qualificação e a integralização dos créditos necessários de disciplinas, o aluno é normalmente promovido oficialmente a candidatura ao doutorado e deve apresentar, dentro de um prazo máximo especificado pelo programa, uma proposta formal de tese (Ph.D. dissertation proposal) que precisa ser aceita preliminarmente, às vezes após um exame oral de proposta de tese.

Em várias universidades americanas, os alunos de doutorado passam por uma avaliação formal obrigatória de desempenho, geralmente a cada semestre, onde precisam demonstrar progresso contínuo em direção à obtenção do grau de doutor. Caso o desempenho seja considerado insatisfatório, o aluno pode teoricamente ser desligado do programa. Em particular, é comum muitos orientadores nos Estados Unidos exigirem informalmente que os seus alunos publiquem diversos artigos em anais de conferências e periódicos internacionais indexados com revisão por pares antes que possam defender suas teses.

Considerando-se os múltiplos requisitos e o nível de exigência elevado para as teses, o tempo normal necessário para a obtenção de um grau de Ph.D. nos Estados Unidos varia de três a cinco anos para alunos que ingressam no programa com mestrado já concluído e, de cinco a sete anos para alunos de doutorado direto (i.e., que ingressam no programa apenas com um grau de bacharel). Em geral, doutorados em ciências humanas costumam ser concluídos em prazos mais longos do que em ciência naturais ou ciências exatas e podem incluir, além dos pré-requisitos mencionados anteriormente, exigências adicionais de aprovação em exames de proficiência em duas ou mais línguas estrangeiras.

Ao contrário da prática comum em outros países, os graus de doutor por pesquisa nos Estados Unidos não recebem uma nota associada nem são classificados em diferentes categorias baseadas em menções honrosas (por exemplo, "excelente", "muito bom", "bom", etc.). O resultado do exame oral final de tese é sempre binário, ou seja, aprovação (Pass, normalmente condicionada a pequenas revisões na tese) ou reprovação (Fail).

[editar] Doutorados Profissionais nos Estados Unidos

Ao contrário do que ocorre no Brasil ou em Portugal, o ingresso nos Estados Unidos em alguns cursos profissionais como direito e medicina é possível apenas para alunos que já tenham concluído um curso superior de graduação de quatro anos em alguma outra área. Após três ou quatro anos adicionais de estudos em uma escola profissional superior (por exemplo, Law School ou Medical School ), o aluno recebe então um segundo grau universitário designado pelo departamento federal de educação (U.S Department of Education) um "primeiro grau profissional" ou, em inglês, first-professional degree.

Vários graus profissionais norte-americanos incorporam a palavra "Doutor" aos seus títulos, sendo muitas vezes chamados informalmente professional doctorates ou, em português, "doutorados profissionais". Como exemplo, podem-se citar os graus de Juris Doctor (J.D.) ou Doctor of Jurisprudence ("Doutor de Jurisprudência"), considerado o primeiro grau profissional em Direito; Medicinæ Doctor (M.D.) ou Doctor of Medicine ("Doutor de Medicina"), considerado o primeiro grau profissional em medicina; e outros graus equivalentes, por exemplo, em odontologia (D.M.D.) e medicina veterinária (D.V.M).

Os "doutorados profissionais" no sentido usado no vernáculo americano não devem, entretanto, ser confundidos com os doutorados de pesquisa descritos anteriormente, pois são outorgados apenas com base no desempenho do aluno em disciplinas e estágios, não exigindo a geração pelo aluno de novo conhecimento na sua área de estudo através de pesquisa original.

[editar] Reino Unido

Como nos Estados Unidos, a conclusão de um programa de doutorado por pesquisa em qualquer área de estudos leva à obtenção no Reino Unido do grau de Doctor of Philosophy, abreviado em inglês britânico PhD ou, mais raramente, DPhil. Duas condições necessárias para a concessão do grau britânico de PhD são a aprovação do candidato em um exame oral final e a submissão de uma tese longa de pesquisa cujos resultados devem ser passíveis de publicação externa em periódicos indexados com revisão por pares e devem representar uma contribuição original substancial ao conhecimento na sua respectiva área.

O ingresso em um programa de doutorado por pesquisa exige normalmente a conclusão prévia de um curso de graduação de três anos em uma universidade inglesa levando a um grau de bacharel, por exemplo Bachelor of Arts (BA) ou Bachelor of Science (BSc), classificado nas categorias First Class ou Upper-Second Class de acordo com o sistema padrão de classificação de graus acadêmicos britânicos (honours system).

Graus de bacharel obtidos em outros países podem ser aceitos para fins de admissão desde que considerados equivalentes a um Honours degree britânico, mas alunos estrangeiros cuja língua materna ou língua de instrução não seja o inglês devem fornecer também evidência de proficiência na língua inglesa, normalmente na forma de notas mínimas em exames padronizados como o IELTS da Universidade de Cambridge.

Adicionalmente, exige-se na maioria dos casos que o candidato a ingresso no doutorado tenha também completado previamente um curso de pós-graduação na Inglaterra, tipicamente de um ano (incluindo disciplinas, exames finais escritos e uma dissertação curta de pesquisa), e tenha obtido um grau correspondente de Mestre, normalmente Master of Science (MSc) ou Master of Arts (MA) ( exceto em Oxford e Cambridge, que usam títulos distintos para os seus cursos de mestrado por disciplinas). Alternativamente, o ingresso direto em um programa de doutorado é possível para alunos que tenham concluído em uma universidade inglesa um curso de graduação estendido de quatro anos em engenharia, matemática, ou ciências naturais (física, química, etc.) levando à obtenção de um grau de Master of Engineering (MEng), Master of Mathematics (MMath), Master of Natural Sciences (MSci), ou equivalente.

Como no caso do bacharelado, títulos de Mestre obtidos no exterior também são aceitáveis para fins de ingresso em programas de doutorado no Reino Unido, desde que o programa cursado seja considerado equivalente a um mestrado com disciplinas inglês incluindo um componente de pesquisa.

Mesmo que já tenham concluído anteriormente um curso de mestrado com disciplinas, os alunos de doutorado no Reino Unido são em geral admitidos inicialmente como candidatos a um segundo grau de mestre por pesquisa (research master's degree) ou, alternativamente, como alunos em estágio probatório (probationer research student). A transferência para candidatura ao doutorado, permanência como candidato a um segundo grau de mestrado ou desligamento da universidade são condicionados ao desempenho do aluno em um exame oral preliminar (às vezes chamado Transfer Examination ou Progress Examination) que é realizado normalmente no final do primeiro ano do programa.

Alunos em estágio probatório no primeiro ano geralmente recebem treinamento intensivo específico em técnicas/métodos de pesquisa e, em algumas universidades, são também obrigados a cursar disciplinas avançadas de pós-graduação para complementar sua formação geral. Nestes casos, o desempenho do aluno nos exames finais escritos das disciplinas cursadas é considerado, juntamente com o resultado do exame oral preliminar, na decisão de promoção ou não a candidatura ao doutorado. Passado o estágio probatório no primeiro ano, não há em geral exigências adicionais de disciplinas a serem cursadas e o candidato ao doutorado concentra-se diretamente no trabalho de pesquisa relativo à tese. Em algumas universidades porém, uma segunda avaliação formal de progresso do aluno é feita no final do segundo ano para confirmar ou não o seu status de candidato ao doutorado.

Um prazo ideal de três anos de estudo integral é normalmente sugerido pelas universidades britânicas para a conclusão de um trabalho de pesquisa para doutorado. Em algumas universidades porém, o primeiro ano probatório pode eventualmente não ser contabilizado neste prazo, estendendo na prática o tempo ideal esperado para término do trabalho de pesquisa (contado a partir da primeira matrícula) de três para quatro anos. Em qualquer caso, uma vez vencido o prazo ideal esperado para a conclusão do trabalho de pesquisa, o doutorando dispõe na maioria das universidades de um período adicional de três a no máximo doze meses para escrever a tese e submetê-la para exame final.

Diferentemente do modelo americano de "defesa de tese", o exame final para candidatos que submetem teses de doutorado no Reino Unido geralmente não inclui uma apresentação pública da tese pelo candidato. Ao contrário, assemelha-se mais a uma prova oral propriamente dita (Viva Voce), sendo fechado ao público e contando normalmente apenas com dois examinadores, um interno e um externo à universidade, excluindo-se necessariamente o professor orientador da tese (chamado supervisor na Inglaterra).

As questões dos examinadores visam a determinar principalmente: (1) se a tese é original e representa uma contribuição substancial ao conhecimento que justifique a concessão de um grau de doutor; (2) se os resultados da tese são corretos do ponto vista científico e passíveis de publicação externa; (3) se o candidato tem suficiente familiaridade com a literatura pré-existente na área, incluindo possivelmente não só as referências bibliográficas mencionadas na tese, mas também outras que os examinadores julgarem relevantes; e (4) se o candidato, além de demonstrar conhecimento profundo e detalhado do próprio trabalho, possui ainda conhecimentos gerais apropriados na sua área de pesquisa.

O resultado do exame final , baseado na avaliação prévia da tese pelos examinadores e na prova oral propriamente dita, pode ser: aprovação do candidato e recomendação de concessão do grau de doutor (quase sempre condicionada a pequenas modificações na tese), reprovação do candidato com a recomendação de que ele receba um grau inferior de mestre por pesquisa (normalmente MLitt ou MPhil), ou reprovação do candidato sem recomendação de outorga de qualquer grau acadêmico, certificado ou diploma. Como nos Estados Unidos, não se atribuem menções honrosas distintas a candidatos aprovados, sendo todos os doutorados aprovados considerados de mérito equivalente.

Excepcionalmente no caso de estudantes de medicina, é possível obter-se o grau de Doctor of Philosophy juntamente com os graus profissionais de Bachelor of Medicine and Bachelor of Surgery (MB/BChir) em um prazo total de nove anos, divididos em três anos iniciais de estudos pré-clínicos em ciências biomédicas, três anos de treinamento clínico (clinical course) em um hospital universitário, e três anos adicionais de trabalho de pesquisa original, normalmente intercalados entre o primeiro e o segundo anos ideais do clinical course.

[editar] Doutorados profissionais no Reino Unido

Além do doutorado por pesquisa tradicional descrito anteriormente (PhD/DPhil), algumas universidades britânicas introduziram recentemente uma nova modalidade de doutorado genericamente designada "doutorado professional" (professional doctorate), que não deve ser confundida com os first-professional degrees norte-americanos, por exemplo J.D. e M.D.

Assim como o PhD, o grau de doutor profissional no Reino Unido exige a conclusão de um trabalho de pesquisa que represente uma contribuição original significativa ao estado atual do conhecimento. Os tópicos de pesquisa são geralmente orientados entretanto para problemas com aplicação direta em um ambiente profissional. Formalmente, os doutorados profissionais diferenciam-se ainda do PhD tradicional no Reino Unido por apresentarem, além do componente de pesquisa, uma quantidade maior de disciplinas obrigatórias que devem ser cursadas pelo candidato para obtenção do grau.

Exemplos de doutorados profissionais britânicos incluem os graus de Doctor of Engineering (Eng.D), Doctor of Education (Ed.D), Doctor of Clinical Psychology (D.Clin.Psy) e Doctor of Business Administration (D.B.A). No caso específico do grau de Eng.D, a maior parte do trabalho de pesquisa é desenvolvida em uma empresa industrial que patrocina o candidato, sob coorientação de um supervisor da indústria. O tema da pesquisa é em geral escolhido para atender a interesses específicos do parceiro industrial e, muitas vezes, um portfólio de relatórios de projetos de engenharia pode ser submetido como alternativa a uma tese monográfica para fins de obtenção do grau.

[editar] Doutorados superiores no Reino Unido

Uma terceira modalidade de grau de doutor outorgada ainda por algumas universidades no Reino Unido são os chamados "doutorados superiores" (higher doctorates), cuja origem remonta aos tempos medievais. Historicamente, os doutorados superiores foram os primeiros a ser outorgados pelas chamadas "universidades antigas" da Inglaterra (Oxford e Cambridge) e, até o início do século XX, eram na realidade os únicos graus de doutor disponíveis no sistema universitário britânico.

Modernamente, doutorados superiores são concedidos, em geral raramente, a candidatos seniores cuja contribuição ao longo dos anos à sua área de atuação, avaliada normalmente pela análise de um memorial cumulativo de publicações científicas ou obras literárias/artísticas, é tal que o candidato possa ser considerado uma autoridade ou se destaque em alguma arte ou campo do conhecimento. A maioria das universidades na Inglaterra restringe a concessão de doutorados superiores a ex-alunos ou membros do seu corpo docente.

Como exemplos de doutorados superiores ingleses, podem-se citar os graus de Legum Doctor (LLD) ou Doctor of Laws ("Doutor de Leis") , Litterarum Doctor (LittD) ou Doctor of Letters ("Doutor de Letras"), e Divinitatis Doctor (DD) ou Doctor of Divinity (lit. "Doutor de Divindade", na área de teologia). Ao contrário da prática norte-americana, são também higher doctorates no Reino Unido os graus de Medicinæ Doctor(MD) e Scientiæ Doctor (ScD).

Note ainda que, nos Estados Unidos, o equivalente a doutorados superiores como LL.D., Litt.D. ou mesmo Sc.D. são ocasionalmente concedidos apenas a título honorário, sem uma análise formal como no Reino Unido de um memorial cumulativo do candidato ou qualquer outra exigência acadêmica.

[editar] Alemanha

O conceito moderno de "doutorado de pesquisa" surgiu na Alemanha, de onde foi exportado primeiro para os Estados Unidos (na segunda metade do século XIX) e posteriormente para a Inglaterra (apenas na primeira metade do século XX). Nos dias de hoje, o doutorado de pesquisa continua sendo a principal modalidade de doutorado outorgado pelas universidades alemãs, embora existam também doutorados honorários (Dr.h.c.) que não exigem a conclusão de um trabalho original de pesquisa, a submissão de uma tese de doutoramento e um exame final do candidato. Ao contrário dos Estados Unidos, inexistem na Alemanha "doutorados profissionais", por exemplo em direito e medicina, e profissionais dessas áreas não usam normalmente o título de doutor, a não ser que concluam adicionamente um programa de doutorado por pesquisa , o que é bastante usual principalmente entre os médicos (Ärzte).

O acesso a um programa de doutorado na Alemanha exigia até recentemente que o candidato normalmente tivesse concluído um curso de graduação de cinco anos em alguma área de humanidades ou ciências sociais levando ao grau de Magister Artium ("mestre de artes") ou, alternativamente, tivesse completado um curso de graduação de cinco anos levando a um Diplom (univ.) em alguma especialidade de ciências naturais, engenharia ou matemática. No caso de certas profissões reguladas pelo Estado como direito, exigia-se que o candidato ao doutorado tivesse obtido aprovação preliminar na primeira etapa do correspondente Staatsexamen ("exame de estado").

Com as reformas introduzidas no contexto da Declaração de Bolonha, os antigos cursos universitários alemães de quatro ou cinco anos foram reorganizados em cursos de bacharelado de três anos seguidos de cursos de mestrado de dois anos, sendo a conclusão do mestrado normalmente necessária para o ingresso no doutorado. Alunos que não possuem um grau ou diploma apropriado de uma universidade alemã na sua área desejada de estudos são normalmente obrigados a se submeter a um exame oral preliminar (chamado Promotionsvorprüfung ou Promotionseignungsprüfung) onde geralmente são examinados seus conhecimentos em uma disciplina principal (Hauptfach) e até duas disciplinas secundárias (Nebenfächer). Dependendo do resultado do Vorprüfung, o aluno é considerado qualificado ou não para iniciar um trabalho de pesquisa de doutorado. Alunos dos quais se exige normalmente um Vorprüfung para doutorado incluem tipicamente diplomados em faculdades alemãs de tecnologia (Fachhochschulen) e, em alguns casos, alunos estrangeiros (principalmente quando provenientes de países fora da União Européia).

Para doutorandos considerados qualificados por titulação prévia ou exame preliminar, não há em geral exigências formais adicionais de disciplinas a serem cursadas exceto, possivelmente, seminários de pesquisa (Oberseminare). O doutorando concentra-se então diretamente em um trabalho original de investigação científica realizado sob a supervisão de um professor orientador (Doktorvater), culminando na submissão de uma tese de doutorado (Dissertation ou Doktorarbeit). É comum também que, no curso do seu trabalho de doutorado, o aluno sirva ainda como auxiliar de ensino em disciplinas de graduação oferecidas pelos institutos ou cátedras aos quais o seu orientador está vinculado.

O julgamento das teses de doutorado na Alemanha é feito via de regra antes do exame final por dois relatores, possivelmente externos à universidade. Se a tese for aprovada pelos relatores, o candidato habilita-se ao exame final (Doktorprüfung) que normalmente consiste de uma apresentação pública da tese seguida de uma discussão aberta com um painel de especialistas (Disputation); uma prova oral fechada (Rigorosum), onde não se examina a tese em si, mas sim conhecimentos gerais em disciplinas afins à área de estudo do candidato; ou, uma combinação dessas duas modalidades de avaliação. Em qualquer caso, a nota global associada ao grau é sempre calculada ponderando-se a nota dada à tese pelos relatores e a nota obtida pelo candidato no exame final.

Ao contrário da prática anglo-americana, os doutorados alemães recebem denominações diferentes dependendo da área de conhecimento em que se inserem. Particularmente freqüentes são os graus de Doktor der Ingenieurwissenchaften (Dr.-Ing.), concedido nas várias especialidades de engenharia; Doctor rerum naturalium (Dr.rer.nat), disponível nas áreas de matemática e ciências naturais (física, química, biologia, etc.); Doctor rerum politicarum (Dr.rer.pol.), outorgado em sociologia, economia e áreas correlatas; Doctor philosophiæ (Dr.phil.) obtido na maioria das ciências humanas; Doctor medicinæ (Dr. med.), na área de medicina; e Doctor iuris (Dr.iur.), em direito, para advogados, juízes e promotores.

De acordo com a nota obtida, os graus de doutor concedidos na Alemanha são classificados em diferentes categorias de mérito, designadas em latim (com tradução em alemão entre parênteses) por: Rite (befriedigend), Cum Laude (gut), Magna cum Laude (sehr gut), e Summa cum Laude (ausgezeichnet), ou, em português, "satisfatório", "bom", "muito bom" e "excelente".

O tempo normal para a conclusão de um programa de doutorado na Alemanha é, como na Inglaterra, de três a quatro anos. Uma exceção são os doutorados em medicina, que são concluídos em prazos bem mais curtos uma vez que os candidatos iniciam seu trabalho de pesquisa em paralelo aos estudos clínicos de graduação e o nível das teses, especialmente em termos de originalidade, é freqüentemente inferior àquele exigido no demais doutorados alemães em outras áreas ou em um Ph.D. anglo-americano.

[editar] Habilitação

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e no Reino Unido, a obtenção do grau de doutor (Promotion) até recentemente não permitia a um indivíduo candidatar-se imediatamente ao ingresso na carreira docente superior na Alemanha. Para obter a permissão de lecionar em uma universidade (venia legendi) e para poder orientar doutorandos, um pesquisador na Alemanha precisava obter primeiro uma qualificação adicional denominada Habilitation, que exige vários anos de produção acadêmica após o doutorado. Apesar de esse requisito estar sendo atualmente revisto com a introdução da carreira de Juniorprofessor, a Habilitation ainda é necessária por exemplo para a obtenção de tenure (i.e. proteção contra demissão sumária) nas universidades alemãs.

A Habilitation alemã requer a submissão, julgamento e exame oral de uma Habilitationsschrift, que pode ser uma segunda tese monográfica ou um memorial cumulativo de publicações com arbitragem em uma mesma área de especialização. Embora a Habilitation seja considerada uma qualificação profissional e não um grau acadêmico, os portadores do título de doutor que foram habilitados são autorizados a adicionar a abreviatura habil. ao seu grau acadêmico (por exemplo Dr.rer.nat.habil., Dr-Ing.habil., etc.). O uso da designação Dr.habil. é raro entretanto quando o habilitado efetivamente dá aulas como Privatdozent em uma universidade, em cujo caso o título PD Dr. é usado alternativamente. O título de PD Dr. assim como a designação Dr.habil. deixam de ser oficialmente usados a partir do momento que o habilitado é chamado para uma cátedra (Lehrsthul) como Professor em uma universidade, em cujo caso o título Prof. Dr. passa a ser empregado.

[editar] França

No sistema antigo criado pela reforma universitária de 1974, distinguiam-se na França os chamados "doutorados inferiores" como o Doctorat de Troisième Cycle e o doutorado superior denominado Doctorat d'État.

O Doctorat de Troisième Cycle, literalmente traduzido "doutorado de terceiro ciclo", mas considerado na realidade equivalente apenas a um grau norte-americano de Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), era obtido normalmente dois anos após a conclusão de um curso superior inicial de quatro anos (levando aos graus de Licence após os três primeiros anos e Maîtrise após o quarto ano). O primeiro ano do chamado "terceiro ciclo" era constituído de disciplinas levando à obtenção de um Diplôme d'études approfondies ("diploma de estudos aprofundados", abreviado D.E.A). No segundo ano, o aluno desenvolvia e defendia uma tese que, como um mestrado anglo-americano, devia evidenciar domínio da área de estudo escolhida e familiaridade com técnicas de pesquisa, mas que não precisava representar, como no doutorado de pesquisa alemão, americano ou britânico, uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento.

O Doctorat d'État, que na reforma de 1974 substituiu os antigos graus de doutor do decreto de 1808 ( Docteur ès Sciences, Docteur ès Lettres, Docteur en Droit, etc.), exigia por sua vez de quatro a seis anos de preparação e a submissão e defesa (soutenance) de uma segunda tese de nível comparável a uma tese de doutorado (Ph.D. dissertation) no modelo norte-americano. O tempo longo de preparação devia-se em parte ao fato de que a tese era desenvolvida em paralelo a atividades docentes, normalmente na posição de maître assistant, a que se tinha acesso apenas com um título de Docteur de Troisième Cycle.

A reforma universitária de 1984 e, mais recentemente, a reforma L-M-D no contexto da Declaração de Bolonha reorganizaram completamente o sistema de graus acadêmicos franceses pondo fim ao modelo antigo descrito acima. O quarto ano de estudos superiores pós-ensino secundário (antiga Maîtrise) e o primeiro ano de disciplinas do terceiro ciclo levando ao antigo D.E.A foram reorganizados em um curso de dois anos de Master que se segue normalmente a um primeiro curso de graduação de três anos (Licence) em uma universidade francesa. Alternativamente, pode-se obter ainda um Master em paralelo ao último ano de uma formação de Ingénieur em uma Grande École francesa. Os antigos graus de Docteur de Troisième Cycle e Docteur d'État foram por sua vez abolidos e substituídos por um grau único de Docteur, obtido após o Master em um prazo adicional normal de três anos com a exigência de submissão de uma tese de nível semelhante a uma tese de doutorado de pesquisa desenvolvida em outros países.

Atualmente, o novo grau de Docteur permite o acesso na França à carreira docente superior no nível de Maître de Conférences, antes acessível apenas com um grau de Docteur d'État. A promoção entretanto ao nível de Professeur des Universités, com direito a orientar teses de doutorado, requer a obtenção adicional de uma Habilitation à diriger des recherches, que é uma qualificação profissional semelhante à Habilitation alemã e que, como aquela, exige normalmente a submissão e julgamento de um memorial cumulativo de publicações científicas e evidências de experiência em pesquisa além do doutorado. Como alternativa à Habilitation, é possível ainda aceder à categoria de Professeur des Universités em algumas poucas áreas de estudo, notadamente direito, economia e ciências sociais, por aprovação em um concurso público de Agrégation.

[editar] Brasil

A designação "doutor" é usada popularmente no Brasil para se referir aos profissionais de advocacia, saúde, profissionais do direito em geral, alguns servidores públicos e autoridades, independentemente de estes indivíduos possuírem ou não diplomas de pós-graduação. No meio acadêmico brasileiro entretanto, o título de doutor é oficialmente reservado apenas a pessoas que concluíram com sucesso um programa de doutorado (também chamado "doutoramento"), o que normalmente requer no mínimo seis anos de estudo integral após o primeiro diploma de graduação, incluindo dois anos para a obtenção do grau de mestre.

A estrutura dos cursos de doutorado no Brasil assemelha-se mais ao modelo norte-americano do que ao europeu. Em geral se exige que o candidato ao doutorado acumule um número mínimo de créditos acadêmicos obtidos por aprovação em disciplinas de pós-graduação não contabilizadas previamente em um programa de mestrado. Aprovação em dois exames de proficiência em língua estrangeira, respectivamente em inglês e em um segundo idioma, e aprovação em um exame de qualificação de doutorado são também exigidas de todos os candidatos antes da defesa final da tese.

A exemplo do que ocorre nos Estados Unidos, o exame final de tese no Brasil é realizado normalmente em sessão pública e consiste de uma apresentação da tese pelo candidato em forma de seminário seguida de argüição do candidato por uma banca de cinco membros incluindo o orientador de tese e pelo menos dois membros externos à universidade à qual a tese foi apresentada. Como ocorre em outros países, exige-se no Brasil que a tese de doutorado contenha uma contribuição original que amplie, estenda ou revise significativamente o conhecimento atual existente na área.

Seguindo a prática alemã, os graus acadêmicos de doutor no Brasil recebem diferentes designações dependendo de suas respectivas áreas de especialidade, por exemplo: Doutor em Engenharia, Doutor em Medicina, Doutor em Direito, Doutor em Economia, etc. O título genérico de Doutor em Ciências é usado entretanto para designar os doutorados obtidos nas diversas ciências naturais (física, química, biologia, etc.) e, mais raramente, em algumas universidades, também para doutorados em engenharia.

No Brasil, somente têm validade nacional os doutorados obtidos em cursos recomendados pela Capes.[5] Títulos obtidos no exterior precisam ser reconhecidos por programas recomendados pela Capes, conforme o art. 48 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

[editar] Livre-docência no Brasil

Atualmente o título de Doutor é o grau acadêmico mais alto concedido no Brasil, sendo necessário para o ingresso mediante concurso público na carreira docente superior nos níveis de Professor Doutor ou Professor Adjunto. Algumas poucas universidades porém, como as universidades estaduais paulistas (USP, UNESP, UNICAMP) e a universidade federal de São Paulo (UNIFESP), exigem para a promoção ao nível de Professor Associado que seja obtido o título adicional de Livre-Docente[carece de fontes], concedido a portadores do título de Doutor aprovados em um segundo concurso público específico.

Os concursos de Livre-docência nas universidades paulistas combinam elementos da Habilitation alemã e da antiga Agrégation francesa. Como no modelo alemão, exigem-se a submissão pelo candidato de uma segunda tese (monográfica ou cumulativa) examinada oralmente por um painel de especialistas e um julgamento adicional em separado do currículo do candidato, incluindo publicações externas com arbitragem e atividades docentes. Por outro lado, seguindo o modelo francês, o concurso inclui ainda uma prova didática, que consiste em uma aula ministrada perante a banca examinadora acerca de um tema sorteado com 24 horas de antecedência, e uma prova escrita de erudição, onde o candidato deve dissertar sobre um tema sorteado na hora pela banca. Em algumas áreas (por exemplo, medicina ou engenharia), pode-se exigir também do candidato uma prova prática.

[editar] O título de Doutor aos advogados no Brasil

Em 1827 por lei imperial de D. Pedro I o título de doutor passou a ser concedido aos advogados que após se formarem no bacharelado defendessem uma tese, similar ao doutorado por dissertação do Reino Unido, sendo esse grau exigido aos advogados que quisessem seguir carreira acadêmica..[6] A maneira para se conquistar o doutorado em Direito durante o período imperial consistia do bacharel defender uma tese diante de uma banca de nove professores, esses procedimentos foram "alterados" com o estabelecimento do doutorado acadêmico pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), que requer o doutorando cursar um programa de doutorado antes da defesa da tese. O título é hoje reservado aos advogados que finalizarem com sucesso o doutorado em direito ou doutorado em ciências jurídicas em instituições de ensino autorizadas a concederam tal título. Não obstante, os advogados são conhecidos popularmente como "doutores", mesmo os que não defenderam tese de doutorado.

[editar] Itália

Na Itália, todo egresso de um curso de graduação (laurea) recebe o título de dottore, devido a uma lei real de 1938. O equivalente ao doutorado no Brasil chama-se dottorato di ricerca (doutorado de pesquisa) que, por sua vez, confere o título de dottore di ricerca. A abreviatura em italiano para Doutor é Dott. ou Dr. Porém especificamente para o "dottore di Ricerca" é quase unânime o uso de PhD como nos países anglo-saxões para diferenciar

nono 23 de Julho de 2011 - 17:13:28

CARACAS, FERNANDO - TUDO EXPLICADINHO DESSE JEITO, PARA UM POBRE DIABO QUE VÁ PRECISAR DE UM ADVOGADO, AQUELE VAI DIRETO A VOCÊ PORQUE VAI OUVÍ-LO COMO A UM DEUS. PARABÉNS! ESTOU BABANDO. MAS... QUE É QUE VOCÊ ESCREVEU MESMO? E SOBRE O QUê?

nho tonhô 26 de Julho de 2011 - 08:11:43

uai eu nho tonho sou PHD MEUS AMIGO FALAVAM TONHO o se PHODA ANTIGAMENTE ESCRIA ANSSIM ABREVIADO( phd)

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 02:46:58

brincando nhé! mas como este se PHODA éra nos tempos de dantes,qie tumbem se escrivia diassim, ESTE MEMO SEU DE DANTES RESOLVEU FAZER UM TIME DE FUTEBOR QUERIA UM GOLERO,PERECOU PERECOU E ACHOU OUTRO ZÓIA BEM OUTO QUE QUI NEM! SABE SÓ VOU ABRIVIAR AS LETRAS COMESSA COM NHÔ E TERMINA BEM DEICHA PRA LÁ ACHO QUE NÃO VOIS MICÊ NÉ, QUE TINHA A INTENÇÃO DE SER O PRESIDENTE DESTE TIMe paunoc´futerbor clube? não pense bubagem se que tu pensar bobagem da para pensar muito diferente di que isso que esta pesando diassim assim né intão então(tuninhodeolarias)

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Liana Vieira da... 26 de Junho de 2011

Parabéns. Seu esclarecimento serve como alerta para uns poucos colegas e merecia ser divulgado nas escolas fundamentais, eis pois o berço da cidadania. Abraços

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Carlos Magno 26 de Junho de 2011

Penso que um argumento para ser levado a sério não depende de quem escreveu, mas do conteúdo em si.

Qualquer profissional alfabetizado que escrevesse um parágrafo para localizar o imbróglio em questão, e citasse o mesmo link que o Prof. Março mencionou, teria o meu respeito tanto quanto o brilhante texto do Doutor.

Infeliz o que briga por esta causa perdida. O profissional que "exige" o tratamento de Dr, não quer saber o que a Lei diz a respeito. No fundo, gostaria de ser naturalmente "chamado" de Dr por toda a população.

Coloque um estudante de medicina com jaleco branco (e estetoscópio no pescoço) ao lado de um homem com terno elegante e pergunte: Quem é o Doutor?

É provável que boa parte chame o estudante de Doutor, apesar de o outro poder ter o título de Doutor ou ser um vendedor de remédios.

Não me importo de ser chamado de médico. O advogado não quer ser chamado de advogado.

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elda 26 de Junho de 2011

Boa noite a todos os comentaristas, não li todoa, pois são muitos. mas vou deixar uma pergunta feita por um aluno do ensino fundamental. se alguem puder refletir e responder passo para ele a resposta,pois não tem internet.
" do que adianta ter esse tal de doutorado, mestrado pós isso pós aquilo se o que vale no Brasil é a impunidade e a exclusão dos esforçados que se matam de trabalhar como meu pai, ai, não tem direito a nada. " o que ele quis dizer é que o pai trabalha 3 horário, ganha um pouco a mais do permitido para esse negocio de cota, pro uni pro isso, pro aquilo.. tem que ser desocupado e viver a custa de quem trabalha? só assim tem diteito a ter um doutorado? será que quem ganha 6 salarios com 3 filhos conseguer mantê-los honestamente numa faculdade de odonto, ou medicina? que custa 3 a 4 mil Reais. ou tem de pagar os impostos para os filhos dos outros terem isso e deixar os proprios filhos individados para pagarem apos formado sem mesmo saber se vai ter emprego, ou no seu lugar vai ser oculpado....

antonio 27 de Junho de 2011 - 01:45:10

pobre meda elergia eu quero e fala com os (dotos)ja falava o nosso chico. esse eo nosso brasil

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 02:28:54

ÊLBA- humildemente mesmo dentro de minhas possibilidade caligraficas, tenho como resposposta,e a sua consciência da razão explica o maior problema gerado em nosso BRASIL, CONSIDERE-SE 98% o mal gestor de questões polemicas dirigidas para o povo infelismente ficam nas mão da minoria,isso se dis sociedade,divide-se entre povo e classe unida da humildade ralé: e tudo isso nas mão dos lideres de partidos,quando querem num role com LOBYS, ficando a consciência de meu politico eleito,o seu etc. vendendo toda a consciência do voto da inocência pura de estar lá para trabalhar para mim para você etc.ficam nas mão dos lideres de partidos,cum trama de intenções das mais adversas parcerias de fazer o melhor para o partido e não para o povo humildemente uma opinião(tuninhodeolarias)

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barbara 26 de Junho de 2011

parabens elda

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julia 26 de Junho de 2011

nunca ouvi tanta verdade, é o meu caso, minha mãe é professora trabalhou p me colocar numa escola melhoe e hoje sou excluido de tudos os programas dos "doutores" do governo.
muito bem.

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laura 26 de Junho de 2011

é lamentável a inveja que tantas pessoas têm daqueles que escolhem o curso de direito. Muitos falam mal sem sequer ter precisado um dia de um advogado: falam de ouvir falar. Sou advogada e tenho algumas reclamações a fazer: o Judiciário está se arrastando, dificultando, em muito, o exercício de nossa profissão; os clientes não querem pagar, dificilmente honram seus compromissos; depois que lhes servimos, parece q não precisam mais nos pagar; o respeito está cada vez mais raro, as pessoas perderam a direção e vão falando qualquer coisa, colocando bons e ruins no mesmo lugar. Eu NUNCA disse para alguém que sou doutora por ser advogada, NUNCA em uma placa minha havia Dra à frente do meu nome, nem eu nem meus colegas mais próximos. Não falo por todos, pq em todas as profissões existem bandidos e malfeitores, minha profissão não é diferente das outras neste quesito. Portanto, Sr. Teólogo, vá rezar ou orar e se ocupar de causas mais sublimes que se importar com título alheio. E se lhe incomodam tanto os advogados, se o Sr pretende lutar por uma democracia sei lá o quê, comece então por respeitar as pessoas. Sinto-me ofendida quando falam de qualquer jeito dos advogados. Quando vcs precisam de nós, somos os salvadores da pátria, quando não, piadinhas, ridicularizações de toda espécie e sobretudo, um despeito enorme, apoiado por outros tantos despeitados.

Thiago Ribeiro 9 de Maio de 2012 - 17:56:52

Exatamente Laura, chega de honorários pífios, exigimos respeito, somos nós os indispensáveis a justiça desse pais!
Grande Abraço.

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Silvio 26 de Junho de 2011

Parabéns pelo artigo.

Essa mania de chamar advogado, delegado, juíz, promotor e outros

É coisa de povo subdesenvolvido, povo colonizado, é a mesma coisa de coronél.

Basta de subserviência ou hipocrisia.

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fernando sauai 27 de Junho de 2011

A verdade e que venham da forma mas humilde explicar que doutor e quem fez doutorado o chamarao de esnobe e.t.c...

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Paulo Roberto... 27 de Junho de 2011

Excelente ! Doutor Marcio Ribeiro Tura , li todos os comentários e opiniões , não se faz Doutor por portaria ou decreto ,me perdoem as enfermeiras Padrão e outros casos semelhantes ,mas Doutor é Doutor como bem explicou o Doutor Marcio Ribeiro Tura , Quem certamente daria nota dez para sua opinião seria o ADVOGADO FRANCISCO GIORDANO NETO,lá pelos idos dos ano 70,para ser mais preciso 1972 ,ele dizia e afirmava tudo isto ,ele sempre dizia ,quero ser apenas Advogado ,mas competente ,primeiro dominar a difícil língua Portuguesa e Redação e seus conceitos , depois Estudar constantemente o Direito , que muda a toda hora , foi sem dúvida alguma um Advogado competente e legislador , com o dom natural da Oratória , naquele tempo não tinha computador ,muito menos máquina de escrever elétrica , ele fazia tudo , na velha máquina de datilografia , aqui em Campo Grande MS ,na época era Mato Grosso.Enfim na época ele informou muito bem ,gostava que chamassem de simplesmente Advogado , em tempo eu coloquei meu nome completo , li e reli um comentário de uma tal de SABRINA ,por acaso é Campo Grande MS ? qual o seu nome completo ,sua O AB etc...e tal ? foi professora ? se completar seu nome poderei entender sua baixaria em baixar o nível de opinião , os demais são reles mortais da internet , que não sabe nem escrever , ,são as vezes animais com raivas de tudo ,até do seu próprio corpo , ma o que valeu mesmo foi a consulta de graça que o Doutor Marcio Ribeiro Tura ,prestou , já estou em andamento processual para anular atos de nulidade absoluta , baseado no que ele ensinou , é Doutrina , resultado para os reles mortais que só pensam em consumo e salário , rendeu muita grana , muito mais que os ladrões furtaram do Banco Central ,lá do Nordeste ,nada como a opinião de um Doutor em Direito, irei escrever um livro contando esta história real e verdadeira . O resto é inveja , falta de amor ,mau amado ou mau amada ,para não dizer outras coisas . A Inveja e a incompetência é uma ............da !

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fernando sauai 27 de Junho de 2011

reles mortais da internet , que não sabe nem escrever(sabem)(raivas kkk tem mais de uma kkk)(todos os comentarios kkk)um osculo crinça do mato!

fernando sauai 27 de Junho de 2011 - 03:18:25

fernando sauai 10 horas atrás

Requisitos para a obtenção do grau de doutor

Os requisitos para a obtenção do grau de Doutor variam significativamente de país para país. A seguir, apresenta-se uma breve descrição sobre a estrutura dos cursos de doutorado em diferentes países representativos da América e Europa.

Doutoramento (português europeu) ou doutorado (português brasileiro) é um grau académico concedido por uma instituição de ensino superior universitário, que pode ser uma universidade, um centro universitário, uma faculdade isolada. Com o propósito de certificar a capacidade do candidato para desenvolver investigação num determinado campo da ciência (no seu conceito mais abrangente).

Neste grau académico espera-se que o aluno adquira capacidade de trabalho independente e criativo. Esta capacidade deve ser demonstrada pela criação de novo conhecimento e será validada por publicações em bons veículos científicos ou pela obtenção de patentes. É essencial para a seleção ao doutorado a demonstração de qualidades e experiência em pesquisa. Um bom currículo acadêmico na graduação é condição indispensável.

[editar] Portugal

Em Portugal a obtenção do título de doutor está regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho.[4] Há contudo áreas, como a do Direito, onde o costume atribui o título de Dr. aos advogados e, inclusive, aos novos Solicitadores. Os licenciados que fizerem o Mestrado são denominados Mestres (na prática continuam a ser tratados por Doutores) e a realização do Doutoramento atribui o título de Professor Doutor em Direito.

[editar] Estados Unidos da América

Nos Estados Unidos, o doutorado tradicional por pesquisa (research doctorate) requer a conclusão de um trabalho extenso de investigação científica que represente uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento na área de estudos em que o trabalho se insere. O grau mais comum de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos é o de Philosophiæ Doctor (Ph.D.) ou Doctor of Philosophy, literalmente traduzido como "Doutor de Filosofia", mas concedido na realidade em praticamente todas as áreas de conhecimento, incluindo engenharia, computação, matemática e estatística, ciências naturais, ciências sociais e humanas, além de filosofia propriamente dita.

Algumas universidades americanas outorgam porém outros títulos de doutor por pesquisa equivalentes a um Ph.D., em particular os graus de Scientiæ Doctor (Sc.D.) ou Doctor of Science ("Doutor de Ciência"), concedido nas áreas de engenharia e ciências naturais, Theologiæ Doctor (Th.D.) ou Doctor of Theology, para candidatos na área de teologia, e Scientiæ Juris Doctor (S.J.D.), traduzido normalmente em inglês como Doctor of Juridical Science ou Doctor of the Science of Law e outorgado a candidatos que se especializam no estudo da teoria e ciência do Direito.

A admissão em um programa de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos (Ph.D. ou equivalente) normalmente requer a conclusão prévia de um curso de graduação de quatro anos em uma universidade americana levando aos graus de Bachelor of Science (B.S.) ou Bachelor of Arts (B.A.). Bom desempenho acadêmico no curso de graduação (medido através do Grade Point Average ou GPA), excelentes cartas de recomendação, experiência de pesquisa na área e scores altos em exames padronizados como o Graduate Record Examination (GRE) também são requisitos usualmente exigidos para admissão.

Diferentes diplomas de graduação obtidos no exterior são também aceitos para fins de ingresso em programas de pós-graduação nos Estados Unidos desde que considerados equivalentes em rigor e conteúdo a títulos similares obtidos em universidades americanas. Alunos estrangeiros cuja primeira língua não seja o inglês e que não tenham concluído seu curso de graduação em uma instituição onde o inglês seja a língua padrão de instrução devem entretanto fornecer evidência adicional de proficiência na língua inglesa, normalmente através da obtenção de uma nota mínima em exame padronizados como o Test of English as a Foreign Language (TOEFL).

Estritamente falando, a conclusão prévia de um curso de Mestrado não é mandatória para o ingresso em um programa de doutorado nos Estados Unidos. Entretanto, em muitos casos, os alunos admitidos no programa possuem "a priori" ou adquirem "in cursu" ao grau de Doutor um grau adicional de Mestre, por exemplo Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), obtido normalmente um ou dois anos após o bacharelado. Em geral, as universidades históricas norte-americanas (por exemplo, Harvard, Yale, ou Princeton ) possuem uma seção de graduação denominada college que concede bacharelados e uma ou mais escolas de pós-graduação (graduate schools) que outorgam títulos de mestre e de doutor por pesquisa.

As contribuições, resultados e conclusões de um trabalho de doutorado por pesquisa devem ser sistematizados em uma tese (Ph.D. dissertation) que é examinada oralmente, normalmente em sessão pública, por um painel de especialistas na área incluindo um professor orientador do aluno (chamado advisor), pelo menos um membro externo à universidade ou departamento ao qual a tese foi submetida, e mais um ou dois membros internos também pertencentes ao corpo docente do departamento. Em alguns programas entretanto, o exame oral final é aberto apenas a convidados, enquanto a apresentação pública da tese pelo candidato se dá em um seminário de pesquisa realizado separadamente .

Além da tese e aprovação no exame oral final, normalmente se exige também para a concessão do grau de Ph.D. que o candidato curse diversas disciplinas avançadas de pós-graduação (graduate classes), complete um ou dois semestres de estágio-docência (teaching internship) e seja aprovado em um ou mais exames preliminares de qualificação (qualifying exams) que visam a avaliar conhecimentos gerais e específicos do aluno na sua área de pesquisa (major field) e, possivelmente, outras áreas afins (minor fields). Dependendo do programa, os exames de qualificação podem ser orais, escritos, ou, na maioria dos casos, uma combinação de ambos.

Após a aprovação no(s) exame(s) de qualificação e a integralização dos créditos necessários de disciplinas, o aluno é normalmente promovido oficialmente a candidatura ao doutorado e deve apresentar, dentro de um prazo máximo especificado pelo programa, uma proposta formal de tese (Ph.D. dissertation proposal) que precisa ser aceita preliminarmente, às vezes após um exame oral de proposta de tese.

Em várias universidades americanas, os alunos de doutorado passam por uma avaliação formal obrigatória de desempenho, geralmente a cada semestre, onde precisam demonstrar progresso contínuo em direção à obtenção do grau de doutor. Caso o desempenho seja considerado insatisfatório, o aluno pode teoricamente ser desligado do programa. Em particular, é comum muitos orientadores nos Estados Unidos exigirem informalmente que os seus alunos publiquem diversos artigos em anais de conferências e periódicos internacionais indexados com revisão por pares antes que possam defender suas teses.

Considerando-se os múltiplos requisitos e o nível de exigência elevado para as teses, o tempo normal necessário para a obtenção de um grau de Ph.D. nos Estados Unidos varia de três a cinco anos para alunos que ingressam no programa com mestrado já concluído e, de cinco a sete anos para alunos de doutorado direto (i.e., que ingressam no programa apenas com um grau de bacharel). Em geral, doutorados em ciências humanas costumam ser concluídos em prazos mais longos do que em ciência naturais ou ciências exatas e podem incluir, além dos pré-requisitos mencionados anteriormente, exigências adicionais de aprovação em exames de proficiência em duas ou mais línguas estrangeiras.

Ao contrário da prática comum em outros países, os graus de doutor por pesquisa nos Estados Unidos não recebem uma nota associada nem são classificados em diferentes categorias baseadas em menções honrosas (por exemplo, "excelente", "muito bom", "bom", etc.). O resultado do exame oral final de tese é sempre binário, ou seja, aprovação (Pass, normalmente condicionada a pequenas revisões na tese) ou reprovação (Fail).

[editar] Doutorados Profissionais nos Estados Unidos

Ao contrário do que ocorre no Brasil ou em Portugal, o ingresso nos Estados Unidos em alguns cursos profissionais como direito e medicina é possível apenas para alunos que já tenham concluído um curso superior de graduação de quatro anos em alguma outra área. Após três ou quatro anos adicionais de estudos em uma escola profissional superior (por exemplo, Law School ou Medical School ), o aluno recebe então um segundo grau universitário designado pelo departamento federal de educação (U.S Department of Education) um "primeiro grau profissional" ou, em inglês, first-professional degree.

Vários graus profissionais norte-americanos incorporam a palavra "Doutor" aos seus títulos, sendo muitas vezes chamados informalmente professional doctorates ou, em português, "doutorados profissionais". Como exemplo, podem-se citar os graus de Juris Doctor (J.D.) ou Doctor of Jurisprudence ("Doutor de Jurisprudência"), considerado o primeiro grau profissional em Direito; Medicinæ Doctor (M.D.) ou Doctor of Medicine ("Doutor de Medicina"), considerado o primeiro grau profissional em medicina; e outros graus equivalentes, por exemplo, em odontologia (D.M.D.) e medicina veterinária (D.V.M).

Os "doutorados profissionais" no sentido usado no vernáculo americano não devem, entretanto, ser confundidos com os doutorados de pesquisa descritos anteriormente, pois são outorgados apenas com base no desempenho do aluno em disciplinas e estágios, não exigindo a geração pelo aluno de novo conhecimento na sua área de estudo através de pesquisa original.

[editar] Reino Unido

Como nos Estados Unidos, a conclusão de um programa de doutorado por pesquisa em qualquer área de estudos leva à obtenção no Reino Unido do grau de Doctor of Philosophy, abreviado em inglês britânico PhD ou, mais raramente, DPhil. Duas condições necessárias para a concessão do grau britânico de PhD são a aprovação do candidato em um exame oral final e a submissão de uma tese longa de pesquisa cujos resultados devem ser passíveis de publicação externa em periódicos indexados com revisão por pares e devem representar uma contribuição original substancial ao conhecimento na sua respectiva área.

O ingresso em um programa de doutorado por pesquisa exige normalmente a conclusão prévia de um curso de graduação de três anos em uma universidade inglesa levando a um grau de bacharel, por exemplo Bachelor of Arts (BA) ou Bachelor of Science (BSc), classificado nas categorias First Class ou Upper-Second Class de acordo com o sistema padrão de classificação de graus acadêmicos britânicos (honours system).

Graus de bacharel obtidos em outros países podem ser aceitos para fins de admissão desde que considerados equivalentes a um Honours degree britânico, mas alunos estrangeiros cuja língua materna ou língua de instrução não seja o inglês devem fornecer também evidência de proficiência na língua inglesa, normalmente na forma de notas mínimas em exames padronizados como o IELTS da Universidade de Cambridge.

Adicionalmente, exige-se na maioria dos casos que o candidato a ingresso no doutorado tenha também completado previamente um curso de pós-graduação na Inglaterra, tipicamente de um ano (incluindo disciplinas, exames finais escritos e uma dissertação curta de pesquisa), e tenha obtido um grau correspondente de Mestre, normalmente Master of Science (MSc) ou Master of Arts (MA) ( exceto em Oxford e Cambridge, que usam títulos distintos para os seus cursos de mestrado por disciplinas). Alternativamente, o ingresso direto em um programa de doutorado é possível para alunos que tenham concluído em uma universidade inglesa um curso de graduação estendido de quatro anos em engenharia, matemática, ou ciências naturais (física, química, etc.) levando à obtenção de um grau de Master of Engineering (MEng), Master of Mathematics (MMath), Master of Natural Sciences (MSci), ou equivalente.

Como no caso do bacharelado, títulos de Mestre obtidos no exterior também são aceitáveis para fins de ingresso em programas de doutorado no Reino Unido, desde que o programa cursado seja considerado equivalente a um mestrado com disciplinas inglês incluindo um componente de pesquisa.

Mesmo que já tenham concluído anteriormente um curso de mestrado com disciplinas, os alunos de doutorado no Reino Unido são em geral admitidos inicialmente como candidatos a um segundo grau de mestre por pesquisa (research master's degree) ou, alternativamente, como alunos em estágio probatório (probationer research student). A transferência para candidatura ao doutorado, permanência como candidato a um segundo grau de mestrado ou desligamento da universidade são condicionados ao desempenho do aluno em um exame oral preliminar (às vezes chamado Transfer Examination ou Progress Examination) que é realizado normalmente no final do primeiro ano do programa.

Alunos em estágio probatório no primeiro ano geralmente recebem treinamento intensivo específico em técnicas/métodos de pesquisa e, em algumas universidades, são também obrigados a cursar disciplinas avançadas de pós-graduação para complementar sua formação geral. Nestes casos, o desempenho do aluno nos exames finais escritos das disciplinas cursadas é considerado, juntamente com o resultado do exame oral preliminar, na decisão de promoção ou não a candidatura ao doutorado. Passado o estágio probatório no primeiro ano, não há em geral exigências adicionais de disciplinas a serem cursadas e o candidato ao doutorado concentra-se diretamente no trabalho de pesquisa relativo à tese. Em algumas universidades porém, uma segunda avaliação formal de progresso do aluno é feita no final do segundo ano para confirmar ou não o seu status de candidato ao doutorado.

Um prazo ideal de três anos de estudo integral é normalmente sugerido pelas universidades britânicas para a conclusão de um trabalho de pesquisa para doutorado. Em algumas universidades porém, o primeiro ano probatório pode eventualmente não ser contabilizado neste prazo, estendendo na prática o tempo ideal esperado para término do trabalho de pesquisa (contado a partir da primeira matrícula) de três para quatro anos. Em qualquer caso, uma vez vencido o prazo ideal esperado para a conclusão do trabalho de pesquisa, o doutorando dispõe na maioria das universidades de um período adicional de três a no máximo doze meses para escrever a tese e submetê-la para exame final.

Diferentemente do modelo americano de "defesa de tese", o exame final para candidatos que submetem teses de doutorado no Reino Unido geralmente não inclui uma apresentação pública da tese pelo candidato. Ao contrário, assemelha-se mais a uma prova oral propriamente dita (Viva Voce), sendo fechado ao público e contando normalmente apenas com dois examinadores, um interno e um externo à universidade, excluindo-se necessariamente o professor orientador da tese (chamado supervisor na Inglaterra).

As questões dos examinadores visam a determinar principalmente: (1) se a tese é original e representa uma contribuição substancial ao conhecimento que justifique a concessão de um grau de doutor; (2) se os resultados da tese são corretos do ponto vista científico e passíveis de publicação externa; (3) se o candidato tem suficiente familiaridade com a literatura pré-existente na área, incluindo possivelmente não só as referências bibliográficas mencionadas na tese, mas também outras que os examinadores julgarem relevantes; e (4) se o candidato, além de demonstrar conhecimento profundo e detalhado do próprio trabalho, possui ainda conhecimentos gerais apropriados na sua área de pesquisa.

O resultado do exame final , baseado na avaliação prévia da tese pelos examinadores e na prova oral propriamente dita, pode ser: aprovação do candidato e recomendação de concessão do grau de doutor (quase sempre condicionada a pequenas modificações na tese), reprovação do candidato com a recomendação de que ele receba um grau inferior de mestre por pesquisa (normalmente MLitt ou MPhil), ou reprovação do candidato sem recomendação de outorga de qualquer grau acadêmico, certificado ou diploma. Como nos Estados Unidos, não se atribuem menções honrosas distintas a candidatos aprovados, sendo todos os doutorados aprovados considerados de mérito equivalente.

Excepcionalmente no caso de estudantes de medicina, é possível obter-se o grau de Doctor of Philosophy juntamente com os graus profissionais de Bachelor of Medicine and Bachelor of Surgery (MB/BChir) em um prazo total de nove anos, divididos em três anos iniciais de estudos pré-clínicos em ciências biomédicas, três anos de treinamento clínico (clinical course) em um hospital universitário, e três anos adicionais de trabalho de pesquisa original, normalmente intercalados entre o primeiro e o segundo anos ideais do clinical course.

[editar] Doutorados profissionais no Reino Unido

Além do doutorado por pesquisa tradicional descrito anteriormente (PhD/DPhil), algumas universidades britânicas introduziram recentemente uma nova modalidade de doutorado genericamente designada "doutorado professional" (professional doctorate), que não deve ser confundida com os first-professional degrees norte-americanos, por exemplo J.D. e M.D.

Assim como o PhD, o grau de doutor profissional no Reino Unido exige a conclusão de um trabalho de pesquisa que represente uma contribuição original significativa ao estado atual do conhecimento. Os tópicos de pesquisa são geralmente orientados entretanto para problemas com aplicação direta em um ambiente profissional. Formalmente, os doutorados profissionais diferenciam-se ainda do PhD tradicional no Reino Unido por apresentarem, além do componente de pesquisa, uma quantidade maior de disciplinas obrigatórias que devem ser cursadas pelo candidato para obtenção do grau.

Exemplos de doutorados profissionais britânicos incluem os graus de Doctor of Engineering (Eng.D), Doctor of Education (Ed.D), Doctor of Clinical Psychology (D.Clin.Psy) e Doctor of Business Administration (D.B.A). No caso específico do grau de Eng.D, a maior parte do trabalho de pesquisa é desenvolvida em uma empresa industrial que patrocina o candidato, sob coorientação de um supervisor da indústria. O tema da pesquisa é em geral escolhido para atender a interesses específicos do parceiro industrial e, muitas vezes, um portfólio de relatórios de projetos de engenharia pode ser submetido como alternativa a uma tese monográfica para fins de obtenção do grau.

[editar] Doutorados superiores no Reino Unido

Uma terceira modalidade de grau de doutor outorgada ainda por algumas universidades no Reino Unido são os chamados "doutorados superiores" (higher doctorates), cuja origem remonta aos tempos medievais. Historicamente, os doutorados superiores foram os primeiros a ser outorgados pelas chamadas "universidades antigas" da Inglaterra (Oxford e Cambridge) e, até o início do século XX, eram na realidade os únicos graus de doutor disponíveis no sistema universitário britânico.

Modernamente, doutorados superiores são concedidos, em geral raramente, a candidatos seniores cuja contribuição ao longo dos anos à sua área de atuação, avaliada normalmente pela análise de um memorial cumulativo de publicações científicas ou obras literárias/artísticas, é tal que o candidato possa ser considerado uma autoridade ou se destaque em alguma arte ou campo do conhecimento. A maioria das universidades na Inglaterra restringe a concessão de doutorados superiores a ex-alunos ou membros do seu corpo docente.

Como exemplos de doutorados superiores ingleses, podem-se citar os graus de Legum Doctor (LLD) ou Doctor of Laws ("Doutor de Leis") , Litterarum Doctor (LittD) ou Doctor of Letters ("Doutor de Letras"), e Divinitatis Doctor (DD) ou Doctor of Divinity (lit. "Doutor de Divindade", na área de teologia). Ao contrário da prática norte-americana, são também higher doctorates no Reino Unido os graus de Medicinæ Doctor(MD) e Scientiæ Doctor (ScD).

Note ainda que, nos Estados Unidos, o equivalente a doutorados superiores como LL.D., Litt.D. ou mesmo Sc.D. são ocasionalmente concedidos apenas a título honorário, sem uma análise formal como no Reino Unido de um memorial cumulativo do candidato ou qualquer outra exigência acadêmica.

[editar] Alemanha

O conceito moderno de "doutorado de pesquisa" surgiu na Alemanha, de onde foi exportado primeiro para os Estados Unidos (na segunda metade do século XIX) e posteriormente para a Inglaterra (apenas na primeira metade do século XX). Nos dias de hoje, o doutorado de pesquisa continua sendo a principal modalidade de doutorado outorgado pelas universidades alemãs, embora existam também doutorados honorários (Dr.h.c.) que não exigem a conclusão de um trabalho original de pesquisa, a submissão de uma tese de doutoramento e um exame final do candidato. Ao contrário dos Estados Unidos, inexistem na Alemanha "doutorados profissionais", por exemplo em direito e medicina, e profissionais dessas áreas não usam normalmente o título de doutor, a não ser que concluam adicionamente um programa de doutorado por pesquisa , o que é bastante usual principalmente entre os médicos (Ärzte).

O acesso a um programa de doutorado na Alemanha exigia até recentemente que o candidato normalmente tivesse concluído um curso de graduação de cinco anos em alguma área de humanidades ou ciências sociais levando ao grau de Magister Artium ("mestre de artes") ou, alternativamente, tivesse completado um curso de graduação de cinco anos levando a um Diplom (univ.) em alguma especialidade de ciências naturais, engenharia ou matemática. No caso de certas profissões reguladas pelo Estado como direito, exigia-se que o candidato ao doutorado tivesse obtido aprovação preliminar na primeira etapa do correspondente Staatsexamen ("exame de estado").

Com as reformas introduzidas no contexto da Declaração de Bolonha, os antigos cursos universitários alemães de quatro ou cinco anos foram reorganizados em cursos de bacharelado de três anos seguidos de cursos de mestrado de dois anos, sendo a conclusão do mestrado normalmente necessária para o ingresso no doutorado. Alunos que não possuem um grau ou diploma apropriado de uma universidade alemã na sua área desejada de estudos são normalmente obrigados a se submeter a um exame oral preliminar (chamado Promotionsvorprüfung ou Promotionseignungsprüfung) onde geralmente são examinados seus conhecimentos em uma disciplina principal (Hauptfach) e até duas disciplinas secundárias (Nebenfächer). Dependendo do resultado do Vorprüfung, o aluno é considerado qualificado ou não para iniciar um trabalho de pesquisa de doutorado. Alunos dos quais se exige normalmente um Vorprüfung para doutorado incluem tipicamente diplomados em faculdades alemãs de tecnologia (Fachhochschulen) e, em alguns casos, alunos estrangeiros (principalmente quando provenientes de países fora da União Européia).

Para doutorandos considerados qualificados por titulação prévia ou exame preliminar, não há em geral exigências formais adicionais de disciplinas a serem cursadas exceto, possivelmente, seminários de pesquisa (Oberseminare). O doutorando concentra-se então diretamente em um trabalho original de investigação científica realizado sob a supervisão de um professor orientador (Doktorvater), culminando na submissão de uma tese de doutorado (Dissertation ou Doktorarbeit). É comum também que, no curso do seu trabalho de doutorado, o aluno sirva ainda como auxiliar de ensino em disciplinas de graduação oferecidas pelos institutos ou cátedras aos quais o seu orientador está vinculado.

O julgamento das teses de doutorado na Alemanha é feito via de regra antes do exame final por dois relatores, possivelmente externos à universidade. Se a tese for aprovada pelos relatores, o candidato habilita-se ao exame final (Doktorprüfung) que normalmente consiste de uma apresentação pública da tese seguida de uma discussão aberta com um painel de especialistas (Disputation); uma prova oral fechada (Rigorosum), onde não se examina a tese em si, mas sim conhecimentos gerais em disciplinas afins à área de estudo do candidato; ou, uma combinação dessas duas modalidades de avaliação. Em qualquer caso, a nota global associada ao grau é sempre calculada ponderando-se a nota dada à tese pelos relatores e a nota obtida pelo candidato no exame final.

Ao contrário da prática anglo-americana, os doutorados alemães recebem denominações diferentes dependendo da área de conhecimento em que se inserem. Particularmente freqüentes são os graus de Doktor der Ingenieurwissenchaften (Dr.-Ing.), concedido nas várias especialidades de engenharia; Doctor rerum naturalium (Dr.rer.nat), disponível nas áreas de matemática e ciências naturais (física, química, biologia, etc.); Doctor rerum politicarum (Dr.rer.pol.), outorgado em sociologia, economia e áreas correlatas; Doctor philosophiæ (Dr.phil.) obtido na maioria das ciências humanas; Doctor medicinæ (Dr. med.), na área de medicina; e Doctor iuris (Dr.iur.), em direito, para advogados, juízes e promotores.

De acordo com a nota obtida, os graus de doutor concedidos na Alemanha são classificados em diferentes categorias de mérito, designadas em latim (com tradução em alemão entre parênteses) por: Rite (befriedigend), Cum Laude (gut), Magna cum Laude (sehr gut), e Summa cum Laude (ausgezeichnet), ou, em português, "satisfatório", "bom", "muito bom" e "excelente".

O tempo normal para a conclusão de um programa de doutorado na Alemanha é, como na Inglaterra, de três a quatro anos. Uma exceção são os doutorados em medicina, que são concluídos em prazos bem mais curtos uma vez que os candidatos iniciam seu trabalho de pesquisa em paralelo aos estudos clínicos de graduação e o nível das teses, especialmente em termos de originalidade, é freqüentemente inferior àquele exigido no demais doutorados alemães em outras áreas ou em um Ph.D. anglo-americano.

[editar] Habilitação

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e no Reino Unido, a obtenção do grau de doutor (Promotion) até recentemente não permitia a um indivíduo candidatar-se imediatamente ao ingresso na carreira docente superior na Alemanha. Para obter a permissão de lecionar em uma universidade (venia legendi) e para poder orientar doutorandos, um pesquisador na Alemanha precisava obter primeiro uma qualificação adicional denominada Habilitation, que exige vários anos de produção acadêmica após o doutorado. Apesar de esse requisito estar sendo atualmente revisto com a introdução da carreira de Juniorprofessor, a Habilitation ainda é necessária por exemplo para a obtenção de tenure (i.e. proteção contra demissão sumária) nas universidades alemãs.

A Habilitation alemã requer a submissão, julgamento e exame oral de uma Habilitationsschrift, que pode ser uma segunda tese monográfica ou um memorial cumulativo de publicações com arbitragem em uma mesma área de especialização. Embora a Habilitation seja considerada uma qualificação profissional e não um grau acadêmico, os portadores do título de doutor que foram habilitados são autorizados a adicionar a abreviatura habil. ao seu grau acadêmico (por exemplo Dr.rer.nat.habil., Dr-Ing.habil., etc.). O uso da designação Dr.habil. é raro entretanto quando o habilitado efetivamente dá aulas como Privatdozent em uma universidade, em cujo caso o título PD Dr. é usado alternativamente. O título de PD Dr. assim como a designação Dr.habil. deixam de ser oficialmente usados a partir do momento que o habilitado é chamado para uma cátedra (Lehrsthul) como Professor em uma universidade, em cujo caso o título Prof. Dr. passa a ser empregado.

[editar] França

No sistema antigo criado pela reforma universitária de 1974, distinguiam-se na França os chamados "doutorados inferiores" como o Doctorat de Troisième Cycle e o doutorado superior denominado Doctorat d'État.

O Doctorat de Troisième Cycle, literalmente traduzido "doutorado de terceiro ciclo", mas considerado na realidade equivalente apenas a um grau norte-americano de Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), era obtido normalmente dois anos após a conclusão de um curso superior inicial de quatro anos (levando aos graus de Licence após os três primeiros anos e Maîtrise após o quarto ano). O primeiro ano do chamado "terceiro ciclo" era constituído de disciplinas levando à obtenção de um Diplôme d'études approfondies ("diploma de estudos aprofundados", abreviado D.E.A). No segundo ano, o aluno desenvolvia e defendia uma tese que, como um mestrado anglo-americano, devia evidenciar domínio da área de estudo escolhida e familiaridade com técnicas de pesquisa, mas que não precisava representar, como no doutorado de pesquisa alemão, americano ou britânico, uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento.

O Doctorat d'État, que na reforma de 1974 substituiu os antigos graus de doutor do decreto de 1808 ( Docteur ès Sciences, Docteur ès Lettres, Docteur en Droit, etc.), exigia por sua vez de quatro a seis anos de preparação e a submissão e defesa (soutenance) de uma segunda tese de nível comparável a uma tese de doutorado (Ph.D. dissertation) no modelo norte-americano. O tempo longo de preparação devia-se em parte ao fato de que a tese era desenvolvida em paralelo a atividades docentes, normalmente na posição de maître assistant, a que se tinha acesso apenas com um título de Docteur de Troisième Cycle.

A reforma universitária de 1984 e, mais recentemente, a reforma L-M-D no contexto da Declaração de Bolonha reorganizaram completamente o sistema de graus acadêmicos franceses pondo fim ao modelo antigo descrito acima. O quarto ano de estudos superiores pós-ensino secundário (antiga Maîtrise) e o primeiro ano de disciplinas do terceiro ciclo levando ao antigo D.E.A foram reorganizados em um curso de dois anos de Master que se segue normalmente a um primeiro curso de graduação de três anos (Licence) em uma universidade francesa. Alternativamente, pode-se obter ainda um Master em paralelo ao último ano de uma formação de Ingénieur em uma Grande École francesa. Os antigos graus de Docteur de Troisième Cycle e Docteur d'État foram por sua vez abolidos e substituídos por um grau único de Docteur, obtido após o Master em um prazo adicional normal de três anos com a exigência de submissão de uma tese de nível semelhante a uma tese de doutorado de pesquisa desenvolvida em outros países.

Atualmente, o novo grau de Docteur permite o acesso na França à carreira docente superior no nível de Maître de Conférences, antes acessível apenas com um grau de Docteur d'État. A promoção entretanto ao nível de Professeur des Universités, com direito a orientar teses de doutorado, requer a obtenção adicional de uma Habilitation à diriger des recherches, que é uma qualificação profissional semelhante à Habilitation alemã e que, como aquela, exige normalmente a submissão e julgamento de um memorial cumulativo de publicações científicas e evidências de experiência em pesquisa além do doutorado. Como alternativa à Habilitation, é possível ainda aceder à categoria de Professeur des Universités em algumas poucas áreas de estudo, notadamente direito, economia e ciências sociais, por aprovação em um concurso público de Agrégation.

[editar] Brasil

A designação "doutor" é usada popularmente no Brasil para se referir aos profissionais de advocacia, saúde, profissionais do direito em geral, alguns servidores públicos e autoridades, independentemente de estes indivíduos possuírem ou não diplomas de pós-graduação. No meio acadêmico brasileiro entretanto, o título de doutor é oficialmente reservado apenas a pessoas que concluíram com sucesso um programa de doutorado (também chamado "doutoramento"), o que normalmente requer no mínimo seis anos de estudo integral após o primeiro diploma de graduação, incluindo dois anos para a obtenção do grau de mestre.

A estrutura dos cursos de doutorado no Brasil assemelha-se mais ao modelo norte-americano do que ao europeu. Em geral se exige que o candidato ao doutorado acumule um número mínimo de créditos acadêmicos obtidos por aprovação em disciplinas de pós-graduação não contabilizadas previamente em um programa de mestrado. Aprovação em dois exames de proficiência em língua estrangeira, respectivamente em inglês e em um segundo idioma, e aprovação em um exame de qualificação de doutorado são também exigidas de todos os candidatos antes da defesa final da tese.

A exemplo do que ocorre nos Estados Unidos, o exame final de tese no Brasil é realizado normalmente em sessão pública e consiste de uma apresentação da tese pelo candidato em forma de seminário seguida de argüição do candidato por uma banca de cinco membros incluindo o orientador de tese e pelo menos dois membros externos à universidade à qual a tese foi apresentada. Como ocorre em outros países, exige-se no Brasil que a tese de doutorado contenha uma contribuição original que amplie, estenda ou revise significativamente o conhecimento atual existente na área.

Seguindo a prática alemã, os graus acadêmicos de doutor no Brasil recebem diferentes designações dependendo de suas respectivas áreas de especialidade, por exemplo: Doutor em Engenharia, Doutor em Medicina, Doutor em Direito, Doutor em Economia, etc. O título genérico de Doutor em Ciências é usado entretanto para designar os doutorados obtidos nas diversas ciências naturais (física, química, biologia, etc.) e, mais raramente, em algumas universidades, também para doutorados em engenharia.

No Brasil, somente têm validade nacional os doutorados obtidos em cursos recomendados pela Capes.[5] Títulos obtidos no exterior precisam ser reconhecidos por programas recomendados pela Capes, conforme o art. 48 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

[editar] Livre-docência no Brasil

Atualmente o título de Doutor é o grau acadêmico mais alto concedido no Brasil, sendo necessário para o ingresso mediante concurso público na carreira docente superior nos níveis de Professor Doutor ou Professor Adjunto. Algumas poucas universidades porém, como as universidades estaduais paulistas (USP, UNESP, UNICAMP) e a universidade federal de São Paulo (UNIFESP), exigem para a promoção ao nível de Professor Associado que seja obtido o título adicional de Livre-Docente[carece de fontes], concedido a portadores do título de Doutor aprovados em um segundo concurso público específico.

Os concursos de Livre-docência nas universidades paulistas combinam elementos da Habilitation alemã e da antiga Agrégation francesa. Como no modelo alemão, exigem-se a submissão pelo candidato de uma segunda tese (monográfica ou cumulativa) examinada oralmente por um painel de especialistas e um julgamento adicional em separado do currículo do candidato, incluindo publicações externas com arbitragem e atividades docentes. Por outro lado, seguindo o modelo francês, o concurso inclui ainda uma prova didática, que consiste em uma aula ministrada perante a banca examinadora acerca de um tema sorteado com 24 horas de antecedência, e uma prova escrita de erudição, onde o candidato deve dissertar sobre um tema sorteado na hora pela banca. Em algumas áreas (por exemplo, medicina ou engenharia), pode-se exigir também do candidato uma prova prática.

[editar] O título de Doutor aos advogados no Brasil

Em 1827 por lei imperial de D. Pedro I o título de doutor passou a ser concedido aos advogados que após se formarem no bacharelado defendessem uma tese, similar ao doutorado por dissertação do Reino Unido, sendo esse grau exigido aos advogados que quisessem seguir carreira acadêmica..[6] A maneira para se conquistar o doutorado em Direito durante o período imperial consistia do bacharel defender uma tese diante de uma banca de nove professores, esses procedimentos foram "alterados" com o estabelecimento do doutorado acadêmico pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), que requer o doutorando cursar um programa de doutorado antes da defesa da tese. O título é hoje reservado aos advogados que finalizarem com sucesso o doutorado em direito ou doutorado em ciências jurídicas em instituições de ensino autorizadas a concederam tal título. Não obstante, os advogados são conhecidos popularmente como "doutores", mesmo os que não defenderam tese de doutorado.

[editar] Itália

Na Itália, todo egresso de um curso de graduação (laurea) recebe o título de dottore, devido a uma lei real de 1938. O equivalente ao doutorado no Brasil chama-se dottorato di ricerca (doutorado de pesquisa) que, por sua vez, confere o título de dottore di ricerca. A abreviatura em italiano para Doutor é Dott. ou Dr. Porém especificamente para o "dottore di Ricerca" é quase unânime o uso de PhD como nos países anglo-saxões para diferenciar

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Fabio 27 de Junho de 2011

O nobre procurou frisar que o título de doutor é para quem faz doutorado, e que não se deve exigir tal tratamento, mas ele gosta de descrever TODOS OS SEUS TÍTULOS adquiridos ao longo de sua duradoura e cansada vida, claro que esqueceu de nomear seus estudos na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Onde está a arrogância????

Há, poderia explicar o porque do tratamento de Excelência para Membros do MP e Magistrados??? Tal tratamento é imposição legal ou costumes??? Se por costumes, porque não tratar o advogado de doutor??? Não entendi???

Thiago Ribeiro 9 de Maio de 2012 - 17:53:20

Exatamente, na verdade faltou argumento a ele.

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Luciano 27 de Junho de 2011

DICIONÁRIO HOUAISS - DOUTOR - substantivo masculino

1 aquele que, numa universidade, foi promovido ao mais alto grau depois de haver defendido tese em alguma disciplina literária, artística ou científica;

2 homem muito instruído em qualquer ramo.

O número dois supra deixa claro que até mesmo um pedreiro pode ser "doutor em obras", até porque Doutorado nada mais é do que uma pós-graduação "em nível de doutorado". Ou seja, todos são pós-graduados. Apesar de o Direito sempre desejar vencer a língua portuguesa e a ABL, são eles os mais corretos, pouco importanto o grau. Com tantas coisas a serem discutidas no Direito, ainda se questiona balelas? Por isso se está no que está. Conhecimento se constrói; não se destrói.

Celia 27 de Junho de 2011 - 15:17:58

LUCIANO, NÃO APENAS ADVOGADOS SÃO DOUTORES. VOCÊ OS APONTA COMO SE FOSSEM OS ÚNICOS INTITULADOS COMO TAL.
HÁ TAMBÉM OS MÉDICOS, ENGENHEIROS, ECONOMISTAS, FONOAUDIÓLOGOS, DENTISTAS, VETERINÁRIOS, FISIOTERAPEUTAS ETC.
E O TERMO DOUTOR EM SEU "STRICTU SENSO" VEM DE "DOUTRINA" E NÃO DE DOUTORADO.

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Giordani 27 de Junho de 2011

o que a vaidade não faz... Inúmeros comentários, que fazem deste o tópico mais lido do site. Sinto por não ver tanta empolgação em assuntos mais relevantes...

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Alice 27 de Junho de 2011

Concordo em gênero, número e grau. Durante a semana acadêmica na Instituição, no qual, faço o curso de Gestão Empresarial, ao ouvir as explanações de um Desembargador, sobre Teoria Jurídica, fui pega de surpresa, com as atitudes do magistrado,ou seja, ao fazermos perguntas, ele antes de responder nos chamava de Doutores. Registro que fiquei incomodada! Pois ficou a dúvida, sobre tal atitude. Onde uma pessoa "tão estudada" frente a graduandos, muitos no primeiro semestre de Cursos Tecnólogos, sendo chamados de Doutores. Pareceu irônia. Espero estar enganada. Mas registro que foi desconfortável!

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Daniel Camargo Peres 27 de Junho de 2011

Prezados senhores que me leem,

gostaria de dirigir meus cumprimentos ao autor do artigo, sua articulação é bastante interessante, porém incompleta.

Aparentemente o senhor foi tomado por emoção descontrolada na defesa daquilo que aqui propõe (uma tese - apesar de o senhor negar-me permissão para usar o termo).

Como expressou-se Sérgio Pinto Martins, sem muita classe, mas de modo proveitoso ao que eu gostaria de dizer: "como se diz popularmente, devemos atentar que 'uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa'" hahaha - achei rídiculo essa construção, confesso que me provocou muito riso.

Enfim, de fato, o autor esqueceu-se de que as palavras não dizem respeito a um significado direto, perceptível no mundo fenomênico. Em verdade, por inteligência da filosofia do "turning" linguístico, as palavras carecem de interpretação para possuirem significado; isto é, o significado não existe sem a interpretação, cada exercício da mesma pode ter resultado completamente diverso.

Nesse sentido, ainda que não existam os mencionados decretos, leis, alvarás etc., devemos analisar a questão à luz do costume jurídico (sugiro que meus leitores dediquem-se ao estudo do que é um costume jurídico).

Noutro giro, gostaria de lembrar,apenas por amor ao debate, que não é válido o argumento de suposta "não-recepção" da hipotética norma, por falta de previsão de sua forma na CF de 88. Ora, bem sabemos que as normas, para serem recepcionadas necessitam adequar-se tão-somente em seu conteúdo (adequação material).

Desse modo, devemos atentar que a razão assite em parte ao Doutor que redigiu esse respeitável artigo, devemos lembrar apenas que o título "Doutor", conferido àqueles que defendem tese de Doutorado, e que são aprovados por banca, difere, e muito, do tratamento "Doutor", que é utilizado em respeito aos profissionais de carreiras tradicionais (cuja força obrigatória é controversa, posto que é inegável o sentimento de obrigatoriedade na expressiva maioria dos praticantes da advocacia, principalmente - obrigatoriedade característica de um costume jurídico), este ainda difere muito do "doutor" utilizado no colóquio popular para designar os amplos conhecedores de um assunto específico (como já dito por Luciano).

Ademais, sua revolta contra a manifestação de seu ex-aluno é totalmente justificável, haja vista que o senhor NÃO ERA Doutor, deveria, no máximo, ser tratado por tal quando em exercício de sua profissão (apenas por respeito, apenas um tratamento). O que o senhor conseguiu ao defender sua tese ("stricto sensu") foi o título "Doutor" o senhor passou a SER Doutor.

Derradeiramente, não há problemas em tratar-se os profissionais em questão por Doutor, apenas devemos ter a clareza em mente de que esse tratamento nada diz respeito a título acadêmico.

Atenciosamente,

ficam meus protestos de estima e consideração por aqueles que levantam calorosas discussões como esta, parabéns!

Natascha 28 de Junho de 2011 - 23:20:16

Bravo, Daniel! Fecho redondinho com você!
Imagina se a tese apresentada pelo DOUTOR articulista prospera? Então, nessa esteira, todos os advogados, médicos, dentistas, juizes das Cortes Superiores do País, Desembargadores, e os próprios colegas do MPFederal do DOUTOR, que não houvessem, ainda (?) defendido tese de doutorado passaraim a ser chamados de "seu fulano" pra cá, "dona beltrana" pra lá.
E o Direito adquirido consu...=(usual, me deu 1 brancol aqui, olha a rima!).
Parabéns ao DOUTOR e ao Daniel!
Abraço a todos
Natascha

juli Shcul 8 de Julho de 2011 - 22:55:26

Não Natascha, nada a ver seu comentário, sem os titulos reais aqui tratados, apenas devemos chamá-los de Sr e Sra., é a educação que preza tal tratamento, hehe nada de fulano pra cá e fulano pra lá...

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Daniel Camargo Peres 27 de Junho de 2011

Apenas em adendo,

gostaria de pedir a devida vênia por não ter abordado o a questão nuclear que motivou a redação do presente artigo.

Consta do primeiro parágrafo que o Doutor deparou-se com a problemática em questão quando foi, na qualidade de membro do MP, atuar junto às faculdades averiguando os requisitos de número mínimo de mestres e doutores.

Nesse aspecto, a razão assiste integralmente, não restam dúvidas de que a exigência diz respeito aos títulos acadêmicos e não a tão-somente o tratamento.

Espero grande êxito na empreitada do Ministério Público para melhorar a qualidade dos cursos de Direito que se vê por aí.

É inegável que a situação está demasiadamente vexatória.

Grande abraço.

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Ruy Mendonça 27 de Junho de 2011

Prezados leitores,

Sejam vcs advogados, médicos, dentistas, empresários de sucesso, enfim, qualquer um que é chamado de doutor no trabalho, no condomínio, na fila do supermercado ou noutro insólito canto inesperado, onde ninguém pode testemunhar, faço saber, ou melhor, faço lembrar que a cultura é a lente pela qual nós enxergamos uma sociedade.
Sendo assim, todos nós que comentamos o esclarecedor e técnico artigo proposto, poderemos conquistar a titulação de Doutor com o sacrifício justo mencionado pelo douto signatário do artigo, todavia a nossa realidade cultural continuará, diariamente, a ignorar tal exigência por uma razão muito singela, é que a palavra doutor, como símbolo linguístico, nunca se encerrará com a pobreza mais nobre daqueles que conseguiram o merecido título, pois de nada valeria, e nem vale, sem uma aplicabilidade no mundo real e, principalmente, aqueles pobres que precisam da mão estendida de um doutor sempre pronto a orientar e socorrer.
Por fim, com todas as venias, entendo que a justa titulação de Doutor em nada obsta que eu trate meus colegas de profissão, respeitosamente, de doutores, pois cresci inserido na realidade cultural, e não menos nobre, de nossa gente.
Respeitosamente,

Ruy Mendonça.

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Manoel Severiano... 27 de Junho de 2011

Não sou Advogado, mas todo aquele que está estudando para tal,ou é,não importa o degrau, merece ser chamado de Dr,desde que prevaleça a humildade e respeite seus clientes.
,Abraço

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Paulo de Oliveira 27 de Junho de 2011

Caro Março!
Em maio de 1965, meu tio Dr Pedro de Almeida Moura (era Dr em filosofia Ciências e Letras pela USP) em conferêcia proferida na 24ª Subseção da O.A.B em Pouso Alegre ele foi muito feliz ao proferir essas palavras:
"O advogado é incontestávelmente o melhor auxiliar do juiz.
O advogado vive em funçao de sua carreira.
O advogado é o mágico burilador do direito.
O advogado é o espírito liberal da tribuna.
O advogado é o químico famoso na mistura das leis.
O advogado é o mais perfeito fenômeno jurídico social.
O advogado é na técnica jurídica um orientador.
O advogado é uma centelha de luz que vela pela justiça.
O advogado é o artista da palavra.
O advogado é o esgrimista da pena na peleja jurídica.
(...) O advogado precisa ser culto, erudito e adestrado (segue adiante)" (sic)

então convenhamos vão primeiro aprender a ler e escrever
"concessa venia" eu precisava dizer isso à maioria dos bacharéis que não sabem interpretar exegéticamente um acórdão e saibam os senhores "Doutores" eu sou um reles peão.

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Diego Inácio Goergen 28 de Junho de 2011

Perfeito, dr. Marco Antônio.
Venho tentando fazer as pessoas acreditarem nisso desde que entrei no curso de Medicina. mas realmente cansei de responder a todas as pessoas que me cumprimentam com um "e aí, doutor?" e seus derivados...
Entretanto, cabe lembrar a todos : uma coisa é ser chamado informalmente de doutor por outras pessoas que, como disse uma pessoa acima, cresceram numa cultura que sempre deu tal grau a diversos profissionais, principalmente médicos e advogados, e uma coisa BEM DIFERENTE é autointitular-se como Doutor, colocando em placas, carimbos, cartões, etc.

Não sei quanto ao advogados, mas no Código de Ética Médica tem um artigo que diz que nenhum médico pode utilizar-se de um título a qual não tenha direito (embora todas as interpretações que eu tenha visto algum médico fazer só levam em conta o fato de não poder usar um título de especialista sem ter feito especialização...)

Vilma Santos 28 de Junho de 2011 - 20:51:52

Caros e Caras,

Sou Psicóloga. Não sou chamada de Doutora e ficaria muito constrangida se me fosse atribuído um título que não detenho.

Atuo na área de cultura organizacional, e mesmo assim, me surpreende o nível de distorção da realidade de uma parte dos participantes dessa discussão, porque: desejam manter o título de doutor a quem não não defendeu e teve aprovada uma tese de doutorado, e ainda chamam de arrogante aquele que por direito e mérito conquistou o referido título.

Freud nos explica que a psiquê imatura se protege, através dos mecanismos de defesa, Um deles é a projeção, em que projetamos no outro aquilo que não suportamos em nós mesmos.

Um abraço e parabéns ao Prof. Dr. Marco Antonio, que na minha opinião, não se autopromove ou é arrogante. É alguém que, no máximo, se orgulha e merece nosso respeito pelo grande patrimônio intelectual que acumula, apesar da pouca idade.

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Eloisa Helena... 28 de Junho de 2011

Adorei o artigo. Parabens

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Jose Hajj 28 de Junho de 2011

Numa demanda em juízo entre dois contendores,um deles defendido por advogado simples bacharel em direito, e o segundo patrocinado por advogado Doutor. A titulação dos causídicos extrapola o ambito dos autos e não tem nada a ver com o mérito da causa ou com a justeza da sentença!

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Natascha 28 de Junho de 2011

Primeiramente, parabéns ao eminente DOUTOR e membro "vitalício" do MPFederal. Põe privilégio nisso! Num país de analfabetos, é muita honra, mesmo!
Segundamente, rendou bastante o artigo do "DOUTOR". As manifestações havidas servem a todos os gostos e desgostos.
Concordo num ponto: num país como o nosso, onde o nível de anlfabetismo ainda é alto - lamentavelmente - e onde há outro tanto de analfabetos funcionais, ser DOUTOR é um privilégio de poucos. Em que pese que, hoje em dia, com a massificação de tudo, tendo grana pra pagar, condições pra estudar (licenças remuneradas e

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Luciano 28 de Junho de 2011

Entendi a explicação,mas, com a devida vênia, não acho necessário dizer que foi o primeiro colocado em concurso, que tem livro e vários artigos publicados em diversas partes do Mundo e etc, só para dizer que doutor é que faz doutorado. Balela e perda de tempo essa publicação, prepotência pura.

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CELIA 28 de Junho de 2011

A PARTIR DE HOJE NENHUM ADVOGADO É DOUTOR. PONTO E BASTA!
NÃO ESQUEÇAM DE AVISAR O SEU OPHIR E O SEU D'URSO.

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Doutor 29 de Junho de 2011

Ao D O U T O R Março ou Marco seu artigo esclarece apenas uma coisa "ui que dor de cotovelo"... Pelo jeito o D O U T O R só gosta da cobra bem viva e de matá-la "e bem matada" uiiiii que dor de cotovelo...

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Olavo Beira 29 de Junho de 2011

O que se discute ou "não se discute" é que: "doutor é aquele que fez doutorado".
Uma conclusão óbvia a qualquer pessoa que detenha o mínimo discernimento e consciência critica.
Contudo, lamentávelmente, nos deparamos com uma discussão inócua e, inclusive, deprimente para tão nobre profissão.

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José 29 de Junho de 2011

quanta perda de tempo, a começar pelo ilustre parquet, temos que trabalhar, evoluir ...
"DOUTOR" Março (Marco) parabéns, mas deça dos saltos e vá pro gabinete, pra trabalhar, só tem 41 anos e vai se aposentar em breve!

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josimar tavares... 29 de Junho de 2011

caros companheiros da area,agora pergunto a voces,como poderemos tratar aqueles presentes em uma audiencia?
quanto ao magistrado,meritissimo...ao promotor,excelencia...ao advogado,o que mesmo?como poderei chama lo? terei de aprender o numero de sua oab? chama lo pelo nome?

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Fábio 29 de Junho de 2011

Esse professor DR. é fodástico! Ou pelo menos se acha fodástico!

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fernando sauai 29 de Junho de 2011

antes neste país... (Escrivão)PERTO DO FIMA possibilidade de postar comentários ao artigo termina domingo, salvo engano. Já são mais de cem, mas ainda não identifiquei nenhum que, sem pestanejar, derrubasse os argumentos do artigo. Confesso que não sou erudito ou mesmo estudioso e, talvez por isso, não tenha compreendido em toda extensão as teses contrárias ao artigo. Porém, isso (compreensão mediana) talvez seja até mesmo uma coisa a ser levada em conta, na medida que, creio, a maior parte do povo esteja nesse patamar. O que quero dizer é que, para o homem de média compreensão, o artigo restou claro no seu objetivo: doutor é um título que deve ser atribuido apenas a quem concluiu a tese de doutorado. Essa essência do texto do articulista, até o presente momento, não foi derrubada. No máximo, ganhou alguns arranhões, mas não em função da verdade real ostentada pelo procurador Tura. Sofreu alguns arranhões, talvez, por uma certa desforra do autor do texto, diante de ataques pessoais que sofreu por algumas pessoas que inicialmente não interpretaram de forma correta o artigo e, erroneamente, sentiram-se ofendidas. Vale, nesse ponto, recuperar a informação de que o titulo do artigo (dado e, depois, modificado pelo próprio CONJUR, repita-se: pelo próprio site) é que gerou a discordância e revolta dos primeiros comentaristas. Depois, muitos dos comentários posteriores se basearam enganosamente nas primeiras manifestações coléricas e houve até mesmo ofensa ao procurador Tura. Se fizermos a releitura do texto, "sem maldade no coração", não resta outra assertiva: o procurador está certo (Doutor é título de quem fez doutorado). Invocar que seria pronome de tratamento... que a história, a tradição, o costume assim quiseram, etc e tal, não desmente o realismo dessa conclusão

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celia 29 de Junho de 2011

esse tura e um fanfarrao. um dia vou ser doutor advogado

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José Roberto... 29 de Junho de 2011

É simpris:
Doutor é quem fez .
E tenho dito!

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José Roberto... 29 de Junho de 2011

Ih, num saiu!
Vou recolocar:

Doutor é quem fez Doutoragem.
Quem não fez e só tem Diproma é Dipromata. E só!

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marco malafaia 29 de Junho de 2011

Entre tantos disparates, salva-se o preciso comentário do doutor em lingüística Max Guimarães, na comunidade Dr. é quem tem doutorado:

É preciso saber dimensionar devidamente a questão, e não se restringir aos limites de tempo e espaço da história do Brasil. Em primeiro lugar, não é em todo lugar do mundo que médicos e/ou advogados recebem o tratamento de doutor. Em segundo lugar, a terminologia doutor vem sendo usada internacionalmente para designar os que têm o máximo grau acadêmico (em qualquer área) desde antes do tal decreto imperial no Brasil, e desde antes de médicos/advogados receberem o tratamento de doutor fora do Brasil. Aliás, naquele decreto, a palavra doutor não foi escolhida aleatoriamente. Foi escolhida porque era uma palavra internacionalmente conhecida e usada para se referir aos intelectuais de grau mais avançado na academia. Aquele decreto imperial, sim, é que foi um roubo. Foi roubo de uma terminologia amplamente em uso no contexto internacional para outros fins. Tal forma de tratamento estava associada a status, e seu uso, desde então, vem perpetuando essa visão estúpida e preconceituosa de que medicina e direito são profissões mais nobres que as outras. E todo médico ou advogado que faz questão de se tratado dessa forma (e que trata a si mesmo e a seus colegas de profissão dessa forma) está contribuindo ativamente para a perpetuação dessa mentalidade. É verdade que, naquele tempo, no Brasil, só havia graduação em medicina e em direito. Logo, os médicos e advogados brasileiros eram portadores do mais elevado grau acadêmico que se podia atingir no Brasil. Mas, naquele mesmo tempo, já havia, fora do Brasil, programas acadêmicos de doutorado stricto sensu.

Historicamente, o doutorado corresponde aO GRAU MÁXIMO DE FORMAÇÃO ACADÊMICA. Nos primórdios da Universidade, havia uma quase coincidência entre "grau máximo" e "grau". Eram pouquíssimos os que entravam para a universidade… e estes se rachavam de estudar por quanto tempo fosse necessário, e saiam de lá com O GRAU MÁXIMO DE FORMAÇÃO ACADÊMICA existente. Não havia meio termo. Aos poucos que concluíam esse percurso, era concedido o título de DOUTOR. Isso quer dizer que os médicos de antigamente eram doutores, assim como os filósofos, os matemáticos, etc. Este título de doutor habilitava o ondivíduo a formar novos doutores. A palavra doutor não foi escolhida aleatoriamente. A origem etimológica de doutor vem de DOCTOR, que em latim significa "ensinador", e de DOCERE, que em latim significa "ensinar" (veja que a raiz etimológica da palavra remonta ao trabalho intelectual acadêmico, e não à prática clínica ou jurídica). Naquela época, a carreira acadêmica era praticamente inevitável. Um doutor em filosofia ou matemática não tinham muito o que fazer depois, além de formar novas gerações de filósofos e matemáticos. Mas, com os doutores em medicina, era diferente. Havia MUITO o que se fazer. E, fora da academia, os médicos eram merecidamente chamados de doutores, pois eles realmente o eram. Como o trabalho dos matemáticos, gramáticos e filósofos não eram tão visíveis para o cidadão comum, a palavra "doutor" acabou sendo usada como sinônimo de "médico". Naquele tempo, isso fazia sentido. Hoje, isso é anacrônico, e as pessoas continuam chamando médicos de doutores por força de um hábito secular.

Depois, com a expansão do conhecimento, com certas mudanças na dinâmica da sociedade, com a necessidade de se ter mais e mais gente formalmente educada trabalhando em vários campos, com o aumento gradativo do número de pessoas que passaram a ter acesso às Universidades, e o aumento gradativo do próprio número de Universidades, o sistema acadêmico foi incorporando níveis intermediários, que acabaram prolongando o tempo necessário para se chegar ao tal grau máximo de formação acadêmica. Isso fica muito mais claro em línguas como o inglês. Em português, dizemos graduação (para bacharelado e licenciatura) e pós-graduação (para mestrado e doutorado). Em inglês, o que se diz é "undergraduate degree" (para bacharelado e licenciatura) e "graduate degree" (para mestrado e doutorado). Ou seja, é a mesma coisa que usarmos o termo SUBGRADUAÇÃO ou PRÉ-GRADUAÇÃO para bacharelado e licenciatura, e GRADUAÇÃO para mestrado e doutorado. Esta terminologia anglo-saxã é bem mais transparente quanto às origens das hierarquias entre cursos acadêmicos. Portanto, é absurdo querer mudar (na força bruta) o nome do título daqueles que têm o grau máximo de formação acadêmica por causa da homofonia que o nome desse título tem com uma forma de tratamento dada aos médicos em linguagem coloquial
esse nome celia e sinonimo de burro!

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caruddo 29 de Junho de 2011

Em conseqüência da centralização da religião na Lei, formaram-se, pouco a pouco, especialistas na interpretação da Lei e em sua aplicação judicial.

Eram os doutores da Lei.

A aplicação casuística da Lei, a jurisprudência legalista, a adaptação dos princípios aos casos concretos foram, paulatinamente, dando supremacia à letra sobre o espírito.

Foi a essa deturpação que São Paulo fez referência, quando escreveu: "A letra mata, é o espírito que vivifica" ( II Cor. III.6)

Portanto, como se vê, a voz "doutor", é usada nos Tribunais e juízos por pura e simples tradição e costume.

E nada mais que isso.

Aqueles que, e são tantos, se sentirem desconfortáveis em usar o denominativo "doutor", que use o tratamento de "senhor".

Não vai nisso nenhum desrespeito.

E até o nosso "Senhor" Jesus Cristo é assim chamado.

Então acordamos assim: Sr. Advogado, Sr. Promotor, Sr. Juiz, Sr.Ministro, Sr. Delegado, Sr.Isso, Sr. Aquilo...

Se a mudança ferir suscetibilidades, então que se emende e, ato contínuo, se dê a qualificação que o profissional melindrado suplica.
idiossincrasias...sabe-se lá....

A final, Doutor é, em verdade, título acadêmico. Dado àquele que chegou à fronteira do conhecimento.

O que passar disso é tradição, vaidade ou aflição de espírito.

E nada acrescenta à combalida administração da justiça. (tambem desgosto desse nome)

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carmine 29 de Junho de 2011

Bem,a meu ver Doutor é pra quem tem doutorado,assim como Mestre pra quem tem mestrado. Tenho uma filha formada em medicina Veterinária que não aceita ser chamada de doutora e nem tem o doutora em seu carimbo. Agora que terminou o mestrado e vai começar o doutorado,diz que daqui há 4 anos,sim,poderá ter o título de Doutora apesar de não fazer nenhuma questão disso. Mas tenho uma dúvida: como vamos saber se um determinado profissional tem ou não o doutorado? teremos que perguntar(tenho um bichinho de nome celia)

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aos medianos... 29 de Junho de 2011

Na minha opinião advogados, médicos e/ou qualquer outro profissional com curso superior não é DOUTOR. Aliás, não sei o motivo pelo qual advogados, médicos, dentistas, fisioterapeutas, etc... insistem tanto em adicionar o termo DOUTOR antes do nome. Doutor é aquele profissional que, além de cursar uma faculdade (que é o que fazem os profissionais citados anteriormente) "ralam" muito para fazer um mestrado (02 anos no mínimo) e eum doutorado (quatro anos). Estes sim são os verdadeiros DOUTORES em suas áreas de atuação!!
Acho um absurdo profissional que não "ralaram" o suficiente fazerem uso deste título tão nobre!!
Agora uma pergunta: Qual será o motivo de tantos "Doutores" insistirem tanto neste título sem tê-lo conquistado??

Prof. Doutor (com doutorado!!) Sérgio Kurokawa

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maria 29 de Junho de 2011

Advogado na etimologia latina da palavra é - ad-vocare - significa ajudar, defendendo e chamando à razão, isto é, conduzindo o outro à verdade e à sabedoria do discernimento e, assim, o advogado é alguém que defende ou representa, perante a Justiça e o Poder, interesses alheios.

O advogado é, naturalmente, um jurista, um homem de leis, alguém que contribui activamente para a Administração da Justiça. Mas o advogado é muitas outras coisas. É confidente, é conselheiro, é quase um confessor. É alguém a quem um cidadão aflito e preocupado pensa logo em recorrer. É alguém a quem uma pessoa assustada, desprotegida, vulnerável, não hesita em bater à porta. É alguém a quem uma pessoa confia os seus sentimentos, delega as suas preocupações, deposita muitos dos seus interesses doutor e quem fez doutorado

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fabio 29 de Junho de 2011

Esta polêmica é tão inútil quanto abstrata e só poderia ser proveniente de uma nação atrasada como a nossa, o que reforça nossa mediocridade terceiro mundista. Um título acadêmico de tamanha envergadura não pode ser usurpado por quem não o conquistou. Isto é fraude! E é importante ressaltar que é aplicável a qualquer uma das áreas acadêmicas, não excluindo médicos nem advogados. Portanto senhores, estudem e conquistem este direito. Se é de cunho popular tratar estes profissionais com tal deferência, assim como os mais humildes tratam os mais abastados da mesma forma, penso se tratar de ignorância replicada. uma ignorância perpetrada desde os tempos do Império....Vamos evoluir

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Dr. Gesta 29 de Junho de 2011

Santa presepada!!! Não acredito que este DR. prerdeu seu precioso tempo escrevendo esta m... de dr. vai trabalhar meu amigo que o seu poder judiciário está uma merda por conta de pessoas desocupadas como vc que perdem o seu tempo com coisas menores, como promotor coloque os corruptos deste país na cadeia, pois este que é o seu papel. Cara prepotente e esnobe!

Luiz Coutinho 29 de Junho de 2011 - 14:52:15

Luiz Coutinho 29 de June de 2011 - 14:48:32

kkk. Mais uma excelente observação.Sem dúvida que, a rigor o título de doutor só pode ser exigido por quem tem o devido diploma acadêmico, contudo, por costume, virou sim vocativo, e não apenas um mero título acadêmico. Nunca vi ninguém corrigir um médico por ele se auto-intitular Doutor, é assunto de somenos importância. Parece que o "doutor" queria mesmo era desfilar as suas glórias, conquistas e verdades. Ele parece tão, ou mais, prepotente quanto todos que exigem tratamento imerecido (e aqui não me refiro aos méritos acadêmicos).

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Marcio Balbino 29 de Junho de 2011

Gostaria de parabenizar pelo brilhante artigo, contudo, no Brasil quem é Doutor é quem tem muito dinheiro, pois quem hoje é Graduado, bacharel, pós graduado, mestre, Doutor e PHD sem dinheiro tem apenas um diploma isso porque hoje até para ser doutor tem que ter o papel bordado chamado real e se vier com conversa de universidade pública tem que ter bolsa CPQ, E QI quem indique para você conseguir infelizmente esqueceram informa.

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Fernando 29 de Junho de 2011

Esta discussão é descabida. Não devemos confundir formas de tratamento com títulos, em especial os acadêmicos.
Não é estranho chamar alguém de mestre? Ou então de livre-docente?
Esse é um costume brasileiro e em especial, um costume forense brasileiro.

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Doutor Dotô 29 de Junho de 2011

Parabéns pela matéria, doutor!
Parabéns pelas conquistas e títulos, doutor!
Agora só falta mais um título: a modéstia.

nho tonhô 30 de Julho de 2011 - 19:06:18

oi amigo ese titulo ele nao vasi ter a soberba comrompeu su arma de pobre morta modedia e um titulo que DEUS nos da e noi faiz di tudo pra mode perde uia bao tamen so

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Alexandre Zanela 29 de Junho de 2011

Lendo este artigo, lembrei-me de um caso folclórico aqui da nossa querida Justiça do Trabalho da 2ª Região, em que uma ilustre magistrada (permito-me omitir o nome) brigou - e brigou feio - com uma atendente de caixa da agência do Banco do Brasil instalada dentro do Fórum Rui Barbosa, porque esta a chamou de "Senhora" e não de "Doutora".
A ilustre magistrada (até aquela data - e pelo que sei, até hoje) não fez nenhuma defesa de tese de Doutorado, mas pelo simples fato de ser uma Juíza do Trabalho, exigia o tratamento de "Doutora"... e numa agência bancária...
O pecado em questão não é exclusivo de advogados...

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Renato Ferro 29 de Junho de 2011

CORPORATIVISMO puro dos Srs. e Sras. Advogados desse país. Uma recém formada sem OAB, de faculdade de qualidade duvidosa, já se acha doutora tentando vender as facilidades a partir das dificuldades geradas por nosso Sistema. Classe arrogante que desconhece o rigor do processo academico para uma pessoa se tornar doutor a fim de fomentar a pesquisa, a educação e odesenvolvimento do país.

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Renato 29 de Junho de 2011

Realmente interessante o artigo e os comentários do pessoal. Eu na verdade, sou bacharel em direito e advogado, mas fico muito bem se me chamarem pelo meu nome e com respeito, o resto é apenas para inflar o ego! Com títulos ou sem títulos, todos morremos e viramos defuntos, só isso!

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José Vinícius 30 de Junho de 2011

Independente do título educacional conferido/obtido pelo advogado/médico/dentista dentre tantos outros, cabe a cada um de nós, pelo nosso livre arbítrio e pensamento, da forma mais educada possível, nominarmos ou não os 'doutores' sem Doutorado. Penso que, é evidente que pensamentos diferenciados sobre determinada situação como a referendada sempre estarão presentes, ainda mais em uma sociedade como a nossa, mas o conteúdo dos comentários não podem ser superiores ao RESPEITO pela opinião do próximo. Não quero aqui julgar a educação dos internautas/comentaristas, nem tampouco expressar que devem se calar diante de situação que vá em contrapartida com seu entendimento, apenas quero reforçar, tendo em vista a maioria dos comentários aqui postados, que somos imagem e semelhança uns dos outros, bem como iremos para o mesmo lugar quando nossa 'jornada' aqui se findar. Pratiquemos a paz em todas as suas formas.

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Carlos Alberto 30 de Junho de 2011

Sim é verdade o que diz o artigo. Mas gostaria de emitir uma opinião para reflexão: com a adoção do modelo fordista norteando a remuneração dos profissionais liberais, gradativamente foi se observando uma diminuição razoável da massa salarial dos mesmos, em especial dos profissionais de saúde, que não tem qualquer formação/conhecimento dos mecanismos de funcionamento da engrenagem sistemática, bem como de conteúdos administrativos e legais em seu processo de formação, e rotina laboral. Longe de tais defesas argumentativas, e lidando com o que há de mais sagrado(a vida humana!) esses profissionais exercitam, contra todas as adversidades, o amor ao próximo e a abnegação, para exercerem tal ministério com hombridade e nobreza de caráter; ademais é necessário muita estrutura moral, para mostrar-se firme aos princípios éticos da Saúde Pública,
Concluo portanto, defendendo que o mínimo que tal devoção e sacerdócio ao ser humano pode receber, é um pronome de tratamento a altura de comportamento tão cheio de amor e carinho com o próximo, desconhecido na maioria dos que abraçam a Medicina:
Médicos do Brasil, para este humilde brasileiro, vocês sempre terão de meus lábios, o mais cordial e afetivo cumprimento do reconhecimento, de quem já foi agraciado por tais condutas, que me mantiveram a vida, ouçam: Vocês são Os Doutores, e sempre serão!!!

pedro 30 de Junho de 2011 - 07:22:10

Qual o problema com a palavra medico,ADVOGADO E E.T.C. DOUTOR E PARA OS QUE SAO MAIS ESTUDADOS E PRONTO SIMPLES ASSIM O POVO METIDO. (tenho 10 anos)

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Edmall Greenhalgh 30 de Junho de 2011

Faz tempo que não encontro tanta inutilidade num único lugar.

O autor faz questão de dizer que doutor é quem faz doutorado e, olha só, faz questão de ser chamado de doutor. Quer puxar a sardinha para ele.

Na verdade, é um assunto tão nefasto que não valeria a pena nem mesmo comentá-lo.
O cara é tão sem noção que coloca na assinatura dele "membro vitalício do MP", coisa absolutamente desnecessária, pois sabemos que todo membro do MP possui a garantias constitucionais da "vitaliciedade", inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos. Ou seja, pra que ele coloca o que todo mundo já sabe?

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jose sarney 30 de Junho de 2011

Voces sabem a data deste comentario 2005 bando de piiiiiiii. cambada de f piiiiiiiiiii vai piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

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marisa motta 30 de Junho de 2011

Além de brilhante e extremamente envolvente o artigo desfaz dúvidas e esclarece com maestria os tratamentos pronominais que devam ser dirigidos a quem de direito.
Parabéns! Marisa Motta, advogada, e, portanto, bacharel.
Porto Alegre, 30 de junho de 2011.

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renato 30 de Junho de 2011

Já sei como resolver esse problema !!!
Vamos manter o titulo de doutor para a plebe que hoje assim é chamada por tradição e ignorância, e vamos criar o título de Doutorzasso! para os que tem o título de doutor de verdade !!!! que tal!!!!

Renato Ladeira 10 de Julho de 2011 - 19:17:29

Sim, e ai, o que a sociedade ganha com isso? Doutor vamos perder tempo com discutindo por coisa mais produtiva.Quem muito quer ser ovacionado é porque por dentro, bem lá no fundo sabe, que sofre de profunda carência, precisa ter seu ego massageado, precisa imaginar ser importante. Mas no final o que importa são as pessoas, e não os títulos que ostentam. Seu pai, seria menos pai, se não tivesse título? Doutor seja feliz, não perca tempo com este tipo de tolice. Se isso é muito importante para o seu ego eu de tratarei de DOUTOR....Se sentiu bem? Está feliz? É querer tão pouco da vida....Boa noite.

Renato 11 de Julho de 2011 - 23:04:02

Fala sério ! nunca pedi prá me chamarem de Doutor, e não tenho doutorado. Acho que você leu a mensagem de trás pra frente!
Mas valeu por seu tempo investido em coisa tão importante!

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Letícia 30 de Junho de 2011

"A Instrução Pública"
Fala-se novamente na reforma da instrução pública e os jornais se preocupam em pedir aos poderes públicos que a façam de forma a evitar os doutores.

No Brasil, o doutor (e olhem que eu escapei de ser doutor), é um flagelo, porque se transformou em nobreza e aos poucos foi açambarcando posições, fazendo criar coisas novas para eles, arrendando com o preconceito doutoral as atividades e as competências.

Ainda não há muito, foi anunciado que os comissários de polícia seriam unicamente os bacharéis em direito; na Estrada de Ferro Central, aos poucos, foram extinguindo, nas oficinas, escritórios e demais serviços técnicos, o acesso daqueles que se vinham fazendo pela prática e pela experiência, para dar os lugares aos doutores engenheiros das nossas escolas poli­técnicas.

A tendência vai se firmando, de constituir-se, entre nós uma espécie de teocracia doutoral.

Os costumes, o pouco respeito do povo, estão levando as coisas para isso.

O doutor, se é ignorante, o é; mas, sabe; o doutor, se é preto, o é, mas... é branco.

As famílias, os pais, querem casar as filhas com os doutores; e, se estes não têm emprego, lá correm à Câmara, ao Senado, às secretarias, pedindo, e põem em jogo a influên­cia dos parentes e aderentes.

Então, o orçamento aparece com autorizações de reformas e o bacharelete está empregado, repimpado como diretor, cônsul, enviado extraordinário e diz para nós outros: "Eu venci".

Nem os jornais escapam a essa superstição. Antigamente, os autores eram conhecidos pelos seus simples nomes; agora, eles aparecem sempre citados com o seu título universitário.

Na burocracia, a coisa é a mesma. Um empregado é mais competente do que outro, na matéria de montepio, porque aquele é engenheiro de minas e o outro não é nada.

À proporção que tal fato se vai dando, o nível da instrução vai baixando.

Não é nesta nem naquela escola; é em todas.

Essa página de doutor, dá panos para as mangas.

Se o governo quisesse extirpar o mal, não deveria manter absolutamente esses cursos seriados.

No que toca à instrução secundária, ainda poderia manter liceus, nos bairros, e, prover, de fato, a instrução secundária, no distrito, sem esquecer que o deve fazer também para as moças.

A instrução superior não devia ter seriação alguma.

O governo subvencionaria lentes, ajudantes, laboratórios, etc., sem prometer, ao fim do curso, que o estudante seria isto ou aquilo: bacharel ou dentista; engenheiro ou médico.

O estudante faria mesmo a escolha das matérias que precisasse, para exercer tal ou qual profissão.

Hoje, as profissões liberais se entrelaçam de tal modo e se dividem de tal forma, que, prender uma cabeça em um curso, é obrigá-la a estudar o que não precisa estudar e não aprender o que precisa aprender.

No mais, a mais livre concorrência...

Lima Barreto, Correio da Noite, Rio, 11-3-1915.


Está aí uma época em que qualquer bacharel era doutor.

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Ivaldo Abondanza 30 de Junho de 2011

Ridiculo. Trata-se de propaganda dos seus feitos (?). Para quem não sabe o titulo de Doutor obtido nos meios academicos só lá têm validade. Daí que na Procuradoria ...

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POBRE... 30 de Junho de 2011

Poupe-nos de seus comentários, o grande Doutor ocupou-se na maior parte de seu artigo a demonstrar seus predicados, se assim você, VOCÊ mesmo, se sentir uma pessoa melhor e mais feliz, ai vai, muito bem DOUTOR!!!

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José Maria 30 de Junho de 2011

A despeito dos nomes citados, das normas citadas e da interveniência da OAB para resolver o problema, também citado pelo ilustre procurador, ao meu ver, a questão central é a pobreza da nossa língua portuguesa aliada à falta de cultura do nosso povo brasileiro. PAra assim me expressar fui, simproriamente consultar três dicionários acerca do oque dizem sobre a palavra doutor e como o primeiro remeteu o assunto à pavra mestre e licenciado, dispus-me a trazer também o siginificado dessas outras duas que juntas com a palaavra doutor, assim simplifiquei:
No dicionário Aurélio a palavra Doutor é definida como:
(ô). [Do lat. doctore.]
S. m. - 1. Aquele que completou o doutorado ; 2. Aquele que se diplomou numa universidade. [Cf. licenciado (4) e mestre (13).]; 3. Médico, esculápio; 4. Homem muito douto; sábio; erudito.

No dicionário Michaelis apresenta a palavra doutor como:
(ô) s. m. 1. Aquele que recebeu supremo grau em uma faculdade universitária. 2. Por ext. Bacharel, advogado. 3. Pop. Médico. 4. Irôn. Homem que tem presunção de sábio.
No dicionário da Editora Rideel, a palavra doutor é apresentada como:

(ô) s.m. 1 Aquele que se formou numa faculdade e defendeu tese de doutorado. 2 P. ext. Nome que se dá impropriamente a todos os que concluíram os cursos superiores, sobretudo os bacharéis em Direito e os médicos. 3 Homem douto em qualquer ramo. 4 Doutor da Igreja: teólogo de grande autoridade. 5 Doutor honoris causa: aquele que recebeu honorificamente o título de doutor.
Nos mesmos dicionários, pesquisadas as palavras mestre e licenciado vê-se:

Mestre
[Do esp. maestre ou do fr. ant. maiestre, pelo arc. meestre.]
S. m.
1. Homem que ensina; professor. 2. Aquele que é perito ou versado numa ciência ou arte; 3. Homem superior e de muito saber: ... 13. Aquele que tem o mestrado

Afora isso ainda é tido por mestre, segundo o dicionário Aurélio: . Aquele que se avantaja em qualquer coisa: Artífice em relação aos seus oficiais; Chefe de fábrica; O Superior de ordem militar; o Título dado a artista, cientista ou escritor eminente, em sinal de respeito; o Chefe de operários; mestre-de-obras; o Diretor espiritual; mentor, confessor; O que tem o terceiro grau na maçonaria.

mestre
s. m. 1. Professor. 2. Aquele que é versado em uma arte ou ciência. 3. Aquele que ensina uma arte ou ciência. 4. Tudo o de que se tira lição. 5. Chefe ou iniciador de uma escola de pintura. 6. Artífice que dirige outros oficiais, ou trabalha por conta própria. 7. Chefe de oficina. 8. Aquele que tem o mestrado. Adj. 1. Que está em posição superior a. 2. Diz-se do que comanda. 3. Exímio, perito.

MES.TRE

s.m. 1 Homem que ensina; professor. 2 Aquele que é versado numa arte ou ciência. 3 O que se avantaja a outro em qualquer coisa. 4 Homem superior e de muito saber. 5 Tudo o que serve de ensino ou de que se tira lição (como em o tempo é um grande mestre). 6 Chefe ou iniciador de uma escola literária ou de pintura. 7 Mentor; confessor; diretor espiritual. 8 Chefe de fábrica. 9 Aquele que fiscaliza o aparelho e velame a bordo de um navio. 10 Comandante de pequena embarcação. 11 Artífice, em relação aos seus oficiais. 12 Título dado em sinal de respeito a pessoa eminente. 13 Maçom que recebeu o terceiro grau e que dirige os aprendizes e os companheiros. 14 Bras. RS O mourão mais grosso que se põe no ângulo do aramado. 15 Mestre de meninos ou de primeiras letras; mestre-escola.  adj. 16 O que tem vantagem em relação a outrem. 17 Principal; que serve de base ou guia. 18 Grande; extraordinário.  Fem. mestra.


Licenciado
[Part. de licenciar.]Adj. -- 1. Que tem licença, ou está autorizado por licença.
3. Que tem licenciatura.
S. m. - 4. Aquele que tem a licenciatura; 5. Bras. Aquele que exerce profissão liberal devidamente autorizado, embora não haja cursado o ensino superior.
Licenciado
adj. 1. Que tem licença. 2. Que se licenciou. 3. Despedido, dispensado do serviço S. m. Aquele que tem o grau de licenciatura.
Licenciado

adj. 1 Que tem ou está de licença. 2 Que foi despedido. 3 Que tem licenciatura.  s.m. 4 Aquele que tem o grau de licenciatura. 5 Bras. Aquele que exercia profissão liberal sem ter cursado o ensino superior.

Ao cabo de todas essas definições, o que se observa é que, no sentido linguístico, o doutor é quem defende tese de doutorado, o mestre é o que fez mestrado e o licenciado é o que tem licenciatura. Entretanto existe o sentido popular, as extensões interpretativas das palavras, as definições de funções e cargos com as mesmas palavras, com o mestre de obras, ou simplesmente o homem que ensina - o professor.
Assim fica difícil querer que todos saibam o ensinamento do ilustre procurador. A propósito, aquele aluno que o procurador se referiu, indagando porque fazer doutorado se já era doutor, até ele precisava ou precisa ser ensinado que as pessoas podem fazer tantos doutorados quanto possam e, nesse caso, existem aqueles que quando chamados, querem ser nominados pelos títulos, tantos quantos tenham, que o homem comum não é capaz de entender quando alguém é chamado de doutor, doutor, doutor Fulano de Tal. O ouvinte comum pensa logo que o falante (apresentador) está repetindo erroneamente quando não é verdade.Tem doutores com mais de um título de doutorado que querem assim ser apresentados.
É a nossa língua que é pobre de palavras, tendo uma única palavra muitos significados e ainda por cima tem a questão da ignorância, do ensino mal ensinado, dos cursos por correspondência ou à distância que nem sempre ensinam o que poderiam e deveriam; tem os diplomas comprados; tem as escolas que só existem no papel, ou funcionam debaixo de árvores ensinando muito menos ainda embora os alunos tenham que ser aprovados, contribuindo cada vez mais para aumentar a ignorância, afora o fato de que, antigamente, quem conseguia fazer uma faculdade era uma minoria, filhos de industriais, usineiros e pessoas abastadas, talvez daí a titulação para tais graduados. Hoje, como faculdades e universidade é o que mais têm, e graduados, saem às pampas todos os anos das universidades, talvez por isso, com a banalização dos cursos superiores, alguns bem reprovados nas avaliações mas se sustentando, talvez por isso, se queira realmente separar os graduados dos doutores. O problema é tirar isso da cabeça do povo, principalemente daquele iletrado, que, encontrar um doutor para acudir-lhe em uma necessidade, seja jurídica, seja médica, é mais importante do que efetivamente siginifica ou traduza essa palavrinha.

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joao carlos 30 de Junho de 2011

Advogado: Doutor por Excelência

Carmen Leonardo do Vale Poubel

O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral.

A Lei de diretrizes e bases da educação traça as normas que regem a avaliação de teses acadêmicas. Tese, proposições de idéias, que se expõe, se sustenta oralmente, e ainda inédita, pessoal e intransferível. Assim, para uma pessoa com nível universitário ser considerada doutora, deverá elaborar e defender, dentro das regras acadêmicas e monográficas, no mínimo uma tese, inédita. Provar, expondo, o que pensa.

A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: "cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado". A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: "Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827". Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se micro-filmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) -Rio de Janeiro/RJ.

A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOAB -Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país. Ademais, a referida legislação Imperial estabelece que o título de Doutor é destinado aos bacharéis em direito devidamente habilitados nos estatutos futuros. Sendo assim, basta tecnicamente para ostentar o título de Doutor, possuir o título de bacharel em direito e portar a carteira da OAB, nos termos do regulamento em vigor.

O título de doutor foi outorgado pela primeira vez no século XII aos filósofos -DOUTORES SAPIENTIAE, como por exemplo, Santo Tomás de Aquino, e aos que promoviam conferências públicas, advogados e juristas, estes últimos como JUS RESPONDENDI. Na Itália, o advogado recebeu pela primeira vez título como DOCTOR LEGUM, DOCTORES ÉS LOIX. Na França, os advogados eram chamados de DOCTORES CANONUM ET DECRETALIUM, mais tarde DOCTORES UTRUISQUE JURIS, e assim por diante em inúmeros outros países. Pesquisa histórica creditada ao digníssimo Doutor Júlio Cardella (tribuna do Advogado, 1986, pág.05), que considera ainda que o advogado ostenta legitimamente o título antes mesmo que o médico, uma vez que este, ressalvado o seu imenso valor, somente recebeu o título por popularidade.

E mais além, para àqueles que a Bíblia detém alguma relevância histórica, são os juristas, àqueles que interpretavam a Lei de Móises, no Livro da Sabedoria, considerados doutores da lei.

Não obstante, o referido título não se reveste de mera benesse monárquica. O exercício da advocacia consubstancia-se essencialmente na formação de teses, na articulação de argumentos possíveis juridicamente, em concatenar idéias na defesa de interesses legítimos que sejam compatíveis com o ordenamento jurídico pátrio. Não basta, portanto, possuir formação intelectual e elaborar apenas uma tese. "Cada caso é um caso". As teses dos advogados são levadas a público, aos tribunais, contestadas nos limites de seus fundamentos, argumentos, convencimento, e por fim julgadas à exaustão. Se confirmadas pela justiça, passam do mundo das idéias, para o mundo real, por força judicial. Não resta dúvida que a advocacia possui o teor da excelência intelectual, e por lei, os profissionais que a exercem devem ostentar a condição de doutores. É o advogado, que enquanto profissional do direito, que deve a si mesmo o questionamento interior de estar à altura de tão elevada honraria, por mérito, por capacidade e competência, se distinto e justo na condução dos interesses por Ele defendido. Posto que aprendemos no curso de direito que uma mentira muitas vezes dita aparenta verdade. Mas na sua essência será sempre mentira.

Não é difícil encontrar quem menospreze a classe dos advogados, expurgando dos seus membros o título legítimo de Doutor. Mas é inerente a capacidade intelectual compreender que o ignorante fala, e só, nos domínios dos conhecimentos seus, e, portanto, não detém nenhum domínio. Apenas energia desperdiçada inutilmente! A jóia encravada no seu crânio é estéril.

As razões de direito e argumentos jurídicos aduzidos, fincam convicção de que ostentar o título de doutor, para o advogado é um direito, e não uma mera benevolência. Tal raciocínio nos conduz à conclusão de que o título acadêmico e o título dado à classe advocatícia não se confundem, possuem natureza diversa. E sustentar qualquer um dos dois é sem dúvida um ato de imensa coragem e determinação. Exige do ser humano o mínimo de capacidade intelectual em concatenar idéias, assimilar conhecimentos, fatos e atos, correlacionar, verbalizar, o todo, a parte... etc. Melhor ir além...e no caso do advogado, sem dúvida, exige mais... independência de caráter, isenção, continuidade, credibilidade, responsabilidade. Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais à resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução.


Sobre a autora:

Carmen Leonardo do Vale Poubel, advogada em Cachoeiro de Itapemirim ‑ ES, E-mail: cleo@yahoo.com


Matéria publicada em 01/02/2009 - Edição Número 114


fernando 30 de Junho de 2011 - 17:39:53

fernando sauai 26 de Junho de 2011

Requisitos para a obtenção do grau de doutor

Os requisitos para a obtenção do grau de Doutor variam significativamente de país para país. A seguir, apresenta-se uma breve descrição sobre a estrutura dos cursos de doutorado em diferentes países representativos da América e Europa.

Doutoramento (português europeu) ou doutorado (português brasileiro) é um grau académico concedido por uma instituição de ensino superior universitário, que pode ser uma universidade, um centro universitário, uma faculdade isolada. Com o propósito de certificar a capacidade do candidato para desenvolver investigação num determinado campo da ciência (no seu conceito mais abrangente).

Neste grau académico espera-se que o aluno adquira capacidade de trabalho independente e criativo. Esta capacidade deve ser demonstrada pela criação de novo conhecimento e será validada por publicações em bons veículos científicos ou pela obtenção de patentes. É essencial para a seleção ao doutorado a demonstração de qualidades e experiência em pesquisa. Um bom currículo acadêmico na graduação é condição indispensável.

[editar] Portugal

Em Portugal a obtenção do título de doutor está regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho.[4] Há contudo áreas, como a do Direito, onde o costume atribui o título de Dr. aos advogados e, inclusive, aos novos Solicitadores. Os licenciados que fizerem o Mestrado são denominados Mestres (na prática continuam a ser tratados por Doutores) e a realização do Doutoramento atribui o título de Professor Doutor em Direito.

[editar] Estados Unidos da América

Nos Estados Unidos, o doutorado tradicional por pesquisa (research doctorate) requer a conclusão de um trabalho extenso de investigação científica que represente uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento na área de estudos em que o trabalho se insere. O grau mais comum de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos é o de Philosophiæ Doctor (Ph.D.) ou Doctor of Philosophy, literalmente traduzido como "Doutor de Filosofia", mas concedido na realidade em praticamente todas as áreas de conhecimento, incluindo engenharia, computação, matemática e estatística, ciências naturais, ciências sociais e humanas, além de filosofia propriamente dita.

Algumas universidades americanas outorgam porém outros títulos de doutor por pesquisa equivalentes a um Ph.D., em particular os graus de Scientiæ Doctor (Sc.D.) ou Doctor of Science ("Doutor de Ciência"), concedido nas áreas de engenharia e ciências naturais, Theologiæ Doctor (Th.D.) ou Doctor of Theology, para candidatos na área de teologia, e Scientiæ Juris Doctor (S.J.D.), traduzido normalmente em inglês como Doctor of Juridical Science ou Doctor of the Science of Law e outorgado a candidatos que se especializam no estudo da teoria e ciência do Direito.

A admissão em um programa de doutorado por pesquisa nos Estados Unidos (Ph.D. ou equivalente) normalmente requer a conclusão prévia de um curso de graduação de quatro anos em uma universidade americana levando aos graus de Bachelor of Science (B.S.) ou Bachelor of Arts (B.A.). Bom desempenho acadêmico no curso de graduação (medido através do Grade Point Average ou GPA), excelentes cartas de recomendação, experiência de pesquisa na área e scores altos em exames padronizados como o Graduate Record Examination (GRE) também são requisitos usualmente exigidos para admissão.

Diferentes diplomas de graduação obtidos no exterior são também aceitos para fins de ingresso em programas de pós-graduação nos Estados Unidos desde que considerados equivalentes em rigor e conteúdo a títulos similares obtidos em universidades americanas. Alunos estrangeiros cuja primeira língua não seja o inglês e que não tenham concluído seu curso de graduação em uma instituição onde o inglês seja a língua padrão de instrução devem entretanto fornecer evidência adicional de proficiência na língua inglesa, normalmente através da obtenção de uma nota mínima em exame padronizados como o Test of English as a Foreign Language (TOEFL).

Estritamente falando, a conclusão prévia de um curso de Mestrado não é mandatória para o ingresso em um programa de doutorado nos Estados Unidos. Entretanto, em muitos casos, os alunos admitidos no programa possuem "a priori" ou adquirem "in cursu" ao grau de Doutor um grau adicional de Mestre, por exemplo Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), obtido normalmente um ou dois anos após o bacharelado. Em geral, as universidades históricas norte-americanas (por exemplo, Harvard, Yale, ou Princeton ) possuem uma seção de graduação denominada college que concede bacharelados e uma ou mais escolas de pós-graduação (graduate schools) que outorgam títulos de mestre e de doutor por pesquisa.

As contribuições, resultados e conclusões de um trabalho de doutorado por pesquisa devem ser sistematizados em uma tese (Ph.D. dissertation) que é examinada oralmente, normalmente em sessão pública, por um painel de especialistas na área incluindo um professor orientador do aluno (chamado advisor), pelo menos um membro externo à universidade ou departamento ao qual a tese foi submetida, e mais um ou dois membros internos também pertencentes ao corpo docente do departamento. Em alguns programas entretanto, o exame oral final é aberto apenas a convidados, enquanto a apresentação pública da tese pelo candidato se dá em um seminário de pesquisa realizado separadamente .

Além da tese e aprovação no exame oral final, normalmente se exige também para a concessão do grau de Ph.D. que o candidato curse diversas disciplinas avançadas de pós-graduação (graduate classes), complete um ou dois semestres de estágio-docência (teaching internship) e seja aprovado em um ou mais exames preliminares de qualificação (qualifying exams) que visam a avaliar conhecimentos gerais e específicos do aluno na sua área de pesquisa (major field) e, possivelmente, outras áreas afins (minor fields). Dependendo do programa, os exames de qualificação podem ser orais, escritos, ou, na maioria dos casos, uma combinação de ambos.

Após a aprovação no(s) exame(s) de qualificação e a integralização dos créditos necessários de disciplinas, o aluno é normalmente promovido oficialmente a candidatura ao doutorado e deve apresentar, dentro de um prazo máximo especificado pelo programa, uma proposta formal de tese (Ph.D. dissertation proposal) que precisa ser aceita preliminarmente, às vezes após um exame oral de proposta de tese.

Em várias universidades americanas, os alunos de doutorado passam por uma avaliação formal obrigatória de desempenho, geralmente a cada semestre, onde precisam demonstrar progresso contínuo em direção à obtenção do grau de doutor. Caso o desempenho seja considerado insatisfatório, o aluno pode teoricamente ser desligado do programa. Em particular, é comum muitos orientadores nos Estados Unidos exigirem informalmente que os seus alunos publiquem diversos artigos em anais de conferências e periódicos internacionais indexados com revisão por pares antes que possam defender suas teses.

Considerando-se os múltiplos requisitos e o nível de exigência elevado para as teses, o tempo normal necessário para a obtenção de um grau de Ph.D. nos Estados Unidos varia de três a cinco anos para alunos que ingressam no programa com mestrado já concluído e, de cinco a sete anos para alunos de doutorado direto (i.e., que ingressam no programa apenas com um grau de bacharel). Em geral, doutorados em ciências humanas costumam ser concluídos em prazos mais longos do que em ciência naturais ou ciências exatas e podem incluir, além dos pré-requisitos mencionados anteriormente, exigências adicionais de aprovação em exames de proficiência em duas ou mais línguas estrangeiras.

Ao contrário da prática comum em outros países, os graus de doutor por pesquisa nos Estados Unidos não recebem uma nota associada nem são classificados em diferentes categorias baseadas em menções honrosas (por exemplo, "excelente", "muito bom", "bom", etc.). O resultado do exame oral final de tese é sempre binário, ou seja, aprovação (Pass, normalmente condicionada a pequenas revisões na tese) ou reprovação (Fail).

[editar] Doutorados Profissionais nos Estados Unidos

Ao contrário do que ocorre no Brasil ou em Portugal, o ingresso nos Estados Unidos em alguns cursos profissionais como direito e medicina é possível apenas para alunos que já tenham concluído um curso superior de graduação de quatro anos em alguma outra área. Após três ou quatro anos adicionais de estudos em uma escola profissional superior (por exemplo, Law School ou Medical School ), o aluno recebe então um segundo grau universitário designado pelo departamento federal de educação (U.S Department of Education) um "primeiro grau profissional" ou, em inglês, first-professional degree.

Vários graus profissionais norte-americanos incorporam a palavra "Doutor" aos seus títulos, sendo muitas vezes chamados informalmente professional doctorates ou, em português, "doutorados profissionais". Como exemplo, podem-se citar os graus de Juris Doctor (J.D.) ou Doctor of Jurisprudence ("Doutor de Jurisprudência"), considerado o primeiro grau profissional em Direito; Medicinæ Doctor (M.D.) ou Doctor of Medicine ("Doutor de Medicina"), considerado o primeiro grau profissional em medicina; e outros graus equivalentes, por exemplo, em odontologia (D.M.D.) e medicina veterinária (D.V.M).

Os "doutorados profissionais" no sentido usado no vernáculo americano não devem, entretanto, ser confundidos com os doutorados de pesquisa descritos anteriormente, pois são outorgados apenas com base no desempenho do aluno em disciplinas e estágios, não exigindo a geração pelo aluno de novo conhecimento na sua área de estudo através de pesquisa original.

[editar] Reino Unido

Como nos Estados Unidos, a conclusão de um programa de doutorado por pesquisa em qualquer área de estudos leva à obtenção no Reino Unido do grau de Doctor of Philosophy, abreviado em inglês britânico PhD ou, mais raramente, DPhil. Duas condições necessárias para a concessão do grau britânico de PhD são a aprovação do candidato em um exame oral final e a submissão de uma tese longa de pesquisa cujos resultados devem ser passíveis de publicação externa em periódicos indexados com revisão por pares e devem representar uma contribuição original substancial ao conhecimento na sua respectiva área.

O ingresso em um programa de doutorado por pesquisa exige normalmente a conclusão prévia de um curso de graduação de três anos em uma universidade inglesa levando a um grau de bacharel, por exemplo Bachelor of Arts (BA) ou Bachelor of Science (BSc), classificado nas categorias First Class ou Upper-Second Class de acordo com o sistema padrão de classificação de graus acadêmicos britânicos (honours system).

Graus de bacharel obtidos em outros países podem ser aceitos para fins de admissão desde que considerados equivalentes a um Honours degree britânico, mas alunos estrangeiros cuja língua materna ou língua de instrução não seja o inglês devem fornecer também evidência de proficiência na língua inglesa, normalmente na forma de notas mínimas em exames padronizados como o IELTS da Universidade de Cambridge.

Adicionalmente, exige-se na maioria dos casos que o candidato a ingresso no doutorado tenha também completado previamente um curso de pós-graduação na Inglaterra, tipicamente de um ano (incluindo disciplinas, exames finais escritos e uma dissertação curta de pesquisa), e tenha obtido um grau correspondente de Mestre, normalmente Master of Science (MSc) ou Master of Arts (MA) ( exceto em Oxford e Cambridge, que usam títulos distintos para os seus cursos de mestrado por disciplinas). Alternativamente, o ingresso direto em um programa de doutorado é possível para alunos que tenham concluído em uma universidade inglesa um curso de graduação estendido de quatro anos em engenharia, matemática, ou ciências naturais (física, química, etc.) levando à obtenção de um grau de Master of Engineering (MEng), Master of Mathematics (MMath), Master of Natural Sciences (MSci), ou equivalente.

Como no caso do bacharelado, títulos de Mestre obtidos no exterior também são aceitáveis para fins de ingresso em programas de doutorado no Reino Unido, desde que o programa cursado seja considerado equivalente a um mestrado com disciplinas inglês incluindo um componente de pesquisa.

Mesmo que já tenham concluído anteriormente um curso de mestrado com disciplinas, os alunos de doutorado no Reino Unido são em geral admitidos inicialmente como candidatos a um segundo grau de mestre por pesquisa (research master's degree) ou, alternativamente, como alunos em estágio probatório (probationer research student). A transferência para candidatura ao doutorado, permanência como candidato a um segundo grau de mestrado ou desligamento da universidade são condicionados ao desempenho do aluno em um exame oral preliminar (às vezes chamado Transfer Examination ou Progress Examination) que é realizado normalmente no final do primeiro ano do programa.

Alunos em estágio probatório no primeiro ano geralmente recebem treinamento intensivo específico em técnicas/métodos de pesquisa e, em algumas universidades, são também obrigados a cursar disciplinas avançadas de pós-graduação para complementar sua formação geral. Nestes casos, o desempenho do aluno nos exames finais escritos das disciplinas cursadas é considerado, juntamente com o resultado do exame oral preliminar, na decisão de promoção ou não a candidatura ao doutorado. Passado o estágio probatório no primeiro ano, não há em geral exigências adicionais de disciplinas a serem cursadas e o candidato ao doutorado concentra-se diretamente no trabalho de pesquisa relativo à tese. Em algumas universidades porém, uma segunda avaliação formal de progresso do aluno é feita no final do segundo ano para confirmar ou não o seu status de candidato ao doutorado.

Um prazo ideal de três anos de estudo integral é normalmente sugerido pelas universidades britânicas para a conclusão de um trabalho de pesquisa para doutorado. Em algumas universidades porém, o primeiro ano probatório pode eventualmente não ser contabilizado neste prazo, estendendo na prática o tempo ideal esperado para término do trabalho de pesquisa (contado a partir da primeira matrícula) de três para quatro anos. Em qualquer caso, uma vez vencido o prazo ideal esperado para a conclusão do trabalho de pesquisa, o doutorando dispõe na maioria das universidades de um período adicional de três a no máximo doze meses para escrever a tese e submetê-la para exame final.

Diferentemente do modelo americano de "defesa de tese", o exame final para candidatos que submetem teses de doutorado no Reino Unido geralmente não inclui uma apresentação pública da tese pelo candidato. Ao contrário, assemelha-se mais a uma prova oral propriamente dita (Viva Voce), sendo fechado ao público e contando normalmente apenas com dois examinadores, um interno e um externo à universidade, excluindo-se necessariamente o professor orientador da tese (chamado supervisor na Inglaterra).

As questões dos examinadores visam a determinar principalmente: (1) se a tese é original e representa uma contribuição substancial ao conhecimento que justifique a concessão de um grau de doutor; (2) se os resultados da tese são corretos do ponto vista científico e passíveis de publicação externa; (3) se o candidato tem suficiente familiaridade com a literatura pré-existente na área, incluindo possivelmente não só as referências bibliográficas mencionadas na tese, mas também outras que os examinadores julgarem relevantes; e (4) se o candidato, além de demonstrar conhecimento profundo e detalhado do próprio trabalho, possui ainda conhecimentos gerais apropriados na sua área de pesquisa.

O resultado do exame final , baseado na avaliação prévia da tese pelos examinadores e na prova oral propriamente dita, pode ser: aprovação do candidato e recomendação de concessão do grau de doutor (quase sempre condicionada a pequenas modificações na tese), reprovação do candidato com a recomendação de que ele receba um grau inferior de mestre por pesquisa (normalmente MLitt ou MPhil), ou reprovação do candidato sem recomendação de outorga de qualquer grau acadêmico, certificado ou diploma. Como nos Estados Unidos, não se atribuem menções honrosas distintas a candidatos aprovados, sendo todos os doutorados aprovados considerados de mérito equivalente.

Excepcionalmente no caso de estudantes de medicina, é possível obter-se o grau de Doctor of Philosophy juntamente com os graus profissionais de Bachelor of Medicine and Bachelor of Surgery (MB/BChir) em um prazo total de nove anos, divididos em três anos iniciais de estudos pré-clínicos em ciências biomédicas, três anos de treinamento clínico (clinical course) em um hospital universitário, e três anos adicionais de trabalho de pesquisa original, normalmente intercalados entre o primeiro e o segundo anos ideais do clinical course.

[editar] Doutorados profissionais no Reino Unido

Além do doutorado por pesquisa tradicional descrito anteriormente (PhD/DPhil), algumas universidades britânicas introduziram recentemente uma nova modalidade de doutorado genericamente designada "doutorado professional" (professional doctorate), que não deve ser confundida com os first-professional degrees norte-americanos, por exemplo J.D. e M.D.

Assim como o PhD, o grau de doutor profissional no Reino Unido exige a conclusão de um trabalho de pesquisa que represente uma contribuição original significativa ao estado atual do conhecimento. Os tópicos de pesquisa são geralmente orientados entretanto para problemas com aplicação direta em um ambiente profissional. Formalmente, os doutorados profissionais diferenciam-se ainda do PhD tradicional no Reino Unido por apresentarem, além do componente de pesquisa, uma quantidade maior de disciplinas obrigatórias que devem ser cursadas pelo candidato para obtenção do grau.

Exemplos de doutorados profissionais britânicos incluem os graus de Doctor of Engineering (Eng.D), Doctor of Education (Ed.D), Doctor of Clinical Psychology (D.Clin.Psy) e Doctor of Business Administration (D.B.A). No caso específico do grau de Eng.D, a maior parte do trabalho de pesquisa é desenvolvida em uma empresa industrial que patrocina o candidato, sob coorientação de um supervisor da indústria. O tema da pesquisa é em geral escolhido para atender a interesses específicos do parceiro industrial e, muitas vezes, um portfólio de relatórios de projetos de engenharia pode ser submetido como alternativa a uma tese monográfica para fins de obtenção do grau.

[editar] Doutorados superiores no Reino Unido

Uma terceira modalidade de grau de doutor outorgada ainda por algumas universidades no Reino Unido são os chamados "doutorados superiores" (higher doctorates), cuja origem remonta aos tempos medievais. Historicamente, os doutorados superiores foram os primeiros a ser outorgados pelas chamadas "universidades antigas" da Inglaterra (Oxford e Cambridge) e, até o início do século XX, eram na realidade os únicos graus de doutor disponíveis no sistema universitário britânico.

Modernamente, doutorados superiores são concedidos, em geral raramente, a candidatos seniores cuja contribuição ao longo dos anos à sua área de atuação, avaliada normalmente pela análise de um memorial cumulativo de publicações científicas ou obras literárias/artísticas, é tal que o candidato possa ser considerado uma autoridade ou se destaque em alguma arte ou campo do conhecimento. A maioria das universidades na Inglaterra restringe a concessão de doutorados superiores a ex-alunos ou membros do seu corpo docente.

Como exemplos de doutorados superiores ingleses, podem-se citar os graus de Legum Doctor (LLD) ou Doctor of Laws ("Doutor de Leis") , Litterarum Doctor (LittD) ou Doctor of Letters ("Doutor de Letras"), e Divinitatis Doctor (DD) ou Doctor of Divinity (lit. "Doutor de Divindade", na área de teologia). Ao contrário da prática norte-americana, são também higher doctorates no Reino Unido os graus de Medicinæ Doctor(MD) e Scientiæ Doctor (ScD).

Note ainda que, nos Estados Unidos, o equivalente a doutorados superiores como LL.D., Litt.D. ou mesmo Sc.D. são ocasionalmente concedidos apenas a título honorário, sem uma análise formal como no Reino Unido de um memorial cumulativo do candidato ou qualquer outra exigência acadêmica.

[editar] Alemanha

O conceito moderno de "doutorado de pesquisa" surgiu na Alemanha, de onde foi exportado primeiro para os Estados Unidos (na segunda metade do século XIX) e posteriormente para a Inglaterra (apenas na primeira metade do século XX). Nos dias de hoje, o doutorado de pesquisa continua sendo a principal modalidade de doutorado outorgado pelas universidades alemãs, embora existam também doutorados honorários (Dr.h.c.) que não exigem a conclusão de um trabalho original de pesquisa, a submissão de uma tese de doutoramento e um exame final do candidato. Ao contrário dos Estados Unidos, inexistem na Alemanha "doutorados profissionais", por exemplo em direito e medicina, e profissionais dessas áreas não usam normalmente o título de doutor, a não ser que concluam adicionamente um programa de doutorado por pesquisa , o que é bastante usual principalmente entre os médicos (Ärzte).

O acesso a um programa de doutorado na Alemanha exigia até recentemente que o candidato normalmente tivesse concluído um curso de graduação de cinco anos em alguma área de humanidades ou ciências sociais levando ao grau de Magister Artium ("mestre de artes") ou, alternativamente, tivesse completado um curso de graduação de cinco anos levando a um Diplom (univ.) em alguma especialidade de ciências naturais, engenharia ou matemática. No caso de certas profissões reguladas pelo Estado como direito, exigia-se que o candidato ao doutorado tivesse obtido aprovação preliminar na primeira etapa do correspondente Staatsexamen ("exame de estado").

Com as reformas introduzidas no contexto da Declaração de Bolonha, os antigos cursos universitários alemães de quatro ou cinco anos foram reorganizados em cursos de bacharelado de três anos seguidos de cursos de mestrado de dois anos, sendo a conclusão do mestrado normalmente necessária para o ingresso no doutorado. Alunos que não possuem um grau ou diploma apropriado de uma universidade alemã na sua área desejada de estudos são normalmente obrigados a se submeter a um exame oral preliminar (chamado Promotionsvorprüfung ou Promotionseignungsprüfung) onde geralmente são examinados seus conhecimentos em uma disciplina principal (Hauptfach) e até duas disciplinas secundárias (Nebenfächer). Dependendo do resultado do Vorprüfung, o aluno é considerado qualificado ou não para iniciar um trabalho de pesquisa de doutorado. Alunos dos quais se exige normalmente um Vorprüfung para doutorado incluem tipicamente diplomados em faculdades alemãs de tecnologia (Fachhochschulen) e, em alguns casos, alunos estrangeiros (principalmente quando provenientes de países fora da União Européia).

Para doutorandos considerados qualificados por titulação prévia ou exame preliminar, não há em geral exigências formais adicionais de disciplinas a serem cursadas exceto, possivelmente, seminários de pesquisa (Oberseminare). O doutorando concentra-se então diretamente em um trabalho original de investigação científica realizado sob a supervisão de um professor orientador (Doktorvater), culminando na submissão de uma tese de doutorado (Dissertation ou Doktorarbeit). É comum também que, no curso do seu trabalho de doutorado, o aluno sirva ainda como auxiliar de ensino em disciplinas de graduação oferecidas pelos institutos ou cátedras aos quais o seu orientador está vinculado.

O julgamento das teses de doutorado na Alemanha é feito via de regra antes do exame final por dois relatores, possivelmente externos à universidade. Se a tese for aprovada pelos relatores, o candidato habilita-se ao exame final (Doktorprüfung) que normalmente consiste de uma apresentação pública da tese seguida de uma discussão aberta com um painel de especialistas (Disputation); uma prova oral fechada (Rigorosum), onde não se examina a tese em si, mas sim conhecimentos gerais em disciplinas afins à área de estudo do candidato; ou, uma combinação dessas duas modalidades de avaliação. Em qualquer caso, a nota global associada ao grau é sempre calculada ponderando-se a nota dada à tese pelos relatores e a nota obtida pelo candidato no exame final.

Ao contrário da prática anglo-americana, os doutorados alemães recebem denominações diferentes dependendo da área de conhecimento em que se inserem. Particularmente freqüentes são os graus de Doktor der Ingenieurwissenchaften (Dr.-Ing.), concedido nas várias especialidades de engenharia; Doctor rerum naturalium (Dr.rer.nat), disponível nas áreas de matemática e ciências naturais (física, química, biologia, etc.); Doctor rerum politicarum (Dr.rer.pol.), outorgado em sociologia, economia e áreas correlatas; Doctor philosophiæ (Dr.phil.) obtido na maioria das ciências humanas; Doctor medicinæ (Dr. med.), na área de medicina; e Doctor iuris (Dr.iur.), em direito, para advogados, juízes e promotores.

De acordo com a nota obtida, os graus de doutor concedidos na Alemanha são classificados em diferentes categorias de mérito, designadas em latim (com tradução em alemão entre parênteses) por: Rite (befriedigend), Cum Laude (gut), Magna cum Laude (sehr gut), e Summa cum Laude (ausgezeichnet), ou, em português, "satisfatório", "bom", "muito bom" e "excelente".

O tempo normal para a conclusão de um programa de doutorado na Alemanha é, como na Inglaterra, de três a quatro anos. Uma exceção são os doutorados em medicina, que são concluídos em prazos bem mais curtos uma vez que os candidatos iniciam seu trabalho de pesquisa em paralelo aos estudos clínicos de graduação e o nível das teses, especialmente em termos de originalidade, é freqüentemente inferior àquele exigido no demais doutorados alemães em outras áreas ou em um Ph.D. anglo-americano.

[editar] Habilitação

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e no Reino Unido, a obtenção do grau de doutor (Promotion) até recentemente não permitia a um indivíduo candidatar-se imediatamente ao ingresso na carreira docente superior na Alemanha. Para obter a permissão de lecionar em uma universidade (venia legendi) e para poder orientar doutorandos, um pesquisador na Alemanha precisava obter primeiro uma qualificação adicional denominada Habilitation, que exige vários anos de produção acadêmica após o doutorado. Apesar de esse requisito estar sendo atualmente revisto com a introdução da carreira de Juniorprofessor, a Habilitation ainda é necessária por exemplo para a obtenção de tenure (i.e. proteção contra demissão sumária) nas universidades alemãs.

A Habilitation alemã requer a submissão, julgamento e exame oral de uma Habilitationsschrift, que pode ser uma segunda tese monográfica ou um memorial cumulativo de publicações com arbitragem em uma mesma área de especialização. Embora a Habilitation seja considerada uma qualificação profissional e não um grau acadêmico, os portadores do título de doutor que foram habilitados são autorizados a adicionar a abreviatura habil. ao seu grau acadêmico (por exemplo Dr.rer.nat.habil., Dr-Ing.habil., etc.). O uso da designação Dr.habil. é raro entretanto quando o habilitado efetivamente dá aulas como Privatdozent em uma universidade, em cujo caso o título PD Dr. é usado alternativamente. O título de PD Dr. assim como a designação Dr.habil. deixam de ser oficialmente usados a partir do momento que o habilitado é chamado para uma cátedra (Lehrsthul) como Professor em uma universidade, em cujo caso o título Prof. Dr. passa a ser empregado.

[editar] França

No sistema antigo criado pela reforma universitária de 1974, distinguiam-se na França os chamados "doutorados inferiores" como o Doctorat de Troisième Cycle e o doutorado superior denominado Doctorat d'État.

O Doctorat de Troisième Cycle, literalmente traduzido "doutorado de terceiro ciclo", mas considerado na realidade equivalente apenas a um grau norte-americano de Master of Science (M.S.) ou Master of Arts (M.A.), era obtido normalmente dois anos após a conclusão de um curso superior inicial de quatro anos (levando aos graus de Licence após os três primeiros anos e Maîtrise após o quarto ano). O primeiro ano do chamado "terceiro ciclo" era constituído de disciplinas levando à obtenção de um Diplôme d'études approfondies ("diploma de estudos aprofundados", abreviado D.E.A). No segundo ano, o aluno desenvolvia e defendia uma tese que, como um mestrado anglo-americano, devia evidenciar domínio da área de estudo escolhida e familiaridade com técnicas de pesquisa, mas que não precisava representar, como no doutorado de pesquisa alemão, americano ou britânico, uma contribuição original e significativa ao estado atual do conhecimento.

O Doctorat d'État, que na reforma de 1974 substituiu os antigos graus de doutor do decreto de 1808 ( Docteur ès Sciences, Docteur ès Lettres, Docteur en Droit, etc.), exigia por sua vez de quatro a seis anos de preparação e a submissão e defesa (soutenance) de uma segunda tese de nível comparável a uma tese de doutorado (Ph.D. dissertation) no modelo norte-americano. O tempo longo de preparação devia-se em parte ao fato de que a tese era desenvolvida em paralelo a atividades docentes, normalmente na posição de maître assistant, a que se tinha acesso apenas com um título de Docteur de Troisième Cycle.

A reforma universitária de 1984 e, mais recentemente, a reforma L-M-D no contexto da Declaração de Bolonha reorganizaram completamente o sistema de graus acadêmicos franceses pondo fim ao modelo antigo descrito acima. O quarto ano de estudos superiores pós-ensino secundário (antiga Maîtrise) e o primeiro ano de disciplinas do terceiro ciclo levando ao antigo D.E.A foram reorganizados em um curso de dois anos de Master que se segue normalmente a um primeiro curso de graduação de três anos (Licence) em uma universidade francesa. Alternativamente, pode-se obter ainda um Master em paralelo ao último ano de uma formação de Ingénieur em uma Grande École francesa. Os antigos graus de Docteur de Troisième Cycle e Docteur d'État foram por sua vez abolidos e substituídos por um grau único de Docteur, obtido após o Master em um prazo adicional normal de três anos com a exigência de submissão de uma tese de nível semelhante a uma tese de doutorado de pesquisa desenvolvida em outros países.

Atualmente, o novo grau de Docteur permite o acesso na França à carreira docente superior no nível de Maître de Conférences, antes acessível apenas com um grau de Docteur d'État. A promoção entretanto ao nível de Professeur des Universités, com direito a orientar teses de doutorado, requer a obtenção adicional de uma Habilitation à diriger des recherches, que é uma qualificação profissional semelhante à Habilitation alemã e que, como aquela, exige normalmente a submissão e julgamento de um memorial cumulativo de publicações científicas e evidências de experiência em pesquisa além do doutorado. Como alternativa à Habilitation, é possível ainda aceder à categoria de Professeur des Universités em algumas poucas áreas de estudo, notadamente direito, economia e ciências sociais, por aprovação em um concurso público de Agrégation.

[editar] Brasil

A designação "doutor" é usada popularmente no Brasil para se referir aos profissionais de advocacia, saúde, profissionais do direito em geral, alguns servidores públicos e autoridades, independentemente de estes indivíduos possuírem ou não diplomas de pós-graduação. No meio acadêmico brasileiro entretanto, o título de doutor é oficialmente reservado apenas a pessoas que concluíram com sucesso um programa de doutorado (também chamado "doutoramento"), o que normalmente requer no mínimo seis anos de estudo integral após o primeiro diploma de graduação, incluindo dois anos para a obtenção do grau de mestre.

A estrutura dos cursos de doutorado no Brasil assemelha-se mais ao modelo norte-americano do que ao europeu. Em geral se exige que o candidato ao doutorado acumule um número mínimo de créditos acadêmicos obtidos por aprovação em disciplinas de pós-graduação não contabilizadas previamente em um programa de mestrado. Aprovação em dois exames de proficiência em língua estrangeira, respectivamente em inglês e em um segundo idioma, e aprovação em um exame de qualificação de doutorado são também exigidas de todos os candidatos antes da defesa final da tese.

A exemplo do que ocorre nos Estados Unidos, o exame final de tese no Brasil é realizado normalmente em sessão pública e consiste de uma apresentação da tese pelo candidato em forma de seminário seguida de argüição do candidato por uma banca de cinco membros incluindo o orientador de tese e pelo menos dois membros externos à universidade à qual a tese foi apresentada. Como ocorre em outros países, exige-se no Brasil que a tese de doutorado contenha uma contribuição original que amplie, estenda ou revise significativamente o conhecimento atual existente na área.

Seguindo a prática alemã, os graus acadêmicos de doutor no Brasil recebem diferentes designações dependendo de suas respectivas áreas de especialidade, por exemplo: Doutor em Engenharia, Doutor em Medicina, Doutor em Direito, Doutor em Economia, etc. O título genérico de Doutor em Ciências é usado entretanto para designar os doutorados obtidos nas diversas ciências naturais (física, química, biologia, etc.) e, mais raramente, em algumas universidades, também para doutorados em engenharia.

No Brasil, somente têm validade nacional os doutorados obtidos em cursos recomendados pela Capes.[5] Títulos obtidos no exterior precisam ser reconhecidos por programas recomendados pela Capes, conforme o art. 48 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

[editar] Livre-docência no Brasil

Atualmente o título de Doutor é o grau acadêmico mais alto concedido no Brasil, sendo necessário para o ingresso mediante concurso público na carreira docente superior nos níveis de Professor Doutor ou Professor Adjunto. Algumas poucas universidades porém, como as universidades estaduais paulistas (USP, UNESP, UNICAMP) e a universidade federal de São Paulo (UNIFESP), exigem para a promoção ao nível de Professor Associado que seja obtido o título adicional de Livre-Docente[carece de fontes], concedido a portadores do título de Doutor aprovados em um segundo concurso público específico.

Os concursos de Livre-docência nas universidades paulistas combinam elementos da Habilitation alemã e da antiga Agrégation francesa. Como no modelo alemão, exigem-se a submissão pelo candidato de uma segunda tese (monográfica ou cumulativa) examinada oralmente por um painel de especialistas e um julgamento adicional em separado do currículo do candidato, incluindo publicações externas com arbitragem e atividades docentes. Por outro lado, seguindo o modelo francês, o concurso inclui ainda uma prova didática, que consiste em uma aula ministrada perante a banca examinadora acerca de um tema sorteado com 24 horas de antecedência, e uma prova escrita de erudição, onde o candidato deve dissertar sobre um tema sorteado na hora pela banca. Em algumas áreas (por exemplo, medicina ou engenharia), pode-se exigir também do candidato uma prova prática.

[editar] O título de Doutor aos advogados no Brasil

Em 1827 por lei imperial de D. Pedro I o título de doutor passou a ser concedido aos advogados que após se formarem no bacharelado defendessem uma tese, similar ao doutorado por dissertação do Reino Unido, sendo esse grau exigido aos advogados que quisessem seguir carreira acadêmica..[6] A maneira para se conquistar o doutorado em Direito durante o período imperial consistia do bacharel defender uma tese diante de uma banca de nove professores, esses procedimentos foram "alterados" com o estabelecimento do doutorado acadêmico pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), que requer o doutorando cursar um programa de doutorado antes da defesa da tese. O título é hoje reservado aos advogados que finalizarem com sucesso o doutorado em direito ou doutorado em ciências jurídicas em instituições de ensino autorizadas a concederam tal título. Não obstante, os advogados são conhecidos popularmente como "doutores", mesmo os que não defenderam tese de doutorado.

[editar] Itália

Na Itália, todo egresso de um curso de graduação (laurea) recebe o título de dottore, devido a uma lei real de 1938. O equivalente ao doutorado no Brasil chama-se dottorato di ricerca (doutorado de pesquisa) que, por sua vez, confere o título de dottore di ricerca. A abreviatura em italiano para Doutor é Dott. ou Dr. Porém especificamente para o "dottore di Ricerca" é quase unânime o uso de PhD como nos países anglo-saxões para diferenciar

renato 1 de Julho de 2011 - 13:54:45

Tá ai ! Parabéns Fernando!! O tema devidamente explicado, sem questionamentos "bestas" sobre se alguém é ou deixa de ser. Simplesmente explicando como se usam os títulos em vários países e no Brasil, em que existe a definição legal e a tradição de uso do termo.
Não há dúvida que o título acadêmico de maior magnitude no Brasil é o de Doutor.
Não há dúvida que se usa, por mera tradição, o termo doutor para médicos e advogados, mas não só para eles, como para diretores, gerentes de maior escalão. Enfim, a mera tradição não obriga a alguém que use necessariamente o termo. Já a previsão legal, como é o caso da pessoa que recebe o título acadêmico de Doutor, é.
Mas continuo a achar que não é o título que vale e sim o respeito puro e simples às pessoas, sejam elas da casta titulada ou de mera plebe !
Bom dia a todos!

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jomar 30 de Junho de 2011

O Doutor esqueceu de falar nos usos e costumes que também são válidos para especificar que são Doutores sim os profissionais por ele citados, quer ele queira ou não!

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Adilson 30 de Junho de 2011

Olha DOUTOR, vc deve ser mau amado...rs

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JOSE... 30 de Junho de 2011

Respeito todos os comentários. Todavia, acredito que não são as graduações, mestrados ou doutorados, assim como os anéis nos dedos ou diplomas nas paredes ou estantes, nem mesmos as teses de doutorados defendidas - que enobrecem, dignificam ou dão caráter a ninguém - pois se assim fosse tantos crimes vergonhosos não teriam sido cometidos por doutores com ou sem tese de doutorado, com ou sem diplomas e anéis.
Acredito mais naqueles que não se escondem por baixo dos seus títulos, dos diplomas e anéis, e que para muitos "doutores" talvez sejam JOÃOS NINGUÉM, mas que tem caráter, educação, honradez, e tantas outras virtudes que os títulos e as teses não conferem.

Alessandra Martins 18 de Julho de 2011 - 22:21:58

concordo plenamente. Respeitando os comentários sempre...

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Antonio Marcos... 01 de Julho de 2011

Quanto tempo perdido...

Do jeito que está não chegaremos a lugar algum...

Boa noite, continuem discutindo a toa... e principalmente, corrigindo uns aos outros... a noite toda...

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claudio tura 01 de Julho de 2011

Meu tio faleceu em 2010. favor respeitar vossa lembrança. grato

GROTY 7 de Julho de 2011 - 14:16:43

Qual foi a causa mortis??? seria "titulite" ou "doutolite"...com todo respeito...

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Daniel Claudino 01 de Julho de 2011

Meus amigos, sem palavras.... Quero estudar para ser assim... ;-)

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jarbas 01 de Julho de 2011

Parabéns a todos que se expressaram a respeito do tema,que nos meus 34 anos de profissão muito pouco foi discutido de forma tão ampla. Entretanto, me pergunto, como aos meus pares: Diante do aspecto da igualdade, (já que não existe hierarquia) e tendo como origem obrigatória o curso superior de ciências jurídicas aos operadores do direito, qual de nós teria "peito" para chamar o Delegado de Polícia ,o Promotor de Justiça ou o Juiz de Direito pelo nome sem exprimir a frase DOUTOR em primeiro lugar? Teriam eles a coragem de exporem numa audiência as suas 'teses' a respeito do título destes servidores?Vou mais alem: Todas as alçadas do poder judiciário em seus arestos e acórdãos sempre me intitulam DOUTOR em suas inúmeras manifestações, assim como sou tratado na Ordem dos Advogados e no meio político em geral. Estariam todos errados? Porque não contestam os insatisfeitos formalmente? Portanto, a discussão em tela, que já rendeu mais de 500 manifestações de diversas espécies ,ao meu ver é de todo INÚTIL porque o costume do título que se assemelha á figura jurídica do direito adquirido pelos costume, de tão arraigado não mudará mesmo que por decreto. Portanto, diante de tanta elucubração , me parece pura HIPÓCRISIA tal discussão, eis que diante da uma realidade insofismável a verdade é que que mesmo contra suas opiniões ,os "autores" contrariados simplesmente colocam os seus pomposos rabos entre as pernas e nos chamam de DOUTORES hoje, e chamarão amanhã e até quando Deus quiser. Sejamos todos felizes.

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Dinha doutora de... 01 de Julho de 2011

O negócio aqui ficou esquisito!!!!!

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Marco 01 de Julho de 2011

Sou um 'mero' bacharel em certa área do conhecimento, cidadão comum, não sou advogado, e concordo plenamente com o autor.

Doutor é quem faz doutorado. Se existem duas classes de doutor (os que defedem tese de doutorado e os bachareis em direito), só posso imaginar que existam os "doutorezinhos" e os "doutorezões", ou não?

Trabalhei em uma universidade por muitos anos, nunca tratei advogado por doutor e NÃO EXISTE lei que me fará agir desta forma.

Gigio 9 de Maio de 2012 - 14:36:23

olha marco existe o principio da duvida, sendo assim pela dúvida chamamos todos de DOUTORES, o resto é resto

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Alisson 01 de Julho de 2011

Muito interessante o contexto apresentado. Entretanto, quem faz doutorado, é doutorando.
Quem fez doutorado, é sim, doutor.
abraço

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Advogada_Rj 01 de Julho de 2011

Soberbo, empáfio, presunçoso e arrogante são títulos que lhe cabem perfeitamento, DOUTOR.

ADVOGADA_RJ 1 de Julho de 2011 - 15:18:48

Cabe tambem morto,defunto,presunto ou cerebro de ADVOGADA_RJ

Advogada_RJ 1 de Julho de 2011 - 20:49:56

não entendi...

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Gilberto 01 de Julho de 2011

Esse DR. "MARÇO" deve ser analfabeto de pai, mãe, parteira e vinzinha... Pois colocar este nome numa pessoa: "MARÇO" é coisa de ignorantes que assassinam a língua pátria! kkkkkkkk
Filho de analfabetos querendo botar banca!!! Afff!!!
Me poupem!!! Seja mais humilde, "DR MARÇO", e deixe o povão ser feliz!!! O SR. DR. tem feito amor ultimamente???? Acho que lhe está faltando uma boa morena para lhe descarregar as tensões... kkkk

Carlos Antonio 1 de Julho de 2011 - 15:48:13

Gilberto, boa tarde.

Não fale assim do Dr. Ele fez amor em 2007.

Grato,

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Gilberto 01 de Julho de 2011

*vizinha, ehehhehehheh

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Carlos Antonio 01 de Julho de 2011

Caro Marcio Balbino,

fale algo não fique inerte diante da desnecessária arrogância.

grato,

VINZINHA 1 de Julho de 2011 - 15:22:26

Tipico bacharelzinho de faculdade paga!

Carlos Antonio 1 de Julho de 2011 - 15:41:46

Prezada Vinzinha, boa tarde.

Serve você só para ser vizinha.

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MARCIO... 01 de Julho de 2011

Favor, parem.

Ninguém é doutor, tanta coisa acontecendo e vocês discutindo essa bobagem.

Porque o Dr. aí não vai ajudar os pobres.


kkkkkk 1 de Julho de 2011 - 15:32:17

pobre tem q morre mas nem isso faz DIREITO.

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Fernando Nunes 01 de Julho de 2011

Olha fiquei abismado do esclarecimento e do "currículo" desse homem me parece que quer ser declarada a bolachinha mais recheada do pacote. uí.

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Benvino Viana... 01 de Julho de 2011

Olá pessoal! Sou formado em direito , ciências Contábeis e provisionado em educação física, modalidade tênis de campo. Pois bem, verificando os diplomas universitários que tenho, tão simplesmente para certificar o título dado nestes títulos, lá está escrito: "grau em bacharel".
Para mim esta questão já estava definida quando cursava curso técnico de contabilidade. O título de doutor usado pelo povo não passa de um apelido que está arraigado em nossa cultura desde o tempo de colônia. Portanto inibir ou querer que o povo use outro tratamento é praticamente impossível, isto só acontecerá quando erradicar o analfabetismo em nosso pais, assim mesmo a tradição fica.
No meio acadêmico Doutor é aquele que defendeu tese em doutorado, que é usado restritivamente e é comum o uso da abreviatura de PHD.
Conclusão o uso do título fica a mercê do interlocutor.
Quanto ao uso de Meritíssimo ou Excelência deve ser utilizado ao lidar com as pessoas próprias:
Juiz - Meritíssimo ou V.Excelência-ver link:http://www.pucrs.br/manualred/tratamento.php< br />Ademais essas discussões só trazem conhecimentos e o grau de entendimento de cada dos manifestantes.
Não faço juízo de nada já que é direito constitucional a livre manifestação de pensamento, sem ferir os direitos alheios que são iguais.
Continuem discutindo isso faz bem ao ego e a cultura, na verdade estamos aprendendo a cada comentário, artigo, tese, etc. é disso que se faz o acervo cultural de um povo.Fui.......

Raquel Bandeira 18 de Abril de 2012 - 18:41:31

Também o felicito...merece o título de doutorado.

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CARLOS 01 de Julho de 2011

Parabéns DOUTOR, pela clara e concisa explicação, e pela sua HUMILDADE também.

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Benvino Viana... 01 de Julho de 2011

Gente, respeito é bom e todos gostam, tripudiar os outros ninguém gosta, fiquem alerta o direito é igual a todos e as conseqüências também. Fui

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Gil Queiroz 01 de Julho de 2011

Sou acadêmico de Direito, somente com 34 anos consegui tal conquista devido a diversos contratempos que a vida me reservou, entre eles, o fato de ter ficado paralégico em um acidente em 1998. Pois bem, quanto ao artigo, na verdade, assiste razão ao Dr. Março em clarificar a situação de direito de quem é realmente Doutor em alguma coisa, mas também a possui comentários como o do Advogado Daniel Moita (11 de Maio de 2011) em sentir-se a vontade para chamar de Doutor quem preencher requisitos e méritos no meio social devido à importância de sua atividade. Quem se importa em ser tratado como Doutor, para mim, demonstra insegurança e baixa autoestima, geralmente refletida em arrogância e prepotência. Eu, particularmente, chamo aos outros de Doutor, pois não me custa nada e massageia o ego de quem o ouve, mas por outro lado, não faço a mínima questão que me chamem de Doutor, nem se algum dia obtiver um Doutorado. Para mim, tal situação configura nada mais "sopa de letrinhas", e o que interessa a qualquer profissional é respeitar o ser humano, ser eficiente e ético na sua profissão, na conduta social e familiar.

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LITTERA 01 de Julho de 2011

desculpe-me o colega abaixo, mas Meritíssimo só é usado em audiência - e Juiz é, sim, Excelência.

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Bruno de souza... 02 de Julho de 2011

Daqui uns tempos ele ingressa com pedido de obrigação de fazer (chamar por Doutor), o pessoal deste fórum, igual aquele Juiz pirado que processou o condomínio onde possui domicílio, Juiz antonio Marreiros, ops Dr. Antonio Marreiros....
cada um

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Joao Carlos 02 de Julho de 2011

JUIZ OBRIGA PORTEIRO DO EDIFICIO A CHAMA-LO DE 'DOUTOR'

SEGUE PETIÇÃO:
Exmo Sr. Dr. Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de São Gonçalo

Antonio Marreiros da Silva Melo Neto, brasileiro, solteiro, Juiz de Direito, titular da 6ª Vara Cível desta Comarca, RG 07382550-7, CPF 974.473.237-72, residente na rua Presidente Pedreira, nº 33, Bl. A, Ingá, Niterói, vem , diante de VExª, propor Ação para cumprimento de obrigação de fazer (com requerimento de tutela antecipada) e de indenização por danos morais contra condomínio do Edifício Luiza Village e Jeanette Granato, com domicílio na rua Presidente Pedreira, nº 33, Ingá, Niterói, pelos seguintes motivos:

Dos fatos.

Omissão dos réus.

I - o autor reside no edifício do réu cuja síndica é a ré;

II - em 26-08-03, a cerca de 20h, numa noite chuvosa, o autor notou
infiltrações no teto do segundo andar de seu apartamento. O autor
solicitou, pelo interfone, a presença do zelador. Pelo empregado que trabalhava na portaria foi dito ao autor que o zelador não estava porque não mora no Condomínio. O autor solicitou qualquer outra providência e pelo empregado foi dito que nada podia fazer até a chegada da síndica ou do porteiro. Sem outra opção, o autor foi obrigado a pedir auxílio de um profissional de seu conhecimento que, por sorte e mediante remuneração, prestou auxílio ao autor. Após pegarem a chave (com o empregado que estava trabalhando na portaria) e abrirem o cadeado da porta que dá para a laje sobre o segundo andar do apartamento do autor, o profissional e o autor verificaram que o local (pertencente ao réu) estava alagado pela chuva e que o ralo estava entupido por uma
cueca velha. Retirada esta, a água escoou. Em razão disso os móveis do autor ficaram molhados e o teto de seu apartamento danificado.
Naquela noite o autor, por culpa dos réus (que não mantiveram limpo o local que ficou alagado e não prestaram nenhum auxílio ao autor), passou por maus momentos pois, por cerca de 5 horas, ficou enxugando a água que jorrava em sua sala, fazendo ligações para pedir ajuda e ouvindo do empregado, que estava na portaria, que ele nada podia fazer para resolver o problema. Feita a reclamação, no livro próprio (cópia anexa), o autor foi formalmente ignorado pelos réus, embora o zelador tivesse comparecido no apartamento do autor e visto os danos;

III - meses antes, aquele mesmo empregado, que trabalhava na portaria do réu, interfonou para o apartamento do autor para cobrar-lhe o pagamento de sua cota condominial que sequer estava vencida;

IV - após os episódios acima narrados, o autor notou que o referido empregado tratava-o (o autor) com intimidade, chamando-o de "você" e "Antônio". O autor, então, pediu-lhe para ser tratado como "senhor".
Por duas vezes, essa solicitação foi feita pelo interfone e esse
empregado, após perguntar agressivamente "á só isso?", desligou o aparelho repentinamente e sem dar atenção ao autor. No dia 14-08-04, num sábado à tarde, o autor foi na portaria do prédio e pediu o livro de reclamações ao referido empregado, bem como a presença do síndico ou do sub-síndico. Por ele foi dito que o livro não estava na portaria, pois a "Dona Jeanette" (ré) havia saído e levado o livro consigo. Pelo empregado também foi dito que o sub-síndico também não estava, mas que o zelador estava presente. O autor, diante do zelador, perguntou ao empregado porque a síndica era chamada de "Dona Jeanette" e o autor era por ele tratado como "você" e "Antônio", embora, por mais de uma vez, tenha lhe solicitado o tratamento formal ("senhor"). O empregado então disse, de maneira agressiva, que não iria chamar o autor de senhor, muito embora o autor insistisse e deixasse claro que não consentia com aquela intimidade. Após uma discussão sobre se o empregado devia, ou não, tratar o autor como senhor, o empregado virou as costas para o autor e foi embora para o interior do prédio. Durante a discussão, o empregado, apesar dos protestos do autor, continuou a tratar o autor como "você" e "cara". Ao dar as costas ao autor e se retirar para o interior do prédio, o empregado ficou dizendo de modo debochado: "Fala
sério, fala sério...";
V - no dia seguinte, o autor escreveu, no livro de reclamações, uma solicitação para que a síndica (ré) orientasse os empregados, que trabalhavam no Condomínio, para darem ao autor (e demais moradores que assim queiram) o tratamento formal ("senhor"), pois essa deferência não é devida somente a ela. Sobre essa solicitação, a sindica (a ré) desconversou e escreveu, no livro, ordem para que os empregados do Condomínio tomassem ciência da solicitação e se manifestassem sobre o assunto. Diante da evasiva da ré, o autor reiterou sua solicitação e até o presente não foi atendido por ela (ver cópia do livro de reclamações, anexa). Os réus estão omitindo, dolosamente, o cumprimento de seu dever de orientar os empregados do Condomínio a respeitar os condôminos, cuja manifestação mínima é o tratamento formal. Como conseqüência, os réus (o réu por intermédio da ré) estão incentivando os empregados do Condomínio a desrespeitar o autor, o que, como visto, vem ocorrendo;
VI - não é a primeira vez que a ré usa sua condição de síndica do Condomínio réu como pretexto para agredir o autor. De outra vez, porque o autor propôs uma ação de consignação em pagamento contra o Condomínio (onde o autor foi vencedor), a ré disse, e fez constar numa ata de assembléia de condomínios, que o autor não cumpriu sua palavra e teria decidido fazer, por conta própria, um desconto no valor do Condomínio; posteriormente, em contestação judicial, a ré, a Administradora do Condomínio e sua advogada, puseram-se a chamar o autor de juiz que age de má-fe e sem bom senso. Por esses motivos, o
autor propôs uma ação de indenização por danos morais contra a ré. Infelizmente (como demonstram essas novas investidas da ré contra o autor) e apesar daquele evidente comportamento ilícito da ré causador de dano do autor, este não obteve êxito e foi vencido no processo de indenização (segue, em anexo, cópia da inicial do autor e da sentença que julgou improcedente o seu pedido de indenização, onde o então juiz, dr. Edgard Machado Massa, fundamentou sua decisão afirmando, em evidente excesso de linguagem, que o autor é um "cidadão comum", alguém que se recusa a pagar suas contas condominiais, criador do impasse, envolvido em questiúnculas e atritos condominiais, proponente de uma "famigerada consignatória" etc) E o óbvio vem ocorrendo e continuará acontecendo enquanto não houver uma decisão judicial que declare o desacerto do comportamento dos réus (especialmente da ré) com uma punição didática;

VII - em 07-09-04, no período da tarde, no estacionamento do réu, o pneu dianteiro esquerdo do carro do autor foi furado na lateral (doc. Anexo). O autor registrou o fato no livro do condomínio, ressaltando que menos de dois meses antes, no estacionamento do condomínio, outro pneu de seu veículo foi furado na lateral.


Dos danos sofridos pelo autor

O autor é condômino do réu e reside naquele local onde espera encontrar refúgio para todos os problemas enfrentados em seu cotidiano. Por outro lado, diante das constantes agressões que os réus insistem em dirigir à pessoa e ao patrimônio do autor, impõe-se o registro de que o autor sempre esteve quite com todas as suas obrigações condominiais, tanto as de ordem econômica quanto as de cunho pessoal, pois jamais tratou a ré, outro condômino ou qualquer empregado do Condomínio com desrespeito, pois vive de maneira discreta, transitando bem pouco pelas partes comuns do edifício, sequer participando de reuniões de condôminos com os quais não mantém nenhum contato, não havendo nenhuma reclamação de quem quer que seja contra o autor ou sua conduta. Não há nenhuma explicação lógica para que as agressões dirigidas contra o autor (como também não havia ao tempo em que a ré ofendeu o autor, por escrito e oralmente, numa assembléia de condôminos e numa contestação judicial). E o que causa espécie e é até aterrorizante é que os réus usam, como pretexto para agredir o autor, o fato de este exercer o seu direito, como a propositura de uma ação judicial, a reclamação e solicitação de providências, quanto a danos causados pelo Condomínio ao seu patrimônio (do autor) ou (o que é extremamente espantoso) o direito de ser chamado de senhor (e pelos empregados que trabalham no prédio onde o autor reside e cujos salários são pagos com a sua colaboração. Ou seja, o autor está pagando para ser insultado!). Assim, o autor está sendo ofendido em sua dignidade e tranqüilidade espiritual.

Ressalte-se que o autor é um Juiz de Direito e, como tal (assim como Dr. Edgard Machado Massa afirmou, sobre si mesmo, num processo de indenização contra a Credicard S.A. e no mesmo ano em que disse que o autor é um "cidadão comum") é "um homem público cuja respeitoridade é notória" (cópia anexa). E assim como foi dito sobre o Dr. Edgard Machado Massa, na sentença que julgou procedente o seu pedido de indenização contra o Credicard S.A., deve-se levar em consideração, para liquidar o dano, "as condições pessoais do autor, que como homem público, tem sua honra valorada especialmente em relação aos particulares" (cópia anexa). Vê-se que, para o Dr. Edgard Machado Massa, "cidadão comum" é expressão que a ele não se aplica (talvez porque era um magistrado).

Do Direito

Dispõe o Direito que aquele que, por ação ou omissão culposa (culpa em sentido amplo), causa dano a terceiro, tem o dever de indenizá-lo. E as dolosas omissões dos réus, deixando de impedir os danos pelo alagamento da laje do condomínio, sobre o teto do apartamento do autor (bastando manter o local limpo e tomar imediatas providências para verificar e pôr fim ao entupimento do ralo no local), bem como no carro do autor, e também deixando de orientar seus empregados para não fazerem cobranças (indevidas) ao autor e para a este o tratamento formal, aliado ao fato de que um deles recusa-se expressamente a fazê-lo, com a alegação de que o autor não o merece, ofendem gravemente a dignidade do autor, tanto subjetiva quanto objetiva, bem como a sua tranqüilidade espiritual, sobretudo porque o autor, assim como Dr. Edgard Machado Massa (segundo disse sobre si mesmo), "é um homem público cuja respeitoridade é notória" e "como homem público, tem sua honra valorada especialmente em relação aos particulares".

Do requerimento de tutela antecipada

Quanto à obrigação dos réus de orientar os empregados do Condomínio a ter deferência com os condôminos e demais moradores do prédio, dando-lhes, no mínimo, o tratamento formal que solicitem, o "fumus boni iuris" é decorrente do dever do Condomínio e do síndico de fazerem respeitar a hierarquia inerente à relação jurídica trabalhista que, no caso, impõe a subordinação dos empregados do Condomínio aos seus empregadores (os condôminos), sendo o seu descumprimento, inclusive, caso de dispensa do empregado por justa causa (art. 482, h, da CLT). Também deve ser considerado que o autor é
um Magistrado e, em razão de sua posição social, "é um homem público cuja respeitoridade é notória" e "como homem público, tem sua honra valorada especial mente em relação aos particulares", devendo receber o tratamento de acordo com o seu status ("Doutor", "senhor"). O "periculum in mora" se configura porque, sem a ordem explícita dos réus, para que os empregados do Condomínio respeitem o autor, o empregado que vem insultando-o continuará a fazê-lo.

Desse modo, impõe-se o deferimento da tutela antecipada, que ora requer-se, a fim de que V.Exª, liminarmente, digne-se de ordenar aos réus que orientem os empregados que trabalham no Condomínio a dar ao autor, e demais pessoas que vão visitá-lo, o tratamento formal ("Doutor", "senhor", "Doutora", "senhora" etc), sob pena de multa diária de R$ 100,00 pelo descumprimento a partir da intimação.

Dos pedidos

Do exposto, requer a citação dos réus para tomarem ciência desta ação e oferecerem a resposta que tiverem, especialmente contestação, sob pena de se reputarem verdadeiros os fatos narrados na inicial, prosseguindo-se até o final para julgar procedentes os pedidos, confirmar a tutela antecipada requerida e obrigar os réus a orientar os empregados do Condomínio a dar ao autor e suas visitas o tratamento formal ("Doutor", "senhor", "Doutora", "senhora"), sob pena de multa diária, bem como condená-los ao pagamento de indenização por danos morais em valor não inferior a 100 salários mínimos, considerando todos os transtornos causados ao autor pelos réus e seu preposto, bem como que o autor não é um "cidadão comum", mas "é um homem público cuja respeitoridade é notória" e "como homem público, tem sua honra valorada especialmente em relação aos particulares", e com o fim de prevenir e reprimir o comportamento dos réus, para que cessem as reiteradas agressões contra a pessoa e o patrimônio do autor.

Protesta pela produção prova documental, depoimento pessoal da ré e inquirição de testemunhas.

Dá-se à causa o valor de R$ 26. 000,00.

Nestes Termos,

Pede deferimento.

Niterói, 8 de setembro de 2004.
Arly Porto Barbosa
OAB 28.210 - RJ.

GILKA 3 de Julho de 2011 - 02:28:27

"NÓI SEMO TUDO IGUAR" -
SENHOR JOÃO CARLOS,
ESTE EMPREGADO DEVE FREQUENTAR AS REUNIÕES DOS "CUMPANHERO"...
"NÃO É O QUE FALA (TRATANDO O OUTRO POR VOCÊ), NA VERDADE, É COMO SE FALA (É O TRATAMENTO DADO AO OUTRO, CHAMANDO-O "VOCÊ" ACINTOSAMENTE, PARA VER SE PUXA O INVEJADO PARA BAIXO, PARA O MESMO NÍVEL IGNÓBIL DELE).....ORA, SE QUER SE IGUALAR A QUEM ESTUDA, BASTA ESTUDAR!). O TAL EMPREGADO REALMENTE ESTAVA COM A INTENÇÃO DE OFENDER O CONDÔMINO QUE, JUNTAMENTE COM OS DEMAIS, PAGA O SALÁRIO DELE. NÃO PASSA DE UM "DESAFORADO",INVEJOSO.
TODA SOCIEDADE TEM SUA HIERARQUIA PARA NÃO SE TRANFORMAR EM ANARQUIA.
GOSTARIA DE SABER SE ESTE EMPREGADO, SENDO PARTE, EM PROCESSO JULGADO POR ESTE JUIZ, IRIA TER ESTA CORAGEM NO FÓRUM....OU NUMA DELEGACIA IRIA CHAMAR O DELEGADO "VOCÊ"!!!
DEVE SER DO TIPO QUE CHAMA OS OUTROS ASSOBIANDO OU POR "PSIU" OU "PSITE"....IMAGINO COMO (DES)EDUCA OS FILHOS.....É O TIPO DO SUJEITO ARROGANTE, PREPOTENTE, INVEJOSO....DEVE TER DITO DEPOIS "NÓI SEMO TUDU IGUAR"!!!!

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Pedro Francisco... 02 de Julho de 2011

Arrogância,discriminação,prepotência, são atributos que cabem ao indivíduo que se considera superior aos demais. DOUTOR- É todo profissional que tendo ou não estudos além da graduação,sabe que títulos não lhe dão o direito de menosprezar o próximo. Quando sentados no TRONO,todos produzem o mesmo resultado.

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Fabio 02 de Julho de 2011

Sempre insisti nisto e já deixei muita gente contrariada por tratá-los pelo pronome adequado.

Infelizmente, como é descrito no artigo, isto passou a ser rotineiro na cultura brasileira. E é muito utilizado para se colocar o valor individual de um acima do outro, sob o pretexto de respeito.

Vamos utilizar a língua corretamente e, "de quebra", acabar com a mania de abaixar a cabeça para quem se julga ou é considerado valoroso.

Pois o valor de alguém se mede não só pela sua capacidade mas também pela forma com a qual trata seus semelhantes.

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jose alberto... 02 de Julho de 2011

cultura, educação e sabedoria, o Dr Março provocou o ego dos "doutores". Como pesquisa podemos afirmar que doutor - Dr. - cabe a todo cidadão que se ache. Do ponto de vista acadêmico, foi um sucesso. A quem devemos atribuir o adjetivo? a discussão serve aos interesses de uns poucos. Sempre e presente o "Dr. Dr", isso leva a quê? o pão sobe. Os processos demoram de aparecer resolução, decisão, sentença. O "doutor" pode dá celeridade aos processos? Prá quê serve o título? se há uma definição normativa legal, qual o sentido da discussão? o Dr Março, poderia levantar a lebre em setembro ou outubro, o valor gasto no envestimento para obter o título, foi satisfeito. Quê bom! o "doutor" é previlegiado por nascer em berço de ouro. Se fosse filho do mundo, se fosse filho do macunaina, com certeza o doutor não iria se importar de ser chamado de doutorzinho. Exijo respeito com março, abril...

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Eduardo 03 de Julho de 2011

gente, eu vejo a coisa de forma mais simples. apesar de ser doutor em Ciências, só uso o tratamento durante apresentações públicas ou a pessoas. não tenho estampado em lugar nenhum um Dr. antes do meu nome. Porém minha assinatura tem embaixo meu nome seguido da forma correta de colocar meu título que é D.Sc.

ass: Eduardo Ruback D.Sc.

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Mario Santos 03 de Julho de 2011

Senhores,
Estou estupefato de que tamanho artigo, com tamanha relevância socio-político-jurídica tenha gerado tal interesse de comento. São 558 comentários! Com o meu agora, vai lá seus 559! É interessante como no âmbito jurídico, como se já não bastassem os formalismos que nada mais são do que fatores retóricos de poder e distanciamento da realidade social, perdemos nosso tempo discutindo, inflamados, como aqui se pode ver, quem merece o título, alcunha, o escambal, de doutor! Ainda mais interessante é a faltosa modéstia do já intitulado doutor, autor do artigo. O que intentou afinal? Valorizar seu título de doutor em detrimento de alguns de seus possíveis alunos, amigos ou estagiários que são assim chamados erroneamente? Ora qual, homem! Pensei que quando o ser humano chegasse a esse grau acadêmico já fosse niilista o suficiente para perceber que nada disso importa! Todavia, nos recôndidos da dogmática jurídica brasileira há tanta mediocridade que o indivíduo tem de afirmar publicamente que é doutor! A mísera opinião dos doutos! Que nos tem mostrado o quanto o direito depende da doxa, isto é, o quanto é desprovido de quaiquer cientificismo que esses próprios dogmáticos, doutores, fazem questão de "demonstrar", ou tentar! Sou estudante de direito da escola do Recife e, para falar-lhes a verdade, estou muito surpreso com a genialidade de tamanha erística! Senhores, há mais o que fazer, não é! Deixemos de lado os glosadores do século XXi, a que chamamos doutores, no direito há mais coisas para se tratar, p. ex.: a sua violência simbólica imperante por trás de tamanhos bucolismos!

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Luiz 03 de Julho de 2011

Acredito que o cerne do artigo está em explicar uma herança, onde não se vislumbrava um país onde todos fossem iguais perante a Lei e isso, sem qualquer constrangimento, não está ligado a falta de respeito ao ofício do operador do direito.
Ótimo artigo!

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ursa 03 de Julho de 2011

Desculpe Dr pra mim pode ate ser quem fez doutorado ou levanta alguma tese.nos advogados depois de 5 anos como bachareis nos prestamos a uma banca examinadora e depois no exercício da profissão se entende que a defesa e uma tese constante no nosso dia dia..sorry DR com DR autorizado e timbrado eu faço questão do meu Dr em audiencia assim como tb uso o pronome de tratamento adequado aos meus superiores...

fernando sauai 4 de Julho de 2011 - 03:33:38

Prezada bacharela! jesus te ama! bem pouco! mas ama.

Marisa 4 de Julho de 2011 - 10:15:52

Pela quantidade de comentários, tem muito cotovelo doendo Brasil afora.

ursa 5 de Julho de 2011 - 11:55:12

Ai vou contar tudo pra minha mãe..mimimimimi..!!! Só me faltava essa!!! O que incomoda mesmo, ser chamado de Dr. numa audiência?? esqueci...ah o Don Pedro e blá blá blá..ok ok tem algum outro assunto pra mostrar que é melhor ter um Dr. ah claro..tem mais cliente e defende melhor...Por favor!! Senhor Deus me ame um pouco mais... e não me deixe sem trabalho hahahahha dor de cotoveloooooo!! de agora em diante se um Juiz se referir a mim como Dra, vou processá-lo!!!

sauai 18 de Julho de 2011 - 01:29:11

ela respondeu kkkkkkkkk !

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Alexandre Almeida 04 de Julho de 2011

Brilhante! Aliás, não tenho palavras para expressar a altura real deste artigo. Nunca concordei que um bacharel fosse chamado de Doutor. Não faz sentido nem juz. Parabéns, são de "gente da Lei" como o SENHOR que nosso Brasil precisa. É por isso que o Ministério Público é tão respeitado, por, ter gente de seu alcance e estatura.

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wilsonr 04 de Julho de 2011

pois é existe um crime que é a da Falsidade ideológica. Inserir em um doc. algo que não seja real, para levar vantagens(no caso se fazer passar por Dr.) perante alguns, etc. eu entendo que o que ocorre com estes pseudos Drs. médicos, dentistas, pasmem... veterinários, e outros, é a pura falsidade ideológica e deveria, por fim ser investigada pelo nosso querido Ministério Público, pois virou um mercado da persia, qualquer um se intitula Dr. e o pior, colocam nos uniformes, na sua documentação, como receituário, etc. é o fim, já cansei de encarar estes falsos Dr. e eu já ouvi muito esta historinha do decreto de d.pedro. O turma de ADM vamos nos intitular Drs. tambem, tenho dito. é o ò do borogodó, farra do boi

Ana 5 de Julho de 2011 - 15:31:17

Concordo. E antes de qualquer "coisa" ou atendimento diante de tal "Dr." vamos perguntar o senhor (a) tem doutorado? Se for não, a resposta, já vamos logo chamando de "rapa", "cumpadi", "tchê", ahahahahahahah

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Jefferson Matos 04 de Julho de 2011

Com doutorado ou sem somos regidos pelo mesmo estatuto.

P.S.: Uma vez recusei o tratamento de doutor e tomei o maior sermão de um cliente que era analfabeto. O fato é que ele era muito conservador e assim como ele, muitos ficam presos ao passado. Ainda que o passado seja mentiroso.

Luli 5 de Julho de 2011 - 15:27:19

Era analfabeto.Ponto e ponto. hauhauhahauhauhau

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Juracy Passos 04 de Julho de 2011

Admiro-me como o comentario do Março, alias DOUTOR MARÇO provoca tantas opiniões desencontradas e lustragem nos egos dos corruptos e sangue-sugas que vivem a cobrar vinte por cento do povo brasileiro/advogados(quando balbuciam, mentem). Ser DOTOR, eletricista, pedreiro, jogador, faxineiro, nada interessa, cada um na sua! Sem os lavadores de cadaveres e trabalhadores do lixão a sociedade não continua a perpetuar a existencia no planeta terra. DOUTOR, vomita, fede e caga como todos os mortais.

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Wilma 04 de Julho de 2011

E quando um DOUTOR perde o prazo e o processo arquivado; diz ao cliente que o processo está tramitando mesmo sabendo do desfecho definitivo, como devo chamá-lo?

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ricardo 04 de Julho de 2011

Quase vomitei!

ursa 5 de Julho de 2011 - 12:01:27

Quase tirou meu mau humor!!! só rindo um pouco...

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regina russ 04 de Julho de 2011

Interessante foi a verdadeira aula de História que o autor relata. Agora, sinceramente eu não acredito de advogados como nós, cuja formação acadêmica é tão vasta de conhecimentos, possamos nos autodenominar "DOUTOR". Todo aluno que já passou por uma faculdade é obrigado a saber a distinção entre um bacharel e um doutor, sendo este último merecedor do título porque colaborou com a ciência através do que chamamos "tese", estudou, propôs um trabalho e ainda passou por uma banca examinadora severa. Quem não fez tal sacrifício, contente-se em ser chamado de advogado, tb é uma honra.

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HERCILIO... 05 de Julho de 2011

É de impressionar o quanto "somos" metidos a inteligentes, tanto comentário (alguns inteligentíssimos, outros medíocres), mas todos com a intenção de ser o melhor.......
O que não se concebe é gente fazer colocações de forma grotesca como fez nosso amigo "Rodrigo 15 de Junho de 2011", (e tantos outros)... que coisa feia............. QUER EMITIR OPINIÃO PELO MENOS FAÇA-O DE FORMA CORRETA, COM UM PORTUGUÊS CORRETO, SEM ABREVIATURAS, SEM PALAVRAS PELA METADE.
É interessante o debate .... o que mata é a forma errada que muitos escrevem..
abraços

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Rafael Bleich 05 de Julho de 2011

Parabens Dr. Marco Antonio. Estou me formando em direito em um ano, mas já sou mestre em,como dizem os americanos, M.Sc. (Master in Science), e sei perfeitamente o quanto é duro o titulo de Mestre e mais ainda de Doutor, digo, o verdadeiro Doutorado, do qual V. Sa. é um verdadeiro representante. Nem sequer a grande maioria dos juizes do Brasil podem ter este tratamento. Óbvio, que vamos referenda-los com com as prerrogativas típicas do cargo, mas Doutor, Doutor é quem realmente se sacrificou para apresentar uma tese, quase que imbativel, fruto de um esforço monumental, não só de conhecimento, mas também de emitir um juizo novo, absolutamente inédito sobre um determinado assunto. Este esforço e tese sim, merecem o reconhecimento e a reverência, que para quem o presta em nada denigre a si próprio, muito pelo contrário, honra em o ter como referência, não só de conhecimento, mas de esforço, de busca. Interessante que nas áreas cientificas este tema é muito bem definido. Nas ciências juridicas, existe uma pedância secular que ainda não conseguiu extirpar estas prerrogativas, especialmente num século onde o Direito é entregue no varejo, por inumeras faculdades sem as mínimas condições de ensino.Parabéns por seus esclarecimentos!!!

ursa 5 de Julho de 2011 - 12:06:34

Nas ciências juridicas, existe uma pedância secular que ainda não conseguiu extirpar...aproveitei a frase EXMO SR FUTURO DR DA VARA AMERICANA... só vou acreditar no bom proveito de seu DR. que é melhor que qualquer um outro advogado quando for contratado para uma defesa e ver você triunfar melhor que um simples advogado que passou no exame da OAB... sem ofensas..é que gosto de ver pra crer!

vacuo 5 de Julho de 2011 - 12:11:19

vazio =vacuo= nada absoluto=ursa

ursa 5 de Julho de 2011 - 15:16:13

que terrível falar com NADA... melhor falar com aqueles que se encontram O MAXIMO!!! tsc tsc

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Rafael Marcos Garcia 05 de Julho de 2011

Parabéns pela sua visita ao Ministerio Público do Rio de Janeiro, principalmente em nossa festa da Associação. Irei ao Recife em breve.

Atenciosamente,

Rafael Marcos Garcia- MPRJ

rafa@mp.rj.gov.br

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Marcos Aurélio 05 de Julho de 2011

Olá amigos. Sou advogado e nunca me sentir doutor, pelo contrário, sempre me sentir mais um graduado em direito e com uma profissão digna, após a aprovação na OAB. Me lembro que tive alguns professores doutores que eram inteligentes, mas, não conseguiam transmitir conhecimento. Acho que um verdadeiro doutor não precisa se auto elogiar e se reconhecer, e esse espaço poderia ser usado para escrever artigos que realmente acrescentassem no dia dos operadores do direito, e não para se vangloriar.

ursa 5 de Julho de 2011 - 15:21:17

Perfeito !! apenas uma correção: Se cada defesa ou contestação em sua profissão não for uma forma de tese.. o que seria então?? É sim Dr. e ainda que ironicamente um Juiz se dirija a você como Dr. não será um rato de livro que não tem trabalho que vai dizer o contrário!

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Luli 05 de Julho de 2011

P/ Wandré
Cargo: Juiz:Excelência (Meritíssimo Juiz) Fulano de tal.
Invocação:Exmo. Sr. ou M. Juiz......
Tanto faz esta correto as 2 formas vocativas.

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nivaldo 05 de Julho de 2011

Que tal VOCES começarem a trabalhar?
Gostaria que voces fossem, ao menos, trabalhadores medianos. Isso já seria uma excelência a se fazer!!

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Silvane Milani 05 de Julho de 2011

Em que pese o artigo do Doutor retratar a verdade de direito, está longe dos usos e costumes, e sabemos que a grande maioria das leis, decorrem dos usos e costumes. Logo, se tão costumeiro e até corriqueiro o uso da denominação Dr. na vida cotidiana, talvez não passe a ser norma, lei, etc... aliás, o que vale na vida diária? o que somos? o que pensam que somos? o que vivemos e como vivemos? ou ainda, como nos sentimos? Só para constar, sou advogada, e não me denomino Dra. em qualquer das formas, mas sou vista, chamada e reconhecida como se fosse. E isto, é bom. Silvane

ursa 5 de Julho de 2011 - 17:47:04

Esta certa!!! depois de 5 anos de formada (há quase duas décadas) com meu pseudo DR eu ja comecei a ganhar dinheiro...pra quê mesmo estudar muito mais pra ser chamada de Dra???
Eu Tb não peço pra ninguém me chamar de Dra. da próxima vez vou dizer que isso é uma INJURIA!!

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Carlos P. Etiene 05 de Julho de 2011

Penso que existem muitas outras coisas para serem discutidas e refletidas neste Pais, pois, quanto mais estudo, quanto mais me intelectualizo, mais fico desiludido com a impunidade, com a falta de investimento nas base de formação digna de uma nação, quando ouço o sr. willian e a sra. fátima (JN) dizerem a expressão "valérioduto" e tudo fica do jeito que está, desiludo ainda mais.
Penso que mentes privilegiadas deveriam expressar sempre sua indignação com os descasos que tratam o nosso País, e não discutir se é ou não é correto o tratamento que se dá aos outros.
Penso que para se obter respeito não é preciso pendurar um título em uma parede, pois, respeito é sinônimo de uma série de adjetivos que apenas um título jamais vai ser suficiente.
Finalizando, sou carpinteiro, podem me tratar de seu carlos, ou apenas carlos, pouco importa, desde que me respeitem, como respeito todos os senhores, apenas acho que tratando os outros com o devido respeito, sempre seremos tratados da mesma forma.
Abraços respeitosos a todos.

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Shen Rochus Mingli 05 de Julho de 2011

É um texto muito arrogante! Sigo com a Dra. Sílvia, sou advogado e não me denomino. Mesmo assim, faço questão de chamar juíz de Meritíssimo e promotor de Excelência. Eles merecem. Chamo médicos de doutores por deferência, é um costume consolidado. A forma de tratamento ao advogado "doutor", não é a mesma titulação acadêmica. Quando o autor se aposentar e quiser advogar e quiser advogar vai ser chamado de quê? Ressalte-se que parece não dispor de qualidades (a humildade dos grandes por exemplo)para tanto Lendo tal artigo apenas tenho cada vez mais certeza: esconde-se falta de conhecimento ou alguma fragilidade atrás de titulações pomposas. "Escrever para Dinamarca" ou outras tolices não me impressionam, boa educação sim, me cativa.

ursa 5 de Julho de 2011 - 17:57:37

Essa opinião deveria encerrar essa discussão! Parabéns!

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Marco Aurélio 05 de Julho de 2011

Satisfez o ego doutor?

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Sérgio Luis Durço... 05 de Julho de 2011

Silvana Milani falou tudo. O tratamento de "doutor" é um costume já arraigado e nada tem de anormal pois significa apenas um tratamento respeitoso e mais formal.
Pode até existir algumas pessoas que exijam o tratamento (parece ser o caso do articulista que se acha merecedor, e o é, do título mas não da exigência) mas isso é uma pequeníssima exceção e não regra.
Infelizmente notei na matéria do articulista uma arrogância desnecessária e só quero lembrá-lo que respeito se conquista com as atitudes do dia a dia e o aconselho a se preocupar com coisas mais relevantes tanto em seu gabinete de trabalho em Mogi quanto nas causas de interesse da função que ocupa, função essa que é paga com o suado dinheiro de todos nós contribuintes.

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Nélio 05 de Julho de 2011

Aliás, membro vitalício do MPU são todos os demais "doutores" que, como você, compõem a carreira após cumprido o estágio probatório. Mas infelizmente, não como estes, és mais um inútil no meio acadêmico e jurídico.

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pedro inácio 05 de Julho de 2011

Pois é Doutor, me desculpe, um vasto curriculo com apenas 41 anos de idade(muito jovem ainda) faz com que "ocê" tenha necessidade de se sentir singular, diante de tudo o que já fizestes por sí, que tempo restou para fazer pelos outros??? Passou a vida estudando à custas dos impostos e agora perde tempo cultuando a arrogância... o que o senhor faz por dever de ofício não me interessa, afinal é dever de ofício, faça uma obra social, mostre benevolência e retribuição pelas graças que recebeu, panelinha de jurista não serve, vá visitar a APAE da sua Cidade, crie uma ong em favor da inclusão social, vá debater a origem da miséria nos palácios, daí o senhor deixará de ficar angustiado com formalidades, os adovgados são costumeiramente chamados de doutores e continuarão a ser, é um sinal de reconhecimento pela atribuição constitucional que nós advogados temos... Alguns optam por estudar para conquistar conhecimento outros para conquistar reconhecimento, mas o que importa é o que representamos perante a nossa comunidade e a nossa família, vale o exemplo que damos através das nossas ações... Não vejo alguém como "superior" apenas em decorrencia dos títulos... Desculpem-me novamente.

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pedro inácio 05 de Julho de 2011

Complementando, se a minha Vó lesse o artigo te mandaria pentar macaco e daria uma gargalhada!!!!

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Eduardo de Souza... 05 de Julho de 2011

Caro Doutor, fiz a leitura do presente artigo e constatei sua ilustre carreira jurídica, por isso, data vênia, esperava que o Sr. ocupassse esse espaço com algo mais útil para os operadores do direito. Obrigado. Eduardo de Souza Nascimento-advogado.

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maria tania 05 de Julho de 2011

A vaidade e um comportamento que realmente mexe com cada ser humano, ser ou não ser eis a questão.Doutor ou Bacharel? No Brasil vale muito mas a patente do que o profissional competente. são essas celeumas que nos torma impotentes diante de situações que em alguns momentos a vaidade fala mas alto.

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andre 05 de Julho de 2011

PROF. DR. MARCO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, meu dizer que este rapaz não é complexado é no minimo querer tapar o sol com uma peneira.
Fica chateado com o ganho de profissionais em direito que ganham diariamente altos honorários desfazendo e desqualificando provas fúteis e sem , para prejudicarem pessoas indefesas.
É assim que vivem as excelências da promotoria pelo Brasil. Pobrezinhos, outro dia, estavam a brigar por sentar ao lado direito do Meritíssimo Doutor Excelentíssimo juiz. Pode um negócio desse.Dr Marco Antônio Ribeiro Tura, seu nome já diz tudo: nem tua família te ATURA!

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andre 05 de Julho de 2011

a psicóloga Vilma Santos, realmente é psicóloga e deveria ser chamada ;"VILMA A LOUCA".

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Emerson - Advogado 05 de Julho de 2011

A matéria foi interessante, mas só serve para estabelecer uma divisa que em nada contribui para a convivência social entre os atores do mundo jurídico. O autor, penso, tem uma crise existencial e prefere valer o seu ponto de vista para sua autoestima melhorar. Acredito que tinha dúvidas próprias e problemas de autoafirmação. Agora, detentor de títulos (que em muitos casos são comprados - não me referindo aos dele - sejamos honestos), pode se autointitular como bem lhe aprouver.
Sinto, contudo, que estava certíssimo o meu amado mestre, Dr. Osmar Godinho, na velha e nobre faculdade de Direito em Jacarezinho, há mais de vinte anos, quando perguntado sobre o tema disse: Se você estuda e é aprovado em um curso científico, só não será doutor se a vaidade ou a inteligência não lhe permitir, vez que a graduação necessária obteve. A partir de então, quando me deparo com um caso inusitado, volto a me sentir um aluno, necessitando de reforço na graduação. Mas me apraz e me dá um orgulho danado obter as respostas que procuro, e no dia a dia, não dá pra ter dúvidas se me considero doutor ou não. Quem tem dúvidas acerca de sua capacidade é que fica com essa lenga lenga, e fica procurando desprezar uma classe porque se encontra em outra.
E tenho dito, doutores.
Se, porventura, não tiverem muita certeza sobre serem ou não doutores, abreviem o título para Dr. mas sempre com um "D" maiúsculo, isto pode ajudar a alguns incautos a assumir uma condição mais confortável, do tipo: sou, mas não sou muito... ainda.

Dino 5 de Julho de 2011 - 23:09:31

Doutor é um título acadêmico máximo conferido a quem possui vasto conhecimento em determinado assunto... querer chamar alguém de Doutor que se forma em direito, considerando que atualmente mais de 90% dos formandos não passam na prova da OAB, o que reflete tamanha incompetência em relação aos estudos por estes alunos, é Brincadeira!!! Me poupem!

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Leandro Bezerra 06 de Julho de 2011

Boa noite a todos os colegas

Gostaria de parabenizar aos colegas que tanto ilustraram esse tema.

O Doutor Março esclareceu o tema porém de uma forma um pouco arrogante como alguns já declararam em seus comentários, foi defendido por alguns e muito criticado por outros, o Mestre Daniel Mota por suas ideias e por suas brilhantes palavras e ao Thiago que muito rebateu alguns textos sobre o assunto, todos os comentários foram muito importante para o esclarecimento de todos (esses foram alguns personagens que mais se destacaram nos seus brilhantes comentários).

Sou advogado recém-formado, realizei estágios em alguns escritórios e empresas, onde alguns pediam o título de Doutor mas a sua maioria não o fazia, alguns até mesmo corrigiam o erro, porém desde o início somos acostumado a chamar Advogados, Juízes, Promotores, Procuradores, Médicos, Dentistas, Psicólogo de Doutores, inclusive quem frequenta tribunais, delegacias ou qualquer repartição pública principalmente onde os advogados atuam, sempre ouviram o titulo Doutor pra quem estiver de terno e gravata (um erro? talvez sim, talvez não).

Como disse sou recém-formado e recém-aprovado no exame da OAB, ainda estou aprendendo a rotina de um advogado, buscando meu espaço no meio de tantos profissionais altamente qualificado outros nem tanto, contudo jamais irei menosprezar algum colega seja ele Juiz, Promotor, Procurador, Advogado, Engenheiro, Arquiteto, Médico, Dentista, Administrador.

Como pude notar em alguns cometários, todos querem ser reconhecido por algum título como Excelência, Ilustríssimo, Meretíssimo, Doutor, Mestre entre outros.

Verifiquei ainda que alguns menosprezam nosso atividade (Advocacia) uns por inveja outros por algum outro motivo (talvez em alguma situação foram prejuficados em algum litígio e do outro lado a parte contrária foi sábia e escolheu um advogado competente e conseguiu atingir o objetivo do seu cliente).

Para alguns pode até parecer uma ofensa chamar um colega em seu ministério privado de Doutor, no meu ponto de vista nada mais é do que uma forma gentil de chamar um colega de profissão ou não (nos casos de médicos, dentistas).

Todos sabem que Doutor é aquele que faz Doutorado, que defende sua tão sofrida tese, mas os ilustres colegas já pararam pensar em quantas instituições de ensino oferecem o Doutorado ou até mesmo o Mestrado?????

Estou iniciando minha pós-graduação neste semestre e um dia se possível quero alcançar o Doutorado, não para ter somente o título de Doutor, mas sim pelo conhecimento que irei adquirir.

Verifiquei que muitos aqui gastaram muita energia e conhecimento jurídico ou não sobre o assunto.

Mas poucos gastam tanto tempo e energia para criticar o que realmente deveria ser criticado, cito como exemplo os livros fornecidos pelo MEC (português "os livro" e matemática "10 - 7 = 4"), percebo que cada vez mais o governo tenta de alguma forma deixar o brasileiro mais "burro" e com menos conhecimento seja ele jurídico ou não, e poucos fazem algo para reverte esse assunto, fica muito mais fácil simplesmente ignorar alguns assuntos e "brigar" por outros não tão importante.

Me desculpem, mas continuarei a chamar meus colegas sejam eles, Juízes, Promotores, Advogados de Doutores, apenas por cordialidade e respeito que tenho e sempre terei por esses profissionais, como continuarei a chamar Médicos, Dentistas de Doutores, aqueles que não desejarem chama-los assim, apenas não o chamem.

Esse tema acaba incomodando muitas pessoas, não sei e não compreendo o porque.

Antes de mais nada, peço desculpa pelas palavras aqui escrita, posso não escrever tão bem quanto alguns colegas que aqui estiveram, bem como esse pequeno texto possa conter algum erro de português, contudo procuro ser o mais simples mesmo no dia-a-dia.

Alguns poderão fazer criticas positivas outras negativas, alguns nem irão comentar ou mesmo ler esse pequeno texto, mas antes de qualquer crítica faça a seguinte analise: O que voce irá dizer/escrever trará algum beneficio? O que voce irá dizer/escrever irá prejudicar alguém? É realmente necessário dizer/escrever o que voce pensou?

Muito do que eu pude ler aqui irei aproveitar, porém algumas informações serão totalmente descartadas pois não trazem conteudo algum.

Leandro Bezerra
Advogado

Elisa Reis 6 de Julho de 2011 - 02:45:30

Ate o Tiririca e doutor!!!!!

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ary girota 06 de Julho de 2011

Que sirva de exemplo para os soberbos de plantão.
Parabéns ao Execentíssimo Procurador, mais uma meia dúzia na PGU e talvez o Brasil tomasse o rumo da moralidade e igualdade sociais.

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tiago da silva de... 06 de Julho de 2011

Ótima explanação Dr. gostei muito. Um dia serei Doutor seDeus quiser.

Abraço

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Clarissa Melo 06 de Julho de 2011

Caros Colegas, temos tanta coisa para fazer em nosso País. Tantos que precisam e esperam por nossa ajuda. Aqueles que precisam de nosso conhecimento não têm tempo de analisar se temos ou não doutorado. Para eles importa que alguém lhes estenda a mão, que use de seu saber para resgatá-los de seus problemas, de suas dores. Vivemos num País com uma desigualdade social gritante, e fomos privilegiados com o direito de concluir nossos estudos, o que a maioria do nosso povo jamais conseguirá. Acredito que toda discussão é bem vinda, desde que dela se apresente a solução para as nossas questões sociais, para nossas vidas. Tudo é tão difícil, chegar à faculdade (e terminá-la), fazer uma pós, entrar num mestrado, quiçá um doutorado. Não diminuo de forma alguma aqueles que já conseguiram alcançar tais títulos. Porém, farei minha prova de mestrado no final deste ano, e se conseguir passar, ficarei honrada em conseguir dar continuidade aos meus estudos, lecionar em uma universidade e ajudar a formar profissionais respeitados e comprometidos com as causas sociais. O certificado será só mais um dos papéis que guardarei em uma pasta. O título (mestre) será somente uma formalidade pelo reconhecimento de minha dedicação aos estudos. O conhecimento adquirido, será o "objeto" precioso que utilizarei, se assim Deus permitir, para ajudar aqueles que esperam e precisam de mim. Olhem ao seu redor, vejam a realidade em que nos encontramos, seja como Advogado, Magistrado, Promotor, Médico, Dentista, Veterinário... não importa, tudo é muito difícil e o que conquistamos é fruto de muita luta. Não importa como as pessoas se reportam a nós, desde que com respeito. O que importa é que saibamos que temos uma missão a cumprir, que nos formamos por um objetivo maior e que a vida tem muito mais a oferecer do que alguém te chamando de Dr., Sr., Excelência. Lindo é ver aquele profissional que se interesse com as pessoas e com a realidade de seu meio. Vocês já viram o trabalho dessas pessoas? Já saíram de suas lindas mesas de trabalho e foram às ruas tomar conhecimento do que você, como bom profissional que é e detentor de um alto nível de conhecimento pode fazer para contribuir pela melhoria dos que precisam? Senhores (as), Doutores (as), Mestres (as), etc., não importa o que eu sou, importa quem sou. Meu nome é Clarissa, assim fui registrada e assim quero ficar conhecida, meus títulos serão honrados na medida que souber utilizá-los em benefício dos que nem sonham em chegar onde cheguei. Felicidades a todos... Boa LUTA!!!

Cíntia 6 de Julho de 2011 - 17:25:57

Cara Clarissa,
vejo-me em você porque concordo plenamente com seu pensamento...
Virei sua fã.
Um abraço,
Cíntia

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Norma Liza Gerjoy 06 de Julho de 2011

Não há como não concordar. O título deve ser concedido a quem tem Doutorado. O meu filho tem Doutorado na área de Zootecnia e não é chamado de Doutor. Meus outros dois filhos e eu somos advogados e somos todos chamados de doutores. Essa é uma questão de costume e não há como mudar isso. Talvez por escrito, formalmente, mas em terra de gente humilde até quem é mais remediado é chamado de doutor. Não quer dizer nada mas reflete senão a veracidade das estórias, a nossa tradição ibérica, classista e tendente a criar castas. É claro que não me apresento como Doutora, mas o Juíz, durante a audiência vai me chamar assim e não serei eu ou os meus colegas que irão criar uma discussão paralela sobre isso colocando em risco a causa e o cliente. Por mim prefiro ser chamada de Norma que é o meu nome e queria que todos fossem tratados com urbanidade e civilidade. A realidade é outra e a mudança vem devagar.

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diego 06 de Julho de 2011

pelo visto, o bacharel que passa no exame da oab já se acha um phd.

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Danillo Santori 06 de Julho de 2011

Doutor é um pronome de tratamento. Quem define a lingua portuguesa é a lei? Ou ainda, é a OAB? Sou Procurador, me chamam de Doutor, apesar de eu não gostar nem um pouco desse pronome de tratamento... como outro pronome qualquer eu utilizo para quem eu quiser... por isso q eu chamo até a servente da procuradoria de doutora e o uso da lingua portuguesa é livre...
doutor é quem tem doutorado, e da mesma forma que o brasão da familia só serve pra comprar um cafézinho se juntar com mais dois reais...
Meretissimo, Excelência e etc são pronomes de tratamento que igualmente nada querem dizer... ninguém é diferente por ocupar cargo ou função... todos são iguais perante a lei conforme art. 5º da CR...
não vou perder mais tempo com essa inutilidade... não vou marcar nenhum desses quadrinhos aqui em baixo, nem irei voltar nessa pagina... podem espernear a vontade...

juli Shcul 8 de Julho de 2011 - 23:21:08

Danilo Santori, Doutor é também um pronome de tratamento apenas aos Reais Doutores... fez Doutorado, defendeu tese, alcançou nota, ok é Doutor, nada mais que isso

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james 06 de Julho de 2011

Nossa, que texto lixo.

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Rozalia Torres 06 de Julho de 2011

Incomodam-se com este artigo aqueles que, por inúmeras razões, entre elas a total falta de competência em desenvolver uma tese de doutoramento, buscam encontrar isto ou aquilo de errado ou impróprio no texto bem escrito e consistente do Dr. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA.

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Dolva Marilda de... 06 de Julho de 2011

Faço minhas as palavras já ditas por Daniel Moita, e as transcrevo:

Cumprimento-o pela galhardia do arrazoado, embora não vislumbre qualquer relevância jurídica ou social. Com sinceridade, o sufixo ao nome, doutor, excelência, ou qualquer outro está muito mais ligada ao íntimo subjetivo do sujeito que precisa a todo instante alimentar o ego e provar a todos os seus feitos. Normalmente as pessoas que exigem o tratamento são arrogantes e grosseiras com os subalternos, tem poucos amigos e quase nenhuma vida social. Não são respeitadas por admiração, pelo temor de suas reações. Evidente que existem não todos, mas é um perfil natural explicado pela psicologia. Quanto a mim, continuarei chamando meu médico e meu dentista de DOUTOR, porque acredito na excelência do trabalho daqueles cuidam do meu bem mais precioso - minha saúde. Continuarei tratando os magistrados e promotores como DOUTORES, tendo em vista a importância e relevância institucional de suas funções. Da mesma forma, chamarei a todos os meus colegas ADVOGADOS de DOUTORES, pois a única profissão privada prevista na Constituição, cujo escopo é representar os interesses de particulares perante o Estado. No entanto, no seio acadêmico, chamarei sim conforme a titulação (DOUTOR, MESTRE, ESPECIALISTA). Porquanto, me chamam de MESTRE, mas se me chamarem de qualquer outra forma respeitosa, atenderei da mesma forma, sem qualquer recentimento. Não posso deixar de lembrar, LULA é DOUTOR

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leandro 06 de Julho de 2011

Nao sou advogado, outrossim, faço mestrado no centro de pós graduação de medicina, na ufmg.
Fico, de fato, constrangido com as praticas de exacerbamento de certos profissionais em certas áreas do conhecimento, dentre esssas, como nao: direito e medicina.
Vamos ao ponto: Doutor é quem faz doutorado, e ponto final!! Assim quem conclui mestrado é mestre, ora!!

Amigos meus se sentem até agredidos quando pacientes ( mais esclarecidos ) nao os tratam pelo honroso título de doutor.MAS NAO SAO MESMO, SÃO MÉDICOS!! isto é, se nao se esforçaram pelo título de DOUTOR oriundo de anos a fio em pesquisa e estudos.
Da mesma forma e na mesma medida, fico constrangido por ver estudantes recem formados na graduação se auto titularem doutores. Francamente...

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leandro 06 de Julho de 2011

leandro 06 de July de 2011 - 19:33:51

Nao sou advogado, outrossim, faço mestrado no centro de pós graduação de medicina, na ufmg.
Fico, de fato, constrangido com as praticas de exacerbamento de certos profissionais em certas áreas do conhecimento, dentre esssas, como nao: direito e medicina.
Vamos ao ponto: Doutor é quem faz doutorado, e ponto final!! Assim como quem conclui mestrado é mestre, ora!!

Amigos meus se sentem até agredidos quando pacientes ( mais esclarecidos ) nao os tratam pelo honroso título de doutor.MAS NAO SAO MESMO, SÃO MÉDICOS!! isto é, se nao se esforçaram pelo título de DOUTOR oriundo de anos a fio em pesquisa e estudos.
Da mesma forma e na mesma medida, fico constrangido por ver estudantes recem formados na graduação se auto titularem doutores. Francamente...

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DOUTORA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!... 06 de Julho de 2011

aAlgumas pessoas se torcem porque algumas conseguem estudar, conseguem se erguer e elas não. Há pessoas que se pudessem tirariam tudo de quem lutou para ser um profissional bem instruido e "o cara" não.O nome disso é Inveja, despeito! OLutrossim, existem aquelas que estudam muito, pq alguém bancou, colou e pentelhou o tempo todo em sala, o papai faz o trabalho p/ ele ganhar excelente nota, paga alguém pra bancar a Monogr., ou quem sabe a tese ,sei lá... e fica soberbo! Aí, depois que consegue ficar bem o "cara" arrasa até com os próprios pais, se possível. O nome disso é: arrogância, soberba, exaltação do super ego, proeminente! Pra mim, estes adjetivos(ou seriam defeitos?) estão na esfera da psiquiatria; trata-se de um distúrbio , desvio de conduta, personalidade desestrututrada, enfim, um tipo qualquer e tão natural entre os seres humanos, de TRANSTORNO BIPOLAR. Não é este o "título" que dão para os estupradores e parricidas? Pois bem, é moda! Dr. também é....!!!Bj pra tds, fiquem com Deus e parem de se preocupar com títularidades e formas de tratamento! O respeito conseguimos qdo respeitamos aos outros, e assim, até um pedreiro(profissão linda e necessária!) poderá ser chamado de Dr.; Porque não? se respeito (ou não)e sou excelente profissional(ou não), o que impede alguém de me chamar de Dr.? Ou de Cocô?

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marcos 06 de Julho de 2011

Começo a entender pq a justiça no Brasil é lenta e, infelizmente, traz diversas falhas!! Ao q vejo, vários advogados não conseguem entender a essência básica de um tema....
O texto original aqui postado, que foi em vários momentos ridiculamente deturpado e perdido ao longo de 600 e tantos comentários, traz uma mensagem simples: DOUTOR É QUEM FAZ DOUTORADO!!! Verdade nua e crua e ponto final....qqer coisa além disso é qrer discutir sexo dos anjos ou, no pior dos casos, despeito mesmo...simplifiquem a vida minha gente, simplifiquem a vida de seus clientes, simplifiquem a justiça nesse país...estudem sempre, nem tanto p se tornarem doutores de fato, mas pra conseguirem, ao menos, interpretar com clareza aquilo que lhe foi apresentado!!!!!!!

antoniorodrigues 13 de Abril de 2012 - 01:21:43

MARCOS o ch ou xenti, do xeque mate do xadrez gudiz achei por exelênte e magnifico prestadio,por exelencia(tuninhodeolarias).

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Cristiano Rogerio... 07 de Julho de 2011

Quanta frescura.

Sou advogado. Chamo advogados de doutor e as pessoas também me tratam assim. Se não o fazem, também não me importo.

Acho muita celeuma para pouca coisa.

De que me vale ser chamado de doutor se minha profissão está desvalorizada? Advogados na grande SP ganham menos que operadores de colheitadeiras em Goiás.

Vamos acordar pra vida gente.

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falbello 07 de Julho de 2011

Acredito que o maior problema de pessoas como o "Nobre Doutor" é a vaidade.

Nitidamente, as suas vitórias pessoais representaram apenas o reconhecimento de seus esforços e, com certeza, devemos parabenizá-lo por suas honradas e merecidas conquistas.

Porém, Piaget certa vez mencionou "o conhecimento só pode ser medido do ponto de vista dinâmico"

Não importam os títulos e as honrarias e sim o resultado prático das ações de cada indivíduo, pelo bem comum.

Perder tempo para provar o valor de seu título, ou, ressaltar a ignorância alheia, nos faz pensar se o Colega "Doutor Março", efetivamente contribuiu em alguma coisa para o benefício da humanidade, ou se apenas esforçou-se para atingir tal posição com a finalidade de trazer a baila discussões inócuas.

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Jane Rodrigues... 07 de Julho de 2011

Doutor na minha opinião é aquele que jura salvar vidas e realmente o faz na madrugada a fora num Pronto Socorro, com uma mísera remuneração, fruto de anos de estudos, sem recursos, mas pronto à abrir uma caixa torácica e massagear com as mãos o coração de alguém, vítima de acidente de trânsito provocado por algum bêbado; baleado por bandido etc
Doutor é o pai/mãe de família que sustenta sua família miseravelmente com um salário mínimo real, não o mínimo descrito pelo legislador, cuja imaginação fértil supera a de Thomas More em sua obra UTOPIA, ou seja, o mínimo disposto na nossa Carta Magna: "Art. 7º São direitos dos trabalhadores (...) IV - salário mínimo , fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim".
Por fim, doutores são os bombeiros e policiais do nosso País, claro a grande maioria que são dignos de honra, pois saem de seus lares para defenderem e salvarem cidadãos recebendo um salário de fome.

Contudo, como bons brasileiros estamos discutindo sobre um artigo de 2009 escrito por um certo senhor que nem participou da discussão e se diverte diante de nossa perplexidade.

Pra terminar, o artigo do http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutor é bem completo e não há soberba no ar, mas sim, imparcialidade.
Um abraço

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Rodolfo 07 de Julho de 2011

como é que esse dr.marco conseguiu ser membro vitalicio do MP Federal, será que ele só trabalha ou só estuda.Esquece daqueles menos favua orecidos, que quando sentem o peso da lei, se agarram a um advogado que cobra barato, ou foi indicado pela OAB, para ajudálo, como única tábua de salvacao, pois essse "doutor"' vai gastar o seu tempo, o seu escritório, o seu estudo, já com bastante esperiencia na lida, para fazer com que a justica seja aplicada.NAO É NECESSÁRIO PARA ESSE POBRE -mestrado ou doutorado, teses essas que pululam pelo mercado, basta apenas adquiri-las.

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AUGUSTO 07 de Julho de 2011

DOUTOR, como disse um dos comentaristas, doutor é aquela pessoa que é um especialista nato naquilo que faz, e gosta do que faz. Pra mim, não esiste doutor maior do que aquele que lavra a terra e produz alimento para sua subsistência e também para alimentar uma nação. Já pensou em pegar uma semente de arroz, feijão e milho e transformar em alimento. DOUTOR AGRICULTOR.

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Billy 07 de Julho de 2011

O Dotô do artigo aí, deve ser um daqueles promotores "cascorrentos" que se acham semi-deuses (e olha que tem alguns que já passaram a rasteira em Deus e estão acima dele). Digo-lhe meu amigo, você (ou Vossa Senhoria, ou Vossa Excelência ou "Excremência" - tanto faz) apenas escreveu o artigo pensando em contar suas vantagens e NUNCA preocupado se alguém é doutor ou não. Sou advogado, apenas advogado. Nunca me preocupei se devo ser chamado de "dotô" ou não (afinal, o que disso vem para o bolso?), mas VOCÊ deve ser daqueles que pensa em processar quem não lhe chamar de "dotô" ou mesmo "excelência". Vá trabalhar e use sua enorme capacidade intelectual para ser útil à nação.

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leandro 07 de Julho de 2011

Basta de discussoes inuteis. Basta de vaidades. " Vidade das vaidades, no fim tudo é vaidade", do livro de Provérbios, do sábio Salomão.

Seja doutor, seja gari, todos sao homens, e só sao o que sao, única e exclusivamente pela vontade do Pai das Luzes. Usem o que sao ajudar e fomentar o amor pelo proximo, seja gari, seja doutor. Jesus era carpinteiro, e revolucionou o mundo, diga-se.

Para tornar-se Doutor , basta subsidios e vontade, posto que todos somos dotados de inteligencia, nosso cérebro é bio-química. Basta estudar, e ter como estudar.Títulos partem da vontade humana, frutos da inteligencia humana, e claro, das condições sociais e economicas do ser q pretende tornar-se Doutor. Mas sabedoria amigos.... Ah, essa nao vem por vontade humana, tao pouco por bio-química cerebral, vem do Espírito, e esse nao é soberbo.

Reflitamos: O mundo precisa, sim, de cultura e estudo. Uma revolução social faz-se urgente e necessária. Mas tal revolução nao deve ser ideológica ou educacional, devo, isto sim, ser moral!!!

A paz companheiros.

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Valdomir da Veiga 07 de Julho de 2011

AINDA NOS DEPARAMOS COM "bestas da arrogância" se preocupando com coisas FÚTEIS e sem utilidade prática alguma. No caso da infeliz matéria em comento, o signatário quer é se mostrar, aparecer no sentido do termo. DOUTOR na prática para mim, é toda e qualquer pessoa que saiba demonstrar apreço e respeito as demais pessoas, independentemente da sua graduação. Mais do que "DOUTOR" é o '"SÁBIO", que mesmo sendo analfabeto dos bancos escolares, aprendeu na ESCOLA DA VIDA, por experiências vividas que ninguém é melhor do que o outro. Saber respeitar o VARREDOR DA RUA, o GARI, o MARCENEIRO, etc, estes "DOUTORES" NA SUA PROFISSÃO, para mim, merecem o nosso respeito, o nosso apreço e até a n ossa GRATIDÃO, eis que todos somos dependentes uns dos outros. Para finalizar "DOUTOR" - PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, a humildade com certeza ENGRANDECE O HOMEM. Assim sendo, tome um chá de HUMILDADE e se ponha no seu devido lugar. Não queira avacalhar os seus semelhantes, seu artigo é inútil e prolixo, e saiba, que até o ex-presidente LULA recebeu e é, veja bem, "DOUTOR HONORIS CAUSA", Preciso Dizer algo mais???? Vá ocupar o seu tempo em defesa dos brasileiros menos favorecidos que não tem acesso à saúde pública, não tem segurança e acesso a um ensino de qualidade devido aos LESA PÁTRIA que de apoderaram do nosso BRASIL.


Valdomir da Veiga
Advogado - Bacharel para alguns, DOUTOR para os demais que me respeitam.

JUAREZ 7 de Julho de 2011 - 23:40:36

PARA MIM VC É UM SIMPLES E MERO BACHAREL !!!

juli Shcul 8 de Julho de 2011 - 23:39:40

Valdomir da Veiga, Aff chamar Lula de Doutor é demais, mas deram essa boquinha pra ele fazer oq.....
Agora como você encerra seu comentário dizendo: bacharel para alguns, DOUTOR para os demais que me respeitam, vc quiz dizer que quem não lhe chama de DOUTOR é porque não lhe respeita? quanta prepotência a sua em juizar as pessoas só porque elas não lhe chamam de Dr.Valdomir da Veiga, vc bota uma carabina na cabeça das pessoas exigindo que assim elas o façam...francamente...

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Orlando 07 de Julho de 2011

A doença da auto-promoção e da auto-afirmação está presente em todos aqueles que não se julgam superiores. O colega me pareceu uma pessoa que agride, por algum motivo intimo, a todos a sua volta utilizando a arma mais eficiente de que dispõe, sua inteligência (aliás inegável). Tanto, comprovado, por estar no MP que é um órgão que dá poder a poucos sobre a vida de muitos.
Preocupe-se em fazer o bem, já que sua inteligência foi-lhe concedida e não conquistada.

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ULISSES 07 de Julho de 2011

HÁ MUITO JÁ ÉRA SABIDO, QUE O TÍTULO DE DOUTOR, AO ADVOGADO É QUESTÃO DE COSTUME. SERÁ QUE NINGUEM SABIA AINDA ATÉ NOS ANOS DE 2011, QUE PARA SER DOUTOR, TEM QUE SE FAZER DOUTORADO, DEFENDER TESE E ESCREVER LIVROS? O QUE O DOUTOR, ME DIRIA. DOS QUE GOSTAM DE SER CHAMADOS DE REIS POR EXEMPLO, SENDO QUE NOSSO REGIME NÃO É MONARQUICO, POR EXEMPLO: REI PELÉ, RAINHA DOS BAIXINHO, REI ROBERTO CARLOS,REI DO BICHO.
ME POUPE!!!

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Bruno 07 de Julho de 2011

Muita vaidade e pouco conteúdo.
Tive vários professores doutores e pós doutores, mas nenhum com essa preocupação ou vaidade, pelo menos que eu saiba, aliás, profissionais que atingem esse "status" estão preocupados com outros assuntos.

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Rosana 07 de Julho de 2011

Eu apenas gostaria de saber de todos que advogam, se quando um cliente ou qualquer outra pessoa lhes chamam de "DOUTOR", voces param e pedem para que assim os tratem mais? será? que hipocresia! respeitem os costumes populares.
Basta reconhecer à si próprio como profissional competente e deixem os pronomes de lado.

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roni 07 de Julho de 2011

...nosssa q necessidade absurda de expor o tema...principalmente pela evidente salientação de os membros do mp devem ser tratados de excelencia...da mesma forma q o aluno q questiona tem um grnade raciocionio a respeito do assunto...mas vamus e venhamos...como diria o prof. pascoale e espero q o sr. venha tbm querer argumentaar q eu naum devo chama-lo de prof. o importante e ser entendido..algumas coisas se tornam verdades pelo seu usual....

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roni 07 de Julho de 2011

...e por favor...vai caçar algo mais importante pra fzer neh o meuu!!!

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Gloria Paes Ferreira 07 de Julho de 2011

Mestre, Doutor, sem dúvida é tutularidade conferida em cursos específicos à obtenção do título. Considero a matéria do artigo apenas como resultado de uma pesquisa e mero exercício de "retórica". Gente, o importante, o que realmente conta, não é a forma de tratamento que se dá ou se recebe (doutor, mestre, excelência, meritíssimo, excelência, etc...) no exercício de uma profissão. O IMPORTANTE É A SERIEDADE, CAPACIDADE, COMPETÊNCIA, O CUMPRIMENTO DA PALAVRA DADA AO CLIENTE,HONESTIDADE, A CONSCIÊNCIA TRANQUILA E A ALEGRIA DO DEVER CUMPRIDO. O resto é "mera figuração".

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sandra regina bruçó 07 de Julho de 2011

Parabens! Vou repassar a "vários" colegas. Jamais me autodenominei doutora...sempre me identifico como a advogada Sandra.Questionei uma servidora do cartório judicial quando ao assinar minha primeira carga constava Dra. Sandra Regina Bruçó, por que "doutora"? Resposta: É assim que tem que ser, seus colegas não gostam de ser chamados de senhor ou senhora.
Obrigada pelos esclarecimentos fundamentados,

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Ridenor Araújo 07 de Julho de 2011

Cada argumento!
"Rei Pelé, rainha dos baixinhos,.." kkkkkk!
"Doutor é pronome de tratamento" Sinto vergonha!
Uma coisa eu vi muitos, nesses comentários: A pesquisa do PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA, deixou muita gente que são "dotôres", chateados.
Eu pessoalmente, não vi nada de mais no artigo publicado pelo PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA.
Gente, DOUTOR É QUEM FAZ DOUTORADO E PRONTO. O "rei" Pelé, não tem diploma de Rei e nem a Xuxa tem diploma de rainha. Ridículo!
"ADOREI", ADMIREI, ELOGIEI (aliás, não tenho problema em elogiar e nem em receber elogio), MUITO ESSE ARTIGO VERDADEIRO E QUE MEXEU MUITO COM OS ALICERCES DOS VAIDOSOS QUE SÃO "DOTÔ".
EXCELENTE ARTIGO, PROF. DR. MARÇO ANTÔNIO RIBEIRO TURA.
PARABÉNS!

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Danyel Ramirez 07 de Julho de 2011

agora eu me pergunto:

"quem foi o primeiro doutor?"

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Lilie 07 de Julho de 2011

Esse Thiago é uma piada, mal amado...

Thiago 14 de Julho de 2011 - 00:34:29

hahahahahahahaha...
ao menos foi espontânea... gostei!

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